Olá, todo mundo, vamos nos apresentar: somos a Yanet e o Puaxxx, e como vocês devem ter notado, somos um casal de verdade que pratica incesto Mãe-Filho há 8 anos. Meu nome é Yanet, acabei de fazer 42 anos, sou de nacionalidade mexicano-cubana porque minha mãe é cubana e meu pai mexicano. Fisicamente, não sou muito alta, tenho 1,60m, pele clara, cabelo castanho (embora eu goste de tingir); sempre fui uma mulher bem voluptuosa (acho que é por causa da genética que herdei da minha mãe). Desde pequena, sempre tive uma bunda bem grande e peitos também. Minhas medidas são: peito 98cm, cintura 63cm e quadril 115cm. Tanto meus peitos quanto minha bunda são naturais, só operei o abdômen pra ficar marcado, e claro, academia, dieta, tratamentos. Aqui vai uma foto pra vocês verem como estou agora. Sou divorciada (duas vezes), e dos meus dois casamentos nasceram meus filhos: o primeiro, o mais velho, tem 23 anos agora, e minha filha, que tem 17 anos. Moramos os dois na Cidade do México, só que minha filha mora com o pai dela e eu moro só com meu filho. Depois do meu segundo divórcio, decidi focar no meu trabalho e no meu filho. Na parte do amor, decidi não me apaixonar mais, mas isso não significava que eu ia me fechar pra conhecer gente nova. Só fazia isso pra satisfazer minhas necessidades sexuais, nada de envolver sentimentos. Era hora de aproveitar a vida, coisa que não tinha feito em quase 15 anos (por me dedicar a ser uma boa esposa e aos meus filhos). Não precisava mais me preocupar tanto com meu filho, já que ele tava na adolescência e não precisava de tantos cuidados como quando era pequeno. Decidi reconstruir minha vida, vendi a casa onde morava com meu ex-marido, comprei a casa onde moramos agora, comecei a me cuidar fisicamente (tratamento facial, lipoescultura, definição do abdômen, etc.) e aí sim, aproveitar minha solteirice. Saía mais pra festas com minhas amigas do trabalho, aceitava um ou outro convite de um homem (se eu achasse ele gostoso, claro) ou até eu mesma chamava eles. tava procurando. Aqui uma foto de como eu tava naqueles dias, depois de tudo que fiz comigo.
Isso não me fazia negligenciar minhas obrigações como mãe e dona de casa, inclusive contratei uma senhora para me ajudar com os serviços domésticos, ela é essencial nessa história. Como não gostava de sair pra festas, às vezes organizava elas na minha casa, convidava colegas do trabalho ou vizinhos. Não sei o que acontece, mas quando os homens ficam sabendo que uma mulher está largada, divorciada ou de coração partido, todos correm atrás de você. Naquela época, eu tinha um namoradinho que a gente só se via pra transar, ele era meu colega de trabalho. Também tinha um vizinho que, quase desde que me mudei pra casa nova, começou a puxar papo comigo, dava pra ver que ele morria de vontade de ficar comigo, mesmo sendo casado e com filhos, mas isso é outra história. Certo fim de semana, meu filho me disse que ia sair com os amigos e só voltaria no dia seguinte. Como sou uma mãe muito mimalha, quase não nego nada pro meu filho, então acabei deixando, assim eu teria a tarde toda livre pra organizar uma festa. Convidei colegas do trabalho, incluindo aquele com quem eu só transava. A festa organizei na sala de casa, tinha bebidas, petiscos, música, enfim, tudo pronto. Como vocês sabem, e pra quem não sabe, eu gosto de vestir sempre vestidos bem justinhos e curtos, na altura da metade da perna, geralmente de uma peça só, e como estava na minha casa, me animo a me vestir mais provocante (só faço isso em lugares onde tenho o controle da situação).
A festa começou muito bem, primeiro a gente tava sentado na sala conversando, bebendo, rindo, até que naturalmente a festa foi esquentando. Como minhas colegas de trabalho não tinham mais de 30 anos, era natural que começassem a dançar com os colegas, ainda mais com bebida no meio. Eu não ficava pra trás, conforme a festa avançava, a dança ficava mais safada, quando comecei a dançar, cada vez que me pegavam pela cintura, abriam mais a mão roçando na minha bunda, nas voltas roçavam meus peitos ou colavam o corpo todo em mim. Com o colega que eu tinha sexo casual, dançava de costas, adorava dar aquelas esfregadas e sentir o pau dele duro. Quando a festa acabou, só ficaram uns poucos: uma colega de trabalho e o namorado dela, eu, meu parceiro de sexo, um amigo dele e outro cara do trabalho. Como já tava com tesão e meio bebida, peguei na mão do meu amigo e com o olhar falei pro outro nos seguir, levei eles pro meu quarto, ali começamos a nos beijar, eu me revezava beijando um enquanto o outro, já pelado, me acariciava a cintura e me dava esfregadas com o pau, como se quisesse enfiar no meio da minha bunda. Tava com os dois só pra mim, a gente tava de pé, eu no meio, sentindo os paus, um na racha da minha bunda e outro roçando no meu clitóris, eles se divertiam chupando meus peitos, meu pescoço, minha boca, minhas costas, tudo, eu só fechava os olhos de boca aberta, gemendo (sempre gemi alto, sou daquelas que grita, não sei se foi meu primeiro marido que me ensinou e ficou, ou se já era assim) e acho que por causa dos meus gritos o outro cara apareceu na porta. A gente tava os três na minha cama, eu tava por cima de um cavalgando enquanto chupava o pau do outro, enquanto o terceiro se acabava nos meus peitos. Depois fiquei de quatro (essa posição eu amo), um tava me bombando enquanto outro deitado chupava o pau dele, e finalmente o terceiro se masturbava olhando, assim eles se revezavam, eu Eu tava no céu, gritando e gemendo igual uma puta. Essa foi a vez que, pelo que parece, meu filho me viu transando. Vale mencionar que também foi a primeira vez que eu estive com três homens ao mesmo tempo, e mesmo assim, até aquele momento, eu ainda era virgem do cu. Tempo depois, fiquei sabendo, por uma das minhas amigas, que por enquanto não vou nomear, que ela tinha um caso com meu filho. Certo dia, fui na casa da minha melhor amiga, já que ela me convidou pra tomar uns drinks, acabei aceitando porque no dia seguinte eu não teria voo. Ela mora na cidade de Toluca (uma cidade que fica relativamente perto da Cidade do México). Só estávamos nós duas, conversando sobre coisas bestas, sem importância, até que com o calor dos drinks, fomos falando de coisas mais pessoais, até que ela me confessou que tinha um caso com meu filho. Me contou como foi, por que aconteceu, e o que ela gostava nele, tanto fisicamente quanto pessoalmente. Ela até me disse que já tinha transado com ele, que me perdoasse por ter abusado da minha confiança, e coisas assim. Ao saber disso, tentei acalmá-la, tranquilizei ela a ponto de dizer que não tinha problema, que isso não afetaria nossa amizade. No começo, ela não acreditou, se sentia muito desconfortável toda vez que me via. Naquele momento, me senti orgulhosa porque meu filho a tratava muito bem, era um verdadeiro cavalheiro, embora eu não deixasse de sentir um ciúme normal de mãe. Deixamos esse assunto de lado e continuamos conversando sobre mais coisas até de madrugada, que foi quando eu tive que voltar pra casa. No caminho, como já estava meio bêbada, comecei a lembrar do que minha amiga tinha me dito sobre meu filho, principalmente sobre o que ela gostava fisicamente nele. Por alguma razão, comecei a ficar excitada. Pra ser sincera, nem lembro como cheguei em casa. O que lembro é que meu filho estava me acordando no dia seguinte, no sofá da sala. A partir daí, começou toda a nossa vida de incesto. Agora sim, no próximo relato, vocês vão conhecer a nossa vida. Eu vou contar. digo de esposos. Deixo esta última foto, que é a mais especial para o meu filho, já que esse vestido eu usei naquele dia que voltei de ver minha amiga. Vocês já sabem o porquê.
Isso não me fazia negligenciar minhas obrigações como mãe e dona de casa, inclusive contratei uma senhora para me ajudar com os serviços domésticos, ela é essencial nessa história. Como não gostava de sair pra festas, às vezes organizava elas na minha casa, convidava colegas do trabalho ou vizinhos. Não sei o que acontece, mas quando os homens ficam sabendo que uma mulher está largada, divorciada ou de coração partido, todos correm atrás de você. Naquela época, eu tinha um namoradinho que a gente só se via pra transar, ele era meu colega de trabalho. Também tinha um vizinho que, quase desde que me mudei pra casa nova, começou a puxar papo comigo, dava pra ver que ele morria de vontade de ficar comigo, mesmo sendo casado e com filhos, mas isso é outra história. Certo fim de semana, meu filho me disse que ia sair com os amigos e só voltaria no dia seguinte. Como sou uma mãe muito mimalha, quase não nego nada pro meu filho, então acabei deixando, assim eu teria a tarde toda livre pra organizar uma festa. Convidei colegas do trabalho, incluindo aquele com quem eu só transava. A festa organizei na sala de casa, tinha bebidas, petiscos, música, enfim, tudo pronto. Como vocês sabem, e pra quem não sabe, eu gosto de vestir sempre vestidos bem justinhos e curtos, na altura da metade da perna, geralmente de uma peça só, e como estava na minha casa, me animo a me vestir mais provocante (só faço isso em lugares onde tenho o controle da situação).
A festa começou muito bem, primeiro a gente tava sentado na sala conversando, bebendo, rindo, até que naturalmente a festa foi esquentando. Como minhas colegas de trabalho não tinham mais de 30 anos, era natural que começassem a dançar com os colegas, ainda mais com bebida no meio. Eu não ficava pra trás, conforme a festa avançava, a dança ficava mais safada, quando comecei a dançar, cada vez que me pegavam pela cintura, abriam mais a mão roçando na minha bunda, nas voltas roçavam meus peitos ou colavam o corpo todo em mim. Com o colega que eu tinha sexo casual, dançava de costas, adorava dar aquelas esfregadas e sentir o pau dele duro. Quando a festa acabou, só ficaram uns poucos: uma colega de trabalho e o namorado dela, eu, meu parceiro de sexo, um amigo dele e outro cara do trabalho. Como já tava com tesão e meio bebida, peguei na mão do meu amigo e com o olhar falei pro outro nos seguir, levei eles pro meu quarto, ali começamos a nos beijar, eu me revezava beijando um enquanto o outro, já pelado, me acariciava a cintura e me dava esfregadas com o pau, como se quisesse enfiar no meio da minha bunda. Tava com os dois só pra mim, a gente tava de pé, eu no meio, sentindo os paus, um na racha da minha bunda e outro roçando no meu clitóris, eles se divertiam chupando meus peitos, meu pescoço, minha boca, minhas costas, tudo, eu só fechava os olhos de boca aberta, gemendo (sempre gemi alto, sou daquelas que grita, não sei se foi meu primeiro marido que me ensinou e ficou, ou se já era assim) e acho que por causa dos meus gritos o outro cara apareceu na porta. A gente tava os três na minha cama, eu tava por cima de um cavalgando enquanto chupava o pau do outro, enquanto o terceiro se acabava nos meus peitos. Depois fiquei de quatro (essa posição eu amo), um tava me bombando enquanto outro deitado chupava o pau dele, e finalmente o terceiro se masturbava olhando, assim eles se revezavam, eu Eu tava no céu, gritando e gemendo igual uma puta. Essa foi a vez que, pelo que parece, meu filho me viu transando. Vale mencionar que também foi a primeira vez que eu estive com três homens ao mesmo tempo, e mesmo assim, até aquele momento, eu ainda era virgem do cu. Tempo depois, fiquei sabendo, por uma das minhas amigas, que por enquanto não vou nomear, que ela tinha um caso com meu filho. Certo dia, fui na casa da minha melhor amiga, já que ela me convidou pra tomar uns drinks, acabei aceitando porque no dia seguinte eu não teria voo. Ela mora na cidade de Toluca (uma cidade que fica relativamente perto da Cidade do México). Só estávamos nós duas, conversando sobre coisas bestas, sem importância, até que com o calor dos drinks, fomos falando de coisas mais pessoais, até que ela me confessou que tinha um caso com meu filho. Me contou como foi, por que aconteceu, e o que ela gostava nele, tanto fisicamente quanto pessoalmente. Ela até me disse que já tinha transado com ele, que me perdoasse por ter abusado da minha confiança, e coisas assim. Ao saber disso, tentei acalmá-la, tranquilizei ela a ponto de dizer que não tinha problema, que isso não afetaria nossa amizade. No começo, ela não acreditou, se sentia muito desconfortável toda vez que me via. Naquele momento, me senti orgulhosa porque meu filho a tratava muito bem, era um verdadeiro cavalheiro, embora eu não deixasse de sentir um ciúme normal de mãe. Deixamos esse assunto de lado e continuamos conversando sobre mais coisas até de madrugada, que foi quando eu tive que voltar pra casa. No caminho, como já estava meio bêbada, comecei a lembrar do que minha amiga tinha me dito sobre meu filho, principalmente sobre o que ela gostava fisicamente nele. Por alguma razão, comecei a ficar excitada. Pra ser sincera, nem lembro como cheguei em casa. O que lembro é que meu filho estava me acordando no dia seguinte, no sofá da sala. A partir daí, começou toda a nossa vida de incesto. Agora sim, no próximo relato, vocês vão conhecer a nossa vida. Eu vou contar. digo de esposos. Deixo esta última foto, que é a mais especial para o meu filho, já que esse vestido eu usei naquele dia que voltei de ver minha amiga. Vocês já sabem o porquê.
5 comentários - Incesto com meu filho 1 🥵💦🍑