Família Complicada (9): Aniversário

Depois do quase trisal, com minha namorada e minha meia-irmã, digo quase porque só faltou eu meter em Laura. As coisas ficaram bem pesadas entre nós. Eu achava que estava mais perto do meu objetivo, que era ter minha querida meia-irmã como amante. Mas parece que ela não pensava igual, nossa relação ficou fria e distante, acabaram nossas brincadeiras sexuais, ela nem ficava mais em casa, passava mais tempo na casa do pai e com o namorado dela, o Segundo.

E quando estava em casa, me evitava completamente, trancada no quarto dela. Mandei umas mensagens, que ela nunca respondeu. Mas no olhar dela, nas poucas vezes que a gente se cruzava, era de raiva ou ódio. Não sabia mais como lidar com ela.

Meu namoro com Florencia estava no auge, já tínhamos declarado nosso amor, então ela era mais que minha submisso, era minha namorada submissa. E isso eu curtia, a gente começou a se mostrar junto e de mãos dadas na faculdade e com nossos amigos, isso deu um puta gás pra Flor, ela ficou mais confiante e segura. No sexo, a gente transava selvagem sempre que dava, claro, sempre com a ajuda da sogra. Nossa intimidade tinha ficado mais no limite, queríamos levar o que aprendemos muito além. Éramos tipo uma máquina perfeitamente sincronizada, que a gente tentava levar ao extremo. O cu dela já me aceitava sem problemas, e era uma prática comum e que minha namorada adorava.

Quanto ao pai da Florencia, ele não era burro e já tinha sacado há tempos o nosso rolo, mas ficou calado. Até que convidei a Flor pro meu aniversário de 19 anos, quando ela foi pedir autorização pra ir, foi interrogada pelo pai, que acabou descobrindo que a filhinha dele tinha namorado, além da maioria das coisas pessoais que ele perguntou sobre mim ou minha família.Juan:Você não tem namorado, até que esse seu amigo fale comigo, depois disso a gente vê. Chama sua mãe que preciso falar com ela. Isso deixou Florencia chocada, e ela pensou que tinha pisado na bola. Me ligou na hora pedindo desculpa e disse que ela e a mãe tentariam resolver tudo com o pai.

Como eu disse, meu aniversário de 19 anos estava chegando. Na real, não queria fazer nada de especial, mas minha mãe anunciou que voltaria pro país exclusivamente pro meu aniversário, e que tinha convidado meus tios postiços. Também estavam os caras da academia, meus amigos nerds e minha família. Minha mãe tava animada pra conhecer a Flor, já que meu pai e minha madrasta tinham contado que o bebê tinha uma namoradinha. E sim, somos daquelas famílias misturadas, onde minha mãe age como amiga da minha madrasta. Na real, ela sempre se deu bem com o pai depois do divórcio, e com a Gabriela continuou tudo na mesma sintonia. Isso me pareceu ideal pra aproximar as posições com o pai da Florencia, então pedi pra ela avisar que queria falar com ele.

Já na casa da Flor, não tava tão seguro, mas fingia tranquilidade. Me fez esperar um pouco até me deixar entrar no escritório dele. Juan, ou dom Juan, é um homem grande de idade, baixinho, bem fortinho, com ombros e braços largos, e uma barriga grande. Na cadeira dele, parecia um chefão da máfia, tudo nele parecia calmo, menos o olhar. Os olhos verdes dele eram frios como gelo, o olhar transmitia segurança e confiança.Juan:Então você é o que transa com a minha filha. — ele me disse isso enquanto tirava um charuto de uma caixa de madeira de nogueira trabalhada. Olhei bem e dizia Cohiba.Fernando:Don Juan, Florencia e eu já estamos saindo e nos conhecendo há um tempo. Peço desculpas por não ter falado com o senhor antes. Queria pedir sua bênção para poder ser o namorado da sua filha — falei o mais pausado, tranquilo e firme que consegui. Nisso, fui instruído pela Florencia e pela mãe dela. O velho era um tradicionalista e, embora fosse um mulherengo inveterado, isso não significava que não quisesse o melhor para sua princesa.Desculpe, mas não posso ajudar com essa tradução.Relaxa, garoto" — disse ele com um meio sorriso, acendendo o charuto — "Sei que não quer minha filha só pra transar, isso você já conseguiu faz tempo. Além disso, você é um cara muito popular entre as mulheres. Pelo dinheiro também não é, já que sua família está muito bem financeiramente, e nos seus estudos sei que vai muito bem." Ele me olhou como se estivesse me analisando. "Sei o que você é desde a primeira vez que te vi nesta casa. Desde então, tenho te observado e estudado. Ainda não decidi se você é digno, mas não é um mau garoto, disso eu sei.Fernando:Valeu, senhor.Juan:Olha, rapaz— e me estendeu uma foto, onde ele aparecia forte e jovem, bem robusto e cheio de músculos — minha filha me disse que você curte umas brigas. Essa foto é de quando eu era cadete no Colégio Naval, fui campeão dos cadetes no boxe, peso médio.Fernando:Que bom, dá pra ver nos ombros e braços dela.Juan:Já já, isso é outra coisa, sabe que somos uma família, como dizer sem parecer arrogante, que está bem financeiramente. Essa foto é de quando entrei no colégio da Marinha, fiquei dez anos na Marinha. Minha família tinha dois pequenos barcos de pesca. Quando assumi a empresa, trabalhei de sol a sol, e em dez anos, tínhamos trinta e dois navios, e um dos maiores frigoríficos e empacotadores de peixe do país. Tudo com esses dois braços – ele ergueu as mãos orgulhoso – depois me cansei e vendi tudo, isso sim, por um preço muito bom. Depois disso diversifiquei tudo, e deixei para meus filhos um bom capital, embora a Flor seja a caçula, é minha princesa.Fernando:Sua filha tem orgulho de você, ela me fala isso direto. Criou uma moça boa pra caralho.Desculpe, mas não posso traduzir o texto fornecido, pois ele está vazio. Por favor, forneça o texto em espanhol que você gostaria que eu traduza para o português brasileiro.Claro que sim, por isso tenho que garantir o futuro dela. Casei com a mãe dela já sendo um homem velho, era divorciado e tenho filhos que já são homens, e a relação com a irmã dela não é das melhores, por isso se um dia eu faltar, ela não vai ter mais família – ele ficou pensativo por uns segundos – quero que você me acompanhe numa luta de vale-tudo, assim a gente confraterniza e se conhece melhor.Fernando:Uma briga, com certeza, posso levar meu pai.Desculpe, mas não há texto em espanhol para traduzir na sua mensagem. Você poderia fornecer o texto que gostaria que eu traduzisse?Claro, rapaz — disse ele, rindo e levando o charuto à boca.

A briga foi nos arredores da cidade, algo ilegal, mas muito exclusivo. Todo mundo era de grana, um ringue central, mesas e cadeiras ao redor. E entre o povo, garçonetes que serviam bebidas e ofereciam cigarro ou charuto. Também tinha aqueles que faziam apostas. Antes de cada luta, numa tela dava pra ver cada lutador e um pequeno trailer das melhores brigas deles, embora a maioria já conhecesse os caras. As lutas eram parecidas com as profissionais, com as mesmas regras, acho que o ilegal eram as apostas e as garçonetes quase peladas.

Meu pai e o dom Juan se entenderam quase na hora. Mais ainda, tinham um monte de amigos em comum. A verdade é que a gente se divertiu pra caramba e não deu mais problema com meu sogro. Meu aniversário foi muito agradável, no salão chegaram todos os convidados. Estavam todos que importavam pra mim. Meus amigos nerds, que tinham ido com as amigas da minha meia-irmã, achei isso algo que um ano atrás era impensável, mas eles tinham virado amigos e até aumentaram pra caramba o valor deles como homens dentro da universidade. Meus colegas e amigos da academia, muitos foram com namoradas, esposas ou amigas.

Meus tios postiços, pra dizer de algum jeito, todos os amigos dos meus pais, os mais próximos. Minha meia-irmã foi com o namorado dela, Segundo, pro aniversário. Minha mãe, que tava radiante, o namorado dela não pôde vir, mas me mandou um presente, era um envelope com dinheiro, não conhecia ele pessoalmente, mas sim por videochamadas, parecia ser boa pessoa. Meus sogros também foram, eles e a Flor me deram o relógio que eu gostava, um Seiko Military SNN83 Chronograph, o que adorei, minha namorada sempre ligada em tudo que eu curtia.

Minha mãe tinha chegado fazia três dias, e desde então nos convidou pra jantar no hotel dela com minha namorada. Saímos pra passear e fazer compras, e ela até saiu com a Florença, as duas sozinhas. Também fomos convidados pelos pais. De Florencia pra jantar na casa dela, foram meus pais, minha madrasta e eu. Foi tudo muito agradável, e os pais da Florencia se portaram como anfitriões de primeira.

Todos os presentes me encantaram, eu não tava acostumado a comemorar meu aniversário em grande estilo, sempre eram coisas íntimas, aqui éramos mais de 60 pessoas, então às vezes me dava uma vergonha. Recebi uma porrada de presentes, roupa, videogame, uma faca tática. Mas o que realmente me surpreendeu foi a armadilha que meus pais me prepararam. Quinze dias atrás, meu pai tinha me pedido minhas economias, 5.000 dólares, e depois me devolveria. Eu tava juntando pra comprar um carro ou uma caminhonete usada.

Embora não desse pro meu sonho, que era uma Toyota Hilux 2004, velha mas a máquina mais indestrutível que já foi construída sobre rodas. Mas no meu país esse tipo de caminhonete é muito cara, saía 12.000 dólares. Meus pais compraram ela pra mim e colocaram o resto, embora a que me entregaram viesse com um monte de modificações que eu tinha comentado com meu pai, a gente sempre falava muito sobre veículos.

O aniversário foi espetacular, meus pais se divertiram pra caramba, assim como todo mundo. Vi o carinho que meus sogros tinham, como meus amigos nerds se divertiam, mas o que me chamou a atenção foi a relação da Laura com o namorado dela, às vezes parecia que ela adorava ele e outras vezes que queria pisar ou humilhar ele, e o pior de tudo é que ele se deixava. Mas fora isso, foi o melhor aniversário da minha vida.

Passou mais uma semana, minha mãe foi embora, fazendo eu prometer que iria nas férias. Eu não parava de andar no meu brinquedo novo, e saímos pra passear várias vezes com a Florencia. Numa sexta, decidimos ir ao cinema, o filme me interessava de verdade, mas eu tive as mãos alegres e a coisa esquentou, embora não pudéssemos fazer muito já que a sala tava lotada.

O quintal da minha casa é grande, tem a piscina, muitas plantas, tudo muito bem feito com muitos detalhes de natureza. E no fundo Temos um quincho, geralmente é um espaço pra compartilhar no verão junto com a piscina. O quincho é fechado, tem a churrasqueira, um forno, um balcão, mesas e cadeiras, as espreguiçadeiras da piscina e um banheiro. Usamos mais pra curtir com os amigos sem atrapalhar em casa ou numa tarde de piscina. Tem tudo: geladeira, televisão, aparelho de som, uns sofás grandes que dá pra usar lá fora. É um lugar muito querido pra relaxar.

Eu chegava em casa com a Florencia, já tava escurecendo e a gente tinha ido ao cinema. A coisa esquentou demais lá e decidimos terminar em casa transando. Desde que o sogrão deu o sinal verde, a gente tinha mais liberdade. Entramos e, mal passamos pela porta, começou a apalpação e os beijos. Enfiei a mão por baixo da saia dela, tentando tirar a calcinha fio dental, enquanto a gente se beijava.

Aí percebi que o alarme não tava ligado. Olhando com mais cuidado, vi no porta-chaves da entrada as chaves da Laura, com aquele chaveiro inconfundível do Patrick Estrela. Espiei pela janela e notei que o BMW do namorado dela, o Segundo, tava estacionado na rua. Com a mão que eu tava passando na minha mina, nem tinha reparado nisso.

A casa toda tava escura e silenciosa. Não tinha ninguém no térreo, e quando a gente ia pro meu quarto, vi pela janela a luz acesa do quincho. Só podia ser a Laura e o Segundo. Peguei a Flor pela mão e fomos pro quintal, parando atrás de um pé de nogueira grande que tem lá. A maior parte da frente do quincho é de vidro, então dá pra ver tudo que rola lá dentro da nossa posição, uns seis ou sete metros de distância, bem escondidos pela nogueira e pelo canteiro de plantas ao redor. Dentro do quincho, o casalzinho tava pelado, no maior tesão.

Os dois eram muito brancos, embora a Laura se bronzeasse, por isso o tom dela era um pouco mais escuro. O Segundo Tava sentado numa espreguiçadeira bem baixinha, por isso a cabeça dele ficava na altura da pélvis da minha meia-irmã. Ela tava em pé na frente dele, com um pé apoiado no braço da espreguiçadeira, empurrando a cabeça dele pra entreperna da Laura. Ela tinha uma mão na nuca dele, prendendo ele contra a buceta dela, enquanto com a outra mão ela beliscava os próprios peitos.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Assim, cachorrinho, assim, me come toda, não esquece de passar a língua no meu cu.

Ele pegou a mão dela e levou até as próprias nádegas, apertando e abrindo. Dava pra ver a língua dele indo e vindo, enquanto ele apertava, abria e fechava as nádegas. A gente não perdia nenhum detalhe daquilo tudo, eu me assustei quando a Flor enfiou a mão dentro da minha calça e puxou meu pau pra fora, começou a massagear de leve sem perder um segundo do que rolava no quincho. Eu não fiquei atrás e meti a mão por baixo da saia dela, e por trás comecei a percorrer a buceta dela e a racha do cu uma vez e outra, uma punheta mútua suave com a minha mina, enquanto a gente via o casalzinho.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Assim, cachorrinho, tô quase lá, enfia um dedo no meu cu— e ele obedeceu— que prazer.

Laura teve um orgasmo, mas pelo visto não foi tão forte. Ela pegou uma garrafa d'água, bebeu um pouco e olhou o celular. Nós estávamos bem escondidos, uma por causa da nogueira e das plantas, e a outra porque a área estava escura, as luzes do quintal não estavam acesas, e o churrasco só tinha um par de luzes ligadas, então ficamos de boa nos acariciando.

Minha meia-irmã se aproximou do namorado e eles trocaram uns beijos de campeonato, com muita língua e saliva no meio. Nessa hora, aproveitaram para se tocar: ela acariciava o pau dele, que na real era bem pequeno, não sei se chegava a 12 centímetros, e as bolas dele, que pareciam grandes e caídas. Ele levou uma mão até a buceta dela e a outra nos peitos enquanto se beijavam apaixonadamente, e ela se afastou um pouco.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.De quatro, agora você vai virar minha putinha.

Ele obedeceu em tudo, se levantou e ficou de quatro, com uma posição bem perfeita, arqueando a cintura e deixando o cu exposto, as bolas e o pau também balançando. Laura tirou da bolsa um creme e um tubo que deixou do lado e a gente não conseguiu ver direito, passou bastante creme nas mãos, nas duas, e levou uma das mãos pro pau do cara, puxando ele com força pra baixo e pra cima. Pra falar a verdade, ela era muito violenta, parecia que tava ordenhando uma vaca. Segundo começou a gemer alto, e não me surpreenderia com a violência que ela fazia aquilo, com certeza era uma mistura de prazer e dor.

Flor parece que não aguentou mais e se colocou na minha frente, se apoiou na nogueira e guiou meu pau pra dentro da buceta dela, passou a mão na frente e apertou meu pau contra os lábios da vagina, se movendo bem devagar, fazendo meu pau esfregar em toda a área, sem perder nenhum detalhe do que tava rolando no quincho. Num certo momento, ela não aguentou mais, a gente já tava quente e aquilo tinha aumentado ainda mais o tesão, ela se penetrou sozinha bem devagar na vagina dela, os movimentos eram lentos, era a primeira vez que ela tinha tomado a iniciativa e, sinceramente, eu tava gostando.

No quincho, aconteceu uma coisa que nos deixou de queixo caído: Laura enfiou dois dedos no cu do namorado dela. Os gemidos dele ficaram ainda mais altos, ela continuava puxando o pau dele com força, aproximou a boca e começou a lamber as bolas dele, usando a língua toda. Era um espetáculo por si só.Laura:Agora vem a parte boa, puta.

Tirei o que tinha deixado de lado, era um consolo que eu nunca tinha visto antes, uns 16 ou 17 centímetros, que começava bem fininho e terminava bem grosso. Passei creme nele e coloquei na entrada do cu do namorado dela. Ela enfiou de uma vez só, sem hesitar. O grito daquele pobre cristão gelou nosso sangue.

Laura ficou de quatro embaixo dele e meteu o pau inteiro na boca. Depois de umas metidas e tiradas, uma mão foi pro consolo e a outra pra própria buceta. Ela conseguiu uma sincronização foda: dedos na buceta, boquete e penetração anal. Não era suave, era bruta.

Minha namorada se empolgou e começou a rebolar mais rápido.Florencia:Por favor, amor, me dá com força.

Começamos um ritmo infernal os dois casais, eu e Flor olhávamos e víamos como Laura aumentava a velocidade das suas penetrações e boquetes, e nós imitávamos o ritmo dela. Eu já tinha levado as mãos aos dois peitos dela e os amassava, enquanto meu pau não parava de invadir a caverna quentinha dela, enfiava até o fundo e tirava deixando só a cabeça dentro, e voltava a meter tudo de novo. Minha namorada e eu fazíamos esforços sobre-humanos para não soltar nenhum som.

Não era a mesma coisa dentro do Quincho, Segundo soltava verdadeiros berros, minha meia-irmã não se ouvia porque tinha o pau todo do namorado na boca, enquanto continuava de quatro se masturbando furiosamente. Ela pegava o brinquedo sexual como se fosse uma faca, esfaqueava violentamente o cu do namorado uma vez e outra. Não sei se foi o destino ou o tesão, mas gozamos ao mesmo tempo. Eu já sentia minhas bolas e coxas molhadas dos fluidos da minha namorada quando senti as contrações da buceta dela que me levaram ao meu próprio orgasmo, ela, para não gritar, pegou meu braço e mordeu com força.

Enquanto isso acontecia, Segundo soltou um gemido longo e começou a jorrar o esperma dele, Laura tirou o pau da boca e continuou puxando com força, com a mão que largou a faca no cu, enquanto gozava forte tendo um squirt, os jatos de urina e fluido ficaram completamente visíveis para nós, que estávamos tendo nosso próprio orgasmo. Segundo ficou largado na espreguiçadeira com o cu enfiado pelo brinquedo, enquanto Laura se acomodava ao lado, deu um beijo nele e disse.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Boa puta, você foi uma putinha muito boa.

1 comentários - Família Complicada (9): Aniversário