Meu sonho começa num condomínio fechado onde eu morava (no sonho). Uma nova família se mudou pra casa ao lado da minha. Naquele momento, ninguém imaginava que a deslumbrante Florencia Peña seria nossa nova vizinha, mas foi o que aconteceu. Quando a euforia de ter uma famosa morando no nosso bairro passou, a vida seguiu como se nada tivesse acontecido. Eu, com 30 anos, um corpo até que aceitável e um rosto comum (nem bonito, nem feio), estava fazendo uns reparos na minha casa — já que, graças a certas situações, minha situação financeira estava ótima — e de repente sinto alguém me chamando do outro lado do muro.
Flor: Oi Maty, como cê tá?

Era a Flor chegando da academia, já nos conhecíamos porque fui me apresentar no primeiro dia e desde então sempre nos cumprimentávamos com intimidade, coisa que ela agradecia porque a deixava mais à vontade.
—Oi Flor, tudo bem... E você?
Flor: Tudo bem aqui, cheguei agora de pedalar um pouco... Escuta, cê não podia me fazer um favor? Quebrou uma parada aqui em casa e tô sozinha por uns dias, me dava uma força?

Eu, que todo dia devorava ela com os olhos, não conseguia parar de fantasiar com ela, mas ao mesmo tempo era realista: uma famosa toda gostosa ia me deixar chegar a algo com ela? haha... nem fodendo. Mas sempre rolaram uns boatos de que ela é bem piranha.
- Sem problema, Flor, tô indo aí
Flor: Ai, obrigada, você é um amor, te espero...
Depois de fazer o que tava fazendo, vou pra casa e ela me mostra o que supostamente tava quebrado. Na real era uma besteira, mas eu agradecia por poder estar ali com ela.
Flor: Maty, tu é um gênio, quanto te devo?

—Nada, Flor, como é que vou te cobrar... Você é minha vizinha, além disso, era uma bobagem.
Ela não era nenhuma otária e sabia que me deixava com tesão, mas tava me testando, adorava me deixar excitado, então comecei a acreditar nesses boatos e o que ela fez logo em seguida me confirmou isso.
Flor: Já sei com o que posso te recompensar...

De repente ela me agarrou na cara e começou a comer minha boca com língua e tudo, igual uma puta no cio. Eu não ia ficar pra trás, então peguei ela com força na bunda por cima daquela calça de couro que ela tava e comi a boca dela igual um desesperado, enquanto ela me apalpava a pica por cima do meu short de futebol. Mas antes que as coisas fossem pra frente, ela cortou o momento.
Flor: Bom, vizinho, tenho que ir, espero que tenha curtido sua recompensa, tenho certeza que vou precisar mais da sua ajuda... senti algo interessante aí embaixo -Pisca o olho e sai do corredor-

Naquele momento eu tava doido, tinha beijado a Florencia Peña enquanto segurava a bunda dela e ela tava passando a mão na minha piroca, fui pra casa voando bater uma punheta.
Passaram uns dias e numa tarde quente, quando eu me preparava pra pular na piscina, ela me chama de novo do quintal dela. Como se fosse coisa do destino, o quintal dela e o meu eram os únicos naquela quadra separados só por um muro bem baixo, então não custava nada ver o que os vizinhos faziam. Foi aí que senti ela me chamando...
Flor: Maty, vem tomar um mate comigo...

—Oi Flor, de novo sozinha?
Flor: É, nem me lembra disso, mas melhor assim, o bom é que você tá aqui pra me fazer companhia.

Ver ela com aquele top cropped que ela tava usando fazia minha rola subir, e eu tava tão vidrado nela que nem percebia, mas ela sim.
- Pô, mas não fode se teu marido descobre?
Flor: Não faz drama, quase nunca tá em casa... Toma um mate —Ela me dá um mate—

Ela tava sentada no sofá dela quando me passa o chimarrão e eu tava de pé do lado dela, meio que por acaso com a minha protuberância perto do rosto dela. Peguei o chimarrão e comecei a tomar.
Flor: Epa... O que temos aqui? -ela abaixa meu short e tira minha boa pica- buceta, que pica boa tu tem...
Em seguida, ela começa a chupar com gosto, me fazendo soltar um gemido depois de tomar o mate.
Aaaahhh Flor, será que você pode fazer isso?" — Coloco minhas mãos na cabeça dela.
Flor: Glup... Glup... Fica tranquilo e aproveita, papai.
Eu continuei aproveitando a boa chupada dela até que ela me fez gozar na boca dela...
Flor: Mmmmm que delícia de porra Maty, adorei...

-Isso foi um espetáculo... você é uma expert... por que fez isso sabendo que é casada, Flor?
Flor: Maty, papi... sou mó putinha, não é mentira os boatos, claro que não vou pra cama com qualquer homem, só com os que me chamam atenção e desde que te conheci, soube que você tinha algo que me esquentava.
—Você não sabe o quanto eu queria isso...
Flor: Mmmm, dá pra ver que ainda tá dura... Quer mais?
-Flor, se fosse por mim, já tinha enchido essa buceta de porra...
Flor: Uf, cara, adoro quando você fala assim comigo - ela se levanta e entra na piscina, rebolando a bunda como se tivesse me chamando-

Entro atrás dela e arranco a tanga dela, pra na sequência meter por trás, fazendo ela gemer de prazer. Eu tava tão tarado que bombava dentro dela na pia, contra a borda dela.
Flor: Ah Ah Ah Sim sim sim!!! Papai, me fode mais, me dá mais!
-vadia, que delícia que você tá, adoro como você curte, gostosa!
- Sim, papai, eu precisava que um cara tarado me comesse bem gostoso...
Pego ela pelos cabelos e beijo enquanto continuo furando e apalpando os peitos dela. A gente transou por um bom tempo dentro da piscina até gozar que nem uns condenados, e eu gozei dentro dela.
Flor: Ai maty, que bruto que foi... fazia tempo que não me comiam assim.
—Estou aqui pra te servir, gostosa...
Depois ela saiu da água com as pernas tremendo e sentou pra tomar um solzinho, toda satisfeita.

Flor: Oi Maty, como cê tá?

Era a Flor chegando da academia, já nos conhecíamos porque fui me apresentar no primeiro dia e desde então sempre nos cumprimentávamos com intimidade, coisa que ela agradecia porque a deixava mais à vontade.
—Oi Flor, tudo bem... E você?
Flor: Tudo bem aqui, cheguei agora de pedalar um pouco... Escuta, cê não podia me fazer um favor? Quebrou uma parada aqui em casa e tô sozinha por uns dias, me dava uma força?

Eu, que todo dia devorava ela com os olhos, não conseguia parar de fantasiar com ela, mas ao mesmo tempo era realista: uma famosa toda gostosa ia me deixar chegar a algo com ela? haha... nem fodendo. Mas sempre rolaram uns boatos de que ela é bem piranha.
- Sem problema, Flor, tô indo aí
Flor: Ai, obrigada, você é um amor, te espero...
Depois de fazer o que tava fazendo, vou pra casa e ela me mostra o que supostamente tava quebrado. Na real era uma besteira, mas eu agradecia por poder estar ali com ela.
Flor: Maty, tu é um gênio, quanto te devo?

—Nada, Flor, como é que vou te cobrar... Você é minha vizinha, além disso, era uma bobagem.
Ela não era nenhuma otária e sabia que me deixava com tesão, mas tava me testando, adorava me deixar excitado, então comecei a acreditar nesses boatos e o que ela fez logo em seguida me confirmou isso.
Flor: Já sei com o que posso te recompensar...

De repente ela me agarrou na cara e começou a comer minha boca com língua e tudo, igual uma puta no cio. Eu não ia ficar pra trás, então peguei ela com força na bunda por cima daquela calça de couro que ela tava e comi a boca dela igual um desesperado, enquanto ela me apalpava a pica por cima do meu short de futebol. Mas antes que as coisas fossem pra frente, ela cortou o momento.
Flor: Bom, vizinho, tenho que ir, espero que tenha curtido sua recompensa, tenho certeza que vou precisar mais da sua ajuda... senti algo interessante aí embaixo -Pisca o olho e sai do corredor-

Naquele momento eu tava doido, tinha beijado a Florencia Peña enquanto segurava a bunda dela e ela tava passando a mão na minha piroca, fui pra casa voando bater uma punheta.
Passaram uns dias e numa tarde quente, quando eu me preparava pra pular na piscina, ela me chama de novo do quintal dela. Como se fosse coisa do destino, o quintal dela e o meu eram os únicos naquela quadra separados só por um muro bem baixo, então não custava nada ver o que os vizinhos faziam. Foi aí que senti ela me chamando...
Flor: Maty, vem tomar um mate comigo...

—Oi Flor, de novo sozinha?
Flor: É, nem me lembra disso, mas melhor assim, o bom é que você tá aqui pra me fazer companhia.

Ver ela com aquele top cropped que ela tava usando fazia minha rola subir, e eu tava tão vidrado nela que nem percebia, mas ela sim.
- Pô, mas não fode se teu marido descobre?
Flor: Não faz drama, quase nunca tá em casa... Toma um mate —Ela me dá um mate—

Ela tava sentada no sofá dela quando me passa o chimarrão e eu tava de pé do lado dela, meio que por acaso com a minha protuberância perto do rosto dela. Peguei o chimarrão e comecei a tomar.
Flor: Epa... O que temos aqui? -ela abaixa meu short e tira minha boa pica- buceta, que pica boa tu tem...
Em seguida, ela começa a chupar com gosto, me fazendo soltar um gemido depois de tomar o mate.
Aaaahhh Flor, será que você pode fazer isso?" — Coloco minhas mãos na cabeça dela.
Flor: Glup... Glup... Fica tranquilo e aproveita, papai.
Eu continuei aproveitando a boa chupada dela até que ela me fez gozar na boca dela...
Flor: Mmmmm que delícia de porra Maty, adorei...

-Isso foi um espetáculo... você é uma expert... por que fez isso sabendo que é casada, Flor?
Flor: Maty, papi... sou mó putinha, não é mentira os boatos, claro que não vou pra cama com qualquer homem, só com os que me chamam atenção e desde que te conheci, soube que você tinha algo que me esquentava.
—Você não sabe o quanto eu queria isso...
Flor: Mmmm, dá pra ver que ainda tá dura... Quer mais?
-Flor, se fosse por mim, já tinha enchido essa buceta de porra...
Flor: Uf, cara, adoro quando você fala assim comigo - ela se levanta e entra na piscina, rebolando a bunda como se tivesse me chamando-

Entro atrás dela e arranco a tanga dela, pra na sequência meter por trás, fazendo ela gemer de prazer. Eu tava tão tarado que bombava dentro dela na pia, contra a borda dela.
Flor: Ah Ah Ah Sim sim sim!!! Papai, me fode mais, me dá mais!
-vadia, que delícia que você tá, adoro como você curte, gostosa!
- Sim, papai, eu precisava que um cara tarado me comesse bem gostoso...
Pego ela pelos cabelos e beijo enquanto continuo furando e apalpando os peitos dela. A gente transou por um bom tempo dentro da piscina até gozar que nem uns condenados, e eu gozei dentro dela.
Flor: Ai maty, que bruto que foi... fazia tempo que não me comiam assim.
—Estou aqui pra te servir, gostosa...
Depois ela saiu da água com as pernas tremendo e sentou pra tomar um solzinho, toda satisfeita.

1 comentários - Comi a putinha da Flor Peña (Sonhando)