AVISO LEGAL E DE CONTEÚDO:
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temas de dominação, submissão e fantasia Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Gimena, antes conhecida como Lautaro. Vem de uma família muito rica, o que lhe permitiu ter acesso à famosa pílula Gender Bender. É um tratamento experimental que me permitiu me transformar em uma mulher. Seu novo corpo é de uma mulher muito gostosa, do tipo que todo mundo quer comer só de olhar. Seu rosto é bem feminino, seus lábios são carnudos e de um vermelho paixão, seu olhar é uma combinação perfeita entre meiguice e safadeza hahaha. Seu corpo é macio, delicado e firme. Suas curvas são largas, combinando com sua cintura fina. Seus peitos e bunda são médios e perfeitos, macios e firmes. Obviamente, ela malha e se cuida pra continuar e se manter gostosa.
Depois da transformação, graças à família e ao status, ela começou a trabalhar como modelo. Hoje é a mulher mais desejada do país.
Um dia eu tava conversando com a Jazmín e a Sofia, pra ver qual das duas ia matar minha vontade de transar. Mas pra minha sorte, nenhuma das duas tava por perto. A Jazmín tinha viajado com as amigas e a Sofia também tava de viagem com a família. Pensei em chamar o Thomas e o Marcos pra ver se a gente saía à noite e eu conhecia alguém que me aliviasse, ou então ver pornô e me tocar. Enquanto tava pensando no que fazer, ouvi a campainha de casa. Quem será, pensei. Então resolvi ir abrir. Assim que abri a porta, vi a Gimena. Pensei o que ela tava fazendo ali e lembrei do Tobias.
— Sim. Perguntei com uma voz séria e dominante.
— Oi, cê é o Ale? — ela perguntou, meio excitada e intimidada.
— Sim, você é a Gimena, né? — perguntei.
Já sabia quem era, difícil não reconhecer aquele corpanzil que ela tinha.
— Sim, sou a irmã do Tobias, a pessoa que você bateu e humilhou. — ela disse, brava.
— Ah, entra aqui que a gente conversa numa boa. — falei com uma voz segura, dominante e meio arrogante.
Ela entrou na minha casa.
— Olha, vamos direto ao ponto. — ela disse.
— Beleza, o que você quer? — falei.
— Olha, quero que você deixe meu irmão em paz. — ela disse enquanto se aproximava de mim.
— E o que eu ganho com isso? — perguntei, me aproximando dela.
— O que você quer? — ela disse.
Pensei em pedir dinheiro ou algo muito valioso e material. Mas tava com tesão e ela era modelo, toda gostosa.
— Humm... Quero você. — falei enquanto olhava ela de cima a baixo.
— O quê? — ela perguntou.
— Quero que você seja minha putinha pessoal. — falei enquanto me aproximava.
Comecei a pegar ela pela cintura e puxar pra perto de mim. Comecei a beijar ela com paixão. Meti minha língua na boca dela e comecei a brincar com a língua dela. Minhas mãos, sem perceber, foram pro rabo dela. Comecei a apertar e acariciar a bunda dela.
— Você promete que vai deixar meu irmão em paz? — ela perguntou, excitada e meio ofegante.
— Deixo, com a condição de você ser minha putinha pessoal. — falei com um sorriso arrogante. Ok. Falei pra mim mesmo.
Veio com o propósito de defender o irmão dela e agora eu ia comer ela e transformar na minha putinha pessoal.
— Veste isso, puta. Falei enquanto entregava uma lingerie muito linda e muito sexy. Comprei pra Jasmim ou Sofia.
Ela vestiu. Ficou muito gostosa e já tava começando a me excitar.
— Assim, Ale, você gosta? Ela perguntou.
— Perfeito. Falei, olhando ela de cima a baixo.
Me aproximei dela. E beijei a boca dela de novo.
— Vem comigo. Falei.
Mal deu o primeiro passo.
— O que cê tá fazendo? As putas andam de quatro. Falei com uma cara arrogante.
— Desculpa, assim, meu amo. Ela disse.
Amo? Pensei: ela acabou de me chamar de amo, não sei por quê, mas gostei que ela falou essas palavras. Achei que já tava conhecendo o lugar dela como minha putinha pessoal.
— Vamos, putinha. Falei.
Enquanto andava devagar pra ela ir do meu lado como minha puta.
Fiz ela subir as escadas de quatro. Parei e vi a coleira do meu cachorro, e uma ideia me veio à mente. Peguei a coleira e a guia do meu cachorro. Me virei e olhei pra ela de cima enquanto ela tava de quatro. Observei da minha posição.
— Tá faltando algo na minha putinha. Falei enquanto começava a colocar a coleira nela.
Puxei ela pela guia.
— Vamos continuar. Falei enquanto andava com a guia.
Abri a porta do quarto e coloquei ela na cama.
Deitei ela na beirada da cama. Comecei a desabotoar a calça e tirei meu pau. Tirei meu pau. Notei como ela se assustou e engoliu saliva.
— Abre a boca. Falei enquanto colocava o pau a centímetros do rosto dela.
— Sim, Ale. Ela respondeu.
Não gostei que ela me chamou de Ale de novo.
— Me chama de amo. Falei.
— Desculpa, amo. Ela respondeu.
Enfiei meu pau na boca dela. Senti a textura e a umidade da boca dela.
— Começa a chupar. Falei.
Ela começou a mexer a cabeça e a passar a língua em volta do meu pau.
Peguei ela pela cabeça e comecei a empurrar pra dentro.
— Até o fundo, puta. Falei enquanto empurrava a cabeça dela, fazendo ela engolir toda a minha pica. Começou a escorrer baba da boca dela. Adorava ver como a bunda dela rebolava no ritmo e engolia toda a minha pica.
Depois de uns 30 minutos chupando e me afogando com meu pau. Eu tava ficando louco vendo a bunda dela quicar, tava perdendo o controle de vontade de comer ela com força. Tirei o pau da boca dela, meu pau tava todo lubrificado com a saliva dela.
— Olha como você me deixou, sua puta. — Ele falou rindo.
Segurei ela pela cintura, ela soltou um gemidinho sem querer e virei ela. A bunda dela ficou apontada pra mim.
— Vou te comer gostoso. — Falei enquanto dava um tapa na bunda dela.
Peguei ela pelo cabelo e coloquei o pau na buceta dela.
— Por favor... devagar... nunca estive com... nenhum homem. — Ela falou com uma voz tímida e meio ofegante. Comecei a meter meu pau devagar. Ela soltou um gemido forte de prazer e dor. Já que era a primeira vez dela. Aquele gemido me deixou ainda mais excitado.
— Tá gostando, puta? — Falei enquanto aumentava a velocidade aos poucos.
— Siim... me dá mais forte... amor. — Ela falou entre gemidos e com a voz ofegante.
Tirei o sutiã dela e os peitos ficaram livres, começando a balançar no ritmo das minhas enfiadas. Enquanto eu tava metendo nela e aumentando as estocadas, ela começou a gemer mais alto.
— Me dá mais... mais... forteeee. — Ela dizia gritando e gemendo cada vez mais alto.
Coloquei a mão na boca dela.
— Não grita tão alto, putinha. — Falei com arrogância e dando risada.
Me surpreendi como ela foi mudando de atitude aos poucos, e eu tava adorando.
Ele colocou a mão nas costas dela, isso fazia ela levantar mais a bunda e enfiar o rosto nos lençóis. Eu tirava minha pica até a cabeça e enfiava inteira de novo, sem parar. Ela não parava de gemer e gozar uma vez atrás da outra. O corpo dela não mentia. Ela tava adorando.
Tirei a pica de dentro da buceta dolorida dela. Um gemido escapou sem querer, de prazer e alívio.
Deitei na cama.
— Quero que você monte. — falei.
Ela subiu em cima de mim. Encaixei a pica de novo dentro da buceta dela.
— Começa a cavalgar, putinha. — falei com um olhar arrogante.
— Não consigo, não tenho mais forças. — ela disse, meio cansada e ofegante.
Pensei em deixar a coitada descansar, mas ainda não estava satisfeito.
— Sem problema. — falei.
O que fiz em seguida foi começar a levantá-la, usando ela como um brinquedo sexual. Na real, ela não era muito pesada, era bem fácil de levantar.
Fiquei nessa por uns 20 minutos.
— Pronto, começa a cavalgar, já te deixei descansar. — falei enquanto ria e dava uns tapas na bunda dela.
Ela começou a cavalgar.
— Deixa descansar... minha... buceta... tá muito dolorida... você tem um pau muito grande. Ela disse entre gemidos e ofegante.
— Vou continuar até ficar satisfeito. Respondi.
— Por favor... meu amo... Ela disse quase implorando.
— Tá bom. Falei.
Ajeitei ela e coloquei de quatro.
— O que você tá fazendo? Ela perguntou.
— Já que sua buceta tá tão dolorida e eu ainda não tô satisfeito, vou te comer pelo cu. Falei.
— Não... por favor... tenha piedade de mim, amo. Ela disse.
Abri o cu dela. Enfiei minha língua dentro e comecei a chupar o cu dela.
— Ahh... que gostoso. Ela disse.
— Que cu delicioso você tem, puta. Falei enquanto continuava lubrificando o cu dela. Pra depois arrebentar ele e fazer meu, hahaha.
Ela só gemia e curtia.
— Essa é toda a piedade que você vai ter de mim. Falei enquanto ria.
Depois de chupar a buceta dela, coloquei ela na beira da cama e mandei ela ficar de quatro.
— Tá pronta, putinha. — Ele disse enquanto enfiava minha pica dentro dela.
— Devagar, por favor, é apertado. — Falei pra mim mesmo.
— Era. — Ele disse enquanto enfiava minha pica toda no cu dela de uma vez só. Tava apertado no começo.
Assim ele ficou metendo por uma hora, ela não parava de gemer e gozar uma atrás da outra.
— Quem é teu dono, putinha. — Ele falava com arrogância.
— Eu... sou... tua cadela. — Ela respondia, mal conseguindo falar.
Peguei ela pela perna e levantei.
— Olha como vou arrebentar essa buceta. Falei enquanto aumentava a velocidade.
— Ah... porra... que gostoso. Ela dizia com a cara enfiada nos lençóis, olhando como eu tava arrebentando ela.
Depois de uma hora de me arrebentar toda.
— Usa minha boca, meu amo, por favor. — falei implorando, já exausta.
— Ajoelha. — ele disse enquanto tirava meu pau do cu dela. Fez um som molhado e de sucção, parecia que o cu dela não queria me deixar ir.
— Chupa ou vou te arrebentar de novo. — falei enquanto olhava pra ela de cima.
Ela começou a chupar por um bom tempo. Comecei a gozar dentro da boca dela. Agarrei a cabeça dela e empurrei meu pau pra dentro da boca dela.
Quando tirei, grande parte do meu sêmen saiu da boca dela e caiu nos meus peitos, sujando toda a cara dela e o corpo.
— Engole tudo que tem na boca. — ordenei.
Tava meio puto com o Tobias por ter contado pra irmã dele. Mas feliz porque agora é, era e vai ser minha putinha pessoal. E quis me agradecer, hahaha.
— Sorri pro seu irmão, putinha. — falei enquanto gravava ela com a cara toda suja e manchada de porra.
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Essa é uma história compartilhada com uma seguidora: Gimenputiti28.
Fizemos essa colaboração e, se vocês gostarem, vai ter segunda parte com a despedida de solteira e o casamento.
Se eu ver que o post teve bastante apoio e comentários, publico a continuação.
Espero que tenham curtido.
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Parte N°2:
Alejandro e Gimena: Despedida de Solteira.https://www.poringa.net/posts/relatos/6192295/Alejandro-Y-Gimena-Despedida-De-Soltera.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Post Anterior:
Alejandro e Sofia: A Rainha do Campus.https://www.poringa.net/posts/relatos/6080159/Alejandro-Y-Sofia-La-Reina-Del-Campus.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Post:
Alejandro e Elisa: A Tia Recém-Separada.https://www.poringa.net/posts/relatos/6191226/Alejandro-Y-Elisa-La-Tia-Recien-Separada.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Outros Relatos Gender Bender:
Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.htmlAlejandro e Martina: A Última Noite do Anohttps://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.htmlAlejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Vadia Domadahttps://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temas de dominação, submissão e fantasia Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Gimena, antes conhecida como Lautaro. Vem de uma família muito rica, o que lhe permitiu ter acesso à famosa pílula Gender Bender. É um tratamento experimental que me permitiu me transformar em uma mulher. Seu novo corpo é de uma mulher muito gostosa, do tipo que todo mundo quer comer só de olhar. Seu rosto é bem feminino, seus lábios são carnudos e de um vermelho paixão, seu olhar é uma combinação perfeita entre meiguice e safadeza hahaha. Seu corpo é macio, delicado e firme. Suas curvas são largas, combinando com sua cintura fina. Seus peitos e bunda são médios e perfeitos, macios e firmes. Obviamente, ela malha e se cuida pra continuar e se manter gostosa.
Depois da transformação, graças à família e ao status, ela começou a trabalhar como modelo. Hoje é a mulher mais desejada do país.
Um dia eu tava conversando com a Jazmín e a Sofia, pra ver qual das duas ia matar minha vontade de transar. Mas pra minha sorte, nenhuma das duas tava por perto. A Jazmín tinha viajado com as amigas e a Sofia também tava de viagem com a família. Pensei em chamar o Thomas e o Marcos pra ver se a gente saía à noite e eu conhecia alguém que me aliviasse, ou então ver pornô e me tocar. Enquanto tava pensando no que fazer, ouvi a campainha de casa. Quem será, pensei. Então resolvi ir abrir. Assim que abri a porta, vi a Gimena. Pensei o que ela tava fazendo ali e lembrei do Tobias.— Sim. Perguntei com uma voz séria e dominante.
— Oi, cê é o Ale? — ela perguntou, meio excitada e intimidada.
— Sim, você é a Gimena, né? — perguntei.
Já sabia quem era, difícil não reconhecer aquele corpanzil que ela tinha.
— Sim, sou a irmã do Tobias, a pessoa que você bateu e humilhou. — ela disse, brava.
— Ah, entra aqui que a gente conversa numa boa. — falei com uma voz segura, dominante e meio arrogante.
Ela entrou na minha casa.
— Olha, vamos direto ao ponto. — ela disse.
— Beleza, o que você quer? — falei.
— Olha, quero que você deixe meu irmão em paz. — ela disse enquanto se aproximava de mim.
— E o que eu ganho com isso? — perguntei, me aproximando dela.
— O que você quer? — ela disse.
Pensei em pedir dinheiro ou algo muito valioso e material. Mas tava com tesão e ela era modelo, toda gostosa.
— Humm... Quero você. — falei enquanto olhava ela de cima a baixo.
— O quê? — ela perguntou.
— Quero que você seja minha putinha pessoal. — falei enquanto me aproximava.
Comecei a pegar ela pela cintura e puxar pra perto de mim. Comecei a beijar ela com paixão. Meti minha língua na boca dela e comecei a brincar com a língua dela. Minhas mãos, sem perceber, foram pro rabo dela. Comecei a apertar e acariciar a bunda dela.
— Você promete que vai deixar meu irmão em paz? — ela perguntou, excitada e meio ofegante.
— Deixo, com a condição de você ser minha putinha pessoal. — falei com um sorriso arrogante. Ok. Falei pra mim mesmo.
Veio com o propósito de defender o irmão dela e agora eu ia comer ela e transformar na minha putinha pessoal.
— Veste isso, puta. Falei enquanto entregava uma lingerie muito linda e muito sexy. Comprei pra Jasmim ou Sofia.
Ela vestiu. Ficou muito gostosa e já tava começando a me excitar.
— Assim, Ale, você gosta? Ela perguntou.
— Perfeito. Falei, olhando ela de cima a baixo.
Me aproximei dela. E beijei a boca dela de novo. — Vem comigo. Falei.
Mal deu o primeiro passo.
— O que cê tá fazendo? As putas andam de quatro. Falei com uma cara arrogante.
— Desculpa, assim, meu amo. Ela disse.
Amo? Pensei: ela acabou de me chamar de amo, não sei por quê, mas gostei que ela falou essas palavras. Achei que já tava conhecendo o lugar dela como minha putinha pessoal.
— Vamos, putinha. Falei.
Enquanto andava devagar pra ela ir do meu lado como minha puta.
Fiz ela subir as escadas de quatro. Parei e vi a coleira do meu cachorro, e uma ideia me veio à mente. Peguei a coleira e a guia do meu cachorro. Me virei e olhei pra ela de cima enquanto ela tava de quatro. Observei da minha posição. — Tá faltando algo na minha putinha. Falei enquanto começava a colocar a coleira nela.
Puxei ela pela guia.
— Vamos continuar. Falei enquanto andava com a guia.
Abri a porta do quarto e coloquei ela na cama.
Deitei ela na beirada da cama. Comecei a desabotoar a calça e tirei meu pau. Tirei meu pau. Notei como ela se assustou e engoliu saliva.
— Abre a boca. Falei enquanto colocava o pau a centímetros do rosto dela.
— Sim, Ale. Ela respondeu.
Não gostei que ela me chamou de Ale de novo.
— Me chama de amo. Falei.
— Desculpa, amo. Ela respondeu.
Enfiei meu pau na boca dela. Senti a textura e a umidade da boca dela.
— Começa a chupar. Falei.
Ela começou a mexer a cabeça e a passar a língua em volta do meu pau.
Peguei ela pela cabeça e comecei a empurrar pra dentro. — Até o fundo, puta. Falei enquanto empurrava a cabeça dela, fazendo ela engolir toda a minha pica. Começou a escorrer baba da boca dela. Adorava ver como a bunda dela rebolava no ritmo e engolia toda a minha pica.
Depois de uns 30 minutos chupando e me afogando com meu pau. Eu tava ficando louco vendo a bunda dela quicar, tava perdendo o controle de vontade de comer ela com força. Tirei o pau da boca dela, meu pau tava todo lubrificado com a saliva dela. — Olha como você me deixou, sua puta. — Ele falou rindo.
Segurei ela pela cintura, ela soltou um gemidinho sem querer e virei ela. A bunda dela ficou apontada pra mim.
— Vou te comer gostoso. — Falei enquanto dava um tapa na bunda dela.
Peguei ela pelo cabelo e coloquei o pau na buceta dela.
— Por favor... devagar... nunca estive com... nenhum homem. — Ela falou com uma voz tímida e meio ofegante. Comecei a meter meu pau devagar. Ela soltou um gemido forte de prazer e dor. Já que era a primeira vez dela. Aquele gemido me deixou ainda mais excitado.
— Tá gostando, puta? — Falei enquanto aumentava a velocidade aos poucos.
— Siim... me dá mais forte... amor. — Ela falou entre gemidos e com a voz ofegante.
Tirei o sutiã dela e os peitos ficaram livres, começando a balançar no ritmo das minhas enfiadas. Enquanto eu tava metendo nela e aumentando as estocadas, ela começou a gemer mais alto. — Me dá mais... mais... forteeee. — Ela dizia gritando e gemendo cada vez mais alto.
Coloquei a mão na boca dela.
— Não grita tão alto, putinha. — Falei com arrogância e dando risada.
Me surpreendi como ela foi mudando de atitude aos poucos, e eu tava adorando.
Ele colocou a mão nas costas dela, isso fazia ela levantar mais a bunda e enfiar o rosto nos lençóis. Eu tirava minha pica até a cabeça e enfiava inteira de novo, sem parar. Ela não parava de gemer e gozar uma vez atrás da outra. O corpo dela não mentia. Ela tava adorando.
Tirei a pica de dentro da buceta dolorida dela. Um gemido escapou sem querer, de prazer e alívio. Deitei na cama.
— Quero que você monte. — falei.
Ela subiu em cima de mim. Encaixei a pica de novo dentro da buceta dela.
— Começa a cavalgar, putinha. — falei com um olhar arrogante.
— Não consigo, não tenho mais forças. — ela disse, meio cansada e ofegante.
Pensei em deixar a coitada descansar, mas ainda não estava satisfeito.
— Sem problema. — falei.
O que fiz em seguida foi começar a levantá-la, usando ela como um brinquedo sexual. Na real, ela não era muito pesada, era bem fácil de levantar.
Fiquei nessa por uns 20 minutos.
— Pronto, começa a cavalgar, já te deixei descansar. — falei enquanto ria e dava uns tapas na bunda dela.
Ela começou a cavalgar.
— Deixa descansar... minha... buceta... tá muito dolorida... você tem um pau muito grande. Ela disse entre gemidos e ofegante. — Vou continuar até ficar satisfeito. Respondi.
— Por favor... meu amo... Ela disse quase implorando.
— Tá bom. Falei.
Ajeitei ela e coloquei de quatro.
— O que você tá fazendo? Ela perguntou.
— Já que sua buceta tá tão dolorida e eu ainda não tô satisfeito, vou te comer pelo cu. Falei.
— Não... por favor... tenha piedade de mim, amo. Ela disse.
Abri o cu dela. Enfiei minha língua dentro e comecei a chupar o cu dela.
— Ahh... que gostoso. Ela disse.
— Que cu delicioso você tem, puta. Falei enquanto continuava lubrificando o cu dela. Pra depois arrebentar ele e fazer meu, hahaha.
Ela só gemia e curtia.
— Essa é toda a piedade que você vai ter de mim. Falei enquanto ria.
Depois de chupar a buceta dela, coloquei ela na beira da cama e mandei ela ficar de quatro. — Tá pronta, putinha. — Ele disse enquanto enfiava minha pica dentro dela.
— Devagar, por favor, é apertado. — Falei pra mim mesmo.
— Era. — Ele disse enquanto enfiava minha pica toda no cu dela de uma vez só. Tava apertado no começo.
Assim ele ficou metendo por uma hora, ela não parava de gemer e gozar uma atrás da outra.
— Quem é teu dono, putinha. — Ele falava com arrogância.
— Eu... sou... tua cadela. — Ela respondia, mal conseguindo falar.
Peguei ela pela perna e levantei. — Olha como vou arrebentar essa buceta. Falei enquanto aumentava a velocidade.
— Ah... porra... que gostoso. Ela dizia com a cara enfiada nos lençóis, olhando como eu tava arrebentando ela.
Depois de uma hora de me arrebentar toda.— Usa minha boca, meu amo, por favor. — falei implorando, já exausta.
— Ajoelha. — ele disse enquanto tirava meu pau do cu dela. Fez um som molhado e de sucção, parecia que o cu dela não queria me deixar ir.
— Chupa ou vou te arrebentar de novo. — falei enquanto olhava pra ela de cima.
Ela começou a chupar por um bom tempo. Comecei a gozar dentro da boca dela. Agarrei a cabeça dela e empurrei meu pau pra dentro da boca dela.
Quando tirei, grande parte do meu sêmen saiu da boca dela e caiu nos meus peitos, sujando toda a cara dela e o corpo.
— Engole tudo que tem na boca. — ordenei.
Tava meio puto com o Tobias por ter contado pra irmã dele. Mas feliz porque agora é, era e vai ser minha putinha pessoal. E quis me agradecer, hahaha.
— Sorri pro seu irmão, putinha. — falei enquanto gravava ela com a cara toda suja e manchada de porra.
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Fizemos essa colaboração e, se vocês gostarem, vai ter segunda parte com a despedida de solteira e o casamento.
Se eu ver que o post teve bastante apoio e comentários, publico a continuação.
Espero que tenham curtido.
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Parte N°2:
Alejandro e Gimena: Despedida de Solteira.https://www.poringa.net/posts/relatos/6192295/Alejandro-Y-Gimena-Despedida-De-Soltera.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Post Anterior:
Alejandro e Sofia: A Rainha do Campus.https://www.poringa.net/posts/relatos/6080159/Alejandro-Y-Sofia-La-Reina-Del-Campus.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Post:
Alejandro e Elisa: A Tia Recém-Separada.https://www.poringa.net/posts/relatos/6191226/Alejandro-Y-Elisa-La-Tia-Recien-Separada.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Outros Relatos Gender Bender:
Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.htmlAlejandro e Martina: A Última Noite do Anohttps://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.htmlAlejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Vadia Domadahttps://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html
1 comentários - Alejandro e Gimena: Irmã Protetora