Virei o criado da minha patroa

Um cara comum e comum, foi assim que sempre me defini. Minha vida tinha sido um mar de anonimato, um nerd excluído com poucos amigos e uma vida social praticamente inexistente. Casei com minha primeira namorada, mas depois de dez anos, o tédio e a mesmice acabaram destruindo nosso relacionamento. Minha vida tinha se resumido a uma rotina solitária, sem filhos, com poucos amigos, só meu trabalho e minha casa. Mas tinha uma coisa que me definia, algo que me fazia sentir orgulhoso: minha lealdade. Lealdade à minha família, aos meus amigos, ao meu trabalho. Essa era minha virtude, minha característica mais marcante. Num mundo que parecia passar por mim sem me notar, minha lealdade era o que me mantinha de pé, o que me dava sentido. Já velho, com a perspectiva que só a idade traz, consigo ver que minha vida foi um reflexo da minha personalidade. Um cara comum, sem grandes conquistas ou fracassos estrondosos. Mas nesse anonimato, ainda estava procurando meu lugar no mundo. A lealdade, essa virtude que sempre defendi, foi minha guia nos momentos difíceis. E embora minha vida social tenha sido limitada, meus relacionamentos foram profundos e significativos. Agora, com a maturidade, consigo apreciar a beleza da simplicidade, da rotina e da lealdade. Depois do meu divórcio, senti a necessidade de me afastar de tudo e recomeçar do zero. Me mudei pra uma cidade próxima e procurei um novo emprego, ansioso pra deixar o passado pra trás. Foi nesse novo trampo que, durante um teste psicológico, descobriram que eu tava no espectro autista. Essa revelação deu um pouco de sentido pra minha falta de sociabilidade e meu jeito de ser. Sempre me senti meio deslocado, mas agora entendia o porquê. Nesse trabalho, comecei como administrativo numa empresa grande, e pra minha surpresa, fui muito bem recebido. Meu chefe, Miguel Ángel, foi especialmente bom comigo, e logo me tornei seu braço direito. O apoio e a compreensão dele me permitiram me sentir valorizado e parte do time, algo que nunca tinha experimentado antes. Eu sou um homem grande, fisicamente imponente. Tenho um metro e oitenta e oito, peso cem quilos e tudo em mim parece ser em escala gigante. Minhas mãos são grandes, minhas pernas são grossas e minhas costas são largas. Duas pernas que parecem colunas me sustentam, me dando uma aparência de solidez e força. Mas, apesar do meu tamanho, me sinto desengonçado, como se meu corpo nem sempre respondesse com a mesma agilidade que minha mente. Meu tamanho pode intimidar alguns, mas na real, sou um cara simples e tranquilo que se sente mais confortável na própria pele do que na percepção que os outros têm de mim.

Quanto à minha vida sentimental, a verdade é que tem sido um fracasso desde que me separei. Tentei conhecer gente por aplicativos de namoro, mas os encontros são esporádicos e com mulheres que parecem ter mais problemas do que soluções. Algumas são tão desesperadas quanto eu, outras têm problemas pessoais ou são mães solteiras lutando pra sobreviver. Não é exatamente o que procuro num relacionamento. Me sinto como se estivesse condenado a repetir o mesmo padrão de fracasso na minha vida amorosa. Minha timidez e falta de sociabilidade não ajudam, e fico me perguntando se um dia vou encontrar alguém que se encaixe comigo.

A empresa onde eu trabalhava era um gigante com interesses diversificados em negócios imobiliários, transporte naval e terrestre, e investimentos. Tinha sido criada através da fusão de várias empresas menores, e os casamentos arranjados entre os donos tinham um papel importante na sua formação. A cúpula diretiva era composta por pessoas de confiança dentro da família, o que tornava a mobilidade no trabalho quase impossível pra quem não era parente. Meu chefe, Miguel Ángel, era o marido da presidente, e outros cargos-chave eram ocupados por familiares próximos.

A empresa era estruturada em grandes áreas, mas a cabeça principal era dona Susana, uma mulher que impunha respeito e admiração ao mesmo tempo. Era rígida e controladora, com uma inteligência e sagacidade que a tornavam formidável. Era uma mulher linda, mas também muito perigosa. Com um corpo monumental, cabelo moreno e pele branca, um corpo de infarto esculpido na academia e no bisturi. Mantinha uma distância prudente dos funcionários, sem permitir que ninguém se aproximasse dela; era o tipo de pessoa que inspirava uma mistura de admiração e medo, e era melhor não cruzar seu caminho se não quisesse se machucar.

A Gerência de Vendas estava sob o comando de Clara, a melhor amiga de Susana, uma mulher jovem que irradiava uma elegância clássica e uma inteligência afiada. Era uma mulher à moda antiga, com um senso de profissionalismo e disciplina que inspirava respeito. Apesar da aparência reservada, Clara era igualmente gostosa, embora mais baixa e magra, sem as curvas tão pronunciadas quanto as da amiga, de pele branca e loira, era um docinho.

A Gerência de Marketing era outra área-chave, liderada por Juan Carlos, primo de Miguel Ángel. Juan Carlos era um homem mais velho, perto da aposentadoria. O que se destacava nele era que dedicava tempo e esforço para treinar e preparar Valentina, a filha de Miguel Ángel, para assumir a gerência.

A Gerência de Operações era a área maior e mais crucial da empresa, já que era responsável por tocar todos os projetos e garantir sua execução bem-sucedida e desenvolvimento. Essa gerência estava sob o comando de Hernán, um engenheiro altamente capacitado e irmão de Susana, o que o tornava uma pessoa de total confiança. Hernán era um homem muito reservado quanto à sua vida privada; muitos funcionários suspeitavam que ele fosse gay.

No meu trabalho, meu círculo social era limitado, e eu me sentia mais à vontade rodeado pelos caras da área de informática, que compartilhavam minha paixão por tecnologia e minha natureza nerd. Miguel Ángel sempre me dizia para eu tava me preparando pra que um dia eu pudesse ser Diretor de Compras ou Administração, ele era alguém que acreditava em mim. Por isso, quando num sábado de manhã a empresa nos avisou que Miguel Ángel tinha morrido de um infarto fulminante, me senti arrasado. A notícia foi um baque pesado pra mim, e me deixou com uma sensação de vazio e solidão no trabalho. Miguel Ángel tinha sido mais que um chefe pra mim, tinha sido um mentor e um amigo, e a partida dele me afetou fundo. Sem ele, o trabalho parecia diferente, e fiquei sem ninguém pra compartilhar minhas ideias e minhas preocupações. Com a morte do Miguel Ángel, a empresa passou por mudanças grandes e reestruturações. Eu também virei mais um entre muitos, perdendo a visibilidade e o reconhecimento que tinha antes. Minha vida ficou ainda mais monótona, e embora eu fizesse meu trabalho com excelência, não me destacava dos outros. Na minha vida pessoal, encontrei novos hobbies que me deixavam escapar da rotina. Voltei a colecionar coisas como quando era criança, bagulhos de nerd, e também retomei a prática de esportes que curti na adolescência, tipo kickboxing. Isso me dava uma desculpa pra sair de casa e não ficar trancado. Também tentava correr, caminhar e dar uns rolês, mais por insistência dos meus pais e irmão, que me incentivavam a não me isolar demais. Valentina Moreno, a filha do Miguel Ángel, virou alguém importante na minha vida profissional rapidinho. Era uma pessoa muito inteligente e apaixonada por Marketing. A personalidade doce e afável dela fazia com que fosse um prazer bater um papo com ela. Era uma mulher muito gostosa, loira, de olhos verdes e pele clara, com uma beleza que chamava atenção. Valentina tinha um caráter parecido com o do pai, e adorava conversar comigo sobre vários assuntos, desde a empresa até a vida em geral. Mas tinha uma coisa que não me agradava na vida pessoal dela: o namorado. Pra mim, era Um canalha, um mulherengo inveterado que tinha conseguido enganar a Valentina. O que me irritava ainda mais era que ele tinha entrado na empresa e sido nomeado Diretor de Compras, o que lhe dava um baita poder e influência. E o pior de tudo é que ele parecia não gostar que a Valentina tivesse relação comigo ou com outros caras. Já tinham se passado dois anos desde a morte do Miguel Ángel, e cinco desde que entrei na empresa. Minha vida continuava monótona, com encontros esporádicos com mulheres e poucos amigos próximos. Eu tinha me acostumado com a minha solidão e aprendido a valorizá-la. No entanto, a direção da dona Susana me ordenou acompanhar a Valentina e a encarregada da gerência de vendas numa viagem para fora do país. O objetivo era fechar um negócio importante, e meu papel era revisar os números e garantir que tudo estivesse nos conformes. A Valentina ia como responsável pela publicidade do projeto, e a gerente de vendas ia porque conhecia o cliente e já tinha trabalhado com eles antes. Eu tive que me adaptar a um papel de acompanhante numa viagem de negócios, o que significava uma mudança na minha rotina habitual. Me surpreendi por terem me escolhido pra essa viagem, mas a Valentina me explicou depois que tinha sido ela quem sugeriu meu nome por causa da minha habilidade de analisar números e detectar problemas nos orçamentos. Me senti lisonjeado por ela ter pensado em mim e lembrado das palavras que o pai dela costumava dizer sobre o meu trabalho. Porém, a viagem de avião foi meio desconfortável pra mim, já que meu tamanho não se encaixava bem no assento da classe econômica. Claro, a Valentina e a gerente de vendas viajaram na primeira classe, o que me fez sentir um pouco deslocado. Ao chegar no hotel, me deram um quarto num andar diferente do delas, embora pelo menos tive a sorte de ficarmos no mesmo hotel. As negociações foram um verdadeiro desafio, e como eu tinha previsto, houve vários orçamentos e detalhes que não estavam claros desde o início. Tivemos que fazer várias correções e ajustes na marra, o que nos manteve trabalhando pesado por três dias. Quase não saímos do hotel, só para ir às reuniões, o que deixou o trampo ainda mais intenso. Quando finalmente fechamos o negócio, senti uma puta emoção e alívio, não só pelo sucesso do acordo, mas também pelo esforço e dedicação que a gente tinha colocado nisso. Um ponto positivo que destaco dessa viagem é que a Clara, a gerente de vendas, se mostrou uma pessoa muito gente boa e profissional, com quem foi um prazer trabalhar e lidar.

Depois de fechar o negócio na sexta à noite, a gente tava eufórico e decidiu comemorar pra valer. Elas estavam vestidas como femme fatale, com vestidos de noite bem sexys. As minas sugeriram ir ao restaurante mais caro da cidade, e lá pedimos vinhos exclusivos e pratos exóticos. O que elas não sabiam é que meu celular não parava de tocar porque era meu aniversário e meus parentes e amigos próximos estavam me parabenizando. Contei que tinha acabado de fazer 36 anos, o que surpreendeu a Clara porque ela também tinha a mesma idade.

Pra comemorar, decidimos ir dançar na balada mais próxima, recomendada pelo garçom. Lá, o champanhe, os coquetéis e os drinks rolaram sem parar, dançamos, rimos e fizeram piadas comigo, até me incentivavam a dançar com elas mesmo eu sendo um péssimo dançarino. E a gente terminou os três bem bêbados. Na saída, nos apoiávamos pra não cair, abraçados os três, até conseguir um táxi que nos levasse de volta ao hotel.

Quando chegamos no hotel, eu tava com uma de cada braço, as duas não paravam de falar e fazer piadas idiotas, até de putaria. A Clara me perguntou várias vezes se eu era todo grande, o que me fez corar e elas caíram na risada. Levei elas direto pro quarto da Clara, pensando em me despedir na porta. Clara: Você não vai a lugar nenhum, grandalhão.
- Ela me pegou pela camisa e me puxou pra dentro do quarto.
- Prepara uma bebida. - falou, apontando pro minibar.
Abri o minibar pra ver o que tinha, e me virei pra perguntar o que elas queriam beber, e o que eu vi me deixou chocado. Clara e Valentina estavam se beijando, na verdade estavam se comendo uma à outra. Num determinado momento, deixaram os vestidos caírem no chão, ficando só de calcinha fio dental, continuavam se beijando e se esfregando uma na outra. A verdade é que Clara e Vale eram dois monumentos de mulher, uma mais madura e marcada pela academia, bem definida, com pouco peito, mas uma bunda bonita e marcada, que se destacava bem pra ter 36 anos. A outra, na toda juventude dela, 25 anos, também definida pela academia, com peitos médios e uma bunda igualmente tentadora.

Vale: O que você tá fazendo aí? Vem com a gente que vamos celebrar seu aniversário. - falou, me chamando com a mão.
Me aproximei da cama, Clara me empurrou e eu caí sentado nela, na mesma hora ela se ajoelhou e abriu bem minhas pernas.
Clara: Nada mal, nada mal mesmo.
E sem mais, enfiou o máximo que conseguiu do meu pau na boca, a verdade é que ela era muito boa nisso. Enquanto isso, Vale sentou com as pernas abertas sobre minha coxa, pegou meu rosto e começou a me beijar, levei uns segundos pra me ligar nela, nossas línguas travaram uma batalha. Eu podia sentir na minha coxa a umidade da buceta dela, enquanto meu pau recebia outra umidade, a de uma boca. Com minhas mãos, comecei a acariciar o corpo dela, os peitos e a bunda.

Clara: Você tem que provar isso, Vale, é uma delícia, vamos trocar.
Valentina se ajoelhou e eu notei a diferença, ela era mais doce, mais suave, Clara era pornográfica. Enquanto Vale me fazia um boquete, Clara ficou atrás dela e começou a masturbá-la, pegou uma das minhas mãos e levou até a buceta dela também, e igual à Vale, ela também estava molhada, nós três recebíamos prazer.

Vale: Deita na cama de barriga pra cima. - e eu obedeci.
Na mesma hora, Clara sentou no meu pau. Membro como uma amazona, e a Vale fez o mesmo na minha boca. Eu me grudei que nem uma lapa, com as mãos peguei na bunda dela e tentei abrir as nádegas pra minha língua ir mais fundo na buceta e no cu dela. Enquanto isso, as duas não paravam de se beijar e se acariciar. Não duraram muito, e eu também não. Nós três gozamos quase ao mesmo tempo. Caímos exaustos. Eu, como pude, uns dois minutos depois me levantei e fui pegar água no frigobar. Depois de um tempinho descansando, elas começaram a se acariciar e se beijar de novo.

Clara: "Vamos ver, grandalhão, o que você sabe fazer com isso." — disse ela, olhando pro meu pau já duro.

Elas, sem mais delongas, começaram um 69, e eu vi na hora qual era a minha função. E cumpri. Levei meu pau ereto até a entrada da buceta da Vale, fiquei esfregando nele. A Clara, que me via de baixo enquanto chupava o clitóris, pegou meu pau e colocou direto na entrada, e eu penetrei. Apertei e entrei tudo, não sobrou nada pra fora. A buceta dela era molhada e quente, um verdadeiro manjar dos deuses.

Vale: "Ah, a Clara tem razão, é tão gostoso. É tão grosso. Me come com força, Alberto, não tem pena de mim não."

Dito isso, não me acovardei. Comecei a meter o mais forte que podia, uma vez e outra, com força, com profundidade. Sentia minhas bolas batendo com força contra a vulva dela e, às vezes, contra a Clara. Era a melhor buceta que eu já tinha penetrado na vida, e a mulher mais gostosa com quem já tinha estado. E a segunda mais gostosa estava massageando minhas bolas naquele momento. Era o paraíso pra mim.

A Valentina não aguentou mais e gozou. O quadril dela, depois do orgasmo, continuou se contraindo por mais uns segundos. Eu ainda estava no meio do caminho, então fui pro outro lado da cama, tirei a Vale de cima com cuidado — ela ainda tinha dois dedos na buceta da Clara —, peguei os tornozelos da Clara e coloquei nos meus ombros, e enfiei meu pau na buceta dela até o fundo.

Clara: "Ah, sim, Vale, esse garoto tem um talento escondido."

E continuei socando a buceta dela. Nós dois não aguentamos muito mais depois daquilo, e uns dois minutos depois gozamos juntos. Ficamos estirados na cama, nós três, comigo no meio e eu com duas mulheres gostosas que, no fim das contas, eram superiores a mim na empresa. De manhã, acordei com um movimento na cama, ao abrir os olhos vi que não era um sonho, eu tinha feito um ménage com mulheres daquele nível.
Valentina: Caralho, pelo amor de Deus, o que a gente fez, bebemos demais. Eu tô namorando, isso nunca deveria ter acontecido. – e olhando pra mim. – Alberto, por favor, nem uma palavra sobre isso pra ninguém, por favor.
Clara: Não faz esse escândalo todo que minha cabeça tá doendo, somos adultos, e você, Valentina, fala sério, quantas traições você já perdoou daquele babaca do seu namorado? Uma sua não compensa nada.
Valentina se trocou às pressas e foi pro quarto dela, eu imitei e comecei a me trocar.
Clara: Fica aí quieto, você ainda não precisa ir, o que acontece nessa viagem fica aqui, mas ainda não terminamos.
Ela me pegou pela mão e fomos pro chuveiro, lá Clara se ajoelhou e me fez um boquete, foi rápido e mais pra conseguir uma boa ereção, subiu em mim, entendi na hora o que ela queria, peguei ela pelas nádegas e levantei, meu pau brincou um pouco até acertar a buceta dela, ela era realmente muito magra e leve, o peso dela praticamente não se sentia, eu metia uma vez atrás da outra enquanto nos beijávamos, ela não aguentou muito e gozou, eu continuei do mesmo jeito, saímos do chuveiro, nos secamos e Clara na cama ficou de quatro.
Clara: Vai, grandalhão, me parte no meio.
Eu não me fiz de rogado e meti selvagemente, eu tava meio adormecido e custava a gozar, e ela não parava de gozar e ter orgasmos, depois de meia hora metendo nela consegui gozar dentro da buceta dela, caímos exaustos, o esforço foi grande, e eu não tava tão acostumado a transar tão seguido, demos por encerrado o encontro amoroso. Lá embaixo, no restaurante do hotel, conversamos e combinamos de guardar segredo. Viajamos de volta na mesma tarde.
Um mês depois da viagem, eu tava na minha mesa quando recebi um par de faturas que me pareceram suspeitas. Quando perguntei a um colega sobre elas, ele ficou nervoso e as pegou, dizendo que eram notas fiscais que o diretor de compras tinha mandado pra processar. Achei estranho, mas não dei importância na hora. No entanto, quando cheguei em casa, comecei a refletir sobre o que tinha visto antes e decidi investigar mais a fundo. Liguei pros meus amigos da equipe técnica de informática e eles me forneceram arquivos antigos e deletados, o que me surpreendeu. Depois de uma semana de investigação, descobri que o namorado da Valentina estava fazendo notas fiscais com preço inflado e ficando com a diferença. Suspeitei que meu colega da administração era cúmplice dele. Decidi não ir direto pro meu chefe, já que a gerência financeira dependia diretamente da presidência depois da morte do Miguel Ángel. Em vez disso, pedi uma reunião com dona Susana, esperando que tomassem providências pra parar essa falcatrua que já tinha chegado a um milhão e meio de dólares. A reunião foi no fim do expediente, ela estava lá e não me olhou até eu falar uma palavra. Alberto: Acho que tão te roubando, e muito dinheiro. — Ela parou o que tava fazendo e me olhou por cima da armação dos óculos. Susana: Continua e me explica. — Eu aproximei minha pasta com todas as provas. Alberto: Foi um roubo formiga, um pouquinho aqui, um pouquinho ali. Nessa pasta tão todos os detalhes que consegui descobrir, começou tudo há uns dois anos, depois da morte do seu Miguel Ángel e da reestruturação. — Ela olhava os documentos e me olhava. Susana: Não comenta isso com ninguém, deixa tudo comigo. Saí de lá quando ela pediu, achei estranho, nem um obrigado, bom trabalho, garoto, embora a gente tivesse quase a mesma idade, pelo que eu sabia minha chefa tinha trinta e oito anos. Mas fazer o quê, eu fiz meu trabalho. Não soube mais nada da minha investigação, três semanas depois eu tava quase saindo do trabalho quando recebi uma mensagem da Valentina, que Ela pediu pra gente se encontrar pra tomar um café, bem em frente à empresa. Não pensei duas vezes e fui no encontro, achei que ela talvez fosse defender o namorado, mas a gente acabou falando de tudo um pouco. Quando os cafés chegaram, ela derrubou a bolsa sem querer, e como todo cavalheiro, me levantei pra pegar. Arrumei tudo, sentei e comecei a beber meu café. Tava estranho, não era o café normal que serviam lá.

Vale: Terminei com meu namorado, minha madrasta me contou tudo, além do fato de ele transar com qualquer mulher que aparecesse, isso foi o fim da linha. Chifruda e ainda roubada. Quero que você saiba que de agora em diante vou fazer de tudo pra te ajudar.

Eu ouvia a Vale ao longe, comecei a ficar tonto e me sentir estranho, parecia que tava flutuando.

Vale: Calma, movimentos lentos, te droguei, você vai entender tudo na hora certa. Preciso te levar pra um lugar.

Eu tava como se estivesse flutuando, quase sem controle sobre mim mesmo. A Vale me levantou e me acompanhou pra fora, onde tinha uma caminhonete. Um homem ajudou ela e me colocaram lá dentro, isso é tudo que lembro. Acordei umas horas depois, ainda sob efeito da droga, com o pau doendo. Tava pelado, deitado de barriga pra cima, um cano passava por cima da minha cabeça e meus pés e mãos estavam amarrados nele, deixando minha bunda levantada. Percebi que também tinham amarrado a base do meu pau, que tava duríssimo, com todas as veias saltadas.

Minha visão foi melhorando e lá no fundo tinha uma pessoa fantasiada de Mulher-Gato, mas de um jeito pornô e sexy. A fantasia era de couro, deixando boa parte do corpo à mostra. Ela era bem gostosa, uma morena grandona, com muitas curvas e cintura fina, a pele bronzeada. Me parecia familiar, a máscara escondia pouco dela, até que me toquei: era minha chefe, a Susana.

4 comentários - Virei o criado da minha patroa

Buena historia, pero repetiste un párrafo: donde dices que vas por ser bueno con números.
Excelente relato, la verdad me gusta leer tus relatos son muy buenos, van +10
Gracias hermano, un abrazo grande
Muy buena historia, me gusta los detalles que das, y si repetiste un párrafo
Gracias por pasar