Agradeço o apoio recebido, então vou continuar contando o que aconteceu, espero que gostem.. Tinha ido pro trabalho com a imagem da Valéria na minha cabeça o tempo todo, óbvio que contei essa história pra minha mulher, mas sem o detalhe de como fiquei hipnotizado, e a Valéria também contou e ainda disse que me viu tão puto que eu nem consegui falar, então a Lore interveio pra eu não ficar tão bravo e perdoar a Valéria (fiz o durão, ha ha). A partir daí, minha tesão só aumentou, e os roçados e apalpadas na hora de cumprimentar também, claro que tudo muito casual, não ia dar motivo pra Valéria contar algo pra Lore ou se sentir assediada e querer pedir demissão, mas a confiança cresceu pra caralho e eu sou meio fechado no começo com as pessoas, mas quando pego intimidade me acho engraçado e solto um monte de piadas de duplo sentido (com a Lore a gente vive fazendo isso). A dinâmica virou isso: chegar, conversar um pouco, se desse um roçado e alguma piada. Um dia chego do trampo, entro em casa, não escuto nada (ela tava vendo TV na sala sentada num sofá, ou ouvindo música), vou pra sala e ela tava dormindo!! Pra quê???? Tava coberta com um cobertor até a barriga, de barriga pra cima com os braços meio cruzados, o que destacava os peitos dela, fiquei paralisado contemplando aquelas belezas, tô acostumado a ver peitos bonitos, mas esses eram um pouco maiores e totalmente proibidos, dava pra ver que não tinha sutiã e tentei ver algum mamilo, mas não consegui. Com o pau durasso, me aproximei, acordei ela de leve, falei que já tinha chegado e que ela podia ir. V- Oi Ale, desculpa, acabei dormindo Y- ha ha percebi, negona, fica tranquila V- não, mano, sério, me desculpa, é que o menino tava com febre e não dormi direito, ainda por cima não achei o controle da TV e fiquei entediada, por isso dormi. A TV tava num móvel encostado na parede no fundo da sala, onde fica mais estreito e entre o móvel e a cama não sobra muito espaço. Tentando esconder Minha ereção, com a mochila que trouxe do trabalho, fui até o fundo e— ahhh, burra, quando é assim, olha a TV, aqui atrás tem um painel de botões (meti a mão atrás da TV). E aí ela fez algo que não entendi na hora. Não sei se viu minha rola dura ou se só estava aproveitando a oportunidade de ficar perto de mim. Mas ela veio até mim e levou a mão até a parte de trás do televisor, colando o corpo no meu e deixando nossos rostos a centímetros de distância. Eu tinha largado a mochila no sofá, então a lateral da coxa dela apertou claramente minha rola, que com aquele contato quase estourou a cueca!!!! Nessa posição, tão perto um do outro e com a rola na perna dela me fazendo de salame... E— olha, me dá sua mão, viu?? Aqui está o botão (com minha mão, guiei a dela até o botão). V— sim, aqui eu sinto, também acho que estou sentindo algo mais!!! Nãooooooo, pensei eu!!! O que faço? Ela estava a uns 3 centímetros do meu rosto. São aqueles momentos em que o tempo parece parar e a mente avalia mil possibilidades em um segundo, bastava só um movimento e eu beijava a boca dela. Mas fui forte, não queria sacanear a Lore, nunca tinha feito isso e não ia começar com a amiga dela. Parece que ela pensou o mesmo e nos afastamos rindo da situação, eu todo vermelho de vergonha. Y— desculpa, Vale, não sei o que te dizer. V— ha ha, não se preocupa, não foi nada, é normal, estávamos muito perto. Y— tô morrendo de vergonha!! Desculpa. V— já foi, burro, não foi nada, sério mesmo, deixa pra lá e esquece, não vou falar nada, não tem o que contar. Não me orgulho da minha resposta seguinte. Y— nada? Nada mesmo? (Fazendo cara triste). V— ha ha, você é um idiota (agora a corada era ela... Acompanhei ela até a porta, nos despedimos e fui pro banheiro bater uma punheta daquelas. Os dias passaram, a zoeira e as piadas só aumentavam e ela já estava solta e aberta ao flerte, quase passando do limite. Cheguei do trabalho, entrei na sala e ela estava tomando um chá, a Saludo... E aí, Vale, o que você vai tomar??
V- E aí, negão, um chá. Sua mulher falou pra eu pegar o que quiser, desculpa aí.
Y- Mas não, porra, pega o que quiser, sem problema.
V- Sabe o que eu quero? Quero gozo (soltou essa última parte meio de bêbada). Me dá? (E riu safada)
Meu pau não demorou nada pra ficar duro!!!! Tentei manter a calma..
Y- Haha, cuidado com o que você pedeeee
V- Eu tô te pedindo gozo só, e você tá mais perto da geladeira, não sei do que você tá falando...
Fui até a geladeira, peguei a leiteira, levei pra mesa e dessa vez nem tentei disfarçar a barraca. Ela deu uma olhada rápida, mas não falou nada.
V- Sabe, tá frio, desculpa encher o saco, mas eu gosto do gozo quentinho, haha, então vou tomar meu chá assim mesmo, melhor eu ir ou não sei onde isso vai parar (falou olhando direto pra minha virilha).
Y- Haha, é melhor deixar assim mesmo porque não vou negar de te dar o gozo.
Esses últimos diálogos todos num tom descontraído e cheio de risadas, os dois dando a entender que era só uma brincadeira, sem espaço pra mal-entendidos. Mas a zoeira ia chegar num ponto sem volta, onde o tesão ficou insuportável. Se quiserem saber como continuou, deem like e comentem pra eu saber que vale o tempo que dedico escrevendo. Quem escreve me entende e sabe que esses parágrafos que se leem em minutos levam pelo menos uma hora pra escrever. Uns pontinhos não fazem mal e não custam nada.
V- E aí, negão, um chá. Sua mulher falou pra eu pegar o que quiser, desculpa aí.
Y- Mas não, porra, pega o que quiser, sem problema.
V- Sabe o que eu quero? Quero gozo (soltou essa última parte meio de bêbada). Me dá? (E riu safada)
Meu pau não demorou nada pra ficar duro!!!! Tentei manter a calma..
Y- Haha, cuidado com o que você pedeeee
V- Eu tô te pedindo gozo só, e você tá mais perto da geladeira, não sei do que você tá falando...
Fui até a geladeira, peguei a leiteira, levei pra mesa e dessa vez nem tentei disfarçar a barraca. Ela deu uma olhada rápida, mas não falou nada.
V- Sabe, tá frio, desculpa encher o saco, mas eu gosto do gozo quentinho, haha, então vou tomar meu chá assim mesmo, melhor eu ir ou não sei onde isso vai parar (falou olhando direto pra minha virilha).
Y- Haha, é melhor deixar assim mesmo porque não vou negar de te dar o gozo.
Esses últimos diálogos todos num tom descontraído e cheio de risadas, os dois dando a entender que era só uma brincadeira, sem espaço pra mal-entendidos. Mas a zoeira ia chegar num ponto sem volta, onde o tesão ficou insuportável. Se quiserem saber como continuou, deem like e comentem pra eu saber que vale o tempo que dedico escrevendo. Quem escreve me entende e sabe que esses parágrafos que se leem em minutos levam pelo menos uma hora pra escrever. Uns pontinhos não fazem mal e não custam nada.
3 comentários - A babá (parte 2)
Sigo esperando atento
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