Esta é a história de Matías e Valeria. Um jovem casal, ele com 28 e ela com 22 anos. Se mudaram pra morar juntos há alguns meses, eram ativos sexualmente e, embora não fosse explosivo, cada encontro cumpria seu papel. Pelo menos pra aliviar um pouco a vontade, nada mais. Tentando apimentar mais a relação, Matías sugeriu um ménage. Mas queria que fosse com outra garota, Valeria e ele. A namorada, claro, recusou; ela estava, de certa forma, satisfeita com a qualidade íntima moderada e nada excepcional que tinham. Mas ele insistiu, a ponto de chegar a um "acordo": primeiro, ela teria um ménage com um cara, e depois ele com uma garota. A ideia também não agradou muito Valeria; de novo, ela não tava nem aí em adicionar algo aos encontros deles debaixo dos lençóis. No entanto, mais pela insistência do namorado do que por convicção, a mina acabou aceitando. O primeiro passo foi criar um perfil num app de namoro. Usaram as iniciais dos dois (MyV) e algumas fotos deles, sem mostrar o rosto; com pouca roupa na frente do espelho, juntos. Matías era um cara não muito alto, mal chegava a 1,70m; Valeria, por sua vez, media 1,65. Eram daqueles casais típicos que, quando você vê ela e vê ele, pensa que o cara deve ser muito engraçado pra ter conseguido pegar uma gostosa como ela. Ele não era exatamente feio, mas entre a altura não ajudar, ser muito magro e ainda por cima carregar uma pistolinha que nos melhores dias chegava a 12cm, dava pra dizer que ele era muito sortudo por ter encontrado a Valeria. Ela era o oposto total. A baixa estatura compensava com um corpo fenomenal. 85-62-94 de medidas. Loirinha, pele clara, olhos verdes e um sorriso de matar. Só que, de personalidade, era reservada. Mesmo tendo todos esses atributos, nunca foi a mina mais popular em lugar nenhum, nem a mais extrovertida. Talvez por isso tenha se contentado com o sem graça do Matías. Depois de vários dias procurando candidatos pra primeira fase, um dia apareceu um que preenchia todos os expectativas. Na foto não dava pra ver muito bem, mas o Matías gostou do cara quando conversaram no chat do aplicativo, depois de dar "match". O rapaz parecia normal, pelo menos na única foto que tinha no perfil. Não exatamente com cara de ator de cinema, só com cara de gente boa. O nome dele era Sandro, 31 anos e, segundo ele tinha contado pro Matías, tava "a fim de experimentar coisas novas". O coitado do Matías não esperava o que vinha pela frente. Depois de trocarem números de telefone, mensagens e a localização do apartamento onde o casal morava, chegou o dia. Era um sábado à tarde, mais ou menos umas 17h. Tava nublado, fresquinho. O clima era leve, sem muito barulho. Sandro avisou o Matías por mensagem que já tinha chegado no local. Subiu pro sexto andar e bateu na porta do apartamento 14. O rapaz abriu e deixou ele entrar. O lugar parecia aconchegante, um studio bem iluminado e decorado. Ele viu a mina sentada no sofá, cumprimentou ela com um beijo na bochecha. Os primeiros segundos foram do silêncio mais constrangedor. Sandro tava de pé, do lado do Matías. A Valéria sentada no sofá, olhando pros dois, e a diferença era nítida: o cara desconhecido era muito alto, quase 1,90m. Ele era forte, os braços claramente trabalhados na academia, assim como o peito, as costas, as pernas; a pele branca e o cabelo castanho crespo davam um contraste bonito. Matías foi quem quebrou o silêncio. "Bom, vamos ver... que tal a gente ir se conhecendo? Ou ver alguma coisa na TV pra ir relaxando." Sandro e Valéria concordaram. Matías ligou a TV, os três sentaram no sofá e, enquanto o namorado procurava algo pra ver, o terceiro observava o corpo da namorada, se aproximando devagar dela; que tava vestida com um top preto, uma saia xadrez vermelha e preta e botas escuras. Uma mão tímida pousou na coxa dela, que deixou o avanço rolar, sentindo que quanto mais rápido tudo acontecesse, melhor. Ela ainda não tava muito convencida de Todo o clima. Os minutos passaram, a conversa realmente não fluía, mas tinha algo no ar; o que mudou foi que Valéria começou a ficar mais receptiva aos carinhos que Sandro oferecia, enquanto Matías – o ideólogo de tudo – começava a ser tomado pelo desconforto. Quando o namorado se levantou pra pegar um copo d'água, o terceiro agarrou a namorada pela nuca e começou a beijá-la, ela recebeu o beijo primeiro com apatia, mas ao sentir a paixão que ele colocava no ato, se sentiu atraída e respondeu. Os braços dela se entrelaçaram atrás da nuca dele, enquanto as mãos fortes do convidado seguravam sua cintura com uma segurança que ela nunca tinha sentido por parte do parceiro. "Bom, já vamos começar então", disse Matías meio empolgado. Ele se aproximou do sofá e começou a beijar o pescoço da namorada, mas com uma certa timidez. Valéria e Sandro se beijavam como se fossem só os dois no lugar, sem envolver o namorado na ação mais do que ele mesmo se envolveu. Valéria começou a sentir um calor entre as pernas que há tempos não sentia, as mãos fortes do homem com quem ela não tinha trocado muito mais que um cumprimento a faziam se sentir mais desejada do que os beijos tímidos de quem supostamente ela estava apaixonada. Se sentindo culpada, Valéria virou pra Matías e começou a beijá-lo. Mas o beijo parecia frio, sem alma. Enquanto isso, as mãos de Sandro apalpavam os peitos dela por cima da roupa, excitando-a tanto a ponto de fazê-la gemer. Enquanto os beijos sem gosto com Matías continuavam, Sandro tirava o top dela e agora apalpava os peitos dela pele a pele, beliscando os mamilos, apertando e amassando os seios redondos e firmes, enquanto beijava o pescoço e a nuca dela com a mesma paixão com que tinha beijado a boca dela antes. Já tomado pelo desejo e começando a assumir a atitude dominante que marcaria o resto da ação, Sandro puxou Valéria pelo cabelo, levantou-a e a jogou na cama – que estava a apenas alguns centímetros do sofá – enquanto Matías Um pouco irritado, ele se levantou e os seguiu. Mas parecia não ter espaço pra ele naquela cama, mesmo sobrando espaço físico. A Valéria já estava deitada, com o Sandro por cima, beijando e apalpando ela, tirando a saia e a calcinha, enfiando os dedos na buceta molhada e apertada dela. O Matías subiu na cama e entendeu que a melhor forma de se encaixar naquilo era tirar a roupa. O corpo magricela e o pau murcho e pequeno não tinham lugar na tempestade de tesão que se desenrolava na frente dele. A Valéria tirou a camiseta do Sandro e observou o torso dele, musculoso e largo. Passou as mãos no peito dele, deslizou pelos ombros. Sentiu a firmeza daquela musculatura, enquanto olhava com desejo e mordia o lábio inferior. O Matías, por sua vez, a centímetros de distância, se masturbava com força tentando ter uma ereção. Mas não tava no clima e era realmente o terceiro otário. Pior foi quando a Valéria abaixou a calça do Sandro e uma pica gigante de 25 cm bateu no rosto dela. Comprida, bem grossa e cheia de veias.
Matías viu aquilo e não conseguiu evitar se sentir inferior, era mais que o dobro do que ele tinha pra oferecer. Se já tava difícil pra ele ficar duro, a vergonha que sentia de si mesmo diminuía ainda mais as chances de conseguir. Pior foi quando, ao ver um membro tão descomunal, Valéria soltou do fundo da alma uma frase que machucou o namorado mais do que ela imaginava. "Uff, que pedaço de pau." Foi uma facada. Ela tentou não soar tão desdenhosa com o próprio namorado, quis animá-lo depois. — "Gordo, vem, junta a gente que vai ser gostoso." Disse, tentando reanimar o ego destruído do pobre Matías, que mesmo tentando não conseguia nem ficar duro. Sandro, por sua vez, sentia as mãos de Valéria tentando envolver todo o membro dele, sem sucesso. A grossura era tremenda e, ao segurá-lo com as duas mãos, sobrava carne pra caralho. — "Filho da puta, juro que nem nos vídeos pornô vi algo assim." Dizia Valéria enquanto lentamente punhetava aquela besta. — "Amor... não te incomoda se a gente já começar? Tipo..." A frase foi cortada bruscamente porque Sandro enfiou a cabeça do pau na boca de Valéria e, assim que sentiu aquele pau na boca, ela esqueceu que o namorado tava ali, tentando se juntar. — "Ei, licença." O convidado disse ao namorado, pedindo espaço na cama pra se deitar e curtir como Valéria tentava dar prazer ao pau enorme dele. Matías, sem outra opção, se levantou e acabou sentando no sofá, derrotado. Já sem tentar ter uma ereção e se arrependendo do que tinha planejado. — "Amor, vai, fica duro e vem." Dizia Valéria tentando animá-lo, enquanto com as duas mãos segurava o pau enorme de Sandro e chupava com gosto. "Ghmmphhh gkkk gkkk" se ouvia, enquanto a moça se engasgava na porra do pauzão do cara que ia satisfazê-la como nunca antes. — "Gordo, desculpa, mas tô muito tesuda. Sandro, me come por favor. Amor, desculpa, junta quando puder que isso é pros dois, lembra?" Dizia Valéria. tentando trazer o namorado já destruído de volta do abismo em que ele mesmo se meteu. Sandro colocou ela de quatro, se preparou pra penetrar. Matías quebrou o silêncio: – "Ei, mano, que porra é essa? Coloca uma camisinha, filho da puta. E você, por que não manda ele se cuidar?". Reclamou com os dois. Valéria foi até a cômoda do lado da cama e pegou um dos preservativos que usava com Matías. Tirou da embalagem e tentou colocar no Sandro. E foi isso, só uma tentativa. Conseguiu, com muito custo, fazer a cabeça entrar; Sandro sentiu que apertava demais, mas não reclamou. Quando Valéria tentou desenrolar a camisinha pra cobrir tudo, ela estourou. Sandro e Valéria não conseguiram segurar o riso; Matías, pelo contrário, não acreditava no que via. Era como um pesadelo. – "Amor, me desculpa, mas — ela disse e levantou a camisinha destruída pra ele ver — não sei como a gente faz isso, sério, não pensei que..." A frase ficou por ali, porque Sandro não queria esperar. Colocou ela de quatro e, antes que alguém reagisse, falou olhando pro Matías: – "Mano, se fode. Sua gostosa quer pica." E meteu nela. – "Aiiiiii seu filho da putaAAAAA MEU DEUS". Valéria gritava enquanto se agarrava nos lençóis, fechava os olhos e começava a sentir a pica enorme do Sandro penetrando a buceta molhada e apertada dela.
Matías não acreditava no que tava acontecendo: o amor da vida dele, na casa dele e com um cara que ele mesmo escolheu, tava se deixando comer sem camisinha. – "Valéria, quantas vezes te pedi pra te comer no pelo e você não deixava, filha da puta." – "Ai, amor, descul... Ahhh, deus, é grande demais. Aghhh. Gordo, desculpa... ohhhhn. É que é diferente isso, a gente tá brincand... AHHH FILHA DA PUTA". Enquanto ela tentava se explicar pro Matías, o Sandro não perdia tempo e metia até enfiar tudo até o fundo. – "FILHO DA PUTA AHHHH FILHA DA PUTA AHHGGGGHHH AY AY AY BOLUDO, TÔ SENTINDO NO ÚTERO, CARALHO". Gritava ela, enquanto o Sandro aumentava a força e a velocidade das estocadas, à medida que as paredes da buceta dela iam cedendo. Ela de quatro, recebendo pica forte enquanto levava tapas na bunda e puxão de cabelo; Matías sentado no sofá, olhava de vez em quando com raiva e frustração, depois desviava o olhar. Não entendia a mistura de sentimentos por dentro. – "Cê gosta assim, putinha? Gosta que eu como na frente do corno do teu namorado?" Dizia Sandro enquanto fazia dela sua. – "AI, papai, adoro, me come toda." Respondia ela, entregue. "Plaf, plaf, plaf, plaf". O som das estocadas ecoava no apartamento. Matías tentava não olhar mais, evitar prestar atenção na cena. Mas era difícil, tava ali do lado. Sentia a vontade de fugir, mas ao mesmo tempo não conseguia. Tava preso num pesadelo que parecia não ter fim. "AHHGHHHH AHHH AYYYY TÔ GOZANDO, POR FAVOR, ME COME FORTE", se ouvia enquanto Sandro detonava ela, com as pernas dela nos ombros dele e ele alcançando ainda mais fundo dentro dela e com mais força.
Valéria revirava os olhos e arranhava as costas largas do novo amante enquanto orgasmos sucessivos a atacavam sem parar. As pernas dela tremiam, ela toda tremia. Depois de anos fingindo orgasmos com Matías e tendo uns reais, mas leves, de vez em quando, isso era algo totalmente novo. – "Filho da puta, o que você tá fazendo????!!!" Exclamou ela, quando Sandro enfiou os dedos na buceta dela e estimulou por dentro até um jorro de fluidos sair da uretra dela. Era um squirt. Matías se assustou ao ser respingado por aquele jato, Valéria ria, respirava ofegante e gemia. Sandro observava orgulhoso. Teve uma trégua aparente de uns segundos. Dava pra ouvir a respiração ofegante dos dois. Sandro se virou pra Matías, que olhava fixo pra parede. – "Ei, olha, a gente faz o seguinte? Ela decide: eu continuo comendo ela e você perdoa ela, ou a gente segue e você faz o que quiser, o que você decide". Valéria olhou pros dois. O corpo dela ainda se sentia como uma gelatina depois de tantos orgasmos. – "Gordo, me promete que vai me perdoar pelo que eu vou fazer". Disse ela. Matías nem olhava pra ela. – "Amor, por favor, juro, te peço pra me entender". O silêncio era a resposta dele. Até que então Valéria disse: – "Matu, desculpa, mas vou pedir pela bunda". Sandro se surpreendeu, olhou pra ela com um sorriso de desejo. Matías se virou pra ela. – "O quê?! Por anos eu pedi seu cu e você vai dar pra esse cara que mal conhece? Você é uma desgraçada". – "Amor, me perdoa, mas eu tô muito piranha, quero explorar isso. É mais forte que eu, juro, você sabe que eu te amo". Tudo isso ela dizia enquanto se ajoelhava de quatro, oferecendo o cu pra Sandro, que passava lubrificante na pica. – "Matías, por favor, eu imploro, me perdoa, você sabe que no meu coração você é o único, você sabe que eu te amo, você é o amor da minha VIDAAAAAHGGGGGHH DEUS SIM, ARREBENTA MEU CU COM ESSA PICA ENORME, PAPAI". De novo o discurso dela foi interrompido, dessa vez pela pica enorme penetrando a bunda dela. Sandro, com Paciência, ele ia empurrando o pau dele no cu da Valéria, enquanto ela mordia e apertava os lençóis. Matías, sentado no sofá, só conseguia ouvir o que acontecia tão perto dele, morrendo de vontade de que não fosse real. Mas era. Por instantes, Matías conseguia se desligar da situação, mas os gritos e gemidos da Valéria não deixavam. – "Gordo, tá detonando minha buceta do cu, meu Deus, vai arrebentar tudo." Dizia Valéria, enquanto Sandro ia penetrando mais e mais fundo nela. Os minutos passaram, Valéria continuava de quatro. O cu dela já tinha dilatado o suficiente pra receber o pau que entrava e saía, agora com facilidade. A fricção de toda aquela carne dura, a textura das veias; ela sentia tudo no cu dilatado e em brasa, que doía mas era gostoso. – "ARRASA MEU CU, ARRASA TUDO POR FAVOR. FORTE, FORTE. MAIS FORTE. SOU SUA putinha, SANDRO. COME SUA putinha PELO CU.
Os gritos da Valéria ecoavam pelo lugar. Matías não aguentava mais, começou a chorar. – "Que foi, corno?" – disse Sandro, zombeteiro. – "Amor, não chora" – interrompeu Valéria. Matías se levantou e tentou fazer Sandro parar, mas a própria Valéria o segurou. – "Não, amor, espera. Por favor, já foi, isso já passou, é só um momento e depois a gente conversa, eu te compenso" – disse ela enquanto olhava nos olhos dele. Sandro aproveitou para enfiar o pau no cu dele de novo. Matías viu as pupilas da Valéria se dilatarem, depois os olhos dela se fecharem e a boca se abrir para soltar outro grito: – "AIIII PELO AMOR DE DEUS, ENCHE MEU CU DE PAU, PAPAI. ARREBENTA MINHA RABA". Não tinha como pará-los. Matías sentou e chorou, Valéria estava tão perdida no êxtase do momento que já não ligava mais pra dor dele – se é que alguma vez ligou. Matías ouviu a voz da Valéria falando com ele depois de alguns minutos, pensou que tinha acabado tudo, mas não. – "Amor, me desculpa. Juro que te amo. Mas vou pedir a gozada, desculpa". Ela se ajoelhou, ficou de frente pro Sandro, a cena toda na frente do Matías sentado no sofá. – "Me dá toda a gozada, papai. Pinta toda a minha cara".
Tava tão tesuda que começou a bater uma punheta pro Sandro com as próprias mãos, chupando os ovos dele. Até que, finalmente, uma porra forte jorrou e cobriu a cara dela. O leite escorria pelo rosto dela feito uma cachoeira, batia no queixo e ia parar nos peitos. Ela chupou até a última gota. — "Engole tudo." Ordenou Sandro. — "Sim, papai." Respondeu ela, juntando toda a porra e engolindo. — "Tá uma delícia, papai." Disse pra finalizar. Quando tudo acabou, Valéria e Sandro estavam pelados na cama. Do lado, Matías já vestido falou pros dois: — "Por favor, sai da minha casa, maluco. E você, nem sei como vou olhar na sua cara, é pior que uma puta." Disse, antes de sair do apartamento. Saiu correndo, fugindo do que ele mesmo provocou. Chorou pelo que fez com quem amava. E se sentiu culpado por depois se masturbar lembrando daquele pesadelo todo, porque no fundo sabia que tinha gostado de ser um corno.
Matías viu aquilo e não conseguiu evitar se sentir inferior, era mais que o dobro do que ele tinha pra oferecer. Se já tava difícil pra ele ficar duro, a vergonha que sentia de si mesmo diminuía ainda mais as chances de conseguir. Pior foi quando, ao ver um membro tão descomunal, Valéria soltou do fundo da alma uma frase que machucou o namorado mais do que ela imaginava. "Uff, que pedaço de pau." Foi uma facada. Ela tentou não soar tão desdenhosa com o próprio namorado, quis animá-lo depois. — "Gordo, vem, junta a gente que vai ser gostoso." Disse, tentando reanimar o ego destruído do pobre Matías, que mesmo tentando não conseguia nem ficar duro. Sandro, por sua vez, sentia as mãos de Valéria tentando envolver todo o membro dele, sem sucesso. A grossura era tremenda e, ao segurá-lo com as duas mãos, sobrava carne pra caralho. — "Filho da puta, juro que nem nos vídeos pornô vi algo assim." Dizia Valéria enquanto lentamente punhetava aquela besta. — "Amor... não te incomoda se a gente já começar? Tipo..." A frase foi cortada bruscamente porque Sandro enfiou a cabeça do pau na boca de Valéria e, assim que sentiu aquele pau na boca, ela esqueceu que o namorado tava ali, tentando se juntar. — "Ei, licença." O convidado disse ao namorado, pedindo espaço na cama pra se deitar e curtir como Valéria tentava dar prazer ao pau enorme dele. Matías, sem outra opção, se levantou e acabou sentando no sofá, derrotado. Já sem tentar ter uma ereção e se arrependendo do que tinha planejado. — "Amor, vai, fica duro e vem." Dizia Valéria tentando animá-lo, enquanto com as duas mãos segurava o pau enorme de Sandro e chupava com gosto. "Ghmmphhh gkkk gkkk" se ouvia, enquanto a moça se engasgava na porra do pauzão do cara que ia satisfazê-la como nunca antes. — "Gordo, desculpa, mas tô muito tesuda. Sandro, me come por favor. Amor, desculpa, junta quando puder que isso é pros dois, lembra?" Dizia Valéria. tentando trazer o namorado já destruído de volta do abismo em que ele mesmo se meteu. Sandro colocou ela de quatro, se preparou pra penetrar. Matías quebrou o silêncio: – "Ei, mano, que porra é essa? Coloca uma camisinha, filho da puta. E você, por que não manda ele se cuidar?". Reclamou com os dois. Valéria foi até a cômoda do lado da cama e pegou um dos preservativos que usava com Matías. Tirou da embalagem e tentou colocar no Sandro. E foi isso, só uma tentativa. Conseguiu, com muito custo, fazer a cabeça entrar; Sandro sentiu que apertava demais, mas não reclamou. Quando Valéria tentou desenrolar a camisinha pra cobrir tudo, ela estourou. Sandro e Valéria não conseguiram segurar o riso; Matías, pelo contrário, não acreditava no que via. Era como um pesadelo. – "Amor, me desculpa, mas — ela disse e levantou a camisinha destruída pra ele ver — não sei como a gente faz isso, sério, não pensei que..." A frase ficou por ali, porque Sandro não queria esperar. Colocou ela de quatro e, antes que alguém reagisse, falou olhando pro Matías: – "Mano, se fode. Sua gostosa quer pica." E meteu nela. – "Aiiiiii seu filho da putaAAAAA MEU DEUS". Valéria gritava enquanto se agarrava nos lençóis, fechava os olhos e começava a sentir a pica enorme do Sandro penetrando a buceta molhada e apertada dela.
Matías não acreditava no que tava acontecendo: o amor da vida dele, na casa dele e com um cara que ele mesmo escolheu, tava se deixando comer sem camisinha. – "Valéria, quantas vezes te pedi pra te comer no pelo e você não deixava, filha da puta." – "Ai, amor, descul... Ahhh, deus, é grande demais. Aghhh. Gordo, desculpa... ohhhhn. É que é diferente isso, a gente tá brincand... AHHH FILHA DA PUTA". Enquanto ela tentava se explicar pro Matías, o Sandro não perdia tempo e metia até enfiar tudo até o fundo. – "FILHO DA PUTA AHHHH FILHA DA PUTA AHHGGGGHHH AY AY AY BOLUDO, TÔ SENTINDO NO ÚTERO, CARALHO". Gritava ela, enquanto o Sandro aumentava a força e a velocidade das estocadas, à medida que as paredes da buceta dela iam cedendo. Ela de quatro, recebendo pica forte enquanto levava tapas na bunda e puxão de cabelo; Matías sentado no sofá, olhava de vez em quando com raiva e frustração, depois desviava o olhar. Não entendia a mistura de sentimentos por dentro. – "Cê gosta assim, putinha? Gosta que eu como na frente do corno do teu namorado?" Dizia Sandro enquanto fazia dela sua. – "AI, papai, adoro, me come toda." Respondia ela, entregue. "Plaf, plaf, plaf, plaf". O som das estocadas ecoava no apartamento. Matías tentava não olhar mais, evitar prestar atenção na cena. Mas era difícil, tava ali do lado. Sentia a vontade de fugir, mas ao mesmo tempo não conseguia. Tava preso num pesadelo que parecia não ter fim. "AHHGHHHH AHHH AYYYY TÔ GOZANDO, POR FAVOR, ME COME FORTE", se ouvia enquanto Sandro detonava ela, com as pernas dela nos ombros dele e ele alcançando ainda mais fundo dentro dela e com mais força.
Valéria revirava os olhos e arranhava as costas largas do novo amante enquanto orgasmos sucessivos a atacavam sem parar. As pernas dela tremiam, ela toda tremia. Depois de anos fingindo orgasmos com Matías e tendo uns reais, mas leves, de vez em quando, isso era algo totalmente novo. – "Filho da puta, o que você tá fazendo????!!!" Exclamou ela, quando Sandro enfiou os dedos na buceta dela e estimulou por dentro até um jorro de fluidos sair da uretra dela. Era um squirt. Matías se assustou ao ser respingado por aquele jato, Valéria ria, respirava ofegante e gemia. Sandro observava orgulhoso. Teve uma trégua aparente de uns segundos. Dava pra ouvir a respiração ofegante dos dois. Sandro se virou pra Matías, que olhava fixo pra parede. – "Ei, olha, a gente faz o seguinte? Ela decide: eu continuo comendo ela e você perdoa ela, ou a gente segue e você faz o que quiser, o que você decide". Valéria olhou pros dois. O corpo dela ainda se sentia como uma gelatina depois de tantos orgasmos. – "Gordo, me promete que vai me perdoar pelo que eu vou fazer". Disse ela. Matías nem olhava pra ela. – "Amor, por favor, juro, te peço pra me entender". O silêncio era a resposta dele. Até que então Valéria disse: – "Matu, desculpa, mas vou pedir pela bunda". Sandro se surpreendeu, olhou pra ela com um sorriso de desejo. Matías se virou pra ela. – "O quê?! Por anos eu pedi seu cu e você vai dar pra esse cara que mal conhece? Você é uma desgraçada". – "Amor, me perdoa, mas eu tô muito piranha, quero explorar isso. É mais forte que eu, juro, você sabe que eu te amo". Tudo isso ela dizia enquanto se ajoelhava de quatro, oferecendo o cu pra Sandro, que passava lubrificante na pica. – "Matías, por favor, eu imploro, me perdoa, você sabe que no meu coração você é o único, você sabe que eu te amo, você é o amor da minha VIDAAAAAHGGGGGHH DEUS SIM, ARREBENTA MEU CU COM ESSA PICA ENORME, PAPAI". De novo o discurso dela foi interrompido, dessa vez pela pica enorme penetrando a bunda dela. Sandro, com Paciência, ele ia empurrando o pau dele no cu da Valéria, enquanto ela mordia e apertava os lençóis. Matías, sentado no sofá, só conseguia ouvir o que acontecia tão perto dele, morrendo de vontade de que não fosse real. Mas era. Por instantes, Matías conseguia se desligar da situação, mas os gritos e gemidos da Valéria não deixavam. – "Gordo, tá detonando minha buceta do cu, meu Deus, vai arrebentar tudo." Dizia Valéria, enquanto Sandro ia penetrando mais e mais fundo nela. Os minutos passaram, Valéria continuava de quatro. O cu dela já tinha dilatado o suficiente pra receber o pau que entrava e saía, agora com facilidade. A fricção de toda aquela carne dura, a textura das veias; ela sentia tudo no cu dilatado e em brasa, que doía mas era gostoso. – "ARRASA MEU CU, ARRASA TUDO POR FAVOR. FORTE, FORTE. MAIS FORTE. SOU SUA putinha, SANDRO. COME SUA putinha PELO CU.
Os gritos da Valéria ecoavam pelo lugar. Matías não aguentava mais, começou a chorar. – "Que foi, corno?" – disse Sandro, zombeteiro. – "Amor, não chora" – interrompeu Valéria. Matías se levantou e tentou fazer Sandro parar, mas a própria Valéria o segurou. – "Não, amor, espera. Por favor, já foi, isso já passou, é só um momento e depois a gente conversa, eu te compenso" – disse ela enquanto olhava nos olhos dele. Sandro aproveitou para enfiar o pau no cu dele de novo. Matías viu as pupilas da Valéria se dilatarem, depois os olhos dela se fecharem e a boca se abrir para soltar outro grito: – "AIIII PELO AMOR DE DEUS, ENCHE MEU CU DE PAU, PAPAI. ARREBENTA MINHA RABA". Não tinha como pará-los. Matías sentou e chorou, Valéria estava tão perdida no êxtase do momento que já não ligava mais pra dor dele – se é que alguma vez ligou. Matías ouviu a voz da Valéria falando com ele depois de alguns minutos, pensou que tinha acabado tudo, mas não. – "Amor, me desculpa. Juro que te amo. Mas vou pedir a gozada, desculpa". Ela se ajoelhou, ficou de frente pro Sandro, a cena toda na frente do Matías sentado no sofá. – "Me dá toda a gozada, papai. Pinta toda a minha cara".
Tava tão tesuda que começou a bater uma punheta pro Sandro com as próprias mãos, chupando os ovos dele. Até que, finalmente, uma porra forte jorrou e cobriu a cara dela. O leite escorria pelo rosto dela feito uma cachoeira, batia no queixo e ia parar nos peitos. Ela chupou até a última gota. — "Engole tudo." Ordenou Sandro. — "Sim, papai." Respondeu ela, juntando toda a porra e engolindo. — "Tá uma delícia, papai." Disse pra finalizar. Quando tudo acabou, Valéria e Sandro estavam pelados na cama. Do lado, Matías já vestido falou pros dois: — "Por favor, sai da minha casa, maluco. E você, nem sei como vou olhar na sua cara, é pior que uma puta." Disse, antes de sair do apartamento. Saiu correndo, fugindo do que ele mesmo provocou. Chorou pelo que fez com quem amava. E se sentiu culpado por depois se masturbar lembrando daquele pesadelo todo, porque no fundo sabia que tinha gostado de ser um corno.
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