V
Ela me olhou e sorriu, depois subiu no sofá, montando nas minhas pernas. Seu bumbum fofinho repousou nas minhas coxas.
"Agora me mostra de novo", ela disse.
"Aqui", eu disse, colocando o dedo dela no seu botãozinho. "Esfrega bem aqui. Não muito forte, senão vai doer."
Tirei minha mão trêmula da dela e comecei a brincar com os cachinhos loiros aparados que enfeitavam sua montanha. Ela voltou ao trabalho, serrando seu clitóris pequenino.
"Isso é tão gostoso, papai", ela suspirou, grudando na minha boca para o beijo mais quente até agora.

Fiquei observando ela por um tempo. Dava pra ver que ela não estava fazendo direito, e seu clitóris estava ficando todo vermelho. "Gata," eu disse, "desce o dedo até a entrada da sua buceta pra molhar. Assim você pode deslizar suavemente sobre o clitóris. Aí usa a outra mão e tenta enfiar um dedo dentro de você. Não muito, só um pouquinho."
Ela deslizou o dedo para baixo e brincou com a lubrificação ali. Seu dedo molhado deslizou sobre o botão inchado enquanto ela massageava a abertura com a outra mão.
"Como está se sentindo, gata?" eu perguntei.
"Ai, meu Deus, está tão bom! Não paro de ficar mais e mais molhada!" ela gemeu.

Incrível. Estou sentado no sofá com minha filha adolescente nua montada em mim, beijando-a, brincando com os peitos dela com uma mão e com os pelos pubianos com a outra, enquanto ela se toca. Dava para sentir um filete de pré-gozo umedecendo meu shorts.
"O que está acontecendo comigo?" ela suspirou.
"Você está se preparando para ter um orgasmo, gata. Vai sentir uma espécie de onda de sensações muito boas, melhor do que qualquer coisa que já sentiu." "Você vai gozar," expliquei, enquanto continuava a acariciar os mamilos pequenos dela com meus dedos.
"Parece que algo grande vai acontecer," ela disse, cerrando os dentes.
"Relaxa, gata, se entrega," eu disse, beijando-a mais uma vez.
"Não aguento mais!" ela gemeu. "Me ajuda, papai!

Nem pensei nisso na hora. Desci uma mão para apertar sua bundinha perfeita, enquanto a outra deslizava sobre sua buceta melada. Enfiei meu dedo do meio nela até tocar seu hímen, e então comecei a massagear seu clitóris com meu polegar molhado.

AIH! Meu Deus! Ah, porra!" ela gemeu, arqueando as costas. Seu buraquinho apertado pulsava em volta do meu dedo enquanto ela começava a hiperventilar. Então ela desabou contra mim e enfiou a língua na minha boca.
Conforme ela relaxava, nossos beijos ficaram mais ternos. Minhas mãos acariciavam e abraçavam a pele macia e suave das costas e da bunda da minha filha adorável. Finalmente, ela se afastou para me olhar. Fios do seu cabelo loiro ondulado estavam colados na bochecha por causa do suor do esforço.
"É sempre assim que se sente?" ela perguntou. "Todos os orgasmos são tão bons assim?"
"Não sei, querida. Aquele pareceu ser bem intenso," eu disse.
"Foi incrível. Vou querer fazer de novo. É assim que você se sente quando se masturba?

Bom, claro, não somos feitos do mesmo corpo, mas acho que provavelmente deve ser tão bom quanto."
"Posso ver? Posso te ver brincando com ele?"
"Sarah, querida, não devíamos. Não seria certo."
"Isso não é justo", ele disse. "Você me viu e me tocou. Me ajudou a ter meu primeiro orgasmo. Como vou aprender sobre homens se você não me deixa ver você?" Ela se inclinou para me beijar. "Por favor, papai."
Eu sei que deveria ter fingido que não, mas quando suas mãos agarraram a barra da minha camisa, eu apenas sorri e levantei os braços para que ela pudesse puxá-la sobre minha cabeça. "Você realmente quer ver um homem se masturbar?" perguntei.
"Sim, sim."
Ela se ajoelhou entre minhas coxas, então puxei meu moletom um pouco para baixo, o suficiente para revelar o grande volume úmido em minha cueca. Ela olhou por um segundo, depois se afastou, agarrou a cintura da minha cueca e arrancou tudo. Fiquei nu diante de minha filha igualmente nua, meu pau pulsando e pingando na minha barriga.

Uau! Está tão diferente de como eu vi antes. É tão grande e lindo! Me mostra como você faz o esperma sair."
Só de pensar na minha linda filha ajoelhada nua ao meu lado, com o sêmen dele secando nos meus dedos, era tão incrivelmente excitante que eu tinha certeza de que não ia durar muito. Fechei a mão em volta do meu membro e comecei a masturbar.

Alguma parte é mais sensível que as outras?" Sarah perguntou.
"Tudo é bem sensível, mas a cabeça é a melhor. Aquela, e o triângulo logo abaixo do buraco por onde sai meu mijo."
"Aqui?" Sarah perguntou, passando suavemente um dedo sobre aquele ponto especial.
"Ai, Deus, sim, bem aí," eu gemeu enquanto outra gota de lubrificante escorria para umedecer seu dedo.
"Aaah, papai, isso é sua porra?

Não, querida, embora provavelmente tenha um pouco de esperma. É o que os homens chamam de 'pré-gozo'. É bem parecido com o lubrificante que sua buceta produz."
"Para ajudar a evitar qualquer irritação quando seu pau esfrega ou entra na minha vagina", ele disse, espalhando o líquido escorregadio e pegajoso por toda a cabeça do meu pau.

Ela me olhou e sorriu, depois subiu no sofá, montando nas minhas pernas. Seu bumbum fofinho repousou nas minhas coxas.
"Agora me mostra de novo", ela disse.
"Aqui", eu disse, colocando o dedo dela no seu botãozinho. "Esfrega bem aqui. Não muito forte, senão vai doer."
Tirei minha mão trêmula da dela e comecei a brincar com os cachinhos loiros aparados que enfeitavam sua montanha. Ela voltou ao trabalho, serrando seu clitóris pequenino.
"Isso é tão gostoso, papai", ela suspirou, grudando na minha boca para o beijo mais quente até agora.

Fiquei observando ela por um tempo. Dava pra ver que ela não estava fazendo direito, e seu clitóris estava ficando todo vermelho. "Gata," eu disse, "desce o dedo até a entrada da sua buceta pra molhar. Assim você pode deslizar suavemente sobre o clitóris. Aí usa a outra mão e tenta enfiar um dedo dentro de você. Não muito, só um pouquinho."
Ela deslizou o dedo para baixo e brincou com a lubrificação ali. Seu dedo molhado deslizou sobre o botão inchado enquanto ela massageava a abertura com a outra mão.
"Como está se sentindo, gata?" eu perguntei.
"Ai, meu Deus, está tão bom! Não paro de ficar mais e mais molhada!" ela gemeu.

Incrível. Estou sentado no sofá com minha filha adolescente nua montada em mim, beijando-a, brincando com os peitos dela com uma mão e com os pelos pubianos com a outra, enquanto ela se toca. Dava para sentir um filete de pré-gozo umedecendo meu shorts.
"O que está acontecendo comigo?" ela suspirou.
"Você está se preparando para ter um orgasmo, gata. Vai sentir uma espécie de onda de sensações muito boas, melhor do que qualquer coisa que já sentiu." "Você vai gozar," expliquei, enquanto continuava a acariciar os mamilos pequenos dela com meus dedos.
"Parece que algo grande vai acontecer," ela disse, cerrando os dentes.
"Relaxa, gata, se entrega," eu disse, beijando-a mais uma vez.
"Não aguento mais!" ela gemeu. "Me ajuda, papai!

Nem pensei nisso na hora. Desci uma mão para apertar sua bundinha perfeita, enquanto a outra deslizava sobre sua buceta melada. Enfiei meu dedo do meio nela até tocar seu hímen, e então comecei a massagear seu clitóris com meu polegar molhado.

AIH! Meu Deus! Ah, porra!" ela gemeu, arqueando as costas. Seu buraquinho apertado pulsava em volta do meu dedo enquanto ela começava a hiperventilar. Então ela desabou contra mim e enfiou a língua na minha boca.
Conforme ela relaxava, nossos beijos ficaram mais ternos. Minhas mãos acariciavam e abraçavam a pele macia e suave das costas e da bunda da minha filha adorável. Finalmente, ela se afastou para me olhar. Fios do seu cabelo loiro ondulado estavam colados na bochecha por causa do suor do esforço.
"É sempre assim que se sente?" ela perguntou. "Todos os orgasmos são tão bons assim?"
"Não sei, querida. Aquele pareceu ser bem intenso," eu disse.
"Foi incrível. Vou querer fazer de novo. É assim que você se sente quando se masturba?

Bom, claro, não somos feitos do mesmo corpo, mas acho que provavelmente deve ser tão bom quanto."
"Posso ver? Posso te ver brincando com ele?"
"Sarah, querida, não devíamos. Não seria certo."
"Isso não é justo", ele disse. "Você me viu e me tocou. Me ajudou a ter meu primeiro orgasmo. Como vou aprender sobre homens se você não me deixa ver você?" Ela se inclinou para me beijar. "Por favor, papai."
Eu sei que deveria ter fingido que não, mas quando suas mãos agarraram a barra da minha camisa, eu apenas sorri e levantei os braços para que ela pudesse puxá-la sobre minha cabeça. "Você realmente quer ver um homem se masturbar?" perguntei.
"Sim, sim."
Ela se ajoelhou entre minhas coxas, então puxei meu moletom um pouco para baixo, o suficiente para revelar o grande volume úmido em minha cueca. Ela olhou por um segundo, depois se afastou, agarrou a cintura da minha cueca e arrancou tudo. Fiquei nu diante de minha filha igualmente nua, meu pau pulsando e pingando na minha barriga.

Uau! Está tão diferente de como eu vi antes. É tão grande e lindo! Me mostra como você faz o esperma sair."
Só de pensar na minha linda filha ajoelhada nua ao meu lado, com o sêmen dele secando nos meus dedos, era tão incrivelmente excitante que eu tinha certeza de que não ia durar muito. Fechei a mão em volta do meu membro e comecei a masturbar.

Alguma parte é mais sensível que as outras?" Sarah perguntou.
"Tudo é bem sensível, mas a cabeça é a melhor. Aquela, e o triângulo logo abaixo do buraco por onde sai meu mijo."
"Aqui?" Sarah perguntou, passando suavemente um dedo sobre aquele ponto especial.
"Ai, Deus, sim, bem aí," eu gemeu enquanto outra gota de lubrificante escorria para umedecer seu dedo.
"Aaah, papai, isso é sua porra?

Não, querida, embora provavelmente tenha um pouco de esperma. É o que os homens chamam de 'pré-gozo'. É bem parecido com o lubrificante que sua buceta produz."
"Para ajudar a evitar qualquer irritação quando seu pau esfrega ou entra na minha vagina", ele disse, espalhando o líquido escorregadio e pegajoso por toda a cabeça do meu pau.
22 comentários - Minha Filha Casta no Cio, Episódio 5