A namorada que eu tinha aos 16 anos não teve ideia melhor do que me botar chifre com um dos melhores amigos dela. Como eu descobri? Num sábado à noite que a gente não ia sair, me apareceram com a história de que sabiam que ela tava saindo pra dançar com umas amigas. Então fui pro lugar onde ela supostamente estaria e, ao dar uma volta, vi as amigas dela. E foi quando começou a música lenta que eu vi ela dançando e se beijando com o amigo. Aquilo partiu meu coração, e bem na hora que eu ia embora, chorando, ela me viu e veio na minha direção. Depois de discutir um monte na porta, fui pra casa destruído. Como era comum naquela idade, a paixão que eu tava por essa gostosa era enorme. Foi então que, à tarde, fui até a casa dela pra conversar. Esperei na esquina um tempão pensando no que ia dizer. Quando criei coragem, fui até a porta da casa dela. Toquei a campainha, mas ninguém atendia. Toquei várias vezes e ninguém aparecia. Não sei por que, mas enquanto tocava a campainha, lembrava da imagem dela dançando com o amigo e as lágrimas voltavam a escorrer. Bem na hora que eu ia embora, a porta se abriu. Era a mãe dela, que se desculpou pela demora porque tava no banho. Ela tinha uma toalha na cabeça, vestia um roupão e por baixo uma blusa solta e um short leve. Ainda escorria água do cabelo dela pelo pescoço. Perguntei pela filha, e ela respondeu que não estava, que tinha saído com o amigo. Ao ver a expressão no meu rosto, percebeu que não devia ter dito aquilo. Sem conseguir me segurar, comecei a chorar que nem criança. Ela pegou na minha mão e me fez entrar. Enquanto me servia algo pra beber, pedia desculpas de novo por ter me contado aquilo. Então me disse que tinha ficado sabendo do que aconteceu na noite anterior. E falou que, embora tivesse que entender a filha, queria ouvir minha versão dos fatos. Foi assim que ela sentou do meu lado no sofá e eu, entre soluços, contei tudo que tinha rolado na noite anterior. Ele dizia que amava muito a filha dele, mas por outro lado não sabia o que fazer com aquela situação. Ela, ao ver que eu continuava chorando, tentou me consolar. Então passou um braço por cima da minha cabeça e me puxou contra o corpo dela, enquanto me dizia que haveria outras garotas. Sem perceber, minhas lágrimas estavam escorrendo pelo decote dela. Ela acariciava meu cabelo enquanto dizia coisas para me animar. Eu tinha meu rosto quase sobre os peitos dela, que tinham aquele cheiro de pele recém-saída do chuveiro e ainda estavam úmidos, porque ela não tinha se secado direito. Quase sem perceber, comecei a me perder no que ela dizia e na situação. Meu rosto estava apoiado no peitão dela. Ficamos assim um tempo em silêncio, enquanto eu continuava com o rosto enterrado nas tetas dela. Sem perceber, eu tava com o pau durasso. Pelo visto ela também percebeu e pegou o touro pelos chifres. Tirou meu rosto das tetas dela e disse: — Parece que seu amiguinho já tá melhor que você. Num movimento só, ela subiu em cima de mim e não sei como abriu a blusa e afundou meu rosto nas tetas dela, que ainda estavam molhadas. De repente, minha boca tava chupando o mamilão dela enquanto ela, não sei como, tirou meu pau da calça. De repente, me toquei da situação e tentei me soltar. Pode parecer engraçado, mas na tentativa de tirar aquela mulher voluptuosa de cima de mim, acabei ajudando ela a enfiar meu pau na buceta dela. Não sei como ela puxou o shortinho pro lado e começou a me cavalgar. Ela segurava minha cabeça e enfiava nas tetas dela enquanto me montava. A toalha do cabelo caiu e o cabelo molhado dela caía no meu rosto. Cada vez que a pelve dela se movia pra frente, meu pau enterrava bem até o fundo, e ela acelerava a respiração até que eu senti ela ter um orgasmo. Depois disso, automaticamente gozei dentro da mãe da minha ex-namorada. Ela saiu de cima de mim com meu pau ainda escorrendo porra e meio duro. Aí ela se levantou, pegou uns panos de papel na cozinha e limpou a entreperna. Depois ela se aproximou de mim e falou que já era hora de eu ir embora. Depois daquele dia, toda vez que eu cruzava com aquela mulher, ela me cumprimentava como se nada tivesse acontecido.
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