Casamento Podre - 2

O som da porta ao fechar ecoou pelo apartamento como um tiro. Max, com seu pijama de flanela e aquelas cuecas largas que nunca excitaram ninguém, nem percebeu que sua esposa não estava usando calcinha por baixo do vestido justo que ela adorava usar "para sair com as amigas". —"Querido, vou sair. Não precisa ficar acordado me esperando"— disse Norma, passando batom vermelho obsceno na frente do espelho. Max concordou, ocupado demais com sua série chata pra notar como os olhos da mulher brilhavam com uma fome que ele nunca conseguiria saciar. O que Max não sabia era que Norma não ia ao cinema. Ela ia ser a puta de outro homem. O Nariz não perdeu tempo. Mandou o vídeo pra Max no dia seguinte. O pobre contador tremeu ao ver sua esposa, sua Norma, de joelhos numa cama de hotel, gemendo como uma vagabunda enquanto um estranho metia nela por trás. —"O-que é isso?"— gaguejou Max, com o telefone tremendo na mão. Norma, que estava descascando batatas na cozinha, sorriu. —"É exatamente o que parece, Maxito. Dei pra outro. E foi mil vezes melhor do que com você"—. Max deixou o telefone cair. O mundo dele desabou. Mas aí, algo inesperado aconteceu. O pau dele ficou duro. —"Te excitou, Max? Ver sua mulher sendo usada como deve ser?"— Norma se aproximou, desabotoando a blusa devagar. Max queria chorar, gritar, quebrar alguma coisa. Mas, em vez disso, sentiu a respiração acelerar. —"N-não… eu…"—. Norma riu, abaixando o zíper da calça dele. —"Mentiroso. Olha como você tá duro"—. Empurrou ele contra a parede, puxou a cueca pra baixo e começou a masturbar ele com mão experiente. —"O Nariz disse que, se você quiser que isso continue em segredo, vai me deixar ir com ele toda vez que ele pedir. E você…"— aqui Norma apertou os ovos dele com força— "vai ficar em casa, batendo punheta como o perdedor que é, enquanto um homem de verdade me faz gritar"—. Max gemeu. Não de dor. De humilhação. De tesão. —"Diz que sim, Max. Diz que você quer ser meu cuck obediente"—. E Max, com lágrimas nos olhos e a pica prestes a explodir, assentiu. O cheiro de cerveja barata e suor impregnava o ar do apartamento quando Norma entrou com seus saltos agulha, o vestido amassado e a maquiagem borrada de tanto suor e lágrimas de prazer. Max estava no sofá, pelado da cintura pra baixo, com a pica na mão, se esfregando como o perdedor que era enquanto ouvia os gemidos gravados da esposa. —"Gostou do áudio, Maxinho?"— perguntou Norma, jogando o sutiã manchado de porra na cara dele. —"Esse foi o terceiro que gozou na minha boca hoje. O segundo deixou minha buceta dolorida… e o primeiro me surrou tão forte que ainda arde minha bunda"—. Max choramingou, a pica pulsando igual a de um adolescente, sem saber se chorava ou gozava. —"S-sim, Norma…"—. —"Abaixa a cabeça, cachorro"— ordenou ela, pisoteando o orgulho dele (e literalmente, a mão) com o salto agulha. —"Você ainda não tem permissão pra me olhar nos olhos, cuck de merda"—. O Nariz tinha sido claro: —"Se você quer que sua esposa continue sendo minha puta pessoal, vai fazer exatamente o que a gente mandar"—. E naquela noite, a ordem era simples: —"Norma vai trazer um amigo. E você, viadinho, vai servir a gente como o escravo que é"—. Max tremia quando ouviu a campainha. Sabia que atrás daquela porta estava o Negão, o cara que o Nariz tinha descrito como "um garanhão com uma pica que vai arrebentar sua mulher"—. Norma abriu, pelada por baixo de um roupão transparente, e deixou o gigante entrar. 1,90 de puro músculo, um sorriso debochado e um volume na calça que fazia a pica do Max parecer um minhoco. —"Olha o que sua esposa me trouxe, cuck"— zombou o Negão, agarrando Max pelo cabelo e obrigando ele a se ajoelhar. —"Um viadinho que fica excitado vendo a mulher virar uma puta"—. Norma riu, acariciando o volume enorme do convidado. —"Max, limpa o chão. E não ousa olhar"—. O Negão não perdeu tempo. Arrancou o roupão da Norma de um puxão e jogou ela em cima da mesa da sala de jantar. —"Meu Deus, que buceta apertada"— ele grunhiu, cuspindo na entrada dela antes de enfiar tudo de uma vez. Norma gritou, mas não de dor. De puro êxtase. —"Isso, papai! Assim! Me dá essa piroca de cavalo que meu marido nem nos sonhos dele!"—. Max, de joelhos com o pano na mão, limpava o chão onde minutos antes sua esposa tinha sido fodida selvagemente. As lágrimas caíam, mas o pau dele estava mais duro do que nunca. —"Olha, corno"— disse o Negro, tirando o pau brilhante dos fluidos de Norma e aproximando da cara de Max. —"Limpa. Tudo. Até não sobrar nenhum vestígio da sua esposa em mim"—. Max obedeceu, chorando enquanto a língua dele recolhia o esperma e os sucos de Norma. —"Bom cachorro"— zombou Norma, se aproximando e cuspindo na cara dele. —"Agora vai pro banheiro e engole sua própria vergonha enquanto eu gozo de novo"—. O Negro virou Norma e comeu ela por trás, dando tapas na bunda dela enquanto Max, escondido atrás da porta, se masturbava que nem um doente. —"Cê gosta de ver isso, viadinho?"— perguntou o Negro, olhando direto pra Max. —"Te excita saber que sua esposa prefere meu pau preto do que seu pinto de inseto?"—. —"S-sim…"— ofegou Max, gozando nas próprias mãos sem nem se tocar. Norma riu, chegando ao orgasmo com um grito que ecoou por todo o apartamento. —"Max! Vem aqui e beija meus pés enquanto esse homem de verdade enche meu útero!"—. Max engatinhou, lambeu os dedos dos pés da esposa e sentiu o Negro gozar dentro dela com um rugido. Quando terminaram, o Negro se limpou com a camisa de Max e jogou uma nota amassada pra ele. —"Pra você comprar fralda, bebê"— disse, dando um tapinha na cabeça dele. —"Na próxima, quero que você chupe minhas bolas enquanto eu como a buceta da sua mulher"—. Norma, ainda tremendo de prazer, se aproximou de Max e sussurrou no ouvido dele: —"Amanhã, vou convidar outro. E você, meu lindo corno, vai preparar o café pra ele… pelado"—. Max, com esperma alheio nos Lábios e autoestima no chão, ele sorriu. Porque nunca tinha estado tão excitado na vida dele.

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