Fala, galera! Queria contar uma parada que rolou comigo. E, sinceramente, dou razão pra quem fala que se a gente deseja muito algo com toda força, o universo acaba entregando.
Belen, ela. Alejandro, ele. E eu... Gaston. Durante um ano, eu passava quase todo dia pra buscar o Ale, meu amigo e colega de trampo, pra irmos juntos pra fábrica onde a gente trabalhava (eu ainda trampo lá hoje). Belén, uma mina baixinha, branquinha igual neve, pálida pra caralho, morena, missioneira, com aquele tom paraguaio lindo. Peito pequeno, mas uma bunda redonda e umas pernas maravilhosas. Era a mulher dele. Sempre trocávamos umas palavras enquanto esperava ele se trocar ou se arrumar pra ir trabalhar. Sinceramente, não reparava muito nela, porque ele é muito ciumento, dava pra ver que ele deixava ela na rédea curta, já que ela sempre foi seca comigo. Mas a coisa foi ficando cada vez mais quente pra mim, porque eu via ela ali quase sempre de short, tomando um mate no inverno e, no verão, uma espécie de mate gelado com ervas e, às vezes, suco. Aquela boquinha que ela fazia quando chupava o canudo foi o estopim da minha tesão.
Resumo... um dia, fui no banheiro e tava no chão um monte de roupa separada pra lavar. Pilhas: a roupa de trampo dele, de sair, e a roupa dela. Aí eu notei, sem querer, uma calcinha fio-dental creminha. Naquela hora, minha cabeça já foi pro espaço, e eu comecei a ficar todo arrepiado e tremendo de tesão, só de ver aquela calcinha ali, usada por ela. No começo, hesitei um pouco, mas não consegui lutar contra a minha excitação. Peguei ela e descolei um pouco, porque tava grudada bem no lugar onde vai os lábios da buceta. E aí eu explodi e cheirei ela. Tinha um cheiro misturado de xixi e corrimento, mas juro que foi o cheiro de buceta mais gostoso que já senti na vida. Como todo tarado que sou... fiquei cheirando ela, e mais ainda... enfiei no bolso e levei pra casa.
Desde aquele dia, não conseguia mais ver ela do mesmo jeito. Vejo ela como um pedaço de carne. Desejava ela com loucura. Via ela ali chupando o mate gelado e meu pau ficava duro pra caralho, e mais, eu fazia questão que ela percebesse que eu tava olhando. com desejo... e dia após dia, eu revirava a roupa suja do cesto. Às vezes com sorte de encontrar algo bem usado, outras vezes não. Até que um dia aconteceu o que eu nunca imaginei... Continua...
Belen, ela. Alejandro, ele. E eu... Gaston. Durante um ano, eu passava quase todo dia pra buscar o Ale, meu amigo e colega de trampo, pra irmos juntos pra fábrica onde a gente trabalhava (eu ainda trampo lá hoje). Belén, uma mina baixinha, branquinha igual neve, pálida pra caralho, morena, missioneira, com aquele tom paraguaio lindo. Peito pequeno, mas uma bunda redonda e umas pernas maravilhosas. Era a mulher dele. Sempre trocávamos umas palavras enquanto esperava ele se trocar ou se arrumar pra ir trabalhar. Sinceramente, não reparava muito nela, porque ele é muito ciumento, dava pra ver que ele deixava ela na rédea curta, já que ela sempre foi seca comigo. Mas a coisa foi ficando cada vez mais quente pra mim, porque eu via ela ali quase sempre de short, tomando um mate no inverno e, no verão, uma espécie de mate gelado com ervas e, às vezes, suco. Aquela boquinha que ela fazia quando chupava o canudo foi o estopim da minha tesão.
Resumo... um dia, fui no banheiro e tava no chão um monte de roupa separada pra lavar. Pilhas: a roupa de trampo dele, de sair, e a roupa dela. Aí eu notei, sem querer, uma calcinha fio-dental creminha. Naquela hora, minha cabeça já foi pro espaço, e eu comecei a ficar todo arrepiado e tremendo de tesão, só de ver aquela calcinha ali, usada por ela. No começo, hesitei um pouco, mas não consegui lutar contra a minha excitação. Peguei ela e descolei um pouco, porque tava grudada bem no lugar onde vai os lábios da buceta. E aí eu explodi e cheirei ela. Tinha um cheiro misturado de xixi e corrimento, mas juro que foi o cheiro de buceta mais gostoso que já senti na vida. Como todo tarado que sou... fiquei cheirando ela, e mais ainda... enfiei no bolso e levei pra casa.
Desde aquele dia, não conseguia mais ver ela do mesmo jeito. Vejo ela como um pedaço de carne. Desejava ela com loucura. Via ela ali chupando o mate gelado e meu pau ficava duro pra caralho, e mais, eu fazia questão que ela percebesse que eu tava olhando. com desejo... e dia após dia, eu revirava a roupa suja do cesto. Às vezes com sorte de encontrar algo bem usado, outras vezes não. Até que um dia aconteceu o que eu nunca imaginei... Continua...
0 comentários - Uma fantasia virou realidade