Voltei pra casa já de noite, encontrei a Ana sentada na sala com pouca luz, meio que olhando pro nada e com cara de quem tinha chorado. Cheguei devagar, sentei do lado dela e abracei.Ana:Se eu não tivesse cruzado com você, viveria enganada a vida toda, e até terminaria num buraco muito mais fundo do que o que já estive — disse ela enquanto apoiava a cabeça no meu ombro.Eu:Nada vai te acontecer, eu vou te proteger sempre.Ana:e eu sempre vou te servir.
Nós nos beijamos docemente, até que a Ana enfiou a língua na minha boca e a mão dela começou a massagear meu pau por cima da calça. Ela montou em cima de mim, a gente se beijava enquanto ela se esfregava em mim, meu pau em segundos ficou durasso. Desci minha mão até a bunda dela e comecei a apertar. A gente se separou e minha boca foi pro pescoço dela, num puxão abri o decote do vestido e com a língua percorri parte dos peitos dela.
Ela atrapalhada tentava desabotoar minha calça, a gente não queria se separar, ela levantou um pouco e conseguiu. Em cima da mesma calça, ela puxou a calcinha fio dental pro lado e levou meu pau até a buceta dela, com a mão fazia pressão com meu pau contra os lábios dela, uma vez e outra, até que por lubrificação, tesão e um movimento de cintura, meu pau entrou completamente dentro dela, ela soltou um gemido gutural.Eu:Mmm isso está bom demais.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, muito carinho. — Ela disse de propósito, me olhando nos olhos e esperando minha reação.
Segurei o rosto dela e a beijei, tentando mostrar todo meu amor, e ela fez o mesmo, embora nosso beijo tenha virado uma batalha de línguas, chupões de lábios, mordidas. Enquanto nossas partes se afastavam e se encontravam de novo com muita violência, nunca tínhamos feito isso com roupa, nem nessa posição, eu sentado. Tava gostando que ela tomasse a iniciativa e me desse prazer.
E de verdade, ela fez isso. Cansou do vai e vem e começou um movimento circular com o quadril, tentando que nossos órgãos tivessem o maior contato possível, e a gente não parava de se beijar.
Minha mão continuava apertando um peito e a outra já brincava livre na entrada do cu dela com dois dedos, e aí aconteceu o inevitável — não dá pra ter tanto prazer por tanto tempo. A descarga dentro dela a levou a um orgasmo muito gostoso. Ela ficou parada e eu continuei enfiando dois dedos no cu dela, e os movimentos de quadril e os espasmos se prolongaram por mais uns segundos. Ela ficou nessa posição por uns minutos pra se recuperar, desmontou e viu meu pau todo bagunçado, brilhante, cheio de fluidos e porra. Se abaixou e com a língua percorreu meu pau inteiro, deixando ele impecável, totalmente limpo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Assim está mais gostosa. - e com um sorriso foi tomar banho.
Não tínhamos muito tempo pra mais nada, tínhamos que acordar cedo. E tínhamos que nos separar, a Ana tinha que buscar a prima dela na rodoviária, pra isso falei com um dos policiais pra acompanhar ela, iriam na caminhonete que o Juan Carlos me deu. Enquanto isso, eu tinha que ir prestar depoimento na frente do Juiz e do Promotor sobre a investigação que o Juan Carlos tava fazendo, lá iam me notificar sobre a ameaça à minha vida. Antes de dormir, a Ana me mostrou uma mensagem que tinha recebido do Miguel de um celular descartável, onde ele mandava ela, a partir do dia seguinte, ir informando todos os meus passos por mensagem. Simplesmente respondemos que sim. E fomos dormir.
Na terça-feira acordamos cedo. Tava chuvoso e a temperatura tinha caído pra caramba. Nos preparamos rápido pra cada um fazer o que tinha que fazer. A Ana ia buscar a prima dela na rodoviária e eu tinha que ir no fórum depor. A Ana fez café extra pra levar pros policiais que estavam lá fora. Quando saímos, a Ana foi na caminhonete Audi com o policial e eu fui pro fórum, escoltado pelo outro policial no carro dele.
Cheguei no fórum cedo, não queria fazer ninguém esperar. Tive que esperar numa sala ao lado, onde me trouxeram café e fiquei acompanhado do meu amigo Raúl. Batemos um papo sobre tudo e ele me preparou mais ou menos pro que eu tinha que falar e fazer quando entrasse na sala. Quando entrei, estavam o juiz e o promotor, que me notificaram sobre as escutas que comprometiam o Juan Carlos, onde aparentemente planejavam um roubo e forjar meu acidente fatal. Fiz cara de surpreso. Me falaram que iam colocar uma escolta policial e que eu deveria ficar o mais quieto possível, se desse, em casa.
Depois de sair do fórum, me encontrei com meu amigo Raúl, que me atualizou sobre como a investigação tava andando. Ele me disse que Juan Carlos estava cada vez mais comprometido e que tinham mais provas contra ele. Também tinham encontrado provas concretas sobre os seus sócios, o Gordo Tony e a sua gangue, incluindo tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, roubos, agiotagem e até um homicídio. O objetivo era acabar com tudo o mais rápido possível, antes que vazasse informação para a imprensa ou para policiais corruptos que pudessem alertar a organização.
Raúl me disse que a ideia era fechar com toda a organização em menos de uma semana, mas que seria um golpe complexo que envolveria muitos fatores para garantir que Juan Carlos, Miguel e o Gordo Tony caíssem.
Depois de me reunir com Raúl, me senti aliviado e satisfeito com os planos que tínhamos traçado. Era crucial eliminar a ameaça que Juan Carlos e o seu pessoal representavam, não só para mim, mas também para proteger a Ana no futuro. No entanto, minha mente estava em outro lugar enquanto eu ia para a empresa. Não conseguia parar de pensar no que tínhamos conversado com o Raúl e no que a Ana estaria fazendo naquele momento. Tentei me concentrar no trabalho, mas minha atenção estava dividida. A manhã se arrastou, longa e pesada, e eu só pensava em voltar para casa à tarde e ver como os acontecimentos iam se desenrolar.
Enquanto isso, a Ana tinha ido para o terminal de ônibus e recebido a prima Maite. Mal teve que esperar, já que o coletivo estava quase chegando. As duas primas tinham mantido contato desde cedo. Ao chegar, a Maite abraçou a prima e se fundiram num abraço quente e emocionante. Não faltaram lágrimas, carinhos e consolo. A Maite era uma mulher forte e batalhadora, igual à Ana, e tinha passado por muita coisa. Ver a prima depois de tudo que tinha acontecido a desabou e a fez chorar desconsoladamente. Depois do reencontro emocionante, passaram em algumas lojas de roupa para comprar roupas novas, já que a Maite só tinha vindo com a roupa do corpo.
Liguei pra Ana só pra perguntei como a Maite tinha chegado e como elas estavam. Ela respondeu que estavam bem e que me esperariam à tarde. Me senti aliviado ao saber que tudo tinha dado certo. Já pensaria em como ajudar a Maite, talvez conseguisse um trampo pra ela com algum dos meus contatos ou ver se dava pra arrumar um lugar na empresa. Tava disposto a oferecer meu apoio e ajudar no que ela precisasse. A tarde tava chegando e eu tava ansioso pra ver a Ana e a Maite, e começar a trabalhar pra achar uma solução pra situação dela.
Enquanto arrumava um lugar ou trampo pra Maite, ela podia ficar na minha casa o tempo que precisasse. Sem problema, a gente via como se ajeitava. A casa era grande o suficiente pra ela se sentir confortável e segura. Pra mim era o mínimo que podia fazer por ela, depois de tudo que tinha rolado. Eu e a Ana podíamos dar uns ajustes pra Maite se sentir em casa. A prioridade era que ela se sentisse segura e apoiada.
Cheguei em casa umas 19h, tinha sido um dia bem longo, e se somasse que já vínhamos cansados do fim de semana e da segunda, queria descansar, mas até resolver a parada da Maite não ia conseguir sossegar. Tinha que convencer a Ana de que a estadia da prima dela era temporária, e essa ideia dela entrar no nosso relacionamento como escrava era uma puta loucura. Se já com uma mulher jovem em casa eu ficava acabado, nem imaginar com duas, era totalmente sem noção.
Outra parada é que tava com medo de que a presença da Maite estragasse minha relação com a Ana, já que a gente tinha desenvolvido sentimentos um pelo outro e tava vivendo uma fase gostosa de namoro, não queria estragar isso. Estacionei o carro na garagem e levei uns refrigerantes e biscoitinhos pros policiais que estavam de plantão. Eles, além de agradecer, me mostraram umas fotos da tarde.
Policial: Olha, Esteban, essa tarde um dos suspeitos tava rondando por aqui, é o tal de Miguel, o trouxe o outro sujeito mais velho, o Juan Carlos, e deixou ele a umas quadras daqui. Ficou estudando a área, viu as rotas de fuga, onde podia ter câmeras, e observou a casa dela por um tempo. Fica tranquilo que esses dois estão sendo vigiados o tempo todo.
Mandei um salve pros caras e entrei na minha casa. O que eles me contaram era algo que eu já esperava e que o Raúl tinha me avisado: os dois tinham pesquisado na internet homicídios reais e como os assassinos foram pegos. Bom, eles se acham muito espertos. "Nunca interrompa seu inimigo enquanto ele está cometendo um erro", disse um grande general.
Entrei em casa e encontrei a Ana me esperando na sala. Ela estava muito bem arrumada, com um vestido soltinho lindo, daqueles vestidos pastel que me deixavam louco. Dava pra meter a mão nela quando eu quisesse, ou até pegar ela de jeito, e era fácil de tirar. Maquiagem discreta, que realçava ainda mais o rostinho doce dela, e uns sapatos de salto alto vermelhos.Ana:Amor, senta aí que já vou te servir um café. - Olhei pra ela pelo jeito que me tratava. - Deixa eu te tratar assim hoje, por favor.Eu:Cadê sua prima? — falei, pensando que ela tava descansando da viagem longa.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Meu Amo, precisamos conversar. — concordei com a cabeça, porque queria deixar clara minha posição. — O mais importante é que Miguel me mandou várias mensagens hoje, e eu não abri nenhuma. Pedi o telefone dele e vamos olhar juntos.Miguel:Foxy, precisamos que você nos informe sobre os horários do Esteban, o que ele faz, se sai pra algum lugar ou se tem planos de ir pra algum canto.Miguel:Se você vê dinheiro ou ele traz grandes quantias de dinheiro pra casa, ou se tem um cofre nela.Miguel:Foxy responde, não esquece pra quem tu deve lealdade.Miguel:foxy fedida, tô na frente da casa do Esteban, me fala se cê tá sozinha.
Ela ficou meio sem graça, puxei ela pra perto e sentei no meu colo.Eu:Tranquila, a polícia já me falou disso. Vem, a gente responde junto, o Raúl me disse o que colocar se isso acontecesse. A mensagem era pra não levantar suspeitas.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Olá Miguel, cumprimenta o patrão João Carlos. Desculpa não ter respondido antes, acabei de pegar o celular, não fico com ele o tempo todo. Não, não estava sozinha, sempre estou acompanhada, seja pelo Senhor Estêvão ou pela empregada da limpeza. E os horários deles não são fixos, mas com certeza ele não está de manhã. Quanto a dinheiro, isso eu não sei. Quando ele chega, se tranca no escritório e não consigo ver nada. Se eu perceber alguma coisa, te aviso.Miguel:Bom, se puder, arranca informação da faxineira. Apaga tudo pra ninguém ver. Tá faltando pouco pra tudo acabar e o mestre vai te recompensar.
Ana apertava o celular com tanta força que até as falanges da mão ficaram brancas.Ana:Filho da puta, eu sei como vai me recompensar, transformando minha vida num inferno.Eu:Fica tranquila, gostosa.
Disse enquanto acariciava o rosto dela. Ela demorou uns segundos pra entender como eu tinha falado e como tava tratando ela. A gente se olhou e trocamos três beijinhos carinhosos.Ana:O importante de hoje é que chegou a nova escrava dela, deixa eu apresentar pra você. - Peguei ela pelo braço e sentei no meu colo de novo.Eu:Vem aqui, a gente precisa conversar. Olha, eu não tô atrás de outra escrava, já tenho você, e te amo, não preciso de mais nada. – vi os olhos dela se encherem de lágrimas. – Fica tranquila, vou ajudar sua prima, arrumar um trampo pra ela e ela pode ficar aqui o tempo que quiser.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Amo não entende, ela quer ser sua escrava, e eu quero que ela seja sua escrava, ela é como minha irmã. Mulheres como a gente não podem ficar sozinhas, precisamos de alguém forte e bom como você pra nos guiar e proteger. Senão vamos acabar nas mãos de uns canalhas ou de alguém ruim que vai nos prostituir.
E na verdade ela tinha razão, tudo isso o psicólogo forense já tinha me falado, e também estava nos livros que ele me deu. As mulheres tendem a escolher um padrão de homens específico, em circunstâncias específicas. São tão vulneráveis que provavelmente vão escolher outro agressor.
Fiquei pensando no que dizer pra soar mais bonito, mas Ana não me deixou e saiu em direção aos quartos pra buscar a prima. Acho que meu cérebro foi pra outra dimensão quando Ana voltou com a prima, parei de pensar e até minha mandíbula caiu. Claro que tentei disfarçar, o máximo que um homem consegue. É que até o que eu tinha visto antes era a foto de perfil dela, que estava com o marido, e ela estava bem desleixada. Isso era outra coisa, Ana tinha arrumado e preparado ela com todo cuidado.
Deixem-me descrevê-la, acho que não consigo fazer justiça. De rosto é bonitinha, embora a Ana fosse mais gostosa, tinha um rosto oval e cabelo preto, olhos verdes, e se destacavam os lábios curtinhos mas largos. A pele dela era branca pálida, muito mais que a da Ana. Ela era bem magra, acho que o marido tinha culpa nisso, talvez a fizesse passar fome. Mas mesmo assim o que chamava atenção eram os peitos dela, eram redondos, lindos, um pouco maiores que os médios, mas como ela era tão magra pareciam bem maiores. A bunda dela era pequena, aí sim dava pra ver a magreza.
Pra completar tudo isso, Ana tinha colocado nela um conjunto de lingerie preto e uma camisola hot totalmente transparente. Me fazia lembrar muito da atriz que interpretou a Jane, a namorada do Jesse Pinkman, em Breaking Bad. Só que com peitões.Maite:Olá, Amo, sou a Maite. — Uma sonora bofetada dada por Ana acertou em sua bochecha.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Silêncio, ninguém te deu permissão pra falar. O Amo ainda não te aceitou, então você não tem direito de chamá-lo assim. – Ela se virou pra mim. – Me desculpe, meu Amo, essa puta é do interior, e embora seja uma submisso, não foi treinada como uma escrava.
Na verdade, isso era surreal, eu não conseguia acreditar, também não conseguia acreditar no comportamento da Ana. Respirei fundo, peguei a xícara de café e tomei o último gole que restava. Meu silêncio deixou as duas nervosas, que pensaram que todo o plano delas ia por água abaixo.Ana:Amo, isso é uma vantagem, assim você pode treiná-la. — Virei ela e fiz ela empinar a bunda. — Olha esse rabo, tá meio magro porque a ex dele matava ela de fome, mas bem alimentada e com exercício, pode virar uma boa bunda pro amo açoitar, tem potencial.
Ana fez ela se inclinar um pouco, pegou as nádegas dela e ficava abrindo e fechando. Ela tava a menos de um metro de mim, e eu conseguia ver o cu inteiro dela e os lábios da buceta quando fazia esse movimento hipnótico. Ana me olhava, e eu tentava não dar sinais de que tinha me afetado, então, como se fosse uma vendedora, se esforçou ao máximo no ataque. Deixou ela pelada, na real a tanga já tampava quase nada.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Olha, meu amo, que buceta linda e que cu gostoso. Têm pouco uso, e o dono anterior não tinha uma ferramenta como a sua, então tá bem apertadinha. – disse enfiando um dedo na buceta dela, tirou, e a girou de frente pra mim. – Olha esse par de tetas, parece uma vaca, tem os bicos muito sensíveis, vê só o tamanho da auréola e olha esses bicos.
Maite estava vermelha de vergonha, claro que não era a mesma coisa ser maltratada e espancada no campo do que ser uma submissa, embora tivesse coisas em comum, não era igual. Ana abriu um pouco as pernas dela e separou os lábios maiores da buceta, eram carnudos, bem caprichados, ela estava completamente depilada, como Ana, suspeitava que ela também tinha mexido nisso. Ana molhou um dedo e passou no clitóris dela, depois de algumas passadas o clitóris apareceu, o maior que já vi, tipo um centímetro mais ou menos. Eu já tava com uma ereção mais do que evidente, e as duas tinham percebido isso.Ana:Deixa eu te mostrar uma coisa, senhor.
Em não mais que três segundos, a Ana já tinha aberto minha calça e deixado meu pau de fora — anotei mentalmente que ia puni-la depois por essa insolência. A Maite se ajoelhou entre minhas pernas, pegou meu pau e, sem perder tempo, foi engolindo ele aos poucos, conseguiu passar mais da metade. Fez a mesma coisa de novo, tentou um pouco mais e conseguiu. Ela segurava bem os engasgos, fez isso várias vezes até conseguir engolir tudo — algo que a Ana nunca tinha conseguido fazer.
Uma das mãos dela acariciava minhas bolas, com certeza a Ana tinha preparado ela com meus gostos, com os dedos, suavemente, acariciando. Enquanto ela continuava engolindo tudo que conseguia, a Ana tinha se posicionado atrás de mim e me dava beijinhos suaves no pescoço e mordia minhas orelhas, enquanto as mãos dela já tinham aberto minha camisa e acariciavam meu peito.Ana:Amo provar as tetas dessa puta. Você vai ver como são deliciosas.
Maite, ao ouvir a prima, cuspiu no meu pau e colocou entre os peitos. Começou a movê-los em círculos, esfregando meu pau. A verdade é que nunca na vida senti uns peitos tão quentinhos e macios; de vez em quando, ela cuspia de novo no meu pau. Quando se cansou disso, começou a subir e descer, me masturbando, enquanto Ana me beijava, se soltava e procurava meu pescoço.
Eu não aguentava muito aquele ataque duplo, e ela percebeu. Colocou a cabeça do meu pau na boca e, com uma mão, começou a me masturbar furiosamente, enquanto a outra acariciava minhas bolas. Enquanto a cabeça do meu pau estava na boca dela, sua língua brincava com ela. Eu não aguentei mais e comecei a gozar dentro dela; meu orgasmo foi potente e abundante, mas, insatisfeita, ela começou a chupar meu pau, praticamente me ordenhando, o que prolongou meu orgasmo. Ana se aproximou do meu ouvido.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Viu, querido, viu que ela é uma boa putinha, e pode te servir, a gente vai arrumar a mesa pro jantar. E se quiser, depois pode usar ela.
Como aquela puta da Ana tinha me manipulado. Já era hora de dar um castigo nela, mas a verdade é que eu gostei do que aconteceu, mesmo não podendo deixar ela sem punição.
Nós nos beijamos docemente, até que a Ana enfiou a língua na minha boca e a mão dela começou a massagear meu pau por cima da calça. Ela montou em cima de mim, a gente se beijava enquanto ela se esfregava em mim, meu pau em segundos ficou durasso. Desci minha mão até a bunda dela e comecei a apertar. A gente se separou e minha boca foi pro pescoço dela, num puxão abri o decote do vestido e com a língua percorri parte dos peitos dela.
Ela atrapalhada tentava desabotoar minha calça, a gente não queria se separar, ela levantou um pouco e conseguiu. Em cima da mesma calça, ela puxou a calcinha fio dental pro lado e levou meu pau até a buceta dela, com a mão fazia pressão com meu pau contra os lábios dela, uma vez e outra, até que por lubrificação, tesão e um movimento de cintura, meu pau entrou completamente dentro dela, ela soltou um gemido gutural.Eu:Mmm isso está bom demais.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Sim, muito carinho. — Ela disse de propósito, me olhando nos olhos e esperando minha reação.
Segurei o rosto dela e a beijei, tentando mostrar todo meu amor, e ela fez o mesmo, embora nosso beijo tenha virado uma batalha de línguas, chupões de lábios, mordidas. Enquanto nossas partes se afastavam e se encontravam de novo com muita violência, nunca tínhamos feito isso com roupa, nem nessa posição, eu sentado. Tava gostando que ela tomasse a iniciativa e me desse prazer.
E de verdade, ela fez isso. Cansou do vai e vem e começou um movimento circular com o quadril, tentando que nossos órgãos tivessem o maior contato possível, e a gente não parava de se beijar.
Minha mão continuava apertando um peito e a outra já brincava livre na entrada do cu dela com dois dedos, e aí aconteceu o inevitável — não dá pra ter tanto prazer por tanto tempo. A descarga dentro dela a levou a um orgasmo muito gostoso. Ela ficou parada e eu continuei enfiando dois dedos no cu dela, e os movimentos de quadril e os espasmos se prolongaram por mais uns segundos. Ela ficou nessa posição por uns minutos pra se recuperar, desmontou e viu meu pau todo bagunçado, brilhante, cheio de fluidos e porra. Se abaixou e com a língua percorreu meu pau inteiro, deixando ele impecável, totalmente limpo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Assim está mais gostosa. - e com um sorriso foi tomar banho.
Não tínhamos muito tempo pra mais nada, tínhamos que acordar cedo. E tínhamos que nos separar, a Ana tinha que buscar a prima dela na rodoviária, pra isso falei com um dos policiais pra acompanhar ela, iriam na caminhonete que o Juan Carlos me deu. Enquanto isso, eu tinha que ir prestar depoimento na frente do Juiz e do Promotor sobre a investigação que o Juan Carlos tava fazendo, lá iam me notificar sobre a ameaça à minha vida. Antes de dormir, a Ana me mostrou uma mensagem que tinha recebido do Miguel de um celular descartável, onde ele mandava ela, a partir do dia seguinte, ir informando todos os meus passos por mensagem. Simplesmente respondemos que sim. E fomos dormir.
Na terça-feira acordamos cedo. Tava chuvoso e a temperatura tinha caído pra caramba. Nos preparamos rápido pra cada um fazer o que tinha que fazer. A Ana ia buscar a prima dela na rodoviária e eu tinha que ir no fórum depor. A Ana fez café extra pra levar pros policiais que estavam lá fora. Quando saímos, a Ana foi na caminhonete Audi com o policial e eu fui pro fórum, escoltado pelo outro policial no carro dele.
Cheguei no fórum cedo, não queria fazer ninguém esperar. Tive que esperar numa sala ao lado, onde me trouxeram café e fiquei acompanhado do meu amigo Raúl. Batemos um papo sobre tudo e ele me preparou mais ou menos pro que eu tinha que falar e fazer quando entrasse na sala. Quando entrei, estavam o juiz e o promotor, que me notificaram sobre as escutas que comprometiam o Juan Carlos, onde aparentemente planejavam um roubo e forjar meu acidente fatal. Fiz cara de surpreso. Me falaram que iam colocar uma escolta policial e que eu deveria ficar o mais quieto possível, se desse, em casa.
Depois de sair do fórum, me encontrei com meu amigo Raúl, que me atualizou sobre como a investigação tava andando. Ele me disse que Juan Carlos estava cada vez mais comprometido e que tinham mais provas contra ele. Também tinham encontrado provas concretas sobre os seus sócios, o Gordo Tony e a sua gangue, incluindo tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, roubos, agiotagem e até um homicídio. O objetivo era acabar com tudo o mais rápido possível, antes que vazasse informação para a imprensa ou para policiais corruptos que pudessem alertar a organização.
Raúl me disse que a ideia era fechar com toda a organização em menos de uma semana, mas que seria um golpe complexo que envolveria muitos fatores para garantir que Juan Carlos, Miguel e o Gordo Tony caíssem.
Depois de me reunir com Raúl, me senti aliviado e satisfeito com os planos que tínhamos traçado. Era crucial eliminar a ameaça que Juan Carlos e o seu pessoal representavam, não só para mim, mas também para proteger a Ana no futuro. No entanto, minha mente estava em outro lugar enquanto eu ia para a empresa. Não conseguia parar de pensar no que tínhamos conversado com o Raúl e no que a Ana estaria fazendo naquele momento. Tentei me concentrar no trabalho, mas minha atenção estava dividida. A manhã se arrastou, longa e pesada, e eu só pensava em voltar para casa à tarde e ver como os acontecimentos iam se desenrolar.
Enquanto isso, a Ana tinha ido para o terminal de ônibus e recebido a prima Maite. Mal teve que esperar, já que o coletivo estava quase chegando. As duas primas tinham mantido contato desde cedo. Ao chegar, a Maite abraçou a prima e se fundiram num abraço quente e emocionante. Não faltaram lágrimas, carinhos e consolo. A Maite era uma mulher forte e batalhadora, igual à Ana, e tinha passado por muita coisa. Ver a prima depois de tudo que tinha acontecido a desabou e a fez chorar desconsoladamente. Depois do reencontro emocionante, passaram em algumas lojas de roupa para comprar roupas novas, já que a Maite só tinha vindo com a roupa do corpo.
Liguei pra Ana só pra perguntei como a Maite tinha chegado e como elas estavam. Ela respondeu que estavam bem e que me esperariam à tarde. Me senti aliviado ao saber que tudo tinha dado certo. Já pensaria em como ajudar a Maite, talvez conseguisse um trampo pra ela com algum dos meus contatos ou ver se dava pra arrumar um lugar na empresa. Tava disposto a oferecer meu apoio e ajudar no que ela precisasse. A tarde tava chegando e eu tava ansioso pra ver a Ana e a Maite, e começar a trabalhar pra achar uma solução pra situação dela.
Enquanto arrumava um lugar ou trampo pra Maite, ela podia ficar na minha casa o tempo que precisasse. Sem problema, a gente via como se ajeitava. A casa era grande o suficiente pra ela se sentir confortável e segura. Pra mim era o mínimo que podia fazer por ela, depois de tudo que tinha rolado. Eu e a Ana podíamos dar uns ajustes pra Maite se sentir em casa. A prioridade era que ela se sentisse segura e apoiada.
Cheguei em casa umas 19h, tinha sido um dia bem longo, e se somasse que já vínhamos cansados do fim de semana e da segunda, queria descansar, mas até resolver a parada da Maite não ia conseguir sossegar. Tinha que convencer a Ana de que a estadia da prima dela era temporária, e essa ideia dela entrar no nosso relacionamento como escrava era uma puta loucura. Se já com uma mulher jovem em casa eu ficava acabado, nem imaginar com duas, era totalmente sem noção.
Outra parada é que tava com medo de que a presença da Maite estragasse minha relação com a Ana, já que a gente tinha desenvolvido sentimentos um pelo outro e tava vivendo uma fase gostosa de namoro, não queria estragar isso. Estacionei o carro na garagem e levei uns refrigerantes e biscoitinhos pros policiais que estavam de plantão. Eles, além de agradecer, me mostraram umas fotos da tarde.
Policial: Olha, Esteban, essa tarde um dos suspeitos tava rondando por aqui, é o tal de Miguel, o trouxe o outro sujeito mais velho, o Juan Carlos, e deixou ele a umas quadras daqui. Ficou estudando a área, viu as rotas de fuga, onde podia ter câmeras, e observou a casa dela por um tempo. Fica tranquilo que esses dois estão sendo vigiados o tempo todo.
Mandei um salve pros caras e entrei na minha casa. O que eles me contaram era algo que eu já esperava e que o Raúl tinha me avisado: os dois tinham pesquisado na internet homicídios reais e como os assassinos foram pegos. Bom, eles se acham muito espertos. "Nunca interrompa seu inimigo enquanto ele está cometendo um erro", disse um grande general.
Entrei em casa e encontrei a Ana me esperando na sala. Ela estava muito bem arrumada, com um vestido soltinho lindo, daqueles vestidos pastel que me deixavam louco. Dava pra meter a mão nela quando eu quisesse, ou até pegar ela de jeito, e era fácil de tirar. Maquiagem discreta, que realçava ainda mais o rostinho doce dela, e uns sapatos de salto alto vermelhos.Ana:Amor, senta aí que já vou te servir um café. - Olhei pra ela pelo jeito que me tratava. - Deixa eu te tratar assim hoje, por favor.Eu:Cadê sua prima? — falei, pensando que ela tava descansando da viagem longa.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Meu Amo, precisamos conversar. — concordei com a cabeça, porque queria deixar clara minha posição. — O mais importante é que Miguel me mandou várias mensagens hoje, e eu não abri nenhuma. Pedi o telefone dele e vamos olhar juntos.Miguel:Foxy, precisamos que você nos informe sobre os horários do Esteban, o que ele faz, se sai pra algum lugar ou se tem planos de ir pra algum canto.Miguel:Se você vê dinheiro ou ele traz grandes quantias de dinheiro pra casa, ou se tem um cofre nela.Miguel:Foxy responde, não esquece pra quem tu deve lealdade.Miguel:foxy fedida, tô na frente da casa do Esteban, me fala se cê tá sozinha.
Ela ficou meio sem graça, puxei ela pra perto e sentei no meu colo.Eu:Tranquila, a polícia já me falou disso. Vem, a gente responde junto, o Raúl me disse o que colocar se isso acontecesse. A mensagem era pra não levantar suspeitas.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Olá Miguel, cumprimenta o patrão João Carlos. Desculpa não ter respondido antes, acabei de pegar o celular, não fico com ele o tempo todo. Não, não estava sozinha, sempre estou acompanhada, seja pelo Senhor Estêvão ou pela empregada da limpeza. E os horários deles não são fixos, mas com certeza ele não está de manhã. Quanto a dinheiro, isso eu não sei. Quando ele chega, se tranca no escritório e não consigo ver nada. Se eu perceber alguma coisa, te aviso.Miguel:Bom, se puder, arranca informação da faxineira. Apaga tudo pra ninguém ver. Tá faltando pouco pra tudo acabar e o mestre vai te recompensar.
Ana apertava o celular com tanta força que até as falanges da mão ficaram brancas.Ana:Filho da puta, eu sei como vai me recompensar, transformando minha vida num inferno.Eu:Fica tranquila, gostosa.
Disse enquanto acariciava o rosto dela. Ela demorou uns segundos pra entender como eu tinha falado e como tava tratando ela. A gente se olhou e trocamos três beijinhos carinhosos.Ana:O importante de hoje é que chegou a nova escrava dela, deixa eu apresentar pra você. - Peguei ela pelo braço e sentei no meu colo de novo.Eu:Vem aqui, a gente precisa conversar. Olha, eu não tô atrás de outra escrava, já tenho você, e te amo, não preciso de mais nada. – vi os olhos dela se encherem de lágrimas. – Fica tranquila, vou ajudar sua prima, arrumar um trampo pra ela e ela pode ficar aqui o tempo que quiser.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Amo não entende, ela quer ser sua escrava, e eu quero que ela seja sua escrava, ela é como minha irmã. Mulheres como a gente não podem ficar sozinhas, precisamos de alguém forte e bom como você pra nos guiar e proteger. Senão vamos acabar nas mãos de uns canalhas ou de alguém ruim que vai nos prostituir.
E na verdade ela tinha razão, tudo isso o psicólogo forense já tinha me falado, e também estava nos livros que ele me deu. As mulheres tendem a escolher um padrão de homens específico, em circunstâncias específicas. São tão vulneráveis que provavelmente vão escolher outro agressor.
Fiquei pensando no que dizer pra soar mais bonito, mas Ana não me deixou e saiu em direção aos quartos pra buscar a prima. Acho que meu cérebro foi pra outra dimensão quando Ana voltou com a prima, parei de pensar e até minha mandíbula caiu. Claro que tentei disfarçar, o máximo que um homem consegue. É que até o que eu tinha visto antes era a foto de perfil dela, que estava com o marido, e ela estava bem desleixada. Isso era outra coisa, Ana tinha arrumado e preparado ela com todo cuidado.
Deixem-me descrevê-la, acho que não consigo fazer justiça. De rosto é bonitinha, embora a Ana fosse mais gostosa, tinha um rosto oval e cabelo preto, olhos verdes, e se destacavam os lábios curtinhos mas largos. A pele dela era branca pálida, muito mais que a da Ana. Ela era bem magra, acho que o marido tinha culpa nisso, talvez a fizesse passar fome. Mas mesmo assim o que chamava atenção eram os peitos dela, eram redondos, lindos, um pouco maiores que os médios, mas como ela era tão magra pareciam bem maiores. A bunda dela era pequena, aí sim dava pra ver a magreza.
Pra completar tudo isso, Ana tinha colocado nela um conjunto de lingerie preto e uma camisola hot totalmente transparente. Me fazia lembrar muito da atriz que interpretou a Jane, a namorada do Jesse Pinkman, em Breaking Bad. Só que com peitões.Maite:Olá, Amo, sou a Maite. — Uma sonora bofetada dada por Ana acertou em sua bochecha.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Silêncio, ninguém te deu permissão pra falar. O Amo ainda não te aceitou, então você não tem direito de chamá-lo assim. – Ela se virou pra mim. – Me desculpe, meu Amo, essa puta é do interior, e embora seja uma submisso, não foi treinada como uma escrava.
Na verdade, isso era surreal, eu não conseguia acreditar, também não conseguia acreditar no comportamento da Ana. Respirei fundo, peguei a xícara de café e tomei o último gole que restava. Meu silêncio deixou as duas nervosas, que pensaram que todo o plano delas ia por água abaixo.Ana:Amo, isso é uma vantagem, assim você pode treiná-la. — Virei ela e fiz ela empinar a bunda. — Olha esse rabo, tá meio magro porque a ex dele matava ela de fome, mas bem alimentada e com exercício, pode virar uma boa bunda pro amo açoitar, tem potencial.
Ana fez ela se inclinar um pouco, pegou as nádegas dela e ficava abrindo e fechando. Ela tava a menos de um metro de mim, e eu conseguia ver o cu inteiro dela e os lábios da buceta quando fazia esse movimento hipnótico. Ana me olhava, e eu tentava não dar sinais de que tinha me afetado, então, como se fosse uma vendedora, se esforçou ao máximo no ataque. Deixou ela pelada, na real a tanga já tampava quase nada.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Olha, meu amo, que buceta linda e que cu gostoso. Têm pouco uso, e o dono anterior não tinha uma ferramenta como a sua, então tá bem apertadinha. – disse enfiando um dedo na buceta dela, tirou, e a girou de frente pra mim. – Olha esse par de tetas, parece uma vaca, tem os bicos muito sensíveis, vê só o tamanho da auréola e olha esses bicos.
Maite estava vermelha de vergonha, claro que não era a mesma coisa ser maltratada e espancada no campo do que ser uma submissa, embora tivesse coisas em comum, não era igual. Ana abriu um pouco as pernas dela e separou os lábios maiores da buceta, eram carnudos, bem caprichados, ela estava completamente depilada, como Ana, suspeitava que ela também tinha mexido nisso. Ana molhou um dedo e passou no clitóris dela, depois de algumas passadas o clitóris apareceu, o maior que já vi, tipo um centímetro mais ou menos. Eu já tava com uma ereção mais do que evidente, e as duas tinham percebido isso.Ana:Deixa eu te mostrar uma coisa, senhor.
Em não mais que três segundos, a Ana já tinha aberto minha calça e deixado meu pau de fora — anotei mentalmente que ia puni-la depois por essa insolência. A Maite se ajoelhou entre minhas pernas, pegou meu pau e, sem perder tempo, foi engolindo ele aos poucos, conseguiu passar mais da metade. Fez a mesma coisa de novo, tentou um pouco mais e conseguiu. Ela segurava bem os engasgos, fez isso várias vezes até conseguir engolir tudo — algo que a Ana nunca tinha conseguido fazer.
Uma das mãos dela acariciava minhas bolas, com certeza a Ana tinha preparado ela com meus gostos, com os dedos, suavemente, acariciando. Enquanto ela continuava engolindo tudo que conseguia, a Ana tinha se posicionado atrás de mim e me dava beijinhos suaves no pescoço e mordia minhas orelhas, enquanto as mãos dela já tinham aberto minha camisa e acariciavam meu peito.Ana:Amo provar as tetas dessa puta. Você vai ver como são deliciosas.
Maite, ao ouvir a prima, cuspiu no meu pau e colocou entre os peitos. Começou a movê-los em círculos, esfregando meu pau. A verdade é que nunca na vida senti uns peitos tão quentinhos e macios; de vez em quando, ela cuspia de novo no meu pau. Quando se cansou disso, começou a subir e descer, me masturbando, enquanto Ana me beijava, se soltava e procurava meu pescoço.
Eu não aguentava muito aquele ataque duplo, e ela percebeu. Colocou a cabeça do meu pau na boca e, com uma mão, começou a me masturbar furiosamente, enquanto a outra acariciava minhas bolas. Enquanto a cabeça do meu pau estava na boca dela, sua língua brincava com ela. Eu não aguentei mais e comecei a gozar dentro dela; meu orgasmo foi potente e abundante, mas, insatisfeita, ela começou a chupar meu pau, praticamente me ordenhando, o que prolongou meu orgasmo. Ana se aproximou do meu ouvido.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Viu, querido, viu que ela é uma boa putinha, e pode te servir, a gente vai arrumar a mesa pro jantar. E se quiser, depois pode usar ela.
Como aquela puta da Ana tinha me manipulado. Já era hora de dar um castigo nela, mas a verdade é que eu gostei do que aconteceu, mesmo não podendo deixar ela sem punição.
5 comentários - Ganhei uma dívida paga com uma mulher (6): Outra submissa