118📑La Entrenadora Privada

118📑La Entrenadora PrivadaO Leo sempre gostou de treinar, mas depois de uma lesão na perna, o médico recomendou fortalecer com exercícios guiados. Ele procurou uma personal trainer, sem saber que estava prestes a se meter em algo muito mais intenso do que uma simples rotina de academia. No primeiro dia, quando entrou no estúdio particular, ele a viu: Valéria, 34 anos, morena, corpo esculpido a mão, cabelo preso num rabo de cavalo alto e um conjunto esportivo justo que parecia pintado na pele dela. Peitos firmes, pernas torneadas, um olhar que perfurava.vadia—Oi, Leo —ela disse, apertando a mão dele com firmeza—. Comigo você não vai aliviar. E se aliviar… vou te fazer suar o dobro.

Ele engoliu seco. O treino começou. Alongamentos, agachamentos, abdominais. Cada vez que ela se abaixava na frente dele, a visão era inevitável: aquela cintura fina, aquela bunda redonda marcada pelo short.

E cada vez que ela tocava nele pra corrigir a postura, o roçar queimava.

— Quer um desafio extra? — ela perguntou no final.

— Bora — ele respondeu, ofegante.

Valéria olhou séria pra ele.

— Termina a série de prancha. Se completar sem desistir… te dou um prêmio.rabaoLeo, cansado, aceitou. Conseguiu com esforço. Caiu de costas no final, suando, sem fôlego.
—Muito bem, campeão —disse ela.
Ela se agachou sobre ele, apoiou um joelho na lateral da coxa dele e passou a garrafa d'água… mas a mão foi direto pra calça dele.
—Parece que você gostou de treinar comigo —sussurrou, sentindo a ereção dele.
Leo não conseguiu responder.
Ela puxou a calça dele pra baixo e tirou o pau dele sem mais delongas. Olhou pra ele com um sorriso.
—Shhh. Quietinho. Isso faz parte do serviço premium.
Enfiou na boca de uma vez. Sem aviso. Fundo, rítmico, selvagem. Leo segurou ela pelo rabo de cavalo, sem se conter.
—Valéria… Porra…
Ela se ajoelhou melhor, olhou pra ele de baixo enquanto lambia com língua comprida, chupava como se estivesse faminta. Deixou ele na beira, depois se levantou.
—Ainda não. Agora é minha vez.
Ela abaixou o short e sentou no pau dele, sem guia, enfiando inteiro na buceta com um gemido profundo.
—Isso… assim… era isso que eu queria…
Montou nele como uma fera. Com ritmo selvagem, molhada, sem vergonha. Beijava ele, mordia, gemia no ouvido dele.comendoE quando ele estava prestes a gozar, ela se abaixou, ajoelhou de novo e terminou com a boca, engolindo o gozo como se fosse proteína líquida. Leo ficou largado no chão, sem conseguir se mexer. Valeria se levantou, limpou os lábios e disse:
—Te vejo quinta. Vem em jejum… porque hoje foi só o aquecimento.

Quinta-feira, 7:00 da manhã.
Leo chegou na hora. Valeria já esperava por ele no estúdio particular dela, vestindo um conjunto novo: top justo, legging cinza, sem nada por baixo. O tecido colava na pele dela como uma segunda camada. O olhar dela estava ainda mais afiado.

—Hoje treinamos pernas, abdômen… e resistência — falou, entregando uma faixa elástica pra ele—. Quero te ver pingando.

E conseguiu.
Agachamento com peso. Afundo. Prancha com palmas. Burpee. Toda vez que ele amolecia, Valeria chegava por trás, gritava no ouvido dele, tocava, empurrava pra dar mais.

Leo já não sabia se suava de esforço… ou de tesão.

—Vai, Leo. Me mostra do que você é feito — disse, sentando do lado dele pra fazer abdominal sincronizado. O suor escorria pelo pescoço dela até o decote, onde o top já estava encharcado e marcava claramente os bicos duros.

Terminou a última série e caiu de costas, ofegante.
—Não aguento mais…

Valeria sorriu e se agachou entre as pernas dele.
—Aguenta sim. Mas agora… o que vem é minha parte favorita do treino.

Ela puxou o short de treino dele com uma mão só. Pegou o pau duro, molhado, quente. E lambeu da base à ponta, devagar, com precisão. Enfiou inteiro de uma vez, e começou a chupar com força, naquele vai e vem rítmico que deixava ele louco.

—Tá mais duro que terça… — disse com um sorriso safado, cuspindo nele—. Quer usar dentro ou na minha garganta?

Leo não conseguiu responder. Ela se levantou, baixou a legging devagar, virou de costas e se inclinou no banco de abdominal.

—Me pega do jeito que quiser. Mas não me dá moleza.

Ele enfiou o pau de uma vez, na buceta dela, por trás. Valeria gemeu alto, rebolando. contra ele, molhada, barulhenta, solta. —Isso, assim! Mais fundo! Não para! Ele agarrou a cintura dela, puxou o cabelo, meteu com fúria. O som dos corpos se chocando se misturava com os gemidos. Depois ela virou, sentou por cima e cavalgou com tudo. Os dois estavam encharcados de suor.fitness—Vem… mas não aqui. Me segue —ela disse, descendo de uma vez. Levou ele até o banheiro do estúdio. Abriu o chuveiro. A água quente envolveu os dois como uma nuvem. Valéria empurrou ele contra os azulejos e se ajoelhou de novo, chupando ele agora com a água escorrendo pelo corpo, o cabelo grudado, as mãos escorregando. Mamava com vontade, com gana de acabar com ele ali mesmo. Leo gozou com um rugido. Ela engoliu tudo no chuveiro, se levantou e beijou ele com a língua molhada. —Bom trabalho, Leo —sussurrou—. Mas ainda tá fraco de core. Terça que vem… quero você por cima de mim o treino inteiro.milfTerça-feira, 6h30 da manhã. Leo chegou no estúdio antes do horário. Sabia que hoje seria diferente. Sentia na pele, na antecipação. E não se enganou.

Valeria o esperava no centro do salão, descalça, só com um moletom cinza aberto até o umbigo e um shortinho esportivo preto que marcava cada curva.

— Hoje vamos trabalhar o coração — disse com um sorriso perverso. — Cardio e resistência. Até um de nós desistir. E juro que não vou ser eu.

Começaram trotando. Depois saltos, escaladores, burpees. Ele suava, mas não afrouxava. Ela o empurrava, roçava nele, esquentava ele com cada palavra no ouvido.

— Vai, Leo… quero te ver bem duro quando isso acabar.

Depois de 20 minutos sem parar, ela o jogou no chão de colchonetes, tirou o moletom e ficou completamente nua.

— Agora… minha parte.

Subiu em cima, com as pernas abertas, guiando ele pra dentro da buceta quente e ensopada.

Não o beijou. Não falou. Só começou a se mexer.deliciosaLenta. Funda. Depois rápida. Feroz. Ela montava ele como uma gostosa desenfreada. Pulava no pau dele, com os peitos balançando, o corpo escorrendo de suor, as coxas tremendo de tensão. —Quero que você aguente! —gritava. —Segura, Leo! Segura ou vai gozar antes da hora! Ele segurava ela pela cintura, olhando como se fosse um demônio do prazer. Depois ela desceu, ficou de quatro no tatame. —Agora por trás. Vem. Termina o circuito.Relatos eroticosLeo agarrou ela com força, enfiando tudo de uma vez. Valéria gemia que nem uma fera selvagem. Se tocava, se jogava pra trás a cada estocada.
—Mais! Não para! Mete fundo, porra!
Levou ele ao limite. Quando ele já não aguentava mais, ela virou, ajoelhou ele na frente dela e disse:
—Goza na minha boca. Você mereceu.
Chupou ele como se fosse um prêmio. Engoliu tudo, olhando nos olhos dele, com o corpo tremendo de tesão.
Depois, abraçou ele, ainda no chão.
—Parabéns... você passou pelo treino mais pesado do mês.
—E agora, o que vem? —perguntou Leo, sem fôlego.
Valéria lambeu o pescoço dele, sorrindo.
—Descanso ativo. Ou seja, amanhã na minha cama.relatos porno



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2 comentários - 118📑La Entrenadora Privada

pucha nunca me dieron premio por hacer 20 sentadillas 4series de biceps y triceps 😤😩