A semana seguinte passou muito rápido. A vovó continuava saindo em encontros, mas ainda não nos contava com quem, só que sempre ia toda gostosa e sexy pra todos eles. A Cinthia não falou comigo por vários dias, tava muito envergonhada com o que tinha rolado, então foi uma semana sem ação pra mim. E tudo piorou quando meu cunhado voltou da viagem. A Cinthia ficou super feliz com a volta dele, passava o tempo todo com ele e saíam pra todo canto juntos. E me tratava como se nunca tivesse acontecido nada entre a gente. No começo eu entendi, mas depois de dias sem a vovó e sem ela, eu queria um pouco de ação, e a mamãe também tava ocupada. A vovó tinha voltado pro vovô de novo, o que nos fez entender que ela saía com ele nos encontros como uma espécie de roleplay erótico ou algo assim. De novo, eu tava só vendo pornô no celular no meu quarto e jogando videogame todas as tardes. Nem a mamãe nem a Sarah me mandavam nada. A Sarah tinha parado de me mandar fotos dela pelada ou em poses bem sexys, e depois fiquei sabendo que tinha voltado pro ex dela. Aquele filho da puta sortudo. Mas fazer o quê, só podia me masturbar pensando em tudo que tinha rolado. Um dia, ouvi a Cinthia e o marido dela brigando. Parece que ele tinha que voltar mais cedo pro trabalho e viajar de novo, ela tava furiosa, mas não teve escolha a não ser deixar ele ir. No dia que ele foi embora, ela tava triste, mas se despediu com um beijo e um abraço. Ele me olhou e pediu pra eu cuidar dela por ele. Eu só sorri e olhei pra ela, que fez uma cara de brava e me ignorou. Ela beijou ele de novo e deixou ele ir. Aquele dia passou sem ela falar comigo, e ela me ignorou o resto do dia. No dia seguinte, desci pra comer com ela, só nós dois, e ela começou a reclamar de como tava chateada porque o marido tinha ido embora de novo e que suspeitava de algo estranho. Eu só escutei e fiquei olhando pros peitos dela, que tinham ficado ainda maiores, e ela não tava usando sutiã. — Você é um tarado, Alex — ela disse depois de que notei que ele olhava pras minhas tetas e ela tapou com as mãos. -desculpa se tô te ouvindo – ele falou por que ela tinha se irritado. -esquece, não vou te contar mais nada- ela disse irritada -cê gosta das minhas tetas? – ela perguntou juntando elas com as duas mãos, o que fez os bicos ficarem ainda mais aparecendo -se eu gosto?- repeti a pergunta surpreso -cê ia gostar de enfiar seu pau entre elas, né?- ela me olhava enquanto balançava os peitos pra cima e pra baixo -então cê tá muito enganado se acha que isso vai rolar- ela parou de mexer nelas, levantou e foi embora. Fiquei durasso e sem jeito de me acalmar. Mais tarde, tava no meu quarto jogando videogame com os amigos e ouvia a Cinthia andando pela casa. Depois de uns minutos, vi de canto de olho alguém parado na porta do quarto, sem entrar, mas também sem se mexer. Ignorei por uns segundos, mas ela não fazia nada, só ficava ali parada, como se quisesse chamar minha atenção. Finalmente virei e vejo que é ela, mostrando os peitos lindos e grandes, cheios de porra, ela tinha abaixado o decote deixando ele por baixo das tetas e elas estavam à mostra. -o que cê tá fazendo?- ela perguntou como se nada, enquanto eu não conseguia olhar pra outra coisa além daqueles peitos suculentos e lindos, bem durinhos e firmes. Não consegui responder nada, tava muito, muito duro de novo. Levantei e fui em direção a ela, mas assim que me mexi, a Cinthia virou as costas e saiu correndo pro quarto dela com uma risada de menina brincalhona. Segui ela, mas ela tinha trancado a porta do quarto com cadeado. De novo me deixou duro e sem jeito de me aliviar. Mais tarde, ouvi ela no chuveiro se lavando, tentei entrar sem ser visto, mas a porta tava trancada, então desisti e fui jogar de novo. Depois que ela saiu, ouvi ela me chamando, então fui no quarto dela ver o que queria. E lá estava ela de novo me provocando. Dessa vez tava semi-nua, só usava uma calcinha cor de pele bem sexy com renda, mas sem sutiã. Os peitos dela de novo estavam à mostra e a barriguinha sexy dela. de grávida que ainda era pequena e uma toalha na cabeça secando o cabelo. Ela segurava duas peças de roupa da Roma nas mãos e me perguntava minha opinião sobre qual usar, porque as amigas tinham convidado ela pra sair pra ela não ficar triste. — Então? — perguntou ela bem naturalmente — Qual fica melhor em mim? — Desculpa — falei depois de olhar ela toda — O preto fica maravilhoso em você e ainda parece bem confortável, você vai ficar incrível — falei entrando na brincadeira — Também tenho esse rosa — largou uma das peças de roupa e se virou, mostrando a bunda redonda e as pernas torneadas e gostosas, quase só de calcinha da mãe. — Onde eu deixei? — perguntou pra si mesma enquanto se abaixava e levantava a bunda na minha direção. Eu tava de novo muito, muito duro e já não aguentava mais. — Que tal essa? — virou pra me olhar ainda abaixada e mostrando a peça de roupa. — E aí? — perguntou de novo ao ver que eu não respondia. De repente, não aguentei mais e, enquanto ela se levantava, peguei ela por trás, grudei na bunda dela, gostosa e confortável, e agarrei os peitos dela com as mãos. Eles estavam durinhos mas macios, e pareciam tão cheios de leite que não consegui evitar apertar os bicos. Os peitos dela imploravam pra ser liberados de tanto leite. Olhei dois jatos branquinhos saindo e ouvi a Cinthia gemer de prazer. Fiz de novo e ela só deixava, como se eu realmente tivesse ajudando ela a se sentir melhor. De repente, Cinthia se recompôs quando tentei puxar a meia-calça dela e me empurrou pra trás — Não, não, não, tenho que me vestir que já tô atrasada, sai daqui agora — me empurrou pra fora do quarto dela e fechou a porta, só se ouviu o cadeado. Porra, de novo ela tinha feito isso comigo e me deixado duro. Depois de 20 minutos, ela saiu pronta e linda e foi embora. Umas 4 horas depois, ouvi a porta da entrada. Dessa vez, quem ia surpreender era eu. Me despi e desci o mais rápido possível. Vi ela de costas, sentada num sofá da sala, muito cansada, massageando os pés. Cheguei por trás e Peguei nos ombros dela, ela deu um susto, mas depois deixou eu continuar a massagem. — Idiota, você me assustou — disse ela quando toquei nela depois de pular — o que cê tá fazendo? — Bom, notei que você tá muito cansada e quis te dar uma massagem pra relaxar — falei enquanto massageava os ombros dela — como foi? — perguntei. A Cinthia ouviu um interesse genuíno na minha pergunta. — O filme era muito chato, mas fiquei feliz de ver minhas amigas. A Maria vai casar logo, e a Esthela já tá no segundo bebê. É bom saber que não vou ser a única carregando um bebê. Vamos poder comprar roupinha juntas e elas vão ser melhores amigas, ou amigos, ou talvez ela tenha um menino e eles possam ser um casal quando crescerem. Tô muito empolgada com tudo isso. Ela se agarrou a conversar como se precisasse desabafar tudo, eu só escutei e continuei a massagem. — Dá pra continuar nas minhas pernas? — ela perguntou — tão doendo muito de tanto andar. — Claro — falei. Virei o sofá enquanto ela olhava o celular. Ela ainda não tinha notado que eu tava pelado. — Alex!! — soou horrorizada — você tá pelado! — Ah, desculpa, é que tava muito calor — não falei mais nada, só me ajoelhei e peguei a perna dela pra massagear. Ela quis resistir no começo, mas depois de dois puxões deixou eu segurar. Como eu disse antes, uma das melhores qualidades físicas da Cinthia são as pernas dela, longas e torneadas, com panturrilhas grandes e muito gostosas, iguais às da mãe. Depois de uns minutos de desconforto, ela resolveu entrar na brincadeira e continuou me contando sobre a saída dela. Agora ela me dava a outra perna e levantava o vestido de propósito, me deixando ver até a calcinha dela, tão sexy. Num momento, ela se aproximou de mim, pegou meu rosto e começou a me beijar com muita paixão. Mais que beijar, começou a me devorar. Agora ela tava muito excitada e me puxava pra perto dela. Deitei em cima dela no sofá. A Cinthia tava com as pernas abertas e mexia o quadril em minha direção. Tomei cuidado pra não pressionar muito a barriga dela, mas ela não ligava, queria sentir minha ereção na virilha dela. Depois de nos beijarmos uns minutos ela segurou meu pau com a mão e começou a me masturbar, eu já tava no céu nessa hora. Depois ela me empurrou pra longe dela e se levantou. Continuava me masturbando com a mão, ficou na minha frente e me sentou no sofá. Ela se ajoelhou e segurou o próprio cabelo. Depois se colocou entre minhas pernas e encostou meu pau no rosto dela, do lado do olho, enquanto me olhava sorrindo. Sem dizer nada, começou a beijar meu pau e lamber até enfiar na boca, e com a outra mão continuava masturbando a parte de baixo do meu tronco. Foi difícil, mas eu resisti a cada boquete que ela me dava. Ela não se cansava e não parava, mas eu não queria que acabasse. Dava pra ouvir como ela se engasgava com meu pau na boca, mas continuava e continuava sem parar. Depois de quase gozar, eu parei ela e me levantei. Não queria mais só um boquete, queria mais. Então peguei o vestido dela e puxei pra cima. Ela só levantou as mãos e deixou deslizar até tirar. Sem eu esperar, ela desabotoou o sutiã e soltou os peitos, e depois tirou também a calcinha. Ela sorriu pra mim e me olhou de novo, e eu fiz o mesmo. Contemplei ela toda, tão gostosa e sexy e tesuda. Abracei ela e continuei beijando, me abaixei e beijei os peitos dela. Ela abraçava minha cabeça e esfregava os peitos no meu rosto. Depois foi pro sofá, colocou os joelhos nos almofadas e se apoiou no encosto, e me mostrou a bunda pra eu brincar com ela. Sem pensar, fiquei bem atrás e comecei a beijar, chupar, lamber e morder os lábios da buceta dela e a comer ela toda. Ela tava muito, muito molhada e quase gritando de prazer. Ela segurava minha cabeça e me apertava mais contra a buceta dela. Tinha também um cu lindo e rosado, bem pequenininho, que eu acariciei com o polegar e enfiei um pouco a ponta do dedo no cu dela. Ela resistiu um pouco, mas depois deixou, porque não enfiei mais fundo. Levantei de novo e peguei meu pau, encostei nos lábios dela por fora e fiquei esfregando por toda a buceta. A Cinthia tava muito tesuda. Já ia meter, e aí... Fui devagar e com muito cuidado, a Cinthia reclamava um pouco, mas empurrava a bunda pra trás pra entrar mais fundo. Ela tava tão molhada que entrou facinho até o talo. Quando enfiei tudo, a Cinthia gemeu de dor e prazer. Tirei devagar também e meti de novo, um pouco mais forte. A Cinthia gemeu e gemeu, a gente nem ligou pra porta se abrindo. — Mas que porra é essa? — A avó tinha chegado e, como tinha as chaves, abriu a porta. — Vó! — gritou a Cinthia.

2 comentários - Cinthia (mama 23)