Minha Mãe e o Paciente - Versão Premium

Sábado, 23 de Agosto de 2025
Umas 9h da manhã, eu tava jogando no PC e vendo vídeos no YouTube. Minha mãe, por outro lado, tava no quarto dela. Assim que acordou, ligou o celular do trabalho; ela tinha dois telefones: um pra uso pessoal e outro pra atender os pacientes da clínica.
– Ela olha a tela e vê que tem uma mensagem no telefone da clínica –
[08:50] Cliente: Oi, cê é a Elena, a terapeuta?
[09:10] Minha Mãe: Sim, sou eu. Como posso te ajudar?
[09:14] Cliente: É que olha... como vou te dizer... pra você não pensar mal de mim...
[09:18] Minha Mãe: Não vou pensar mal de você, não sou ninguém pra te julgar. Fala o seu problema, é pra isso que tô aqui, pra te ajudar.
[09:23] Cliente: É que eu tenho vergonha de lidar com mulheres... Quando vou à praia e vejo elas de biquíni ou de topless, não consigo evitar levar a mão na virilha, ou quando as minas tão com aqueles vestidos, fico de pau duro e não consigo me controlar... Também me dá vergonha quando as mulheres olham pro meu corpo enquanto a gente transa.
[09:30] Minha Mãe: Tá bom, te entendo. Sei como te ajudar. Vem aqui no consultório umas 11h.
[09:32] Cliente: Ok, muito obrigado.
[09:36] Minha Mãe: De nada, a gente se vê lá.

Minha mãe, com um sorriso misterioso, abriu uma bolsa branca escondida debaixo do colchão da cama dela. Tirou um conjunto de lingerie branca de renda, meia-calça combinando e uma calcinha fio dental branca. Por fim, pegou uns saltos agulha brancos de uma caixa rosa. Guardou tudo na bolsa, vestiu um vestido normal sem sutiã e um tênis rosa.

Ela saiu do quarto e olhou a hora no celular. Eram 10h08.

Minha Mãe: Oi, filho, dormiu bem essa noite?
Filho: Sim, mãe *viu que ela tinha se arrumado pra sair e tava com a bolsa pendurada* – Vai sair de casa?
Minha Mãe: Sim, filho, tenho que ir no consultório resolver umas coisas.
Filho: Tá bom, mãe, que horas você volta?
Minha Mãe: Não sei, filho, te ligo, não sei quanto tempo vai levar...
Filho: Que legal, vou poder ficar sozinho. sem ninguém me incomodar. Minha mãe: tem comida na geladeira, querido. Tchau. Filho: Tchau, mãe, vai com Deus.

Ela fechou a porta de casa, desceu de elevador e foi até a garagem. Caminhou até o carro, abriu a porta, sentou, colocou a bolsa no banco do carona, apertou o cinto de segurança e seguiu para o consultório.

Estacionou perto do carro e entrou no consultório particular. Assim que entrou, pegou o celular do trabalho e mandou a seguinte mensagem:

[10:51] Minha mãe: Qual é o seu nome? Pra quando você vier, eu saber que é você.
[10:55] Cliente: Me chamo João, tenho 45 anos.
[10:58] Minha mãe: Ok, João. Quando chegar no consultório, me manda uma mensagem no celular, caso o interfone não funcione.

Minha mãe, sozinha no consultório, se despiu. Deixou o vestido e os tênis rosa dentro da bolsa e tirou a roupa que tinha guardado. Vestiu a tanga branca, a lingerie de renda, as meias brancas de renda e os saltos brancos. Os peitos dela dava pra ver perfeitamente.

O celular dela acendeu com uma mensagem: "Elena, tô na porta do teu consultório.Minha Mãe e o Paciente - Versão Premium*Ring ring* – Tavam tocando a campainha –
Mami: Bom dia, Juan?
Juan: Sim, sou eu, Elena?
Mami: Sim, sou eu. Pode subir.
Juan ficou besta olhando pra roupa tão gostosa que minha mãe tava usando.
Oi Juan, vamos tratar do seu problema. Vamos sentar no sofá.
– Os dois sentaram no sofá da consulta, um do lado do outro –vadiaMami: cê tava dizendo que tem um problema com mulher, né? Que não consegue se controlar quando vê uma mina de vestido curto, de biquíni, fazendo topless, que automaticamente leva a mão na sua virilha. Que sente vergonha de mostrar seu corpo pras mulheres na hora do sexo e tal, né?
Juan: Sim, Elena, é isso que acontece comigo.
Mami: por isso que eu vesti essa roupa, vamos aprender a controlar esses impulsos. Você faz o que eu for mandando.
Mami: vem, me segue — pegou ele pela mão —
Juan: cê é muito gentil, Elena.
Mami: obrigada, é assim que tem que ser, né? hahaha
Mami: vamos lá, tem que tirar a camiseta.peitoes







mamadas







rabaoMami: agora as calças e a cuecapeitoes- Eu desafivelava o cinto dele, pegava na calça e na cueca e puxava pra baixo -milf







porra na boca—Juan tira a calça e deixa de lado. Mami: deita na maca —falava com uma voz calma— Juan: tá bom, ElenaPromiscua








paus grandesMami: fecha os olhos e relaxa, - acariciava o corpo dele pra ele ficar calmo - relaxa.. - falava com uma voz bem doce e feminina -Porra na boca







Minha Mãe e o Paciente - Versão PremiumMami: fica tranquilo, não tem problema nenhum ficar pelado na frente de uma mulher.. Aproveita a massagem… eu tô com os peitos de fora e te massageando de boa, enquanto fico de olho no teu pau. Não precisa ficar nervoso por causa de algo que toda mulher tem…vadiaAssim como eu não fico nervosa quando um homem repara em mim. Olha só que gostosa, eu masturbo seu pau gostoso com a minha mão.
—Já não fica mais tímido quando tocam no seu pau? Não é que eu faço muito bem? —perguntou minha mãe com um sorriso safado enquanto aumentava o ritmo dos movimentos.peitoesCom um olhar cheio de luxúria e determinação, ela aproximou o rosto do pau dele, roçando os lábios na ponta da vara com suavidade antes de abrir a boca por completo. Com um movimento fluido e experiente, envolveu o pau dele com seus lábios carnudos, mergulhando-o no calor úmido da boca dela. Glup... glup... glup... O som obsceno da saliva se misturando com o movimento rítmico da cabeça dela enchia o quarto, criando uma sinfonia erótica que aumentava a excitação. Cada vez que ela recuava, um fio prateado de saliva ligava os lábios dela ao membro brilhante e molhado, antes de se romper e cair devagar. As mãos dela se fecharam em volta da base, apertando com firmeza enquanto a língua dançava em volta da glande sensível. A cada movimento, a boca dela afundava mais fundo, os lábios roçando os pelos crespos na base, mostrando a habilidade e a vontade de agradar ele. Glup... glup... Os sons ficaram mais intensos, mais molhados, enquanto ela aumentava o ritmo, as bochechas se contraindo a cada sugada profunda. Os olhos dela, com um olhar de putinha, fitavam o pau dele, curtindo cada gemido que escapava dos lábios do cara. Isso aí... aproveita, gostoso...mamadas







rabaoCom uma voz suave, mas firme, sussurrou no ouvido dele: — Agora vira, lindinho. Enfia o pau no buraco e fecha os olhos... Ele obedeceu, virando devagar enquanto ela se ajoelhava na frente dele. Com movimentos felinos, deslizou por baixo da mesa, o corpo ágil e sedutor sumindo da vista dele. A escuridão embaixo do móvel dava um toque de mistério e expectativa. Glup. Um som molhado ecoou quando ela cuspiu na mão, a saliva brilhante e grossa. Com as duas mãos, espalhou o líquido quente pelo tronco do pau, cobrindo ele por inteiro. Os dedos se fecharam em volta, puxando a pele devagar pra cima e pra baixo e depois em círculos lentos, garantindo que cada centímetro ficasse bem lubrificado. — Assim... muito bem... — murmurou ela, a voz abafada, mas clara, debaixo da mesa. As mãos trabalhavam com dedicação, uma apertando a base enquanto a outra acariciava a ponta com movimentos precisos. Cada passada era lenta e deliberada, os dedos roçando as dobras da pele com uma mistura de carinho e safadeza. O som da respiração acelerada dele se misturava com o chiado do couro do sofá enquanto ele se contorcia de prazer. — Não abre os olhos... só sente... — sussurrou ela antes de levar os lábios até a ponta, selando a pele dele com um beijo molhado.peitoesCom um movimento lento e deliberado, os dedos dele deslizaram por baixo das alças da lingerie dela, roçando de leve a pele antes de soltar o fecho frontal. A renda preta cedeu com um suspiro, libertando os peitos generosos dela que, ao ficarem expostos, balançaram levemente num movimento natural e tentador. Os mamilos dela, já durinhos de tesão, endureceram ainda mais com o contato com o ar fresco do quarto. As auréolas, grandes e rosadas, contrastavam com a palidez da pele, enquanto as veias azuis por baixo da superfície davam um toque de vulnerabilidade à sensualidade dela. — Olha como eles balançam... — murmurou ela, acariciando os próprios peitos com as duas mãos, apertando-os de leve antes de beliscar os mamilos entre os dedos. — São todos seus... A curva perfeita dos seios dela caía ligeiramente para os lados, criando um vale profundo entre eles que convidava a ser explorado. Com um sorriso safado, ela inclinou o tronco para frente, deixando a gravidade fazer o trabalho dela enquanto os peitos pendiam pesados, balançando como fruta madura pronta pra ser saboreada.milf







porra na bocaCom movimentos experientes e uma calma estudada, os dedos dela se fecharam em volta da base do pau dele, aplicando uma pressão firme mas delicada. A palma da mão deslizou pra cima num ritmo pausado, como se estivesse amassando algo precioso, enquanto a outra mão acariciava suavemente os ovos dele com um toque quase terapêutico. —Assim... muito bem... —sussurrou ela, a voz baixa e melodiosa, enquanto o polegar roçava a ponta sensível em movimentos circulares—. Deixa que sou eu quem te leva ao limite... Cada passada era lenta e deliberada, os dedos lubrificados com saliva traçando espirais em volta da glande antes de descer de novo pelo tronco. A técnica era impecável: uma combinação de pressão constante na base e carícias leves na ponta, criando um contraste que fazia ele gemer de prazer. —Não se preocupa com nada... só sente... —murmurou ela, se inclinando pra dar um beijo suave na ponta antes de continuar com os movimentos—. Cê tá em boas mãos... O som da respiração dele se misturava com o roçar suave da pele dela contra a dele, criando uma sinfonia de sensualidade e tranquilidade. Os movimentos dela eram tão precisos que cada carícia parecia feita pra prolongar o prazer, levando ele a um estado de êxtase prolongado onde o tempo parecia parar.PromiscuaCom um olhar cheio de devoção, seus lábios se abriram num suspiro de antecipação enquanto guiava suavemente o pau em direção à boca. Dessa vez não era só luxúria o que brilhava em seus olhos, mas algo mais profundo: uma mistura de desejo, ternura e uma conexão íntima que só eles compartilhavam. —Mmm... assim, meu amor... —murmurou contra a pele dele enquanto selava os lábios ao redor, a língua acariciando a ponta com pequenos círculos antes de mergulhá-lo completamente no calor úmido da boca. Glup... glup... glup... Os sons estavam mais intensos agora, mais íntimos. Cada movimento da cabeça dela era carregado de paixão, as bochechas se afundando em volta dele enquanto as mãos se enroscavam nas coxas dele, puxando-o para mais perto. —Que buceta gostosa você tem, meu amor... —sussurrou entre as chupadas, a voz vibrando contra a pele dele—. Tão dura... tão deliciosa... Os lábios dela se fecharam em volta da base com um aperto suave mas firme, como se quisesse saborear cada centímetro. A cada investida lenta e profunda, os olhos dela se enchiam de lágrimas de esforço, mas ela não parava. Pelo contrário, aumentava o ritmo com um entusiasmo que só podia nascer do amor e da luxúria combinados. Glup... glup... glup... —Você tem um coração tão grande quanto esse pau... —ofegou ela antes de levá-lo ainda mais fundo, a garganta se abrindo para recebê-lo por completo—. E é todo meu...paus grandesCom um movimento fluido e cheio de submissão, ela se ajoelhou de quatro, arqueando as costas como uma verdadeira putinha no cio. A bunda empinada dela se erguia no ar, enquanto a cabeça se inclinava pra frente, pronta pra receber ele. —Mmm... é assim que eu gosto, meu senhor... —murmurou com a voz rouca, a língua escapando entre os lábios molhados enquanto ele se aproximava. Sem usar as mãos, abriu a boca toda, deixando o pau deslizar entre os lábios até bater no fundo da garganta dela. Uhmm... Um gemido abafado escapou dos lábios dela enquanto a garganta se apertava em volta da cabeça, massageando ele com movimentos ritmados. Glup... glup... glup... Os lábios dela selavam a base a cada estocada, criando um vácuo perfeito que fazia ele gemer de prazer. Não só chupava, mas beijava ele com movimentos circulares dos lábios, como se tivesse saboreando um sorvete num dia quente. —Que gostoso que é... mmm... —sussurrou contra a pele dele antes de enfiar ele de novo na boca, dessa vez ainda mais fundo. A língua dela não parava de trabalhar, acariciando a parte de baixo da cabeça com movimentos rápidos e precisos. Cada vez que recuava, um fio prateado de saliva ligava os lábios dela à ponta brilhante antes de se romper e cair devagar nos peitos nus dela. —Não para... não para... —ofegou ele, as mãos enroscando no cabelo dela enquanto guiava os movimentos com suavidade. Mas ela não precisava de guia. Era uma expert em satisfazer ele, e mostrava isso a cada gole fundo e cada carícia molhada da língua. Glup... glup... glup... Os sons ficaram mais intensos, mais obscenos, enquanto ela aumentava o ritmo sem perder um pingo de técnica.Porra na boca







Minha Mãe e o Paciente - Versão PremiumO silêncio da sala só era quebrado pelo som molhado e ritmado dos boquetes, um coral de prazer que ecoava nas paredes. Cada gole e cada chupada eram como notas musicais numa sinfonia de pura luxúria. —¡¡Agg, me dá mais pica, papai!! —suplicou ela com voz rouca, os lábios brilhantes e molhados enquanto mergulhava mais uma vez nele, a garganta se abrindo pra recebê-lo por completo. As mãos dela se agarravam com força nas coxas dele, as unhas cravando na pele enquanto guiava ele mais fundo. Não conseguia parar, não queria parar. Cada gole era mais intenso que o anterior, a língua dela dançando em volta da cabeça com movimentos rápidos e experts. —¡¡Não consigo parar de lamber e chupar!! —ofegou entre gemidos, os olhos cheios de lágrimas de esforço mas a boca nunca parando de trabalhar—. ¡¡Você tem a melhor pica do mundo!! Os lábios dela selavam em volta da base com um aperto perfeito, criando um vácuo que fazia ele tremer. A cada investida profunda, a garganta dela se contraía em volta da ponta, massageando com uma técnica que só podia vir de anos de prática e paixão. —¡¡Assim, meu amor!! —gritou ele, o quadril se movendo no ritmo dos movimentos dela—. ¡¡Não para!! Mas ela não tinha intenção de parar. Pelo contrário, aumentou o ritmo com um entusiasmo renovado, as bochechas se afundando em volta dele enquanto as mãos iam pros ovos dele, acariciando com ternura. —¡¡Mmm... tão gostoso... tão dura!! —murmurou contra a pele dele antes de mergulhar ele de novo na boca, dessa vez levando ainda mais fundo. O som da saliva dela se misturando com os gemidos enchia o quarto, criando uma atmosfera carregada de eletricidade sexual. Cada gole era mais intenso que o anterior, cada chupada mais obscena.vadiaCom uma técnica apurada por anos de experiência, os lábios dela se fecharam ao redor da base do pau com um selamento perfeito. Não era só um boquete, era uma arte: a boca dela se transformava numa extensão do corpo, se movendo com precisão cirúrgica. O pescoço dela trabalhava como uma buceta bem lubrificada, deslizando pra frente e pra trás num ritmo hipnótico. Cada movimento era calculado: quando recuava, a língua dela se enrolava em volta da glande em espirais lentas; quando avançava, a garganta se abria pra receber ele por inteiro, as lágrimas de esforço brilhando nas bochechas dela. —Mmm... é assim que eu gosto... —murmurou contra a pele dele, as palavras vibrando em volta do pau enquanto as mãos dela se agarravam nas coxas dele—. Deixa minha boca te levar pro céu... O som molhado dos lábios dela ao quebrar o vácuo era quase obsceno, se misturando com os gemidos abafados que escapavam da garganta dela cada vez que recebia ele por completo. As bochechas dela se afundavam em volta da haste a cada investida, criando uma pressão perfeita que fazia ele tremer. Glup... glup... glup... O ritmo aumentava aos poucos, mas ela nunca perdia o controle. Era como se cada movimento fosse coreografado: a cabeça dela recuava devagar até só a ponta ficar entre os lábios, pra depois mergulhar de novo num movimento fluido. —Não para... não consigo parar... —ofegou ele, as mãos se enroscando no cabelo dela enquanto guiava os movimentos dela suavemente. Mas ela não precisava de guia. Era uma mestra na arte do prazer oral, e mostrava isso a cada chupada funda e cada carícia molhada da língua. Os olhos dela, cheios de lágrimas mas brilhando de determinação, nunca deixavam de olhar nos dele enquanto trabalhava o pau dele com devoção.peitoesSeus peitos nus balançavam levemente a cada movimento. A tanga branca mal cobria a buceta dela, enquanto as meias arrastão acentuavam a curva das coxas e os saltos brancos completavam sua imagem de deusa do prazer. —Mmm... que pau gostoso você tem, papai... —murmurou com voz rouca enquanto seus lábios se fechavam em volta da glande, a língua já trabalhando em movimentos circulares experts. Era uma puta autêntica no melhor sentido: uma mulher que vivia para o prazer masculino, que encontrava a própria satisfação na submissão absoluta ao membro que agora ocupava sua boca. Cada chupada era mais funda que a anterior, a garganta se abrindo para recebê-lo por completo enquanto as mãos se agarravam nas coxas dele. Glup... glup... glup... Os sons obscenos do boquete enchiam o quarto, se misturando com os gemidos abafados que escapavam da garganta dela. Os peitos balançavam a cada movimento, os bicos eretos roçando no ar frio. —Assim que eu gosto... só sirvo pra isso mesmo... —ofegou entre as chupadas, os olhos cheios de lágrimas mas brilhando de luxúria—. Pra chupar pica e engolir porra... Os lábios dela selavam em volta da base com um aperto perfeito, criando um vácuo que fazia ele tremer. A cada investida funda, a garganta se contraía em volta da ponta, massageando com uma técnica apurada. Os saltos brancos fincavam no chão enquanto ela se inclinava mais para frente, levando ele ainda mais fundo. Era uma visão obscena: uma deusa do sexo ajoelhada, com os peitos de fora e a tanga encharcada, trabalhando o pau dele com devoção absoluta.mamadas







rabao







peitoesCom uma voz sedutora e um olhar cheio de luxúria, ela sussurrou: — Vai, amor... me dá seu gozo... Os lábios dela se fecharam em volta da cabeça com beijos ternos, mas insistentes, a língua acariciando a ponta sensível em movimentos circulares. Cada beijo era um massagem suave, cada carícia, uma promessa de prazer. O ritmo era lento, mas constante, feito pra levar ele à beira do êxtase. Glup... glup... Os sons molhados dos lábios dela ecoavam no quarto enquanto ela trabalhava o pau dele com devoção. As mãos dela se agarravam nas coxas dele, guiando ele mais fundo na boca a cada estocada. — Assim... assim que eu gosto... — murmurou contra a pele dele, as palavras vibrando em volta do pau —. Me dá tudo... O ritmo foi aumentando aos poucos, os lábios dela selando a base com um aperto perfeito. A cada movimento, a garganta dela se contraía em volta da cabeça, massageando ele com uma técnica apurada. Era uma visão obscena: uma deusa do sexo ajoelhada, trabalhando o pau dele com devoção total até que, com um gemido abafado, ele gozou.milfCom um gemido de satisfação, ela afastou lentamente os lábios do pau pulsante, deixando escapar um fio de saliva que ligava sua boca à ponta brilhante. Com um movimento fluido, juntou o esperma grosso na boca e cuspiu com delicadeza sobre os peitos nus. O líquido quente escorreu pela curva dos seios, criando um caminho brilhante que se perdia no vale entre as tetas.porra na bocaCom dedos experientes, espalhou o esperma pela pele, massageando em movimentos circulares enquanto os mamilos endureciam ainda mais sob o toque. —Mmm... que gostoso... —murmurou com a voz rouca enquanto observava o esperma se misturar com o suor, criando uma mistura obscena que brilhava sob a luz fraca—. Adoro sentir você na minha pele... As mãos continuaram trabalhando, espalhando o líquido pelos peitos e descendo até a barriga, deixando um rastro brilhante que acentuava cada curva. A calcinha fio-dental branca já estava encharcada, e o contraste entre o tecido branco e a pele bronzeada era quase hipnótico. Com um sorriso safado, levou os dedos à boca e lambeu lentamente o esperma restante, saboreando como se fosse o néctar mais delicioso.Promiscua- Ela se ajoelhava de quatro de novo debaixo da mesa, pra sair dela -paus grandes- Ela se apoiava na mesa e se levantava, balançando os peitos -Porra na bocaCom um sorriso satisfeito e os lábios ainda brilhando, levou os dedos à bochecha para recolher os últimos restos de porra que enfeitavam seu rosto. Com movimentos lentos e sensuais, se limpou enquanto mantinha contato visual com ele, seus olhos brilhando com uma mistura de luxúria e cumplicidade. — Gostou do serviço? — perguntou com voz sensual e submissa, enquanto passava os dedos molhados pelos lábios antes de levá-los à boca para saborear o leite dele. O gesto era deliberadamente obsceno, uma demonstração da sua devoção ao prazer. Os peitos dela, ainda brilhando com a porra que tinha espalhado sobre eles, subiam a cada respiração, lembrando ele da intensidade do momento que tinham acabado de compartilhar. Com um suspiro de satisfação, se inclinou para frente, deixando os seios roçarem suavemente no torso dele enquanto sussurrava: — Porque eu... adorei te satisfazer.Minha Mãe e o Paciente - Versão PremiumJuan, ainda ofegante, passou a mão no cabelo enquanto um sorriso satisfeito se desenhava no rosto dele. — Adorei, vou voltar mais vezes aqui. Sua boca e seus peitos fazem mágica — disse com a voz rouca, os olhos percorrendo o corpo dela com admiração. Ela, olhando pra cara dele, com os peitos ainda brilhando de porra e os lábios inchados de tanto esforço, respondeu com uma gargalhada quente e cheia de cumplicidade. — Fico felizona, amor. Aqui te espero com eles — falou enquanto acariciava um peito num gesto brincalhão, apertando de leve o bico com os dedos—. hahahaha. O som da risada dela ecoou no quarto, as meias arrastão brilhando sob a luz natural, e os saltos brancos ainda perfeitamente no lugar, como se ela estivesse pronta pra mais uma rodada a qualquer momento. — E não esquece de trazer mais dessa porra que eu tanto gosto — completou com uma piscada safada, levando um dedo aos lábios pra lamber devagar.vadiaJuan se despediu com um beijo na bochecha da minha mãe, um gesto que ela aceitou com um sorriso, os dedos dela roçando de leve o queixo dele numa intimidade gostosa. Depois que Juan foi embora, minha mãe tirou um tempinho pra ela, se jogou no sofá e fechou os olhos, com um sorriso satisfeito no rosto. Ela se permitiu uns minutos de relaxamento, saboreando o sucesso da sessão e a conexão que tinha criado com o paciente. Por fim, ela se levantou e começou a arrumar o consultório, guardando a lingerie e os saltos de volta na bolsa branca. Vestiu a roupa de sempre, o vestido, os tênis rosa, e foi em direção à porta. Antes de sair, deu uma última olhada no consultório, pra garantir que tudo estivesse no lugar. Com um último sorriso, apagou as luzes e fechou a porta atrás de si, pronta pra encarar o resto do dia com uma sensação de dever cumprido e satisfação.

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