O sexo anal com a Vale me deixou exausto, então dormi o dia todo até a Lore chegar do trabalho. Ela me acorda e diz: "Temos que conversar!!!" Meio sonolento, não sabia o que estava rolando. Ela não tinha se encontrado com A hoje e sabia que a Vale não ia contar nada — confiava nela e também não ia se entregar sozinha. Me liguei e decidi ouvir antes de falar alguma merda. Preparei uns mates e sentamos.
— E aí, o que foi? Sobre o que você quer falar?
— O que rolou com a Valeria?
De novo as mesmas dúvidas na minha cabeça. Será que ela contou que a gente transou? Não, não pode ser. Confiamos na Vale.
— Não sei do que você tá falando. Hoje cheguei, a gente conversou um pouco e ela foi embora. O resto você já sabe...
— Ela me ligou quando saí do trabalho e disse que ia sair do jogo, que não queria ficar no meio entre você e eu.
— Isso é decisão dela, o que eu tenho a ver com isso?
— Ela disse que te viu muito mal e que não quer problemas.
— É verdade que eu contei pra ela que fiquei muito mal por ter brigado com você, mas deixei claro que não era culpa dela.
— Você chorou, meu amor?
— Sim, Lore, eu te amo e tive medo de perder tudo por causa de um jogo. Ontem você tava realmente puta.
— É verdade que fiquei brava, mas deixa eu te falar uma coisa: não é fácil... Olha, ontem quando você me contou, fiquei com raiva, sim, mas também me deixou com muito tesão...
— Pra mim, quando você me contou o que rolou com o A, também me deu tesão...
— Sim, mas hoje, por exemplo, eu sabia que você já tinha chegado em casa e me imaginar você aqui com a V me matou de ciúmes.
— Mas hoje não...
— Deixa eu terminar. Eu morria de ciúmes, mas por outro lado, olha (ela levou a mão na buceta dela e depois passou na minha mão, tava encharcada) — tô assim, molhada, só de pensar em você comendo outra gostosa. É uma loucura, não sei o que fazer. Acho que me dá mais raiva não estar presente, então por favor, te peço: não faz nada até eu estar aqui com o A no sábado. Acho que vou aproveitar mais.
— Que lindo, amor. Tá bom, prometo não fazer mais nada com a V.
— Nem comigo você vai poder, porque me deu vontade, ha ha.
— A buceta da Lora, ha ha. A tarde foi passando e lá pelas 5 horas batem na porta... Valéria. Lore manda ela entrar, sentam na cozinha e me chama também. Ela explicou que queria falar tudo de frente e pedir pra Valéria, na minha frente, que não saísse do jogo, que tava tudo bem, mas que esperássemos até sábado. Só que, se a gente quisesse transar, tava liberado, e pediu de favor que a gente se comesse de boca naquele momento, na frente dela. Eu e Vale não sabíamos onde enfiar a cara, mas Lore tomou a iniciativa e começou a beijar Valéria de língua. Minha pica ficou dura na hora, as duas se pegando de língua na minha frente. Preciso contar que não é a primeira vez que vejo Lore beijando outra mulher, repito, nos conhecemos há muito tempo e na adolescência é comum entre mulheres dar uns beijos. Depois de um tempo, ela me puxa e me leva perto da Valéria, e ali mesmo eu beijei ela com gosto, na frente da Lore, pra ela ver direitinho como eu tava comendo a boca da amiga dela... L- Para, porque isso termina mal aqui e agora haha. Paramos e as duas saíram juntas, morrendo de rir. Lore volta e me vê com a pica dura, riu e disse: L- Viu, por não aguentar um dia a mais, seu amiguinho vai ficar assim até o próximo sábado, e hoje é quarta-feira haha. Poderia fechar esse capítulo aqui, mas não vou fazer isso porque o que vem é o melhor... No outro dia de manhã, chego, sento com a V, começamos a conversar. Contei pra ela que confiei que ela não ia contar que eu rasguei a bunda dela (ou melhor, ela mesma rasgou sozinha) e que a conversa com a Lore me pegou de surpresa. Falamos de várias coisas, ela me contou da vida dela, como conheceu o marido e blá blá blá. Combinamos que dessa vez, de verdade, não íamos fazer mais nada até o próximo sábado. A verdade, tenho que confessar, é que a conversa do dia anterior e o clima meio estranho meio que baixaram a bola dos dois. Fiquei umas horas com ela colada no meu corpo e a pica não subiu. No final da conversa, meio por obrigação, a gente se beijou e foi sem graça. O bom é que nós dois percebemos. nos separamos e rimos. E- eu não foi a mesma coisa, né? ha ha V- e agora quero que a Lore também esteja, só você já não me basta ha ha. Acompanhei ela até a porta e fui pra cama, nem um beijo de despedida na bochecha a gente deu. Escrevi pra Lore e perguntei se ela tinha visto a A, ela disse que sim e que tinham se beijado. Me perguntou se tinha rolado algo com a Valeria e contei que a gente se beijou e nada, ha ha. Ela voltou do trabalho e disse que se sentiu super mal, porque eu falei aquilo do beijo e a V também disse a mesma coisa pra ela, sentiu como se tivesse cortado o nosso barato. Falei pra ela não se preocupar que quando a gente estivesse junto, as coisas iam fluir. O resto do dia foi normal, até que umas 5 da tarde a Valeria apareceu em casa pra tomar uns mates. Eu deixei elas sozinhas no quarto e fui lavar a louça, tava na minha, quando chegou uma mensagem da Lore... L- aqui tão reclamando de você?? Y- por quê? L- ela disse que você nem um beijo deu Y- ha ha quando L- hoje quando ela foi embora nem agora que ela chegou ha ha Eu- bom, quando ela for embora eu dou tchau, fala pra ela ha ha L- por que você não vem agora e me manda uma foto delas 2 sentadas na cama (tudo normal, de roupa e tudo). Larguei a louça e fui pro quarto, nunca imaginei o que me esperava!!!!! Entro no quarto e assim que pisei, a Lore ri e fala pra Vale... L- pronto, aí tá ele, reclama agora que ele tá aqui, que ele não te cumprimentou e nem te deu um beijo de café da manhã ha ha A gente riu os 3 e eu me inclinei pra cama pra passar na frente da Lore e dar um beijo na bochecha da Vale.. L- é assim que vai cumprimentar ela?? Que frio!!! Vem pra cama, passa por esse lado e cumprimenta ela direito.... Olhei pra Valeria que tava com a mesma cara de surpresa que eu, mas a malícia no olhar dela me dizia que algo tinha sido combinado entre elas. Passei o olho pela Lore e ela concordou em silêncio com a cabeça. Eu tava vestido com um moletom e um short, apesar de ser inverno não sou friorento, elas 2 estavam em A cama coberta, Lore de pijama e Valéria de jeans e moletom. Passei pro outro lado da cama e a Valéria ficou no meio, tipo sanduíche.... V- "nossa, que estranho eu me ver no meio de vocês duas, ha ha" L- "vai, Ale, cumprimenta direito." Passei meu braço pelas costas da Vale e beijei ela de língua, abri os olhos pra ver o que a Lore tava fazendo, que não perdia nenhum detalhe do beijo com um olhar cheio de tesão. Cruzamos os olhares e ela sorriu pra mim. A Vale virou e começou a pegar a Lore, mas depois de um beijo rápido ela afastou a Vale e falou pra gente... L- "gente, eu sou só espectadora, faz de conta que não tô aqui, fiquem à vontade..." Não perdi um segundo, deitei a Valéria e começamos a nos beijar, eu já tava por cima dela tipo papai-e-mamãe, a gente olhava pra Lore pra saber o que ela tava fazendo, ela só respondia "continuem, continuem!!!" Tirei meu moletom e desabotoei a calça da Valéria, puxei pra baixo e deixei ela só de calcinha. Olhei pra Lorena Y- "Lore, tem certeza que quer isso?" V- "olha, a gente pode parar quando você quiser" L- "tô de boa, vocês continuem, falo sério." Peguei uma camisinha que tava ali perto (a Lore trouxe um monte do hospital pra ter pro próximo sábado), tirei minha calça, abri ela. Nisso eu tava de joelhos com as pernas abertas, com meu pau no ar em cima da Valéria, que olhava pro meu pau como se fosse um doce.. Y- "Lore, tem certeza??" V- "é, Lore, você tem certeza?" Ela só balançou a cabeça que sim, mordendo os lábios. Não precisei de mais aprovação, terminei de colocar a camisinha e tirei a calcinha da Valéria, passei minha mão na buceta dela e era uma cachoeira.... ela não deixou eu penetrar assim, trocou de lugar pra ficar por cima de mim, tirou o moletom e ficou de sutiã, encaixou o pau na buceta dela e começou a cavalgar, se mexia que nem peixe fora d'água, arranhou meu peito e a cada sentada olhava pra Lorena, que parecia em transe vendo a gente transar.. Inclinei meu corpo pra frente pra chupar os peitos da Valéria e com uma mão tentei tocar a Lore, que respondeu me dando um tapa na mão. Mano. Então levei as mãos na cintura da Vale pra acompanhar o ritmo dela... ela, vendo que eu tava perto do limite, desceu e se jogou em cima da Lore pra beijar ela de boca aberta. Primeiro tava por cima, mas a Lore virou ela e deixou a bunda dela apontando pro outro lado do quarto. Desci da cama e, enquanto acariciava minha cock, via elas se beijando como se não houvesse amanhã. Curti a vista uns minutos, mas a tiny ass da Valeria tava sobressaindo e me chamando. Entrei na parada, me posicionei atrás da Vale tipo conchinha e enfiei a cock na pussy dela, do molhada que tava!!!!!! Meti por uns dois minutos, até que sinto ela levar a mão na minha cock, tirar da pussy e apontar pra bunda dela!!!!! Meti de uma vez!!!!!! A cock entrou naquele ass super fácil (uma salva de palmas pro cuck que deixou aquela bunda bem trabalhada). A Vale não aguentava os gritos, não podíamos fazer muito barulho, o menino tava vendo TV no quarto dele do outro lado do corredor... mas comigo perfurando aquele culo ela não conseguia evitar. A Lore beijava ela pra calar a boca, mas era difícil. A Valeria se apertou forte na Lore e o culo dela fechou, sinal de um orgasmo. A Lore gemia baixinho e acompanhava o vai e vem dos nossos corpos. Tudo isso foi impossível de aguentar pra mim, e gozei um belo lechazo na camisinha dentro do culo apertado da Valeria... ficamos abraçados os três por um tempo, recuperando o fôlego e, acho, caindo na real do que a gente tinha feito. Tirei minha cock do culo dela, vesti a calça e fui pro banheiro, joguei a camisinha fora e trouxe papel pra elas se limparem. Quando voltei, a Valeria tava de pé, colocando a calcinha. Ninguém dizia nada, o cheiro de sexo devia dar pra sentir da rua. A Vale perguntou que horas eram e decidiu ir embora. Acompanhei ela até o portão e ela foi rápido. Enquanto ela se afastava, fiquei olhando a bunda dela e senti uma satisfação em saber que aquela bunda agora era minha, de certa forma. Respirei fundo e entrei, com medo do que a Lore ia me falar... Desculpa se ficou muito longo. mas tava com vontade de continuar essa parte que acho que é a segunda melhor parte de toda essa história que aos poucos chega no clímax e no final. Valeu por ler, agradeceria uns pontos pra saber que cê curtiu e algum comentário pra me dar vontade de continuar escrevendo.
— E aí, o que foi? Sobre o que você quer falar?
— O que rolou com a Valeria?
De novo as mesmas dúvidas na minha cabeça. Será que ela contou que a gente transou? Não, não pode ser. Confiamos na Vale.
— Não sei do que você tá falando. Hoje cheguei, a gente conversou um pouco e ela foi embora. O resto você já sabe...
— Ela me ligou quando saí do trabalho e disse que ia sair do jogo, que não queria ficar no meio entre você e eu.
— Isso é decisão dela, o que eu tenho a ver com isso?
— Ela disse que te viu muito mal e que não quer problemas.
— É verdade que eu contei pra ela que fiquei muito mal por ter brigado com você, mas deixei claro que não era culpa dela.
— Você chorou, meu amor?
— Sim, Lore, eu te amo e tive medo de perder tudo por causa de um jogo. Ontem você tava realmente puta.
— É verdade que fiquei brava, mas deixa eu te falar uma coisa: não é fácil... Olha, ontem quando você me contou, fiquei com raiva, sim, mas também me deixou com muito tesão...
— Pra mim, quando você me contou o que rolou com o A, também me deu tesão...
— Sim, mas hoje, por exemplo, eu sabia que você já tinha chegado em casa e me imaginar você aqui com a V me matou de ciúmes.
— Mas hoje não...
— Deixa eu terminar. Eu morria de ciúmes, mas por outro lado, olha (ela levou a mão na buceta dela e depois passou na minha mão, tava encharcada) — tô assim, molhada, só de pensar em você comendo outra gostosa. É uma loucura, não sei o que fazer. Acho que me dá mais raiva não estar presente, então por favor, te peço: não faz nada até eu estar aqui com o A no sábado. Acho que vou aproveitar mais.
— Que lindo, amor. Tá bom, prometo não fazer mais nada com a V.
— Nem comigo você vai poder, porque me deu vontade, ha ha.
— A buceta da Lora, ha ha. A tarde foi passando e lá pelas 5 horas batem na porta... Valéria. Lore manda ela entrar, sentam na cozinha e me chama também. Ela explicou que queria falar tudo de frente e pedir pra Valéria, na minha frente, que não saísse do jogo, que tava tudo bem, mas que esperássemos até sábado. Só que, se a gente quisesse transar, tava liberado, e pediu de favor que a gente se comesse de boca naquele momento, na frente dela. Eu e Vale não sabíamos onde enfiar a cara, mas Lore tomou a iniciativa e começou a beijar Valéria de língua. Minha pica ficou dura na hora, as duas se pegando de língua na minha frente. Preciso contar que não é a primeira vez que vejo Lore beijando outra mulher, repito, nos conhecemos há muito tempo e na adolescência é comum entre mulheres dar uns beijos. Depois de um tempo, ela me puxa e me leva perto da Valéria, e ali mesmo eu beijei ela com gosto, na frente da Lore, pra ela ver direitinho como eu tava comendo a boca da amiga dela... L- Para, porque isso termina mal aqui e agora haha. Paramos e as duas saíram juntas, morrendo de rir. Lore volta e me vê com a pica dura, riu e disse: L- Viu, por não aguentar um dia a mais, seu amiguinho vai ficar assim até o próximo sábado, e hoje é quarta-feira haha. Poderia fechar esse capítulo aqui, mas não vou fazer isso porque o que vem é o melhor... No outro dia de manhã, chego, sento com a V, começamos a conversar. Contei pra ela que confiei que ela não ia contar que eu rasguei a bunda dela (ou melhor, ela mesma rasgou sozinha) e que a conversa com a Lore me pegou de surpresa. Falamos de várias coisas, ela me contou da vida dela, como conheceu o marido e blá blá blá. Combinamos que dessa vez, de verdade, não íamos fazer mais nada até o próximo sábado. A verdade, tenho que confessar, é que a conversa do dia anterior e o clima meio estranho meio que baixaram a bola dos dois. Fiquei umas horas com ela colada no meu corpo e a pica não subiu. No final da conversa, meio por obrigação, a gente se beijou e foi sem graça. O bom é que nós dois percebemos. nos separamos e rimos. E- eu não foi a mesma coisa, né? ha ha V- e agora quero que a Lore também esteja, só você já não me basta ha ha. Acompanhei ela até a porta e fui pra cama, nem um beijo de despedida na bochecha a gente deu. Escrevi pra Lore e perguntei se ela tinha visto a A, ela disse que sim e que tinham se beijado. Me perguntou se tinha rolado algo com a Valeria e contei que a gente se beijou e nada, ha ha. Ela voltou do trabalho e disse que se sentiu super mal, porque eu falei aquilo do beijo e a V também disse a mesma coisa pra ela, sentiu como se tivesse cortado o nosso barato. Falei pra ela não se preocupar que quando a gente estivesse junto, as coisas iam fluir. O resto do dia foi normal, até que umas 5 da tarde a Valeria apareceu em casa pra tomar uns mates. Eu deixei elas sozinhas no quarto e fui lavar a louça, tava na minha, quando chegou uma mensagem da Lore... L- aqui tão reclamando de você?? Y- por quê? L- ela disse que você nem um beijo deu Y- ha ha quando L- hoje quando ela foi embora nem agora que ela chegou ha ha Eu- bom, quando ela for embora eu dou tchau, fala pra ela ha ha L- por que você não vem agora e me manda uma foto delas 2 sentadas na cama (tudo normal, de roupa e tudo). Larguei a louça e fui pro quarto, nunca imaginei o que me esperava!!!!! Entro no quarto e assim que pisei, a Lore ri e fala pra Vale... L- pronto, aí tá ele, reclama agora que ele tá aqui, que ele não te cumprimentou e nem te deu um beijo de café da manhã ha ha A gente riu os 3 e eu me inclinei pra cama pra passar na frente da Lore e dar um beijo na bochecha da Vale.. L- é assim que vai cumprimentar ela?? Que frio!!! Vem pra cama, passa por esse lado e cumprimenta ela direito.... Olhei pra Valeria que tava com a mesma cara de surpresa que eu, mas a malícia no olhar dela me dizia que algo tinha sido combinado entre elas. Passei o olho pela Lore e ela concordou em silêncio com a cabeça. Eu tava vestido com um moletom e um short, apesar de ser inverno não sou friorento, elas 2 estavam em A cama coberta, Lore de pijama e Valéria de jeans e moletom. Passei pro outro lado da cama e a Valéria ficou no meio, tipo sanduíche.... V- "nossa, que estranho eu me ver no meio de vocês duas, ha ha" L- "vai, Ale, cumprimenta direito." Passei meu braço pelas costas da Vale e beijei ela de língua, abri os olhos pra ver o que a Lore tava fazendo, que não perdia nenhum detalhe do beijo com um olhar cheio de tesão. Cruzamos os olhares e ela sorriu pra mim. A Vale virou e começou a pegar a Lore, mas depois de um beijo rápido ela afastou a Vale e falou pra gente... L- "gente, eu sou só espectadora, faz de conta que não tô aqui, fiquem à vontade..." Não perdi um segundo, deitei a Valéria e começamos a nos beijar, eu já tava por cima dela tipo papai-e-mamãe, a gente olhava pra Lore pra saber o que ela tava fazendo, ela só respondia "continuem, continuem!!!" Tirei meu moletom e desabotoei a calça da Valéria, puxei pra baixo e deixei ela só de calcinha. Olhei pra Lorena Y- "Lore, tem certeza que quer isso?" V- "olha, a gente pode parar quando você quiser" L- "tô de boa, vocês continuem, falo sério." Peguei uma camisinha que tava ali perto (a Lore trouxe um monte do hospital pra ter pro próximo sábado), tirei minha calça, abri ela. Nisso eu tava de joelhos com as pernas abertas, com meu pau no ar em cima da Valéria, que olhava pro meu pau como se fosse um doce.. Y- "Lore, tem certeza??" V- "é, Lore, você tem certeza?" Ela só balançou a cabeça que sim, mordendo os lábios. Não precisei de mais aprovação, terminei de colocar a camisinha e tirei a calcinha da Valéria, passei minha mão na buceta dela e era uma cachoeira.... ela não deixou eu penetrar assim, trocou de lugar pra ficar por cima de mim, tirou o moletom e ficou de sutiã, encaixou o pau na buceta dela e começou a cavalgar, se mexia que nem peixe fora d'água, arranhou meu peito e a cada sentada olhava pra Lorena, que parecia em transe vendo a gente transar.. Inclinei meu corpo pra frente pra chupar os peitos da Valéria e com uma mão tentei tocar a Lore, que respondeu me dando um tapa na mão. Mano. Então levei as mãos na cintura da Vale pra acompanhar o ritmo dela... ela, vendo que eu tava perto do limite, desceu e se jogou em cima da Lore pra beijar ela de boca aberta. Primeiro tava por cima, mas a Lore virou ela e deixou a bunda dela apontando pro outro lado do quarto. Desci da cama e, enquanto acariciava minha cock, via elas se beijando como se não houvesse amanhã. Curti a vista uns minutos, mas a tiny ass da Valeria tava sobressaindo e me chamando. Entrei na parada, me posicionei atrás da Vale tipo conchinha e enfiei a cock na pussy dela, do molhada que tava!!!!!! Meti por uns dois minutos, até que sinto ela levar a mão na minha cock, tirar da pussy e apontar pra bunda dela!!!!! Meti de uma vez!!!!!! A cock entrou naquele ass super fácil (uma salva de palmas pro cuck que deixou aquela bunda bem trabalhada). A Vale não aguentava os gritos, não podíamos fazer muito barulho, o menino tava vendo TV no quarto dele do outro lado do corredor... mas comigo perfurando aquele culo ela não conseguia evitar. A Lore beijava ela pra calar a boca, mas era difícil. A Valeria se apertou forte na Lore e o culo dela fechou, sinal de um orgasmo. A Lore gemia baixinho e acompanhava o vai e vem dos nossos corpos. Tudo isso foi impossível de aguentar pra mim, e gozei um belo lechazo na camisinha dentro do culo apertado da Valeria... ficamos abraçados os três por um tempo, recuperando o fôlego e, acho, caindo na real do que a gente tinha feito. Tirei minha cock do culo dela, vesti a calça e fui pro banheiro, joguei a camisinha fora e trouxe papel pra elas se limparem. Quando voltei, a Valeria tava de pé, colocando a calcinha. Ninguém dizia nada, o cheiro de sexo devia dar pra sentir da rua. A Vale perguntou que horas eram e decidiu ir embora. Acompanhei ela até o portão e ela foi rápido. Enquanto ela se afastava, fiquei olhando a bunda dela e senti uma satisfação em saber que aquela bunda agora era minha, de certa forma. Respirei fundo e entrei, com medo do que a Lore ia me falar... Desculpa se ficou muito longo. mas tava com vontade de continuar essa parte que acho que é a segunda melhor parte de toda essa história que aos poucos chega no clímax e no final. Valeu por ler, agradeceria uns pontos pra saber que cê curtiu e algum comentário pra me dar vontade de continuar escrevendo.
5 comentários - A babá (parte 7)