Lucia, a bunda grande na fazenda 3

RESUMO
Tudo já tinha ido pra merda na vida do Oscarcito, que de homem só tinha o nome, e desde aquele domingo nunca mais seria o mesmo.
coisas que acontecem com um perdedor


Espero que vocês curtam essa leitura tanto quanto eu curti escrever ela.


OBRIGADO POR ME LER E PELOS PONTOS QUE VOCÊS ME DÃO










Uma vez sozinhos, eu já tinha aceitado meu papel de puta desprezível nessa relação. Era verdade o que a Luci dizia: eu tinha nascido pra ser usado por machos como se fosse uma mulher qualquer. Pra mim, não existia nada mais lindo que uma boa pica, e eu estava muito seguro da gravidez da minha namorada. No fim, o Jorge cumpriu a promessa dele e naquela noite apareceu com o Juancito. Dessa vez, o colchão não estava mais na sala, então quando eles chegaram, o Jorge levou minha amada direto pro nosso quarto junto com o Juan. Eu era só um enfeite pra eles. Assim, pude ver a Luci com duas picas enfiadas, que se revezavam pra comer ela em todos os buracos. Foi aí que eu gozei minhas bolas até que, num momento, me mandaram limpar a Luci e trazer algo pra eles beberem. Dava pra ver que tinham experiência em lidar com um corno como eu. Chupei a buceta da minha namorada e o cu dela também, os dois buracos cheios de fluidos, e sem perceber, também deixei as picas deles limpas. E assim continuaram comendo ela depois de tomar uma cerveja, que eu tinha servido. Só ficava me perguntando quando seria minha vez, a vez de receber e satisfazer aquelas picas, coisa que fiquei esperando e nunca aconteceu. Era nítido que faziam de propósito: a missão deles era dar prazer pra Luci e me deixar só no tesão, o que conseguiram de sobra. No dia seguinte, vi o Ruben e reclamei com ele por ter sido fofoqueiro. Ele riu de mim, embora tenha prometido nunca mais me tocar. Ele não gostava de viados como eu, e o Juan também não. De agora em diante, só iam comer a Lucia, e eu não podia nem ver eles.


Ei, Ruben, não, não faz isso comigo, olha no que você me transformou, come ela quando quiser, mas não esquece que foi você quem me fez sua putinha.


Ruben, se acerta com o Jorge, ele gosta das putas.


Assim passaram os dias, Lúcia tinha o que queria: um marido perdedor e corno manso que deixava qualquer um comer ela. Mas Lúcia logo botou as regras dela: desde então, tinham que fazer tudo direitinho pra poder comer ela, e só faziam quando ela tava muito no cio. Então só sobrava sexta pro Ruben, sábado pro Jorge e domingo pro Juancito, e isso só rolava se eu tivesse presente. Foi aí que vi a barriguinha dela crescer. A real é que tinham engravidado minha namorada, e mesmo assim continuavam comendo ela. Ver ela assim me fazia sentir menos homem, mais perdedor que qualquer um. E como eu já não queria mais ser homem, só curtia minha realidade. Tava claro que também não queria ser mulher, só satisfazer minha condição de ser um cuck perdedor. E como eu disse antes, eu curtia pra caralho a humilhação, e Lúcia sabia disso. Assim começamos os preparativos pro filho que logo ia chegar.

Na clínica onde Lúcia se consultava, o obstetra dela era um cara gente boa, José, um homem mais velho e muito experiente, que não sabia que aquele não era meu filho nem que minha mulher era a puta de qualquer um. Não foi surpresa que, quando ele examinava ela, me mandava pra fora do consultório e ficava a sós com ela. Nunca fiquei sabendo o que rolava quando José examinava ela. Só entrava quando José me chamava, sempre com um sorriso, e Lúcia já tava se vestindo, ofegante. Quando a barriga dela já tava explodindo, uma tarde José nos atendeu com um enfermeiro preto e me mandou sair pra examinar ela. Eu já desconfiava demais que algo estranho tava rolando, então saí do consultório e procurei um lugar pra espiar eles. Foi aí que achei uma janela e, quando me inclinei, vi minha namorada chupando a pica do preto e do José ao mesmo tempo. Não podia acreditar. Minha pica ficou duríssima, e não consegui me segurar: tirei ela pra fora da calça e comecei a bater uma, esperando ansioso pra ver aquele preto de pica grande arrebentar o cu da minha mulher. Mas tive que esperar o velho José arrebentar primeiro. A puta da Lúcia gemia e... Se contorcia a cada pica que levava até gozar quando o José encheu o cu dela de porra, ela deitada de barriga pra cima com as pernas no ombro dele. Depois, o negão virou ela na maca e colocou de bruços. A Lúcia pediu pra ele ir devagar, porque o marido podia ouvir. O negão ficou puto, e o José enfiou a calcinha fio dental dela na boca dela. De uma só pica, o negão enterrou tudo e comeu ela igual uma fera, enquanto ela se contorcia e até chorava de tanta porrada que tava levando daquele negão. Eu só fiquei ali, curtindo o espetáculo enquanto batia uma punheta braba. Quem ia trazer minha filha ao mundo tava me fazendo de corno também, e ainda dividia minha novinha com o amigo, porque depois descobri que o negão não era enfermeiro, e isso me excitava pra caralho. A minha Lúcia tinha toda razão, meu destino era ser corno e viado ao mesmo tempo. Eu tava muito tarado naquele momento, sentia que meu cu pedia pica aos berros. Fazia um tempão que ninguém arrombava meu cu. Os caras da fazenda tinham mais tesão em comer a Lúcia grávida do que continuar fazendo de viado o corno do namorado dela. Várias vezes o Jorge já tinha dito no galpão, só nós dois, que se eu quisesse pica, ia ter que pedir pro Sultan, o cão de guarda da fazenda. Tão perverso era o Jorge comigo. Finalmente a Adriana nasceu, e a Lúcia ficou internada uns dias com ela. Naquela tarde, o José me chamou no consultório dele.



José, já viu a gostosa?


Sim, sim, eu vi ela, é uma gostosa, não é mesmo?


José sim, a filha da Luci é muito gostosa, mas dá pra ver de longe que não é filha tua, você sabia disso, não é verdade?


Sim, mas isso é o de menos, também sabia que durante toda a gravidez você tava dando pra ele junto com o negão.


José, ela me disse que além de ser corno, você é viado e adora muito isso.


O José tava do meu lado e puxou a buceta dele pra fora, ele de pé e eu sentado com a piroca na minha cara, eu só fiquei olhando sem falar nada.


José, sabe de uma coisa, Oscarzinho? Sempre quis comer um corno manso que nem você, amigão. Vai, abre essa boquinha e mostra o que sabe fazer com ela. Vai, corno, tá esperando o quê? Chupa minha pica, ahhh, ahhh, que bem que você faz isso, corno. Melhor que sua esposa, você é toda uma putinha chupando pica.


O José me segurava nas mãos, praticamente tava metendo na minha boca depois que eu já tinha chupado ele por um bom tempo, e de repente


José, a ver, promíscua, levanta e mostra essa buceta que eu vou comer.


Me levantei na hora obedecendo meu macho como me ensinaram, deixei a calça cair e ele me inclinou sobre a escrivaninha dele, abriu minhas nádegas e me disse
 
José, mas que arrombada tu buceta tá... quem te arrombou desse jeito, viado? Nesse cuzão aí nem precisa lubrificar.


Enfiei o pau dele com tudo, na maior brutalidade, e de uma só sentada ele já tinha metido até o saco, enquanto tapava minha boca com a mão dele. As lágrimas escorriam, e foi aí que vi o pau do negão na minha cara. Acho que por instinto abri a boca, e o negão enfiou a piroca enorme dele.


Negro, se esse filho da puta tá chorando com o teu pau, com o meu dentro ele vai desmaiar com certeza kkkkk


O José tava me fazendo sentir o pau dele como se fosse uma adaga, minha bucetinha já tinha soltado umas gotinhas e, apesar da grande foda que eu tava levando, queria que o José me enchesse de porra e acabasse com meu sofrimento que os dois pareciam curtir pra caralho.


Hayy, hayyy, despeito, José, te imploro, tu tá me destruindo por dentro.


jose tomaaa, viadoooo, tomaaa ahhhhh ahhhh, você esvaziou minhas bolas, filho da puta, já tá com toda minha porra dentro


cada gozada do josé eu senti como se fossem chicotadas, esse era meu prêmio e valeu a pena só por isso ter entregado minha bucetinha pro médico e não consegui parar de gemer


José, olha como o viado geme. Vem, dá com tudo que o puto gosta.


Ai, não, não, devagarzinho, eu te imploroooooo aiiiiiiii pelo amor de Deussss me mataaaa


o preto também meteu com toda força, abrindo ainda mais minha buceta, não consegui gritar mais nada porque o josé enfiou a pica suja na minha boca e assim, enquanto ele limpava a dela, o preto destruía meu cu a ponto de minhas pernas não me aguentarem mais, só tremiam, não sei quanto tempo ele passou arrombando meu cu, pra mim foi uma foda eterna, o preto não encheu meu cu de porra, tirou a pica do meu rabo e me fez chupar de novo até encher minha boca de porra, o que me fez engasgar, mas no final engoli tudo


Negão, assim que eu metia na sua namorada. Promíscua, dá pra ver que você também adora engolir porra de macho.


José, beleza, agora vai descansar e amanhã vem buscar a putinha, que em breve vou ver ela por aqui prenha de outro.



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