Sissy dos meus valentões do colégio

Um jovem de 23 anos está sendo chantageado pelos valentões do ensino médio, será exposto a humilhações e degradação como vingança por fazer com que eles fossem expulsos. Olá, tudo bem com vocês? Meu nome é Karla, sou uma sissy submissa, tenho 23 anos, sou do México, mais especificamente do Estado do México. Atualmente, procuro um amo dominante. Se estiverem interessados, podem me contatar por e-mail, que deixarei no final do relato. Este é meu primeiro relato e espero que seja o primeiro de muitos. Alguns serão reais com um toque de fantasia e outros meramente fantasias minhas, espero que gostem. Agora sim, o relato. Vou começar me apresentando. Meu nome de homem (se é que posso ser chamado assim) é Alan e cresci em uma família normal com meus pais, um irmão mais velho e uma irmã mais nova. Desde os 13 anos, descobri meu gosto por usar roupas femininas. Quando entrei no ensino médio, eu era o primeiro a chegar em casa e tinha 2 horas sozinho, então um dia, por curiosidade, vesti umas meias de futebol do meu irmão que ficavam muito compridas em mim e pareciam de colegial, e uma saia de colegial de uma fantasia da minha mãe que encontrei numa mala. Naquela época, eu não sabia o que era masturbação, então me esfregava na cama até terminar, embora não soubesse, só perdia a excitação. Guardava tudo e assim todo dia. Por razões do destino, só passei meio ano no ensino médio que me permitia chegar cedo em casa e fui transferido para outro mais longe. Desde que cheguei, fui perturbado porque era o mais baixo da turma e era gordinho. Eram especialmente 5 caras que me perturbavam: Cristian, José, Arturo, Fabricio e Esteban. Aguentei os abusos deles por anos e foram ficando piores. Começaram com dedadas, beliscões, insultos, mas já no terceiro ano, as porradas eram piores. Numa ocasião, eles matavam aula e se escondiam no banheiro. Eu não fazia ideia, então fui porque estava com vontade. Entrei e urinei, mas quando estava terminando, eles perceberam que eu estava lá e... começaram a jogar papéis usados, depois dois deles me agarraram e me enfiaram num cubículo com porta e me seguraram pra força o Cristian entrar, ele abaixou a calça e passou o pau na minha cara. Quando terminaram de rir, me soltaram. Naquela noite, contei pros meus pais todos os abusos dos meus valentões, menos a parte do pau por vergonha. No dia seguinte, meus pais foram na escola falar com a orientadora e meus valentões acabaram expulsos, perdendo um ano de estudo, e sem saber, aquele erro anos depois me custaria muito, muito caro. COMEÇA A VINGANÇA Por causa dos abusos que sofri dos meus valentões, desenvolvi um fetiche por humilhação, degradação e submissão. Isso, junto com meu travestismo, me levou a criar uma conta no Facebook e adotei meu nome de mulher, Karla Juarez (Facebook real, haha), pra começar a tentar me exibir pra homens e me sentir humilhada, embora nunca tenha tido coragem de fazer mais do que postar fotos minhas. Fisicamente, não me considero feminina, sou alta, tenho 1,80m, sou gordinha e até uns meses atrás ainda tinha pelos. Tudo seguia normal, já tinha três anos com minha conta no Facebook (criei quando tinha 20), e era comum receber solicitações de homens tarados que queriam minhas fotos, me elogiavam e eu nunca mais ouvia falar deles, então aceitava toda solicitação de amizade que chegava. Uns meses atrás, uma noite enquanto lia contos sissy nessa plataforma, um cara chamado Juan, com um perfil sem fotos e criado recentemente, me pediu fotos. Ele disse que estava com tesão e queria ver uma puta vadiazinha pra bater uma. Me pegou com tesão e, sem hesitar, mandei as fotos e terminei de me masturbar pensando naquele homem gozando com minhas fotos. Quando gozei, bateu o cansaço e eu dormi. No dia seguinte, quando abri meu Messenger, vi que esse cara tinha me mandado uma mensagem um pouco longa e achei estranho. Quando terminei de ler, não conseguia acreditar, fiquei pálida como se tivesse visto um defunto, queria que a terra me engolisse. A mensagem dizia o seguinte: "Olha só, sua mas kkkk exatamente como eu suspeitava, você não passava de uma putinha, a única coisa que eu precisava era de mais fotos pra confirmar e você, idiota, me deu elas. Agora eu sei que é você, Alan, e pode tentar negar, mas nas suas fotos dá pra ver seu quarto de fundo e eu sei onde você mora. Então vamos ver se seus pais reconhecem seu quarto e o que acham de você agir feito uma putinha mandando fotos pra homens se masturbarem pensando em você. Quando saí do choque e voltei a mim, não sabia o que fazer, nunca pensei que alguém pudesse me descobrir pelo fundo do meu quarto, então respondi a mensagem dele tentando fingir que não sabia do que ele tava falando. Karla: "Oi, bom dia. Quem é você? Do que você tá falando? Eu não conheço nenhum Juan pra começar (era o nome do perfil dele)". Desconhecido: "Eu te falei pra não tentar negar, você acabou de cometer seu primeiro erro, só tem mais três. Depois disso, vou direto na sua casa mostrar suas fotos pros seus pais. Agora, meu nome não é Juan, é Cristian, você me conhece bem, somos vizinhos e fomos colegas de escola. Você me fez perder um ano de escola, só criei esse perfil pra tirar mais fotos suas e confirmar que era você, sua putinha. Então, de agora em diante, você vai fazer tudo que eu mandar, tá claro?" Naquele momento, lembrei que durante o ensino médio, Cristian e eu fizemos um projeto escolar junto com outros colegas, foi assim que ele conheceu meu quarto e o reconheceu nas minhas fotos. Mesmo assim, tentei negar mais uma vez. Karla: "Sério, não sei do que você tá falando." Cristian: "Segundo erro, estúpida. Se errar de novo, não vou hesitar em ir até sua casa e te expor pra sua família. Entenda que não tem saída disso. A partir de agora, você vai cumprir todas as minhas ordens. Vou me vingar do ano que você me fez perder, e acho ideal você virar minha escrava pelo mesmo tempo que perdi por sua culpa. Se for boazinha e obedecer sem reclamar durante esse tempo, vou considerar te libertar depois desse ano de dívida. Então decide o que vai fazer: quer que eu vá até sua casa agora? Vai se expor ou vai obedecer?" Depois da mensagem, mandei uma foto do prédio onde moro. Não tinha outra alternativa, tinham me descoberto e eu não podia negar. Se meus pais vissem aquelas fotos, reconheceriam meu quarto na hora. Então respondi:

Karla: "Tá bom, entendi. Vou obedecer em tudo que você mandar, mas por favor, não me exponha pra minha família, eu imploro."

Cristian: "Muito bem, sua putinha. Que bom que você entrou na razão. Sinceramente, não queria te expor, teria tirado a graça de tudo que tenho planejado pra você, HAHAHA. Vamos começar com as regras básicas:
• A partir de agora, vai se referir a mim como Amo ou Senhor.
• Sempre que desobedecer uma ordem, vai ter um castigo físico ou humilhante. E se recusar de vez a fazer algo que eu mandar, vou te expor pra sua família. Tá claro?"

Karla: "Sim, Amo, tá claro."

Por enquanto, vou parar por aqui. Não quero me alongar muito, haha. Aconteceram muitas coisas, então as próximas partes vão relatar 1 ou 2 dias do que vivi sob as ordens dos meus bullies e todas as humilhações que passei nesses dias. Espero que tenham gostado.

Contato: se tiver interesse em ser meu Amo, só gente do México e do Estado do México.
ntv00092@gmail.com

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