Quando eu era adolescente, uma tarde eu tava andando de moto com um amigo, cada um na sua. Quando a gente chegou num semáforo numa rua movimentada, passou do nosso lado uma cinquentinha com duas minas e, no quebra-molas que tinha um pouco d'água, elas perderam o controle da moto e caíram quase embaixo de um ônibus. Na hora, eu e meu amigo descemos das nossas motos e fomos ajudar as gurias. Elas só tinham se ralado um pouco, e a moto tinha entortado a alavanca do freio. Depois que vimos que as minas estavam bem, como a gente sempre tinha umas ferramentas, a gente arrumou a cinquentinha pra elas poderem seguir. Depois que a moto tava consertada, a gente se ofereceu pra acompanhar elas até em casa, porque as duas piranhas eram muito gostosas. Foi assim que meu amigo levou uma das minas na garupa dele, e eu fui seguindo a cinquentinha onde ia a outra mina. Eu via como a mina que tava com meu amigo se agarrava na cintura dele. Mas já quando a gente tinha andado umas quadras, comecei a desconfiar que a gente tava indo pra um bairro que era bem perigoso. Minutos depois, minha suspeita se confirmou. A gente tinha entrado num bairro onde a qualquer momento podiam roubar a gente. Quando a gente chegou na casa de uma das minas, a mãe dela saiu toda assustada ao ver a cinquentinha quebrada e as gurias com a roupa suja e a pele ralada. As minas contaram que a gente tinha ajudado elas depois da queda. A senhora, muito educada, em agradecimento, mandou a gente entrar no pátio da frente da casa e ofereceu refrigerante pra gente. Eu falei pra ela que a gente tava com medo pelas motos, porque elas estavam na calçada. Então a senhora disse pra gente ficar tranquilo que enquanto a gente tivesse ali, ninguém ia mexer com a gente. Sem perceber, já tinha anoitecido e a gente continuava no pátio conversando, até que a senhora saiu com uns pedaços de pizza. Enquanto a gente comia, eu vi que meu amigo já tava todo agarrado com a mina que ele tinha levado. Eu, por outro lado, não rolou nada com a outra, porque ela me contou que tinha namorado. E foi assim, entre uma coisa e outra... Já era uma da manhã. Eu tava à toa conversando enquanto meu amigo se pegava com a outra mina. Até que, de repente, a dona apareceu e falou que a gente tinha que ir embora porque já era muito tarde e era perigoso sair do bairro. Foi assim que a gente voltou pra casa. Depois de umas quadras por ruas de terra bem escuras, do nada minha moto morreu. Desci pra dar uma olhada e não achei o problema. Não sabia o que fazer. A gente tava num bairro muito perigoso, era de noite e naquela época não tinha celular. Eu tinha que ir buscar um amigo pra ele vir me buscar com a caminhonete dele pra gente poder carregar a moto. Enquanto a gente tava parado lá, passou um casal andando e eles ficaram olhando pra gente. Já com medo, não sabia o que fazer. Meu amigo viu que uns metros na frente tinha um terreno baldio com umas árvores e arbustos. Então a gente decidiu se esconder com a moto lá enquanto meu amigo ia buscar ajuda. Eu podia ter ido com ele e deixado a moto escondida sozinha, mas nem fodendo. Foi assim que, arrastando a moto, a gente levou ela pro fundo do terreno e enfiou entre uns arbustos, já que na entrada do baldio tinha a única luz da rua e os matos estavam amassados, como se alguém usasse o lugar de ponto de pegação. Por sorte não tava frio, mas os mosquitos eram impossíveis. Meu amigo foi embora e eu fiquei sozinho. Sentado entre os arbustos, esperando meu amigo, já tava pegando no sono, mas o medo de alguém ter visto a gente entrar no terreno com a moto não deixava eu dormir. De repente, ouvi umas vozes e um movimento nos matos altos. Achei que vinham me roubar, mas era o casal que tinha passado minutos antes. Assim que entraram no baldio, o casal foi pro lado e começou a se beijar encostado no muro da divisa. Eu continuei escondido e bem quieto. O cara puxou um peito dela pra fora da blusa e chupou ele com muito barulho. Depois, ele se abaixou, puxou o shortinho dela pra baixo e meteu a boca na virilha dela. Assim, com ela de pé. começa a chupar a buceta dela. O gemido dela ecoava forte no silêncio da noite. A luz da rua me deixava ver tudo que tava rolando. Ele comeu a buceta dela por um bom tempo ainda. Aí ele se levantou, baixou a calça e puxou pra fora a pica enorme dela. Ela se ajoelhou e começou a beijar ele bem devagar. A posição que eles tavam, eu jurava que era de propósito pra eu poder ver tudo. Ela tava tirando o tempo dela pra chupar a pica dele enquanto ele segurava a cabeça dela pelo rabo de cavalo que ela tinha no cabelo. Ele começou a mexer os quadris, pegava a boca dela e puxava o cabelo dela pra enfiar a pica bem fundo na boca dela. Até que os gemidos dele mudaram, e eu senti que ele gozou na boca dela. Foi isso mesmo, porque ela tirou a pica da boca e cuspiu a porra pro lado. Ele levantou ela e beijou ela com o gosto da própria porra na boca. Pensei que iam embora, mas continuaram se beijando mais um pouco, e ele se ajoelhou de novo e começou a chupar a buceta dela outra vez. Fez isso por pouco tempo, porque logo se levantou e meteu a pica na buceta dela de frente. Ela acompanhava com a bacia os movimentos dele cada vez que ele enfiava mais fundo a pica. Dava pra ver que nessa posição eles tavam desconfortáveis. Eu tentava não me mexer pra não ser descoberto, mas a verdade é que queria tirar minha pica e bater uma enquanto olhava. Ele virou ela, baixou mais um pouco o shortinho dela, se abaixou e enfiou a cara no cu dela. Depois de chupar o cu dela por um tempo, deu um puxão na calcinha fio dental e rasgou ela. Ela se apoiou no muro e empurrou a bunda pra trás, e ele penetrou ela com força. Ele segurou o rabo de cavalo dela de novo e puxou o cabelo dela pra trás. Ela arqueava cada vez mais as costas pra jogar a bunda mais pra fora. Ele tava comendo ela como se fosse a última vez. Os dois gemiam como se estivessem num quarto de hotel. A luz me deixava ver o espetáculo em detalhes. Ele apertou a buceta dela contra a pica dele. cu e gozo de novo. Quando ela se virou pra trás e ele tirou o pau, ainda tava meio dura e balançando. Quando saiu da buceta dela, dava pra ver até o leite escorrendo da buceta dela. De novo, ele virou ela e começaram a se beijar. Ficaram um tempão assim, depois ajeitaram a roupa e foram embora. O casal, ao sair do terreno baldio, olhou pros dois lados e foi embora abraçado. Eu tava era tarado, com o pau a mil. Já que tinha ficado sozinho, peguei a calcinha rasgada e me masturbei sentindo o cheiro da buceta molhada dela. Bem na hora que eu tava gozando, enfiado no mato, chegou a caminhonete do meu amigo. Subimos a moto bem rápido pra não sermos roubados. Foi assim que fui voyeur escondido.
1 comentários - Voyeur sem querer