Venho de uma família com muito dinheiro, o que me permitiu ter acesso à famosa pílula Gender Bender. É um tratamento experimental que me permitiu me transformar na mulher que sempre existiu dentro de mim. Meu novo corpo é de uma mulher muito gostosa, do tipo que todo mundo quer comer só de olhar. Meu rosto é bem feminino, meus lábios são carnudos e de um vermelho paixão, meu olhar é uma combinação perfeita entre meiguice e safadeza kkkk. Meu corpo é macio, delicado e firme. Minhas curvas são largas, combinando com minha cintura fina. Meus peitos e minha bunda são médios e perfeitos, macios e firmes. Claro, malho meu corpo e me cuido pra continuar ainda mais gostosa. Depois da transformação, graças à minha família e ao status deles, comecei a trabalhar como modelo, um sonho que sempre tive, mas nunca tive coragem de perseguir. Hoje sou a mulher mais desejada do país.
Um dia, enquanto eu estava em casa no telefone, meu irmão (Tobias) chegou todo machucado e chorando. — O que houve, Tobi? — perguntei preocupada. — Ai... me bateram e humilharam — ele disse chorando. — Quem te bateu, Tobi? — perguntei. — Ale — ele respondeu, ainda chorando, e foi para o quarto dele. No dia seguinte, com raiva do Ale por ter batido e humilhado meu irmão, fui até a casa dele para encará-lo e ver quem era a pessoa que tinha machucado meu irmão. Cheguei na casa dele e bati na porta. Um homem gostoso abriu a porta. Era um cara com um corpo atraente e um olhar dominante, me encarou como se fosse um caçador olhando para a presa. — Oi? — ele perguntou com uma voz séria e dominante. Esperei que o homem que tinha acabado de abrir a porta não fosse o Alejandro. — Oi, você é o Ale? — perguntei, meio excitada e intimidada. — Sim, você é a Gimena, né? — ele perguntou. — Sim, sou a irmã do Tobias, a pessoa que você bateu e humilhou — falei com raiva. — Ah, entra aqui que a gente conversa numa boa — ele disse com uma voz segura, dominante e um pouco arrogante. Entrei na casa dele, era bem arrumada e limpa. — Olha, vamos direto ao ponto — falei. — Beleza, o que você quer? — ele disse. — Olha, quero que você deixe meu irmão em paz — falei enquanto me aproximava dele. — E o que eu ganho com isso? — ele perguntou, se aproximando de mim. — O que você quer? — perguntei. Pensei que ele ia pedir dinheiro ou algo muito valioso e material. — Humm... Quero você — ele disse, me olhando de cima a baixo. Me senti um pouco intimidada e excitada pela confiança dele e pelo olhar dominante. — O quê? — perguntei. — Quero que você seja minha putinha pessoal — ele disse enquanto se aproximava. Ele começou a me agarrar pela cintura e me puxou para perto dele. Começou a me beijar de um jeito que já estava me excitando. Ele enfiou a língua na minha boca e começou a brincar com a minha língua. Era o primeiro homem que colocava a língua na minha boca. Nunca tinha ficado com um cara como o Ale. O mais perto que cheguei... que tinha estado com um homem, era com meu namorado, mas a gente mal tinha se dado as mãos, combinamos que a primeira vez dos dois seria na nossa noite de núpcias e agora o Ale tinha a língua enfiada na minha boca, acariciando e apertando minha bunda e me puxando pra perto dele. Tava meio puta, mas curiosa e excitada com a segurança que ele tinha. Afastei ele de mim. — Me promete que vai largar minha irmã. Perguntei excitada e meio ofegante. — Largo ela com a condição de você ser minha putinha pessoal. Ele falou com um sorriso arrogante. — Tá bom. Falei. Vim com o objetivo de defender meu irmão e fazer eles pararem de encher o saco. Não pensei que iam me comer e muito menos me transformar numa putinha. Na putinha da pessoa que bateu e humilhou meu irmão. — Veste isso, putinha. Ele disse enquanto me dava uma lingerie muito linda e muito sexy. Coloquei, e olha, como modelo já vesti um monte de lingerie. Sempre adoro ver meu corpo novo de lingerie. — Assim, Ale, cê gosta? Perguntei. — Perfeito. Ele falou me olhando de cima a baixo.
Ela se aproximou de mim. E voltou a devorar minha boca. Aos poucos, tava começando a gostar e a ficar com tesão. Ela tava chupando minha boca de um jeito que me fez querer saber se ela era tão boa fudendo quanto beijando. — Vem comigo. Ela disse. Mal dei o primeiro passo. — O que cê tá fazendo, cadela? Anda de quatro. Ela falou com uma cara arrogante. — Desculpa, assim, meu dono. Eu disse. Não sei por que me saiu chamar ele de dono, foi inconsciente. — Vamos, putinha. Ele disse. Enquanto caminhava devagar pra eu ir do lado dele como a puta dele.
Me fez subir as escadas de quatro. Meus joelhos estavam doloridos. Ele parou e pegou uma coleira e uma guia de cachorro. Se virou e me olhou de cima enquanto eu estava de quatro. Olhei pra ele da minha posição. — Tá faltando alguma coisa na minha putinha. Ele disse enquanto começava a colocar a coleira em mim. Ele segurou a guia. — Vamos continuar. Disse enquanto andava com a guia. Eu me sentia agora totalmente como a putinha dele, a putinha pessoal dele. Ele abriu a porta do quarto e me fez subir na cama. Me colocou na beirada da cama. Começou a desabotoar a calça e tirou o pau dele. Muitas perguntas passaram pela minha cabeça. Como será o pau dele? Será muito grande? Vai caber na minha boca? Ou será um pau pequeno igual ao meu? E muitas outras perguntas. Ele tirou o pau. Porra, é enorme. Fiquei surpreso com o tamanho do pau dele. Era um pau grosso e comprido ao mesmo tempo. Engoli seco. Não pensei que seria assim. — Abre a boca. Ele disse enquanto colocava o pau a centímetros do meu rosto. — Sim, Ale. Falei. — Amor, me chama. Ele disse. — Desculpa, sim, amor. Respondi. No fundo, me excitou o tom e como ele me ordenou. Ele deixou o pau na minha boca. Senti o peso e o gosto do pau dele. Era a primeira vez pra mim, espero que ele não tenha percebido que é minha primeira vez com um homem, seria muito humilhante pra mim. — Começa a chupar. Ele disse. Comecei a mexer a cabeça e a passar minha língua em volta do pau dele.
Ale me segurou pela cabeça e começou a me empurrar pra baixo. — Até o fundo, puta. — Ele disse enquanto empurrava minha cabeça, me fazendo engolir o pau inteiro. Comecei a babar pela boca.
Depois de uns 30 minutos me comendo e me afogando com aquela pica enorme. Tirei a pica dele da boca, ela estava toda melada de minha baba. — Olha como você deixou ela, putinha. Ele falou rindo. Me agarrou pela cintura e me virou. Minha bunda ficou apontada pra ele. — Vou te comer gostoso. Disse enquanto me dava um tapa na bunda. Me puxou pelo cabelo e encostou a pica na minha buceta. — Por favor... devagar... nunca estive com... nenhum homem. Falei meio assustada e curiosa pra saber como era transar e ter a pica dele dentro de mim. Ele começou a enfiar a pica devagar. Soltei um gemido forte de prazer e dor. Já que era minha primeira vez. — Tá gostando, putinha? Ele falou enquanto aos poucos começava a acelerar. — Siiim... me dá mais forte... amor. Falei entre gemidos, com a voz trêmula.
Tirei o sutiã e meus peitos começaram a balançar no ritmo das investidas dele. Enquanto ele me comia e aumentava as estocadas, meu corpo e minha mente entraram no automático, me deixando levar. Comecei a gritar mais alto e gemer. — Me dá mais... mais... forteeee. Eu dizia gritando. Ele colocou a mão na minha boca. — Não grita tão alto, putinha. Falou com arrogância e dando risada.
Ele colocou a mão nas minhas costas, fazendo eu levantar mais a bunda e enfiar a cara nos lençóis. Ele tirava o pau até a cabeça e enfiava tudo de novo, sem parar. Eu não parava de gemer. Eu não parava de gozar, torcendo pra ele não perceber o quanto eu tava adorando, e meu corpo também não mentia.
Tirei a pica de dentro da minha buceta dolorida. Escapei um gemido sem querer, de prazer e alívio. Ele se deitou na cama. — Quero que você monte. Ele disse. Subi em cima dele. Encaixei a pica de novo dentro da minha buceta. — Começa a cavalgar, putinha. Ele disse com um olhar arrogante. — Não consigo, não tenho mais forças. Falei, meio cansada e ofegante. — Sem problema. Ele disse. A próxima coisa que ele fez foi começar a me levantar e me usar como um brinquedo sexual. Ele me segurou assim por uns 20 minutos. — Pronto, começa a cavalgar, já te deixei descansar. Ele disse enquanto ria e me dava tapas na bunda. Comecei a cavalgar, minhas pernas já estavam um pouco melhores, mas minha buceta ainda estava dolorida e se acostumando com o ambiente e o formato da pica dele.
— Deixa descansar... minha buceta... tá muito dolorida... você tem ela muito grande. — Eu disse entre gemidos e ofegante. — Vou continuar até ficar satisfeito. — Ele respondeu. — Por favor... meu amo... — Eu disse quase implorando. — Tá bom. — Ele disse. Me senti aliviada até ele me colocar de quatro. — O que você tá fazendo? — Perguntei. — Já que sua buceta tá tão dolorida e eu ainda não tô satisfeito, vou te comer pelo cu. — Ele disse. — Não... por favor... tenha piedade de mim, meu amo. — Eu disse. Ele abriu meu cu. Enfiou a língua dentro e começou a chupar meu cu. — Ahh... que gostoso. — Escapei de tão gostoso que ele tava chupando. — Que cu delicioso que você tem, putinha. — Ele disse enquanto continuava lubrificando meu cu. Eu só gemia e aproveitava. — Essa é toda a piedade que você vai ter de mim. — Ele disse enquanto ria.
Depois de chupar meu cu, ele me colocou na beira da cama e me fez ficar de quatro. — Tá pronta, putinha. Ele falou enquanto enfiava o pau dentro de mim. — Devagar, por favor, é apertado. Eu disse. — Era. Ele respondeu enquanto metia o pau inteiro no meu cu de uma vez só. Assim ele me comeu por uma hora, eu não parava de gemer e gozar uma atrás da outra. — Quem é teu dono, putinha. Ele dizia com arrogância. — Eu... sou... sua cadela. Eu respondia, mal conseguindo falar.
Me agarro numa perna e levantou ela. — Olha como vou arrebentar essa sua buceta. Dizia enquanto aumentava a velocidade. — Ah... porra... que gostosa. Eu falava com a cara enfiada nos lençóis, olhando como ele me arrebentava.
Depois de uma hora de me arrebentar toda. Minha buceta e meu cu exaustos. Minha mente ficou em branco e eu me deixei levar pelo prazer. — Usa minha boca, senhor, por favor. — falei implorando, já exausta. — Ajoelha. — ele disse enquanto tirava o pau do meu cu. Fez um som molhado e de sucção, parecia que meu cu não queria soltar. — Chupa ou vou arrebentar seu cu de novo. — ele falou me olhando de cima. Comecei a chupar ele por um bom tempo. Comecei a sentir um líquido forte e grosso dentro da minha boca. Ele estava gozando dentro de mim. Me segurou pela cabeça e enfiou o pau dele dentro da minha boca. Quando ele tirou, boa parte do sêmen escorreu da minha boca e caiu nos meus peitos, sujando toda a minha cara e o meu corpo. — Engole tudo que tem na boca. — ele ordenou. Eu fiz isso quando pensei que ia acabar. Ele pegou o celular dele. — Sorri pro seu irmão, puta. — ele disse enquanto me gravava com a cara toda suja e lambuzada de sêmen dele. Senti que estava marcada pelo gozo dele.
Le pedí a Ale_alfa3 que hagamos una colaboración que sus relato me exitan. Y si llegamos a 150 puntos cada uno subiremos la continuación. Tenemos pensado en una despedida de soltera y la boda. Espero que les haya gustado y disfrutaran.
Si les gusta este tipo de relato asi y les gusto la colaboración seguire mas relatos con Ale_alfa3
Post de Ale_alfa3:
https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimana-Hermana-Protectora.html
Um dia, enquanto eu estava em casa no telefone, meu irmão (Tobias) chegou todo machucado e chorando. — O que houve, Tobi? — perguntei preocupada. — Ai... me bateram e humilharam — ele disse chorando. — Quem te bateu, Tobi? — perguntei. — Ale — ele respondeu, ainda chorando, e foi para o quarto dele. No dia seguinte, com raiva do Ale por ter batido e humilhado meu irmão, fui até a casa dele para encará-lo e ver quem era a pessoa que tinha machucado meu irmão. Cheguei na casa dele e bati na porta. Um homem gostoso abriu a porta. Era um cara com um corpo atraente e um olhar dominante, me encarou como se fosse um caçador olhando para a presa. — Oi? — ele perguntou com uma voz séria e dominante. Esperei que o homem que tinha acabado de abrir a porta não fosse o Alejandro. — Oi, você é o Ale? — perguntei, meio excitada e intimidada. — Sim, você é a Gimena, né? — ele perguntou. — Sim, sou a irmã do Tobias, a pessoa que você bateu e humilhou — falei com raiva. — Ah, entra aqui que a gente conversa numa boa — ele disse com uma voz segura, dominante e um pouco arrogante. Entrei na casa dele, era bem arrumada e limpa. — Olha, vamos direto ao ponto — falei. — Beleza, o que você quer? — ele disse. — Olha, quero que você deixe meu irmão em paz — falei enquanto me aproximava dele. — E o que eu ganho com isso? — ele perguntou, se aproximando de mim. — O que você quer? — perguntei. Pensei que ele ia pedir dinheiro ou algo muito valioso e material. — Humm... Quero você — ele disse, me olhando de cima a baixo. Me senti um pouco intimidada e excitada pela confiança dele e pelo olhar dominante. — O quê? — perguntei. — Quero que você seja minha putinha pessoal — ele disse enquanto se aproximava. Ele começou a me agarrar pela cintura e me puxou para perto dele. Começou a me beijar de um jeito que já estava me excitando. Ele enfiou a língua na minha boca e começou a brincar com a minha língua. Era o primeiro homem que colocava a língua na minha boca. Nunca tinha ficado com um cara como o Ale. O mais perto que cheguei... que tinha estado com um homem, era com meu namorado, mas a gente mal tinha se dado as mãos, combinamos que a primeira vez dos dois seria na nossa noite de núpcias e agora o Ale tinha a língua enfiada na minha boca, acariciando e apertando minha bunda e me puxando pra perto dele. Tava meio puta, mas curiosa e excitada com a segurança que ele tinha. Afastei ele de mim. — Me promete que vai largar minha irmã. Perguntei excitada e meio ofegante. — Largo ela com a condição de você ser minha putinha pessoal. Ele falou com um sorriso arrogante. — Tá bom. Falei. Vim com o objetivo de defender meu irmão e fazer eles pararem de encher o saco. Não pensei que iam me comer e muito menos me transformar numa putinha. Na putinha da pessoa que bateu e humilhou meu irmão. — Veste isso, putinha. Ele disse enquanto me dava uma lingerie muito linda e muito sexy. Coloquei, e olha, como modelo já vesti um monte de lingerie. Sempre adoro ver meu corpo novo de lingerie. — Assim, Ale, cê gosta? Perguntei. — Perfeito. Ele falou me olhando de cima a baixo.
Ela se aproximou de mim. E voltou a devorar minha boca. Aos poucos, tava começando a gostar e a ficar com tesão. Ela tava chupando minha boca de um jeito que me fez querer saber se ela era tão boa fudendo quanto beijando. — Vem comigo. Ela disse. Mal dei o primeiro passo. — O que cê tá fazendo, cadela? Anda de quatro. Ela falou com uma cara arrogante. — Desculpa, assim, meu dono. Eu disse. Não sei por que me saiu chamar ele de dono, foi inconsciente. — Vamos, putinha. Ele disse. Enquanto caminhava devagar pra eu ir do lado dele como a puta dele.
Me fez subir as escadas de quatro. Meus joelhos estavam doloridos. Ele parou e pegou uma coleira e uma guia de cachorro. Se virou e me olhou de cima enquanto eu estava de quatro. Olhei pra ele da minha posição. — Tá faltando alguma coisa na minha putinha. Ele disse enquanto começava a colocar a coleira em mim. Ele segurou a guia. — Vamos continuar. Disse enquanto andava com a guia. Eu me sentia agora totalmente como a putinha dele, a putinha pessoal dele. Ele abriu a porta do quarto e me fez subir na cama. Me colocou na beirada da cama. Começou a desabotoar a calça e tirou o pau dele. Muitas perguntas passaram pela minha cabeça. Como será o pau dele? Será muito grande? Vai caber na minha boca? Ou será um pau pequeno igual ao meu? E muitas outras perguntas. Ele tirou o pau. Porra, é enorme. Fiquei surpreso com o tamanho do pau dele. Era um pau grosso e comprido ao mesmo tempo. Engoli seco. Não pensei que seria assim. — Abre a boca. Ele disse enquanto colocava o pau a centímetros do meu rosto. — Sim, Ale. Falei. — Amor, me chama. Ele disse. — Desculpa, sim, amor. Respondi. No fundo, me excitou o tom e como ele me ordenou. Ele deixou o pau na minha boca. Senti o peso e o gosto do pau dele. Era a primeira vez pra mim, espero que ele não tenha percebido que é minha primeira vez com um homem, seria muito humilhante pra mim. — Começa a chupar. Ele disse. Comecei a mexer a cabeça e a passar minha língua em volta do pau dele.
Ale me segurou pela cabeça e começou a me empurrar pra baixo. — Até o fundo, puta. — Ele disse enquanto empurrava minha cabeça, me fazendo engolir o pau inteiro. Comecei a babar pela boca.
Depois de uns 30 minutos me comendo e me afogando com aquela pica enorme. Tirei a pica dele da boca, ela estava toda melada de minha baba. — Olha como você deixou ela, putinha. Ele falou rindo. Me agarrou pela cintura e me virou. Minha bunda ficou apontada pra ele. — Vou te comer gostoso. Disse enquanto me dava um tapa na bunda. Me puxou pelo cabelo e encostou a pica na minha buceta. — Por favor... devagar... nunca estive com... nenhum homem. Falei meio assustada e curiosa pra saber como era transar e ter a pica dele dentro de mim. Ele começou a enfiar a pica devagar. Soltei um gemido forte de prazer e dor. Já que era minha primeira vez. — Tá gostando, putinha? Ele falou enquanto aos poucos começava a acelerar. — Siiim... me dá mais forte... amor. Falei entre gemidos, com a voz trêmula.
Tirei o sutiã e meus peitos começaram a balançar no ritmo das investidas dele. Enquanto ele me comia e aumentava as estocadas, meu corpo e minha mente entraram no automático, me deixando levar. Comecei a gritar mais alto e gemer. — Me dá mais... mais... forteeee. Eu dizia gritando. Ele colocou a mão na minha boca. — Não grita tão alto, putinha. Falou com arrogância e dando risada.
Ele colocou a mão nas minhas costas, fazendo eu levantar mais a bunda e enfiar a cara nos lençóis. Ele tirava o pau até a cabeça e enfiava tudo de novo, sem parar. Eu não parava de gemer. Eu não parava de gozar, torcendo pra ele não perceber o quanto eu tava adorando, e meu corpo também não mentia.
Tirei a pica de dentro da minha buceta dolorida. Escapei um gemido sem querer, de prazer e alívio. Ele se deitou na cama. — Quero que você monte. Ele disse. Subi em cima dele. Encaixei a pica de novo dentro da minha buceta. — Começa a cavalgar, putinha. Ele disse com um olhar arrogante. — Não consigo, não tenho mais forças. Falei, meio cansada e ofegante. — Sem problema. Ele disse. A próxima coisa que ele fez foi começar a me levantar e me usar como um brinquedo sexual. Ele me segurou assim por uns 20 minutos. — Pronto, começa a cavalgar, já te deixei descansar. Ele disse enquanto ria e me dava tapas na bunda. Comecei a cavalgar, minhas pernas já estavam um pouco melhores, mas minha buceta ainda estava dolorida e se acostumando com o ambiente e o formato da pica dele.
— Deixa descansar... minha buceta... tá muito dolorida... você tem ela muito grande. — Eu disse entre gemidos e ofegante. — Vou continuar até ficar satisfeito. — Ele respondeu. — Por favor... meu amo... — Eu disse quase implorando. — Tá bom. — Ele disse. Me senti aliviada até ele me colocar de quatro. — O que você tá fazendo? — Perguntei. — Já que sua buceta tá tão dolorida e eu ainda não tô satisfeito, vou te comer pelo cu. — Ele disse. — Não... por favor... tenha piedade de mim, meu amo. — Eu disse. Ele abriu meu cu. Enfiou a língua dentro e começou a chupar meu cu. — Ahh... que gostoso. — Escapei de tão gostoso que ele tava chupando. — Que cu delicioso que você tem, putinha. — Ele disse enquanto continuava lubrificando meu cu. Eu só gemia e aproveitava. — Essa é toda a piedade que você vai ter de mim. — Ele disse enquanto ria.
Depois de chupar meu cu, ele me colocou na beira da cama e me fez ficar de quatro. — Tá pronta, putinha. Ele falou enquanto enfiava o pau dentro de mim. — Devagar, por favor, é apertado. Eu disse. — Era. Ele respondeu enquanto metia o pau inteiro no meu cu de uma vez só. Assim ele me comeu por uma hora, eu não parava de gemer e gozar uma atrás da outra. — Quem é teu dono, putinha. Ele dizia com arrogância. — Eu... sou... sua cadela. Eu respondia, mal conseguindo falar.
Me agarro numa perna e levantou ela. — Olha como vou arrebentar essa sua buceta. Dizia enquanto aumentava a velocidade. — Ah... porra... que gostosa. Eu falava com a cara enfiada nos lençóis, olhando como ele me arrebentava.
Depois de uma hora de me arrebentar toda. Minha buceta e meu cu exaustos. Minha mente ficou em branco e eu me deixei levar pelo prazer. — Usa minha boca, senhor, por favor. — falei implorando, já exausta. — Ajoelha. — ele disse enquanto tirava o pau do meu cu. Fez um som molhado e de sucção, parecia que meu cu não queria soltar. — Chupa ou vou arrebentar seu cu de novo. — ele falou me olhando de cima. Comecei a chupar ele por um bom tempo. Comecei a sentir um líquido forte e grosso dentro da minha boca. Ele estava gozando dentro de mim. Me segurou pela cabeça e enfiou o pau dele dentro da minha boca. Quando ele tirou, boa parte do sêmen escorreu da minha boca e caiu nos meus peitos, sujando toda a minha cara e o meu corpo. — Engole tudo que tem na boca. — ele ordenou. Eu fiz isso quando pensei que ia acabar. Ele pegou o celular dele. — Sorri pro seu irmão, puta. — ele disse enquanto me gravava com a cara toda suja e lambuzada de sêmen dele. Senti que estava marcada pelo gozo dele.
Le pedí a Ale_alfa3 que hagamos una colaboración que sus relato me exitan. Y si llegamos a 150 puntos cada uno subiremos la continuación. Tenemos pensado en una despedida de soltera y la boda. Espero que les haya gustado y disfrutaran.
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2 comentários - Alejandro e Gimena: Irmã Protetora