Minha Filha Casta no Cio, Episódio 4

IVMe afastei para olhá-la novamente. "Como foi?" perguntei.

"Quero fazer mais", ela murmurou, encostando seus lábios carnudos na minha boca. Dessa vez, foi sua língua que se aventurou timidamente contra a minha.

Quando nos separamos, vi que o olhar preocupado em seus belos olhos havia sido substituído por um de prazer. Nos aproximamos novamente, e eu chupei seu lábio inferior entre os meus. Senti sua respiração acelerar com minha sucção suave, e quando soltei, ela soltou um suspiro.

Quando nos beijamos de novo, sua língua separou meus lábios, e eu reflexivamente chupei gentilmente a ponta, trazendo-a para minha boca. Ao fazer isso, ouvi um gemido suave vindo dela, e suas duas mãos seguraram minha cabeça no lugar. Aproveitamos esse beijo por um tempo, nossas línguas dançando suavemente uma contra a outra.

Observei minha filha atentamente. Seu rosto estava um pouco corado, seus olhos estavam abertos e brilhantes, e seus lábios carnudos permaneciam levemente entreabertos. Meu pau estava duro como uma barra de aço.


Minha Filha Casta no Cio, Episódio 4

Agora meus mamilos estão duros," ela suspirou. "Olha."

Eu olhei. Ela puxou a blusa contra o corpo, deixando eu ver o contorno dos mamilos aparecendo através da camiseta. Eles pareciam maravilhosos.

"Por que eles ficaram assim?" ela perguntou.

"Lembra que eu te disse que isso pode acontecer quando você está excitada?" eu lembrei ela.

"Ah, é," ela disse, passando os dedos suavemente sobre eles. "É gostoso quando eu toco."

"Os meninos também gostam de tocar," eu disse. Que diabos me fez falar isso?

"Você quer tocar, papai?


filha

A parte racional do meu cérebro gritava "NÃO!", mas outras partes de mim gritavam "Com certeza, porra!"

Eu me esforcei para dizer as palavras: "Acho que não devo."

"Por que não? Se os meninos gostam de tocar neles, e você é um menino, por que não quer tocá-los?"

"Eu sou seu pai, querida."

"Sim, e me sinto segura com você. Te amo."

"Mas não seria certo."

"Por quê?"

"Porque você é minha filha."

"Está dizendo que isso é mais uma coisa que pais e filhas normalmente não fazem?"

"Sim", eu disse.

"Não me importo. Quero que você toque neles. Por favor, papai, juro que não conto para ninguém."

A vozinha animada na minha cabeça, controlada pela minha virilha, dizia: "Brinca com os peitos dela, cara! Qual é o seu problema? Ela pediu!


incesto

Sarah se afastou de mim por um momento, tempo suficiente para tirar a regata. Seus seios lindos ficaram expostos para mim. Eu já os tinha visto muitas vezes antes, mas não depois de compartilhar alguns beijos apaixonados com ela, e não com meu pau latejando na calça. Quase que por vontade própria, minha mão subiu para envolver seu seio. Quando meus dedos passaram pelo mamilo ereto dela, Sarah suspirou e me beijou com força.

"Oh, papai," ela suspirou enquanto eu apalpava e acariciava seu peito firme e jovem. "Isso tá fazendo minha buceta formigar. Tô ficando molhada."

"Você gosta disso, gostosa?" perguntei, ainda massageando seu mamilo.

"Sim, eu gosto," Sarah suspirou. "Brinca com o outro também."

Comecei a apalpar os dois seios dela, beijando-a de vez em quando. Meu Deus, eu estava segurando minha filha adolescente de topless, beijando-a e acariciando seus mamilos. Eu ia precisar de um tempo de qualidade com minha mão direita quando a gente terminasse.

Sarah gemeu na minha boca enquanto eu começava a rolar suavemente seu mamilo entre o polegar e o indicador.

"Papai," ela suspirou, "eu quero me tocar."

"Vai em frente, gata. Se você tá excitada, agora é a hora perfeita pra fazer isso. Eu vou só..."

"Não, fica aqui e me beija mais um pouco. Não me importo se você me ver fazendo."

Ela se levantou e tirou a saia, então sentou-se ao meu lado de novo, com os calcanhares na beirada da almofada do assento e as pernas abertas, e começou a se acariciar por cima da calcinha amarela úmida. Eu não tinha ideia de que meu pau podia ficar tão duro.

Entre beijos, eu a observei brincando com sua bucetinha através do tecido. Ela começou devagar, esfregando as pontas dos dedos sobre os lábios, e foi acelerando gradualmente, pressionando o dedo médio no tecido e forçando um pouco para dentro da sua abertura.

"Brinca com meus seios de novo," ela disse.

Fiquei feliz em obedecer. Isso mantinha minhas mãos ocupadas, mãos que queriam brincar com ela e comigo.

Sarah estava suspirando agora, seus quadris esguios balançando levemente no ritmo dos dedos que se tocavam. A virilha da calcinha dela estava úmida, e eu podia sentir o cheiro a excitação dela. Caralho! Tudo que eu queria era puxar aquela calcinha pra baixo e tirar das suas longas pernas. Poder afundar algo dentro dela, como meus dedos, minha língua, ou meu pau latejante.

"Oooh, isso é tão gostoso," ela disse na minha boca. "Mas sinto que algo mais deveria acontecer."

"Tenta esfregar um pouco mais pra cima, no topo da sua fenda. É aí que fica seu clitóris," eu disse. "A maioria das pessoas chama de clitóris."

"Onde?"

"Bem aqui," eu disse, pegando a mão dela na minha e movendo seu dedo até a metade do caminho onde ele sabia que o ponto mais sensível dela devia estar.

"Talvez eu deva tirar minha calcinha.


Familia

Eu estava prestes a dizer algo sobre sair do quarto de novo, mas ela já tinha pulado de pé e tirado a calcinha encharcada.

padre

21 comentários - Minha Filha Casta no Cio, Episódio 4

Don't worry. First time I've read an English story here, so you caught my attention. Keep at it. Good job.