Gina Gerson Capítulo 4Para Gina, com apenas 19 anos, tudo aquilo que estava vivendo era uma loucura. Pouco antes, ainda no quarto, só conseguia pensar no pai, nas irmãs e na memória da mãe. Não era justo com eles o que ela estava fazendo. Ela pensava nisso enquanto encarava as meias pretas que precisava vestir, junto com a liga. Aquela roupa era de dançarinas eróticas, refletia ela, engolindo em seco. Até que, lentamente, começou a se maquiar suavemente, exatamente como haviam pedido. E depois de pensar por vários minutos, cheia de dúvidas, finalmente aceitou que não tinha escolha: era isso ou adeus emprego. No fim das contas, seriam só uns amassos, como eles haviam dito. Então, tirou a própria roupa e vestiu o que os dois velhos haviam comprado.
Depois disso, já na salinha, foi que, de repente, ela se viu encostada contra uma das paredes. Seu sutiã já não estava mais nela, e era o senhor Ángel quem a segurava e imobilizava. Ele chupava seus seios com uma expressão que chegava a dar medo, pelo menos era assim que ela via, apavorada.
– Slurppppssssss…! Slurpssss…! Slurpsss…! – e de novo Slurppppssssss…! – ouviam-se os sons molhados de chupada nos peitos, no silêncio daquela casa humilde, acompanhados pelos resfolegos animalescos do velho tarado, no momento em que ele tomava fôlego para sugar novamente uma de suas duas protuberâncias de carne macia, incluindo seus biquinhos nunca antes lambidos por língua alguma.
– Nããão… s… sen… senhor… Ángel… me soltaaa… i… issso não e… raaa p… par… teeee do c… com… combinadooo…!!! – reclamava a adolescente alterada, assim que conseguiu reagir ao ataque ardente de um de seus chefes, temendo ainda que o velho resolvesse não cumprir sua palavra.
Ao mesmo tempo, do outro lado da parede da sala, agachado, o senhor Rodolfo se perguntava: – Mas que tipo de combinado é esseee…!!!??? – pensava, sem conseguir parar de olhar a cena com sua mão trêmula tapando a boca. Enquanto isso, dentro da casa, a perversão mal havia começado.
–Não tô interessadooooo…!!!! – gritou don Ángel para a garota numa oportunidade em que afastou seu focinho babão de um de seus peitinhos jovens. – Vamos fazer isso e tudo mais que der na telha, hahahahaaa…!!!! Slurppppssssss…! Slurpssss…! Slurpsss…! – o velho voltava à tarefa, seguido por leves interrupções enquanto continuava a abrir o véu do que realmente fariam com ela. – Sério que você é tão ingênua que achou que só íamos olhar…!? – Srpsssss…!!!
–Nãããão, o que é issoooo…!? Vocês juraram…!!! – Gina gritou para eles, olhando com horror ao entender instantaneamente que seu chefe estava dizendo abertamente que não seriam apenas uns amassos, enquanto o velho continuava confirmando.
–Hahahahaaa…!!! Nem eu nem meu irmão vamos à igreja, putinha, então vai preparando a papaya, porque hoje vamos te transformar numa verdadeira mulher, hahahahaha…!!!!
–Nããão… don Ángel… paraaaa…!!! Don Carlos… p… por favor… diga alguma coisaaaaa…!!!! – a pobre menina estava desesperada, agora tentando em vão afastar aquele velho tarado de seu corpo viçoso e alvo, além de buscar proteção inutilmente no irmão do animal que naquele momento lambia e chupava seus seios quase com devoção.
–Hehehehe… não se assusta, princesinha, mas infelizmente meu irmão está falando a pura verdade, simplesmente vamos te comer, docura.
Gina via seu outro chefe, don Carlos, enquanto respondia uma barbaridade daquelas, se massagear o pau por cima da calça, sem perder nenhum detalhe de como seu próprio irmão apertava e chupava seus peitos como um possesso.
–Nããão, por favoooor…!! Eu implorooo, não façam isso comigooo…!!! Meu pai nunca me perdoaria…!!! Snifsssss…!!! – a aterrorizada adolescente começou a chorar, sem ter mais dúvidas do que seus dois chefes fariam com ela. Don Ángel, que a mantinha presa com seus dois braços Esticada contra a parede, só se deixava chupar e lamber com os dois olhos fechados, diante das reclamações da garota.
– Calma, miga… vai ser só sexo, e o Rodolfo, seu pai, não precisa ficar sabendo… Ontem você disse que precisava do seu salário, e que melhor forma de ganhá-lo com o suor do seu rosto… – continuava confirmando o mais novo dos irmãos.
– Eu diria que ela vai ganhar com o suor e os líquidos da sua bucetaaaa…!!!, hahaha…!!! – Slurpssss…!!! – o irmão mais velho tinha se afastado de um peitinho só para opinar isso, e depois voltou ao trabalho.
– Issooo…!!!, com o suor da sua use the word: buceta, piranhaaa…!!!, hahahahaaaa…!!!! E tudo às escondidas do meu bom Rodolfo, nosso amigo, hahahahahaaa…!!!!
O Rodolfo, cujo estado naqueles momentos era tão estranho quanto enlouquecedor, só conseguia ficar agachado com o único objetivo de não ser visto por nenhum de seus dois amigos. Sua olhada pela fresta já lhe mostrava que a linda mulher de corpo escultural que ele tinha visto sair de um dos quartos de sua casa vestida apenas com uma cinta-liga, a quem estavam chupando os peitos, era nada mais, nada menos que sua filha virginal e adolescente.
Dentro do Rodolfo, algo o incitava a se levantar e entrar na casa para pôr fim a tudo aquilo que estava a minutos de acontecer, mas outra razão ainda mais poderosa lhe dizia para aguentar e observar o que ocorresse. E essa mesma razão estava posicionada no volume de sua virilha. Como há anos não sentia, seu pau estava bem duro e pulsante. O pai da Gina tinha o pau bem ereto, sentindo-o derramar líquidos da ponta, molhando sua calça. A sensação que isso produzia, somada ao perverso morbido que o envolvia, era tão gostosa que o contrito progenitor preferiu ficar agachado atrás da parede como se nada fosse. Ele, que estava tão cheio de sentimentos familiares e contraditórios que se misturavam... Com as perversidades que haviam se apoderado de sua mente, ele já queria ver como seus dois amigos açougueiros fariam isso com sua filha. Por isso, tentando não fazer barulho, continuou com o olhar fixo na fenda da parede, enquanto uma de suas mãos começava a apertar seu pênis endurecido, primeiro suavemente, mas isso iria aumentar à medida que os acontecimentos se desenrolavam dentro de sua casa.
Enquanto isso, dentro da casa, uma luta heróica de corpos se travava entre uma adolescente virginal e um asqueroso tiranossauro rex — era ele quem mais uma vez esfregava na cara dela o que iam fazer, enquanto continuava mantendo-a imobilizada contra a parede, depois de ter soltado seus peitos:
–Vamos te comer todinha, gata…!!! Hahahahaaaa…!!! Vamos te foder até nos saciarmos…!!!!, finalmente meu irmão e eu vamos meter na nossa suculenta caixa, hahaaaa…!!!!, –o velho, enquanto dizia tudo isso, agora se inclinava para cheirar seu pescoço e seus cabelos aromáticos.–Eu te disse, Ángel… te disse que essa putinha um dia ia abrir essas pernões tremendos que a gente ficava olhando por trás do balcão do açougue, então estupra ela logo que eu também tô com vontade de enfiar meu pau na buceta, hahahahaaaa…!!!
Com essas palavras fatídicas, a jovem chorava com mais amargura e medo do que antes, coisa que aos dois açougueiros parecia não importar, seus paus já meio eretos estavam enormes, e ficariam ainda mais nos deliciosos momentos em que já estivessem dentro daquele corpo suculento e juvenil daquela linda garota.
O senhor Ángel, ao vê-la quase nua e chorando na ante-sala do seu desvirginamento, já não se aguentou mais e simplesmente a pegou pelo braço para começar a levá-la quase arrastando para um dos quartos, precisava urgentemente de uma cama.
–Nãããão…!!! Senhor Ángel…!!!, sniffssss…!!! O que está fazendo…!!!??? Sniffssss…!!! O senhor me prometeu…!!!, prometeuuuu…!!!!
–Cala a boca, vadiaaaa…!!!! Já é hora de eu provar da sua buceta, faz um ano que você se encarrega de nos deixar de pau duro sem nos dar nada, então agora vamos pegar o que nos pertence, além do mais somos seus chefes, portanto você deve obedecer, hahahahaaaaa…!!!
–Nããão…! Não…!, eu não vou fazer isso…!! Snifsss…!!, me demitam se quiserem, mas não façam isso comigooo…!!!, Sniffssss…!!! Me demitam…!!! Me demitam…!!! Snifsssss…!!!!, –implorava a adolescente enquanto era arrastada em direção à cama.
–Hahahahaaaa…!!!, Tarde demais, lindeza, você deu sua palavra e há pouco nos disse que não voltaria atrás, então anda, cadelaaaa…!!!!, –o velho Ángel, com puxões fortes, a fazia avançar.
–Pra onde você tá levando ela, irmão…?, –perguntava o senhor Carlos. do sofá, meio entretido e meio curioso, enquanto bebia cerveja.
– Ps...! Vou comer ela na própria cama do pai dela, hahahahaaaa...!!!
O pai da garota, ao ouvir isso, rapidamente saiu da sua posição. Diante da situação absurda que estava acontecendo dentro de sua casa, qualquer um de nós acharia que o velho iria até a porta para entrar e salvar sua filha, mas o pai libidinoso e nervoso fez exatamente o contrário: de quatro, contornou a casa até chegar do lado de fora da janela do quarto. Ele sabia que ali também havia frestas que lhe permitiriam ver o que aconteceria.
Já na entrada do quarto do pai de Gina, don Ángel devorava os soluços da jovem com beijos ardentes e desesperados na boca, roubando-lhe o fôlego, enquanto suas mãos peludas e grandes percorriam seu corpo inteiro. Depois, com força, ele a jogou na cama, avisando:
– Agora sim, sua putinhaaa...!! Agora grita e chora o quanto quiser...!!!
– Nããão, don Ángel, o que você está fazendoooo...!? Me soltaaa...!!!! – gritava a jovem da cama. Embora cada vez mais assustada, a garota parecia muito gostosa deitada na cama onde seu pai dormia, com seu corpo alvo perfeito e as ligas parecendo uma jovem debutante de filme pornô, algo que no futuro definitivamente se tornaria a atriz pornô GINA GERSON.
O velho, após ouvir isso, simplesmente começou a circular a cama, olhando para ela com fome sexual, e don Carlos, que já estava dentro do quarto, fazia o mesmo.
– Você está realmente deliciosa com essas ligas que eu mesmo escolhi e comprei pra você, hehehe, parece uma verdadeira vagabunda barata.
A jovem apenas chorava e gemia inconsolavelmente por todos os insultos que lhe dirigiam, com seus olhinhos verde-claros transbordando de lágrimas, enquanto via seus dois chefes do açougue esfregando seus volumes. um lado da cama onde ela estava esperando para ser estuprada, enquanto as palavrões do senhor Ângel continuavam, ele, enquanto falava, foi se deitando sobre a cama para ao mesmo tempo começar a apalpá-la:
–Jajajaja… esse chororô de putinha arrependida não vai te servir de nada, gostosa, desde que você chegou para trabalhar no nosso açougue com seus vestidinhos meio curtos, ou com aquelas calcinhas apertadíssimas que você enfia para mostrar a bunda, só para nos provocar, você passou dos limites, por isso eu disse ao meu irmão que a filhinha do nosso queridíssimo amigo Rodolfo ia ter que ser nossa um dia, já que essa carinha de putinha que você esconde por trás daquela de menina direitinha não sai nem a pau, e olha que tivemos sorte, esperamos tanto tempo por uma oportunidade como essa e aqui estamos, a um passo de te comer só para manter seu emprego, jajajjaaaa…!!!
Gina chorava ainda mais com o que diziam, ainda tinha vagas ilusões de que algo ou alguém viria salvá-la, enquanto com suas mãozinhas fracas lutava tentando impedir que o velho a tocasse, o que não surtiu efeito, pois o açougueiro, uma vez deitado na cama ao lado dela, rapidamente a subjugou e já a beijava nojento na boca, ou literalmente a devorava, enquanto seu irmão, sentado em uma cadeira que ele mesmo trouxera da sala de jantar, se deliciava com a função enlouquecedora.CONTINUARÁ... NO PRÓXIMO CAPÍTULO, GINA AOS POUCOS COMEÇARÁ A GOSTAR DO ABUSO POR PARTE DE SEUS CHEFES, ENQUANTO SEU PAI PERVERTIDO TAMBÉM SE DELICIARÁ COM O ESPETÁCULO QUE LHE OFERECIAM EM SEU PRÓPRIO QUARTO.
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