Fantasias no hotel đŸ€€

Combinamos de ir a um hotel com uma fantasia que ela tava matutando hå uns meses. Eu tinha comprado as paradas que ela ia precisar, um conjunto bonito de lingerie preta, o sutiã transparente com renda, umas meias e um cinta-liga com uma tanga fio dental também de renda. E um plug anal pequenininho.

Na semana antes do sábado, a gente tava ensaiando como as coisas iam rolar. — Tem certeza? — perguntei por mensagem.
— Sim, tenho visto vários vídeos sobre isso e, sinceramente, me excita pra caralho.
— JĂĄ comprei uma coisinha pra vocĂȘ vestir, bebĂȘ.
— Mostra aí — ela responde.

Mando as fotos da modelo de lingerie de frente e de costas. — Nossa, isso tá lindo demais, mas não sei como vai ficar em mim.
— Vai ficar muito gostosa, vocĂȘ vai ser a terapeuta mais puta e linda.
— E o que eu faço com isso? — Ela me mandou uma foto da buceta dela coberta por uma moita de pelos pubianos que com certeza iam transbordar da tirinha da tanga.

Fiquei durasso na hora de ver a imagem dela, abrindo com os dedos, toda melada de tão molhada e o clitóris inchadão. Parecia que ela tava muito excitada com a ideia de realizar a fantasia. E eu também.
— Deixar ela pronta pra isso — respondi, mandando uma foto do meu pau duro.
— Tudo isso Ă© pra mim? — Ela mandou uma foto dela, mordendo o lĂĄbio de um jeito sensual, dava pra ver o vale dos peitos numa blusa decotada, sem sutiĂŁ e os bicos durinhos.
— Tudo Ă© pra vocĂȘ, meu amor — falei.

Na sequĂȘncia, mandei um vĂ­deo curto começando a me masturbar. — Ai, papai, jĂĄ quero que seja amanhĂŁ, tĂŽ com muita vontade de chupar seu pau.

O vĂ­deo que ela me mandou quase me fez gozar. Ela tava esfregando os dedos no clitĂłris, dava pra ouvir o atrito com a pelagem, e depois enfiou na buceta, tirou cheio de lĂ­quido e levou Ă  boca, chupou igual uma puta de verdade e depois passou a lĂ­ngua nos lĂĄbios.
— Que gostosa e puta vocĂȘ foi — falei.
— É que me excita saber que amanhã vou ver meu paciente favorito.
— SĂ©rio? — perguntei.
— Sim — ela respondeu. que sou uma das melhores fisioterapeutas que vocĂȘ conhece, que sou muito inteligente e, acima de tudo, muito puta -vocĂȘ vai ser a puta dele? NĂŁo respondi na hora, em vez disso, o que recebi foi um ĂĄudio que dizia -sou a puta dos meus pacientes, adoro deixar eles verem meus peitos decotados e fico molhada quando vejo eles ficarem duros- a voz dela saĂ­a entrecortada e dava pra ouvir a umidade da buceta enquanto ela se masturbava -que vadia que vocĂȘ Ă© -Ă© que eu gosto muito de pau, meu amor -sĂ©rio? -sim, queria que vocĂȘ estivesse aqui, pra poder chupar seu pinto, enfiar os dedos em mim e me foder atĂ© nĂŁo aguentar mais -tĂŽ bem duro, bebĂȘ -mostra Mandei uma foto do meu pau ereto, coroado pela minha glande lubrificada. Ela respondeu com uma foto dos peitos apertados pelos braços, lĂ­ngua pra fora, e a legenda dizia "dĂĄ a gozada pra sua puta". Na sequĂȘncia, mandei um vĂ­deo meu jorrando vĂĄrios jatos de porra pensando no dia seguinte e em como me excitavam os peitos dela coroados por aqueles mamilos morenos -que delĂ­cia, sai sua porra, meu amor Encerramos nossa sessĂŁo de masturbação com um vĂ­deo onde ela enfiava os dedos e eu podia ver a buceta dela se contraindo num orgasmo lindo. No dia seguinte, passei cedo pra buscĂĄ-la, era um sĂĄbado quente, na minha mochila levei o que Ă­amos usar: uma caixa de camisinhas, a lingerie e o plug anal. Quando a vi, ela estava com maquiagem bonita, lĂĄbios pintados de vermelho intenso, cabelo ondulado brilhando ao sol e olhos delineados, e levava uma mochila. Disse pra mĂŁe dela que Ă­amos fazer um projeto da faculdade. No caminho, ela me perguntou como era o quarto, era uma suĂ­te simples, com uma cama, luzes dinĂąmicas e um espelho enorme em cima da cama. Eu ainda estava nervoso porque nĂŁo sabia como ia rolar o papel de cada um. Chegando no quarto do hotel, a tensĂŁo estava no ar, coloquei uma mĂșsica pra ambientar, comecei a mostrar a lingerie, ela tirou um conjunto de pijama cirĂșrgico, querĂ­amos entrar no clima direito, mostrei o plug e o lubrificante. Ela arregalou os olhos quando viu ele — se quiser, eu ajudo a colocar — Rei falou, rindo tambĂ©m, e ela disse que sim. Pega a roupa e vai pro banheiro, começa a se despir comigo todo ansioso, queria me jogar nela e devorar, comer ela ali mesmo no banheiro, mas nĂŁo, me segurei. Quando ela tirou a calcinha, pude ver que tinha aparado os pelos pubianos, deixando sĂł um triĂąngulo sexy. Eu destampei o plug e o lubrificante, ela se virou, comecei beijando o pescoço dela e acariciando os peitos pra ela ir esquentando e relaxando. Desci do pescoço atĂ© as costas, percorrendo devagar a pele dela com minha lĂ­ngua, sentindo como a pele dela se arrepiava. Quando cheguei na bunda dela, separei um pouco as nĂĄdegas, ela me ajudou empinando o rabo. Enfiei a cara entre as nĂĄdegas dela e lambi da buceta dela atĂ© o cu — nmds que haaaaagh...chega Fiquei um tempĂŁo fazendo um beijo negro atĂ© as pernas dela tremerem e ela nĂŁo aguentar mais — tĂŽ sĂł provando — idiota kkk — Peguei o plug e com muito cuidado fui introduzindo — ai! AH AH AYYYYY NÃO FODE Ela apertou os peitos dela e eu vi como as pernas quase cediam com o peso. Quando ficou pronta, pediu pra eu sair, mas nĂŁo sem antes me dar um beijo longo e molhado. Eu esperei na cama, troquei de roupa pra um jogger e uma camiseta confortĂĄvel, sabia que ia precisar dessa roupa. Ela saiu depois de uns minutos vestida de cirĂșrgico. Tava linda — Certo, jovem, aqui diz — começou a ler o celular dela — que vocĂȘ precisa de reabilitação na patela esquerda, certo. Ela se aproxima de mim e estende a mĂŁo — Prazer, sou sua terapeuta responsĂĄvel Eu cumprimentei e entrei no personagem — sim, doutora, dĂłi pra caralho — bom, vamos começar com uma massagem Ela se inclina sobre mim e eu pude ver o decote revelando a lingerie, separa minhas pernas e se ajoelha no meio — calma, Ă© uma massagem simples — esse serviço particular Ă© com todos os seus pacientes? — com alguns — disse e se ajoelhou entre minhas pernas, começando a massagear meu joelho — tem um pouco de aderĂȘncia, na minha mochila tenho cremes, mas nĂŁo vai funcionar com Pants, acho que vamos ter que tirar o jogger.
— Tá seguro, doutora?
— Sim.
Ele se levantou e virou de costas pra mim. Quando foi pegar a mochila, se inclinou e eu pude ver a bunda dele marcando na calça. Fiquei de pau duro só com aquilo.
Quando ele voltou, falou:
— Preciso tirar o jogger, moço.
Puxou o elĂĄstico e foi tirando. Meu pau tava preso no jogger porque eu nĂŁo tava de cueca. Saiu igual uma mola, e ela deu uma expressĂŁo de surpresa quando viu.
— Moço! Por que não tá de roupa íntima?!
— Não costumo usar, doutora. Incomoda?
— N-não.
Ela tocou um pouco e continuou com o rolĂȘ da massagem.
— Olha, Ă© que a senhora tĂĄ com a perna muito travada. Acho que devia levantar e tentar andar um pouco.
Eu levantei enquanto ela continuava ajoelhada na minha frente. Meu pau ficou na altura do rosto dela.
— O que foi, doutora?
— Nada, Ă© que... acho que por hoje jĂĄ deu. TĂŽ atrasada e meu namorado...
— Não tinha me dito que tem namorado.
Ela se levantou e ficou na minha frente.
— Sim, estamos noivos. Na verdade, tenho o...
— Qual anel? Se a senhora não tá usando nada, doutora?
— Isso nĂŁo Ă© da sua conta.
— Aposto que adora esquentar seus pacientes.
Falei isso dando um beijo nela e um apertĂŁo na bunda. Ela respondeu, mas no segundo seguinte se afastou e me deu um tapa.
— Não me falte com respeito, sou uma profissional.
— O cortĂȘs nĂŁo tira o corajoso, doutora.
— Como Ă©?
— Que pode ser profissional e ainda assim ser tão gostosa e puta.
Ela me deu outro tapa, mas eu segurei e prendi ela contra mim.
— NĂŁo seja tĂŁo bruta, vocĂȘ sabe o que quer.
— Me solta, ou vou ter que...
Eu calei ela com um beijo. Ela começou a resistir, tive que segurar a cabeça dela pra continuar beijando. Com uma mão, comecei a acariciar a bunda dela de forma violenta, apertando as nådegas, amassando até deixar minha mão marcada. Passei meus dedos entre as nådegas dela.
— Me solta, por favor, não quero.
— NĂŁo sou besta, doutora. VocĂȘ queria isso.
Virei ela e comecei a apertar os peitos dela e a tirar o jaleco aos poucos.
— TĂĄ com roupa de puta, doutora. JĂĄ vi como Ă©. Quer que te comam? NĂłs nos debatemos atĂ© a parede, ela ficou de joelhos na minha frente enquanto eu segurava o cabelo dela com violĂȘncia — NĂŁo tĂŽ trazendo ela pra vocĂȘ — EntĂŁo? — É pro meu namorado. Dou um tapa nela — Seu namorado nĂŁo tĂĄ aqui — Mas eu sou fiel a ele — Pode ser que vocĂȘ seja a namorada dele, mas hoje vocĂȘ vai ser minha putinha — NĂŁoooo — Comecei a esfregar meu pau na cara dela, apesar do drama, eu jĂĄ tava vendo a excitação dela, os olhos brilhavam de tesĂŁo e ela se deixava fazer — Nunca fiz isso — Nunca fez o quĂȘ? — Meu pau encostou nos lĂĄbios dela — Isso — O quĂȘ? nĂŁo entendi — Outro tapa — Chupar pau. Comecei a empurrar contra os lĂĄbios dela — Cala a boca, putinha, abre a boca e se me morder, vai se arrepender. Comecei a foder a boca dela com violĂȘncia, dava pra ouvir o "gogogo" inconfundĂ­vel da garganta dela, os olhos dela lacrimejavam, ela tentava me afastar resistindo — Isso te agrada, nĂ©? — NĂŁo, pelo amor de Deus, me deixa ir — Cala a boca — Empurrei meu pau vĂĄrias vezes de novo, ela chupava, lambia a cabeça e brincava com a lĂ­ngua. As mĂŁos dela jĂĄ estavam acariciando os prĂłprios peitos, apesar dos gemidos fingidos, ela tava começando a ficar excitada com a situação — Quer que eu pare? Ela acenou que sim com meu pau na boca — EntĂŁo me faz gozar — Se eu fizer isso, vocĂȘ me deixa em paz? — Depende — Do quĂȘ? — Do quanto eu gostar — VocĂȘ Ă© um doente. Ela pegou um elĂĄstico pra prender o cabelo, ajustou o sutiĂŁ pra deixar os mamilos Ă  mostra e se levantou. Pegou meu pau e começou a me masturbar — NĂŁo tĂŽ fazendo isso porque quero — EntĂŁo? — Cala a boca. Me levou atĂ© um sofĂĄ que tinha um espelho grande na frente. Começou a lamber minhas bolas e gemer, chupava uma enquanto a lĂ­ngua percorria toda a superfĂ­cie dentro da boca dela, ela tinha a bunda empinada na posição que eu via, colocava a lĂ­ngua pra fora e lambia o tronco, a ponta, fazia pressĂŁo com as bochechas — VocĂȘ chupa assim o pau do seu namorado, doutora? — Cala a boca. O boquete dela era dos sonhos, nunca tinha chupado com tanto tesĂŁo e babĂŁo, dava pra ouvir a viscosidade no meu pau — Vou gozar, doutora. Sobe aĂ­. velocidade da cabeçada e começa a gemer. Parecia nĂŁo se importar, lambia, chupava, gemia, parava e brincava na minha glande com a lĂ­ngua, tava estourando, mas antes queria fazer algo. Peguei o cabelo dela e puxei forte pra levantar a cara dela. O olhar dela mostrava luxĂșria, desejo e excitação, tinha saliva escorrendo pelo queixo, os olhos lacrimejando e respirava devagar. — VocĂȘ vai ser minha puta hoje. — NĂŁo, sĂł vou fazer vocĂȘ gozar e vazar. — O Ășnico lugar que vocĂȘ vai hoje Ă© pra cama, doutor. — Por favor, me deixa ir. Levantei ela e forcei ela a ficar de quatro. Ela resistia e pedia pra eu parar, a gente se estranhou um pouco atĂ© eu conseguir abaixar o jogger cirĂșrgico dela, a visĂŁo que eu tive da bunda redonda dela enfiada num lace da lingerie cobrindo pouco o plug fez eu quase gozar. — Olha sĂł isso, jĂĄ veio preparada. — Isso nĂŁo Ă© pra vocĂȘ. — EntĂŁo, se Ă© pro seu namorado, por que tĂĄ usando agora? — Comecei a lamber a bunda dela devagar, beijar cada canto das nĂĄdegas enquanto minha mĂŁo esfregava o volume da buceta dela que tava encharcada. — Isso nĂŁo Ă© da sua conta. — NĂŁo Ă©? — Se me falar a verdade, nĂŁo vou fazer nada. — TĂŽ falando a verdade. — EntĂŁo vocĂȘ vai normalmente nas suas consultas usando roupa de puta? — Puxei a tanga pro lado e vi a buceta molhada dela. — NĂŁo sou uma puta. — NĂŁo, Ă© minha puta. — E enfiei um dedo na buceta dela, apertava, mas tava tĂŁo molhada que entrou fĂĄcil, tava quente e Ășmida, tava excitado demais, tanto que se eu metesse podia durar pouco, entĂŁo primeiro tinha que fazer ela me esvaziar na boca. — Se me chupar, pode ir embora e nĂŁo vou machucar nem vocĂȘ nem seu namorado. — NĂŁo faz nada com ele, por favor, faço o que vocĂȘ pedir. Meio nua, ela se ajoelhou na cama, eu sentei e ela voltou a chupar. Queria gozar, e queria gozar pra caralho, entĂŁo comecei com: — Seu namorado deve chupar muito bem. — Ele nĂŁo gosta, fala que nojo. — SĂ©rio? Que otĂĄrio. — Uma vez tentei e ele me afastou, fala que saliva dĂĄ nojo. — Dito isso, ela voltou a mamar como gata no cio. — NĂŁo goza mais que Na minha mĂŁo — e o senhor, onde gosta de gozar das suas pacientes? — na boca — beijo a glande — nos peitos — outro beijo — no meu cu — outro beijo — dentro — jĂĄ, nĂŁo tinha me dito que Ă© fiel? — nĂŁo, fodo quem eu quiser — transa com vĂĄrios mesmo tendo namorado — sou uma mulher no final das contas — quer gozo? — sim, sou uma mulher comprometida e quero gozo alheio, gosto de paus, sou muito puta. Dito isso, nĂŁo aguentei mais e comecei a soltar vĂĄrios jatos de sĂȘmen na cara dela, surpresa, ela colocou na boca e enquanto gemia, se acariciava os deliciosos mamilos, um, dois, trĂȘs grandes jatos caĂ­ram na boca dela, ela se afastou e o resto da minha gozada caiu no rosto dela e escorreu atĂ© os peitos. Ela tinha uma cara de puta cheia de porra, abriu a boca e me mostrou como brincava com o gozo, cuspiu um pouco nos peitos dela e engoliu o resto. Me deu uma lambida na glande e disse — Isso nĂŁo acabou, se levantou, tirou o moletom enquanto me dava as costas e pude ver aquele cu gostoso empinado na minha cara. — agora o senhor vai me fazer sentir o que eu quiser...

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