Nem deu tempo de me despir, me deitei na cama de barriga pra cima na beirada. Ele se ajoelhou no chão, com cada braço envolvendo uma das minhas pernas, e afundou a cara na minha buceta já bem molhada. A língua dele fazia aquele mesmo joguinho que os dedos tinham feito. Eu balançava a cabeça como se estivesse possuída, enquanto minhas mãos se agarravam na nuca dele. Foi um alívio indescritível quando ele enfiou os dedos na minha buceta e no meu cu, entrando e saindo de mim, liberando toda aquela paixão frustrada que ficou guardada naqueles dias. Um instante depois, ele já estava entre minhas pernas, pelado, porque de algum jeito tinha se livrado da roupa enquanto a boca e a língua dele estavam onde estavam e os dedos onde já falei.
Me pegou pelos tornozelos, abriu minhas pernas em "V", sem me soltar e, de uma só enfiada, me penetrou. Não consegui evitar gritar de prazer, e pra piorar, o colombiano se mexia com a cintura, entrava e saía com o pau num ritmo que logo comecei a sentir a iminência de um novo orgasmo. Quis me livrar do vestido, segundo ele, isso o excitava ainda mais daquele jeito, pois a única coisa que eu não estava usando era a minha calcinha fio dental, que tinha ficado caída ao lado da cadeira quando saímos, a todo vapor, daquele bar pra chegar naquele lugar íntimo.
O barulho dos meus fluidos a cada estocada dele me deixava mais e mais louca, sem falar quando as bolas dele batiam na minha bunda. Abri os braços em cruz, agarrei o cobertor com cada mão e, como se fosse soltar o grito mais brutal, gozei toda, arqueando minha espinha para cima como nunca tinha feito; um momento depois, ele gozou dentro de mim, coisa que eu não queria, mas não tive fôlego para impedir, ele se esporrou dentro de mim, senti quentinho e gostoso o leite dele. Quase na hora, ele se deitou ao meu lado, sempre cuidando para não tirar meu vestido nem as sandálias, fez com que eu mostrasse meus peitos para chupar meus bicos duros, alternando de um para o outro. Não demorou muito para eu sentir uma vontade brutal de aproveitar aquele momento, enfiei uma das mãos entre minhas pernas e logo estava me masturbando de novo enquanto o mulato de olhos claros chupava meus peitos, acariciava minha bunda ou minhas pernas; tive outro orgasmo. Ficamos parados assim, em silêncio, deitados de lado, nos olhando; a mão dele não parava de percorrer minha bunda, a racha ou, de vez em quando, enfiar só um dedo no meu cu. Eu merecia aquilo, ia me entregar para ele mesmo que me partisse ao meio, coisa que quase fez. Mandou eu ficar de quatro, se ajoelhou atrás de mim, ao se abaixar, cuspiu no meu esfíncter dilatado. Assim que encostou a glande, eu afrouxei os braços, enterrando a cabeça no colchão, ele entrou devagar, foi com calma, depois começou a se mexer dentro de mim, aumentando a intensidade da foda aos poucos. Ele me segurava pela cintura, na verdade impunha o ritmo dele, de vez em quando eu me tocava no clitóris para aproveitar aquela deliciosa surra de cu.
De repente ele saiu, ficou de pé ao pé da cama, me obrigando a me arrastar até a borda; quando me deixou confortável, começou a acariciar entre minhas pernas e a beijar minha bunda, sussurrando coisas que eu não conseguia entender. Primeiro, enfiou um dedo no meu cu, depois dois, quase que instantaneamente três, e eu soltei um grito terrível quando os nós dos dedos passaram pelo meu esfíncter. Achei que ia morrer ali mesmo, a dor era horrível, eu implorava em nome do que era mais sagrado para ele tirar, mas ele ignorava minhas palavras cheias de lágrimas e choro. Por um dos espelhos, vi o pulso direito dele preso entre minhas nádegas, era ainda mais impressionante ver o braço dele se movendo dentro do meu cu enquanto eu não parava de implorar nem de chorar. Me agarrei a um dos travesseiros como se fosse minha própria mãe, mordia ele, pedia a Deus e a todos os santos que me soltasse, que estava me matando, mas ele, como se nada, tentava me consolar dizendo coisas que não me importavam; sentia a mão dele indo e vindo enquanto com a outra mão acariciava minhas costas por baixo do vestido, repetindo uma e outra vez que eu relaxasse e aproveitasse a dor. Me deitei de lado, o movimento do braço dele continuava o mesmo, sentia que a dor me sufocava, me fazia faltar ar, um suor frio percorria meu corpo, meu rosto se misturando com minhas lágrimas. Não parei de chorar em nenhum momento, nem de pedir, nem de implorar, nem de xingar, nem de bufar, mas mesmo assim aquela mão, cuja habilidade eu tanto tinha admirado, continuava se movendo uma e outra vez no meu cu arrombado. Depois de um tempo, meu corpo relaxou, meu cu e meu reto se adaptaram àquele intruso monstruoso, embora a dor não tivesse desaparecido completamente. Ele me obrigou, apesar das minhas negativas, a me masturbar, e eu só fiz sob a promessa de que ele tiraria os dedos quando eu tivesse meu orgasmo; e cumpriu, tirou devagar assim que eu acabei. Ficamos deitados um ao lado do outro na cama. Eu estava mais que satisfeita, tinha tido, em apenas algumas horas, muitos orgasmos, como quando a gente namorava. com meu marido. Mas não tinha acabado ali, porque eu já via o pauzão dele apontando pro teto de novo. Ele me mandou levantar e sentar devagar no pau dele, mas enfiando na minha bunda já dilatada. Pra ser sincera, começou a doer de novo, mas dessa vez a dor passou muito mais rápido do que eu imaginava.



Isso foi realmente excitante, sentar naquela pica imensa e sentir ela entrando no meu cu, sem tanta dor, até bater minhas nádegas na barriga dele. Ficamos um tempinho assim, nos movendo devagar, até que ele me virou bruscamente, me colocando de quatro… ele enfiou o pau no meu cu de novo, mas dessa vez não foi tão delicado como antes. Começou a me furar com velocidade e força, metia como se não houvesse amanhã. Meus peitos estavam de fora e balançavam no ritmo frenético dele. Eu pude vê-los num espelho, e realmente gostava do que via, quase tanto quanto do que sentia naquele momento.


Depois de me foder bem rápido por um bom tempo, só diminuindo o ritmo de vez em quando, ele acabou enchendo meu cu de porra. Enquanto eu sentia ele bombando a porra lá dentro, eu ficava acariciando meu clitóris, a sensação era única. Ele já tinha parado de se mexer, só sentia o pau dele pulsando dentro do meu cu, continuava me enchendo de leite, e isso me fez gozar de novo. Ele apoiou a cabeça e o corpo nas minhas costas naquela posição, o pau dele foi murchando devagar dentro do meu cu, e num movimento seco ele saiu, e eu senti a porra escorrendo pelas minhas pernas. Depois disso, tomei um banho rápido e fui correndo pro meu hotel, pra chegar antes do meu marido e dos meus filhos. Passei pra comprar uma capelina diferente, pra não chegar de mãos abanando no hotel. Cheguei 15 minutos antes deles. Continua...
Me pegou pelos tornozelos, abriu minhas pernas em "V", sem me soltar e, de uma só enfiada, me penetrou. Não consegui evitar gritar de prazer, e pra piorar, o colombiano se mexia com a cintura, entrava e saía com o pau num ritmo que logo comecei a sentir a iminência de um novo orgasmo. Quis me livrar do vestido, segundo ele, isso o excitava ainda mais daquele jeito, pois a única coisa que eu não estava usando era a minha calcinha fio dental, que tinha ficado caída ao lado da cadeira quando saímos, a todo vapor, daquele bar pra chegar naquele lugar íntimo.
O barulho dos meus fluidos a cada estocada dele me deixava mais e mais louca, sem falar quando as bolas dele batiam na minha bunda. Abri os braços em cruz, agarrei o cobertor com cada mão e, como se fosse soltar o grito mais brutal, gozei toda, arqueando minha espinha para cima como nunca tinha feito; um momento depois, ele gozou dentro de mim, coisa que eu não queria, mas não tive fôlego para impedir, ele se esporrou dentro de mim, senti quentinho e gostoso o leite dele. Quase na hora, ele se deitou ao meu lado, sempre cuidando para não tirar meu vestido nem as sandálias, fez com que eu mostrasse meus peitos para chupar meus bicos duros, alternando de um para o outro. Não demorou muito para eu sentir uma vontade brutal de aproveitar aquele momento, enfiei uma das mãos entre minhas pernas e logo estava me masturbando de novo enquanto o mulato de olhos claros chupava meus peitos, acariciava minha bunda ou minhas pernas; tive outro orgasmo. Ficamos parados assim, em silêncio, deitados de lado, nos olhando; a mão dele não parava de percorrer minha bunda, a racha ou, de vez em quando, enfiar só um dedo no meu cu. Eu merecia aquilo, ia me entregar para ele mesmo que me partisse ao meio, coisa que quase fez. Mandou eu ficar de quatro, se ajoelhou atrás de mim, ao se abaixar, cuspiu no meu esfíncter dilatado. Assim que encostou a glande, eu afrouxei os braços, enterrando a cabeça no colchão, ele entrou devagar, foi com calma, depois começou a se mexer dentro de mim, aumentando a intensidade da foda aos poucos. Ele me segurava pela cintura, na verdade impunha o ritmo dele, de vez em quando eu me tocava no clitóris para aproveitar aquela deliciosa surra de cu.
De repente ele saiu, ficou de pé ao pé da cama, me obrigando a me arrastar até a borda; quando me deixou confortável, começou a acariciar entre minhas pernas e a beijar minha bunda, sussurrando coisas que eu não conseguia entender. Primeiro, enfiou um dedo no meu cu, depois dois, quase que instantaneamente três, e eu soltei um grito terrível quando os nós dos dedos passaram pelo meu esfíncter. Achei que ia morrer ali mesmo, a dor era horrível, eu implorava em nome do que era mais sagrado para ele tirar, mas ele ignorava minhas palavras cheias de lágrimas e choro. Por um dos espelhos, vi o pulso direito dele preso entre minhas nádegas, era ainda mais impressionante ver o braço dele se movendo dentro do meu cu enquanto eu não parava de implorar nem de chorar. Me agarrei a um dos travesseiros como se fosse minha própria mãe, mordia ele, pedia a Deus e a todos os santos que me soltasse, que estava me matando, mas ele, como se nada, tentava me consolar dizendo coisas que não me importavam; sentia a mão dele indo e vindo enquanto com a outra mão acariciava minhas costas por baixo do vestido, repetindo uma e outra vez que eu relaxasse e aproveitasse a dor. Me deitei de lado, o movimento do braço dele continuava o mesmo, sentia que a dor me sufocava, me fazia faltar ar, um suor frio percorria meu corpo, meu rosto se misturando com minhas lágrimas. Não parei de chorar em nenhum momento, nem de pedir, nem de implorar, nem de xingar, nem de bufar, mas mesmo assim aquela mão, cuja habilidade eu tanto tinha admirado, continuava se movendo uma e outra vez no meu cu arrombado. Depois de um tempo, meu corpo relaxou, meu cu e meu reto se adaptaram àquele intruso monstruoso, embora a dor não tivesse desaparecido completamente. Ele me obrigou, apesar das minhas negativas, a me masturbar, e eu só fiz sob a promessa de que ele tiraria os dedos quando eu tivesse meu orgasmo; e cumpriu, tirou devagar assim que eu acabei. Ficamos deitados um ao lado do outro na cama. Eu estava mais que satisfeita, tinha tido, em apenas algumas horas, muitos orgasmos, como quando a gente namorava. com meu marido. Mas não tinha acabado ali, porque eu já via o pauzão dele apontando pro teto de novo. Ele me mandou levantar e sentar devagar no pau dele, mas enfiando na minha bunda já dilatada. Pra ser sincera, começou a doer de novo, mas dessa vez a dor passou muito mais rápido do que eu imaginava.



Isso foi realmente excitante, sentar naquela pica imensa e sentir ela entrando no meu cu, sem tanta dor, até bater minhas nádegas na barriga dele. Ficamos um tempinho assim, nos movendo devagar, até que ele me virou bruscamente, me colocando de quatro… ele enfiou o pau no meu cu de novo, mas dessa vez não foi tão delicado como antes. Começou a me furar com velocidade e força, metia como se não houvesse amanhã. Meus peitos estavam de fora e balançavam no ritmo frenético dele. Eu pude vê-los num espelho, e realmente gostava do que via, quase tanto quanto do que sentia naquele momento.


Depois de me foder bem rápido por um bom tempo, só diminuindo o ritmo de vez em quando, ele acabou enchendo meu cu de porra. Enquanto eu sentia ele bombando a porra lá dentro, eu ficava acariciando meu clitóris, a sensação era única. Ele já tinha parado de se mexer, só sentia o pau dele pulsando dentro do meu cu, continuava me enchendo de leite, e isso me fez gozar de novo. Ele apoiou a cabeça e o corpo nas minhas costas naquela posição, o pau dele foi murchando devagar dentro do meu cu, e num movimento seco ele saiu, e eu senti a porra escorrendo pelas minhas pernas. Depois disso, tomei um banho rápido e fui correndo pro meu hotel, pra chegar antes do meu marido e dos meus filhos. Passei pra comprar uma capelina diferente, pra não chegar de mãos abanando no hotel. Cheguei 15 minutos antes deles. Continua...
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