Oi, meus amores, sei que tenho algo pendente pra contar pra vocês. Me perdoem por não ter conseguido explicar o motivo de ter deletado meu WhatsApp. Mas vocês podem me seguir no meu TG, só que não posso compartilhar aqui na publicação. Queria contar uma história que rolou comigo esse fim de semana com minha prima. Descansei e fui comprar umas paradas com ela numa área da Cidade do México que vocês devem conhecer. Não sei se alguém me reconheceu naquele dia, mas se teve alguém que chegou em mim, pode me mandar mensagem que a gente conversa ❤️☺️. Bom, primeiro vou apresentar minha prima: uma das que me ensinou muita coisa da vida e me ensinou a ser piranha jiji.
Já que ela me pediu pra não falar o nome verdadeiro dela, vou chamar ela de Abby. Ela é minha prima e, pra ser sincera, já vivemos um monte de experiências juntas. Mas acho que nunca passamos por uma parada igual à que vou contar pra vocês, rsrs.
Bom, depois que apresentei vocês, vou contar a história. A primeira coisa que aconteceu foi que no sábado passado fomos pra La Merced, que é um lugar na Cidade do México onde você encontra de tudo, já que é um mercado muito grande e onde dá pra comprar até no atacado. A gente foi atrás de uns arranjos de centro de mesa pra uma festa que íamos, e por isso decidimos ir pra lá. Achamos que estávamos vestidas normal, ela não é daqui, então passou no meu apartamento pra deixar as coisas e trocar de roupa. Lembro que ela vestiu uma legging escura normal — anexo foto real.
Naquele dia, eu tava usando uma blusa preta e uma legging preta normal, embora vocês saibam que eu adoro calcinha de renda ou fio dental. E naquele dia, eu levei uma de renda e acho que dava pra ver um pouquinho da minha calcinha marcando, mas fora isso, acho que não chamávamos tanta atenção. Bom, o ponto é que a gente pegou o metrô em Pantitlán e de lá fomos pra La Merced na linha rosa do metrô, se não me engano, eram duas estações antes de a gente descer na conexão com a outra linha. A questão é que a gente tava num horário que já não era mais pico, e nessa baldeação subiram quatro caras, eram amigos e iam pro mesmo lugar que a gente. Vale dizer que a gente tava em pé, as duas, e perto da conexão com o outro vagão tava meio apertado. Depois que esses caras subiram, eles pareciam meio malandros, hahaha, e tatuados. Aos poucos, eles começaram a se aproximar. A gente tava olhando pela janela quando sinto um deles chegando muito perto de mim e sinto ele esfregando em mim. Não vou negar que no começo me incomodou, mas depois fiquei com tesão porque ele tava se esfregando e eu senti algo muito grande debaixo da calça dele, provavelmente por causa da ereção. Também vi que um cara se esfregou na minha prima, e acho que ela gostou também, porque ela só me olhava e sorria. A gente fingiu que não tava sentindo nada. Pouco depois dessa esfregada, a gente desceu na La Merced e saímos rápido porque também não sabíamos com quem estávamos lidando. Saímos correndo e achamos que tínhamos perdido eles de vista. Só comentamos, eu e minha prima, que aqueles caras estavam se esfregando na gente e nos olhando com cara de safados. Foi algo gostoso e tesudo, mas a gente também sabia quando era perigoso, e dessa vez foi meio perigoso, hahaha, mas divertido 😜
Pouco depois, saímos do metrô pela saída que liga com as barracas da Merced, e dali começou nossa caminhada atrás do que íamos comprar. Naquele dia, pra não fazer a história muito longa, a gente passou umas 2 a 3 horas olhando, até que decidimos ir num lugar que nos convenceu. Fechamos com o cara que ia fazer os ajustes e pronto, saímos. Mas pouco depois percebemos que os caras que a gente tinha visto estavam atrás da gente. Na hora, não sabíamos que estavam nos seguindo, e aí sim sentimos medo, ainda mais porque todo mundo sabe o que falam desse lugar pra quem é da Cidade do México. A gente se mandou rápido pra um canto pra não sermos vistas, mas não fomos embora de vez porque queríamos continuar olhando. Começou a ficar tarde, já era umas 5 horas, e o tempo fechou, escureceu. Então não sei dizer exatamente o ponto, mas fomos pela calçada pra chegar mais rápido no metrô. A gente tava meio longe do metrô quando começou a chover forte. Entramos numa loja de roupas femininas, que era um corredor que ligava com outra saída. Ficamos olhando as coisas enquanto a chuva passava, até que vimos os caras que tinham dado em cima da gente entrarem. Na hora, sentimos medo de novo. E aí deduzimos que eles eram dali, ou melhor, que eram conhecidos, porque as pessoas que atendiam na loja cumprimentaram eles como se se conhecessem há tempos. Depois, não sei o que os caras falaram, mas eles deram uma blusa pra mim e outra pra minha prima Abby. A minha era rosa, e a dela marrom. A gente recusou, falou que não conhecia eles, mas os quatro caras se aproximaram e disseram que era um presente pra gente, porque éramos muito lindas e eles viram que a gente tinha gostado daquelas blusas. Depois disso, a gente questionou por que estavam nos seguindo, e eles disseram que só estavam cuidando da gente, porque essas áreas são perigosas e tal. Eu, num momento, desconfiei, por causa do... O fato de que ninguém cuidaria de você daquele jeito, mas depois, os donos do local, que eram um senhor grande e uma senhora, nos disseram que eles não eram ruins, que os conheciam no mercado, e andavam dizendo que éramos amigas deles no mercado, e a gente ficou chocada, foi isso que na hora nos deu um pouco de confiança. Durante o dia a gente não tinha comido e naquele momento nos convidaram pra comer, mas a gente não aceitou, então pra não ficar mal, só dissemos que queríamos uma bebida, que estávamos com sede. Fomos até a loja, eu ia com um cara e minha prima com outro, só conversando coisas normais, e lá na loja pedimos as bebidas e eles pagaram. Quero deixar claro que eles não eram tão malandros porque falavam bem, só que tinham tatuagens. Minha prima, pelo visto, estava sendo paquerada e convencida, e o outro tava pedindo meu número. Óbvio que não dei meu número verdadeiro, demos outros porque não sabíamos quem eles eram de verdade. Depois eles disseram que iam nos deixar no metrô, mas o tempo todo não paravam de nos olhar com malícia. Aí fomos caminhando um pouco porque ainda estava chovendo e tinha poças, e eles disseram que pra gente não se molhar, iam buscar uma caminhonete que um amigo ia emprestar. E isso já tinha nos deixado meio desconfiadas. Quando a caminhonete chegou, não era feia, era bonita, e a gente subiu as duas. Dois amigos na frente e os caras com quem a gente tava conversando atrás com a gente, a gente no meio. Eles perguntaram pra onde a gente ia, e a gente disse que no metrô já tava bom, e eles foram nos deixar em Pantitlán. Mas no meio do caminho, não sei como aconteceu, o ponto é que minha prima se esquentou e começou a beijar um deles, e o outro queria me beijar, mas eu me afastava. Até que quando ele começou a me tocar, senti um pouco de tesão. Minha prima já tinha os peitos pra fora e eu tava beijando o cara. Só vi quando ele começou a tirar aquela coisa grande pra fora, e aí eu não aguentei.

Comecei a chupar ele e tava uma delícia, verdade. Era grande, não tão grande, mas curti pra caralho. Foi só um momento de putaria onde tiraram meus peitos pra fora e começaram a chupar eles, e depois foram tocando mais pra baixo e eu não aguentei. Só sentia um pouco a língua dele, e isso foi me esquentando mais. Depois continuei chupando ele e ele ficava apalpando minha bunda. Ele baixou minha legging e esfregou a vara dele em mim. O momento foi interrompido por um amigo dele que falou que a gente já ia chegar. Aí ele bateu uma punheta em cima de mim até que eu senti ele gozar nas minhas costas e na minha bunda, deixou meu calcinha e minhas costas todas meladas de porra. Não consegui me limpar direito, só subi minha legging de volta. Minha prima também tava se vestindo de novo. A gente deu beijo de despedida neles e eles deram uns tapas na nossa bunda antes da gente descer do carro. A gente pegou nossa bolsa e entrou rápido no metrô em Pantitlán. Lá a gente procurou o endereço do apartamento. Eu e minha prima ficamos com vontade de ter feito mais coisa naquele dia, ainda mais porque eles nos deixaram com um tesão danado. Foi divertido. Minha prima me contou que o cara gozou na boca dela e que ela engoliu tudo. A gente contou uma pra outra o que fez naquele dia, mas ninguém sabe disso e a gente nunca tinha tido uma experiência assim juntas.
Meus amores, espero que tenham gostado da história ❤️☺️ Comentem aí se curtiram a nossa história
Já que ela me pediu pra não falar o nome verdadeiro dela, vou chamar ela de Abby. Ela é minha prima e, pra ser sincera, já vivemos um monte de experiências juntas. Mas acho que nunca passamos por uma parada igual à que vou contar pra vocês, rsrs.
Bom, depois que apresentei vocês, vou contar a história. A primeira coisa que aconteceu foi que no sábado passado fomos pra La Merced, que é um lugar na Cidade do México onde você encontra de tudo, já que é um mercado muito grande e onde dá pra comprar até no atacado. A gente foi atrás de uns arranjos de centro de mesa pra uma festa que íamos, e por isso decidimos ir pra lá. Achamos que estávamos vestidas normal, ela não é daqui, então passou no meu apartamento pra deixar as coisas e trocar de roupa. Lembro que ela vestiu uma legging escura normal — anexo foto real.
Naquele dia, eu tava usando uma blusa preta e uma legging preta normal, embora vocês saibam que eu adoro calcinha de renda ou fio dental. E naquele dia, eu levei uma de renda e acho que dava pra ver um pouquinho da minha calcinha marcando, mas fora isso, acho que não chamávamos tanta atenção. Bom, o ponto é que a gente pegou o metrô em Pantitlán e de lá fomos pra La Merced na linha rosa do metrô, se não me engano, eram duas estações antes de a gente descer na conexão com a outra linha. A questão é que a gente tava num horário que já não era mais pico, e nessa baldeação subiram quatro caras, eram amigos e iam pro mesmo lugar que a gente. Vale dizer que a gente tava em pé, as duas, e perto da conexão com o outro vagão tava meio apertado. Depois que esses caras subiram, eles pareciam meio malandros, hahaha, e tatuados. Aos poucos, eles começaram a se aproximar. A gente tava olhando pela janela quando sinto um deles chegando muito perto de mim e sinto ele esfregando em mim. Não vou negar que no começo me incomodou, mas depois fiquei com tesão porque ele tava se esfregando e eu senti algo muito grande debaixo da calça dele, provavelmente por causa da ereção. Também vi que um cara se esfregou na minha prima, e acho que ela gostou também, porque ela só me olhava e sorria. A gente fingiu que não tava sentindo nada. Pouco depois dessa esfregada, a gente desceu na La Merced e saímos rápido porque também não sabíamos com quem estávamos lidando. Saímos correndo e achamos que tínhamos perdido eles de vista. Só comentamos, eu e minha prima, que aqueles caras estavam se esfregando na gente e nos olhando com cara de safados. Foi algo gostoso e tesudo, mas a gente também sabia quando era perigoso, e dessa vez foi meio perigoso, hahaha, mas divertido 😜
Pouco depois, saímos do metrô pela saída que liga com as barracas da Merced, e dali começou nossa caminhada atrás do que íamos comprar. Naquele dia, pra não fazer a história muito longa, a gente passou umas 2 a 3 horas olhando, até que decidimos ir num lugar que nos convenceu. Fechamos com o cara que ia fazer os ajustes e pronto, saímos. Mas pouco depois percebemos que os caras que a gente tinha visto estavam atrás da gente. Na hora, não sabíamos que estavam nos seguindo, e aí sim sentimos medo, ainda mais porque todo mundo sabe o que falam desse lugar pra quem é da Cidade do México. A gente se mandou rápido pra um canto pra não sermos vistas, mas não fomos embora de vez porque queríamos continuar olhando. Começou a ficar tarde, já era umas 5 horas, e o tempo fechou, escureceu. Então não sei dizer exatamente o ponto, mas fomos pela calçada pra chegar mais rápido no metrô. A gente tava meio longe do metrô quando começou a chover forte. Entramos numa loja de roupas femininas, que era um corredor que ligava com outra saída. Ficamos olhando as coisas enquanto a chuva passava, até que vimos os caras que tinham dado em cima da gente entrarem. Na hora, sentimos medo de novo. E aí deduzimos que eles eram dali, ou melhor, que eram conhecidos, porque as pessoas que atendiam na loja cumprimentaram eles como se se conhecessem há tempos. Depois, não sei o que os caras falaram, mas eles deram uma blusa pra mim e outra pra minha prima Abby. A minha era rosa, e a dela marrom. A gente recusou, falou que não conhecia eles, mas os quatro caras se aproximaram e disseram que era um presente pra gente, porque éramos muito lindas e eles viram que a gente tinha gostado daquelas blusas. Depois disso, a gente questionou por que estavam nos seguindo, e eles disseram que só estavam cuidando da gente, porque essas áreas são perigosas e tal. Eu, num momento, desconfiei, por causa do... O fato de que ninguém cuidaria de você daquele jeito, mas depois, os donos do local, que eram um senhor grande e uma senhora, nos disseram que eles não eram ruins, que os conheciam no mercado, e andavam dizendo que éramos amigas deles no mercado, e a gente ficou chocada, foi isso que na hora nos deu um pouco de confiança. Durante o dia a gente não tinha comido e naquele momento nos convidaram pra comer, mas a gente não aceitou, então pra não ficar mal, só dissemos que queríamos uma bebida, que estávamos com sede. Fomos até a loja, eu ia com um cara e minha prima com outro, só conversando coisas normais, e lá na loja pedimos as bebidas e eles pagaram. Quero deixar claro que eles não eram tão malandros porque falavam bem, só que tinham tatuagens. Minha prima, pelo visto, estava sendo paquerada e convencida, e o outro tava pedindo meu número. Óbvio que não dei meu número verdadeiro, demos outros porque não sabíamos quem eles eram de verdade. Depois eles disseram que iam nos deixar no metrô, mas o tempo todo não paravam de nos olhar com malícia. Aí fomos caminhando um pouco porque ainda estava chovendo e tinha poças, e eles disseram que pra gente não se molhar, iam buscar uma caminhonete que um amigo ia emprestar. E isso já tinha nos deixado meio desconfiadas. Quando a caminhonete chegou, não era feia, era bonita, e a gente subiu as duas. Dois amigos na frente e os caras com quem a gente tava conversando atrás com a gente, a gente no meio. Eles perguntaram pra onde a gente ia, e a gente disse que no metrô já tava bom, e eles foram nos deixar em Pantitlán. Mas no meio do caminho, não sei como aconteceu, o ponto é que minha prima se esquentou e começou a beijar um deles, e o outro queria me beijar, mas eu me afastava. Até que quando ele começou a me tocar, senti um pouco de tesão. Minha prima já tinha os peitos pra fora e eu tava beijando o cara. Só vi quando ele começou a tirar aquela coisa grande pra fora, e aí eu não aguentei.

Comecei a chupar ele e tava uma delícia, verdade. Era grande, não tão grande, mas curti pra caralho. Foi só um momento de putaria onde tiraram meus peitos pra fora e começaram a chupar eles, e depois foram tocando mais pra baixo e eu não aguentei. Só sentia um pouco a língua dele, e isso foi me esquentando mais. Depois continuei chupando ele e ele ficava apalpando minha bunda. Ele baixou minha legging e esfregou a vara dele em mim. O momento foi interrompido por um amigo dele que falou que a gente já ia chegar. Aí ele bateu uma punheta em cima de mim até que eu senti ele gozar nas minhas costas e na minha bunda, deixou meu calcinha e minhas costas todas meladas de porra. Não consegui me limpar direito, só subi minha legging de volta. Minha prima também tava se vestindo de novo. A gente deu beijo de despedida neles e eles deram uns tapas na nossa bunda antes da gente descer do carro. A gente pegou nossa bolsa e entrou rápido no metrô em Pantitlán. Lá a gente procurou o endereço do apartamento. Eu e minha prima ficamos com vontade de ter feito mais coisa naquele dia, ainda mais porque eles nos deixaram com um tesão danado. Foi divertido. Minha prima me contou que o cara gozou na boca dela e que ela engoliu tudo. A gente contou uma pra outra o que fez naquele dia, mas ninguém sabe disso e a gente nunca tinha tido uma experiência assim juntas.
Meus amores, espero que tenham gostado da história ❤️☺️ Comentem aí se curtiram a nossa história
9 comentários - Arrumaram uma gostosa pra mim no metrô
Muy buen post.
Ojala y un dia me toque toparme contigo.
😋
😋