Até hoje, não sei quem eu comi

Não lembro direito se eu tava no segundo ou terceiro ano do ensino médio quando rolou essa história. Acontece que minha escola tinha que fazer um projeto pra competir com outras escolas, então escolheram os que tinham as melhores notas e formaram um grupo. Entre esses, me escolheram e, junto com mais 3 caras e 4 minas, a gente se juntou pra tocar o projeto — que hoje nem lembro qual era.

Só sei que fomos fazer na casa de fim de semana de um dos caras. Os pais dele tinham uma casa bem grande que só usavam no verão, nos fins de semana. Foi assim que a gente se reuniu pra passar um sábado e um domingo trabalhando no projeto, nós 8. Éramos 4 caras e 4 minas no começo da adolescência, que só se conheciam de ir pra mesma escola — alguns até dividiam a mesma sala.

Chegou o fim de semana que íamos passar juntos. Até que eu me dava bem com todo mundo, mas só com 2 minas e um dos caras eu tinha uma amizade mais forte. E uma das minas, chamada Mariela, que não parava de falar do namorado, era com quem eu mais me dava bem.

No sábado, a gente passou o dia todo focado no trabalho. Quando chegou a noite, comemos uma pizza e nos preparamos pra ver um filme num projetor que o dono da casa tinha. Naquela época, não existia videocassete, muito menos DVD. Apesar da casa ser grande, não tinha lugar pra todo mundo dormir, então alguns tiveram que se virar nos sofás.

Eu fiquei de dormir num sofá enorme que tinha numa sala que servia de depósito pra um veleiro pequeno e onde estava a tela do projetor. Depois de comer as pizzas, começamos a decidir qual filme ver entre os poucos títulos que os donos do lugar tinham. Fuçando, achamos uma caixa sem etiqueta e colocamos pra ver que filme era. Depois de alguns minutos, percebemos que era um filme pornô. Duas das minas começaram a reclamar e pedir pra colocar outra coisa. Então, colocamos um de terror, que não lembro qual era. nome Se lembro que o filme era bem ruim e parecia bem mal feito. Depois de um bom tempo, foram indo dormir aos poucos, até que ficamos só um cara e eu, e mais duas minas. Não demorou muito e o outro cara meio que cochilou, então levantou e foi embora. A verdade é que eu também tava com sono porque o filme era muito ruim, mas não conseguia dormir porque aquele sofá onde a gente tava era minha cama pra aquela noite. Tinha esfriado um pouco, então me cobri com o cobertor e depois de um tempo ofereci pras minas se cobrirem também. Um tempo depois, eu tava no sofá com as duas minas cobertas com o cobertor. Uns minutos depois que o outro cara foi embora, uma das minas levantou pra ir dormir. A outra mina pediu pra ela ficar, que queria terminar de ver o filme. Ela ficou mais um tempo, até que cansou e foi embora. Assim fiquei só com a mina que se chamava Mariela. A gata parecia estar com bastante medo do filme, então falei: "chega pra cá se tu tem medo". Aí ela veio pro meu lado. Assim, cobertos pelo cobertor, a gente tava um do lado do outro vendo o filme até que chegou uma cena que fez a Mariela se assustar e ela deu um grito. Eu, como todo cavalheiro, abracei ela e continuamos vendo o filme enquanto eu a abraçava. Ela tava bem assustada e respirava acelerado. O peito dela subia e descia rápido, e eu aproveitava pra olhar as tetas dela que apareciam pelo decote do vestido, mal cobertas pelo cobertor. Nisso, a trama do filme, como é comum em todo filme de terror, tinha uma cena de sexo entre os protagonistas. Nós dois olhávamos a cena sem nos olhar, sem dizer nada. Eu não sabia como me posicionar pra ela não perceber que tinha endurecido a pica. A cena de sexo do filme terminou com um susto dos atores e a Mariela se assustou de novo, deu um grito e me abraçou forte, e ficou com a cabeça encostada na minha. O cabelo dela no meu rosto. inundava meu nariz com o perfume dela. O som de suspense do filme continuava e ela não tirava a cabeça pra continuar assistindo. Foi aí que criei coragem, segurei o queixo dela e levei a boca dela até a minha, e comecei a beijá-la. Ela respondeu ao meu beijo dizendo: "O que você tá fazendo? Tenho namorado, você é louco?" Eu respondi enquanto continuava beijando ela: "Seu namorado não tá aqui, não sinto que você não gosta dos meus beijos. Me fala pra parar e eu paro de te beijar." Então ela, bem timidamente, respondeu a alguns dos meus beijos, mal abrindo a boca. Eu, sempre que podia, enfiava a língua na boca dela e, com meu braço, mantinha a cabeça dela na minha frente. Minutos depois, ela já tinha se soltado e também me beijava freneticamente, enquanto ao mesmo tempo dizia que não, que tinha namorado. Ela não parava de me beijar e falar: "Me deixa, tenho namorado." Eu continuava meio que forçando ela a me beijar, e ela continuava respondendo aos meus beijos enquanto eu passava a mão por todo o corpo dela. De vez em quando, eu parava nos peitos dela, e ela suspirava e tremia. De repente, deixei uma das minhas mãos nos peitos dela e ela começou a se apertar, procurando o mamilo por cima do vestido. Então ela pegou minha mão e tirou do peito. Pensei que ela tava marcando que não queria que eu tocasse. Mas, na real, ela tava me mostrando o caminho. Ela tirou minha mão do peito, mas colocou na coxa dela, meio que descoberta porque o vestido tinha subido um pouco. Minha mão na coxa começou a subir, e ela não me impediu. Foi assim que cheguei de novo no sutiã dela, por baixo do vestido. Enfiei a mão por baixo do sutiã e consegui tocar a pele do peito dela. Nós dois continuamos nos beijando enquanto o filme seguia. De novo, ela pegou minha mão e tirou do peito, levando até a coxa. E eu sinto que ela abre as pernas. Ela coloca a mão dela por cima da minha e leva até a virilha dela. Naquela idade, eu não tinha nenhuma experiência de como tocar uma mulher, muito menos de como masturbá-la. Foi aí que, sem saber muito o que fazer e ela, às vezes, com a mão dela me guiando... Guiaba, comecei a massagear por cima da calcinha a buceta carnuda que ela tinha. Ela começou a gemer bem devagar enquanto de novo me dizia:
— Me deixa, chega, tenho namorado, não, não... continua assim, mais, mais.

De repente, ela enfiou a cabeça de novo atrás da minha e eu aproveitei pra meter os dedos dentro da calcinha dela e senti a buceta molhada e quentinha. Eu enfiava os dedos e meu polegar encontrou o clitóris dela e eu pressionava. Ela continuava gemendo e pedindo pra parar, mas também apoiava a mão dela em cima da minha pra fazer meus dedos entrarem mais fundo na buceta dela.

O filme tinha acabado e o lugar estava iluminado pelo feixe de luz do projetor, e dava pra ouvir o barulho do carretel girando solto. Nisso, vejo que na porta atrás do projetor tinha alguém parado. Ao ver alguém, fiquei com medo e quis tirar a mão e parar de tocá-la, mas ela me impediu. De repente, olho de novo e não tinha ninguém. Pensei que tinha ido chamar os outros pra mostrar o que estava rolando, mas ninguém veio.

Depois de alguns minutos, Mariela me abraça mais forte e tenta abafar um pequeno grito no meu pescoço, treme e tem um orgasmo. Meus dedos ficam inundados com o fluxo dela e o calor da buceta dela. Ela fechou as pernas e ficou um bom tempo respirando ofegante. Depois virou pro meu rosto, me beijou e dizia:
— Não devíamos ter feito isso, tenho namorado.

Eu tava com o pau a mil. Então abaixei a calça de ginástica e levei a mão dela pro meu pau. Ela não quis pegar. Sentou, se afastou de mim e falou:
— Chega, me deixa, tenho namorado, isso é errado.

Eu abri o cobertor e mostrei meu pau pra ela e falei:
— Vai me deixar assim?

Ela se levantou e foi embora. Fiquei com o pau durasso. Desliguei o projetor e deitei pra dormir. Tava com vontade de bater uma punheta porque ela me deixou todo excitado, mas não queria fazer ali e o banheiro ficava do lado da sala onde alguns dos caras estavam dormindo. Demorei pra... Dormir porque fiquei pensando em quem era dos meninos ou meninas que tinha me visto masturbando a Mariela e também na experiência de sentir um orgasmo de mulher com meus dedos. O cheiro da buceta dela tinha ficado nos meus dedos e me acompanhava enquanto eu dormia. Eu estava dormindo profundamente na sala escura quando achei que estava num sonho, porque tinha a sensação de que estavam me punhetando devagar. Entre o sono, curtia como uma mão subia e descia por todo o meu pau. Meu corpo estava de lado, apontando para o sofá, e pensando que era um sonho, eu empurrava minha pélvis para frente e apoiava no encosto do sofá. Até que percebi que não era um sonho, tinha alguém atrás de mim e era uma mão que estava me punhetando. Por um instante, passou pela minha cabeça que Mariela tinha voltado e estava me devolvendo o favor que fiz pra ela. Tento me virar, pensando que era Mariela, e uma voz de homem bem baixinho me diz: "Fica quieto, só tô te fazendo o que você fez com a Mariela." Aí percebi que quem estava me punhetando era o cara que estava parado do lado da porta e nos viu. Meu instinto me fez perguntar quem era, mas não tirei a mão dele do meu pau. Ele, enquanto continuava me punhetando bem devagar, com a voz muito baixa, me diz: "Não sabe quem sou? Melhor, fica assim e deixa eu curtir teu pau." Enquanto falava isso, ele se aproximava de mim e encostava o corpo no meu. Eu podia sentir o pau duro dele apoiado na minha bunda. O corpo dele apoiado no meu me deixava preso contra o sofá. Ele continuava punhetando meu pau enquanto sussurrava no meu ouvido: "Quer que eu pare de te tocar? Você gosta, quer que eu te faça gozar como você fez com a Mariela?" No começo, eu tava com medo porque ele tinha me visto masturbar a Mariela, mas depois meu medo maior era de alguém chegar e ver ele deitado atrás de mim, me masturbando. Também acho que ele tava com medo das minhas reações e de alguém chegar e nos ver. Me surpreendia a coragem que ele tinha de avançar daquele jeito. uma época em que relacionamentos homossexuais eram tabu. De vez em quando, ele parava o que tava fazendo no meu pau pra, com a ponta do dedo, espalhar as gotas de líquido que saíam do meu pau. Ele ficou um tempão fazendo isso, e eu ficava quieto, curtindo a punheta lenta que ele tava me dando. Com uns movimentos, ele se ajeitou bem atrás de mim e cruzou o outro braço por baixo do meu corpo, me masturbando com as duas mãos enquanto eu sentia o pau duro dele bem encostado no meio da minha bunda. De vez em quando, ele mexia a pélvis pra frente pra eu sentir bem o pau dele. Acho que ele tentava algo novo de vez em quando pra ver como eu reagia. Ele percebeu que eu já não aguentava mais e tava quase gozando, e me disse: "vira". Quando me virei, tentei ver quem era, mas por causa da escuridão do lugar, não dava. E menos ainda porque ele rapidamente se meteu debaixo do cobertor enquanto me pedia permissão pra chupar meu pau. Ele baixou um pouco minha calça e, debaixo do cobertor, comecei a sentir a língua fria dele percorrer a cabeça do meu pau. Até que de repente ele enfiou tudo até o fundo da garganta. Cada vez que ele tinha bem dentro, ele esticava a língua pra molhar e lamber minhas bolas. Eu tava adorando, mas o medo de alguém aparecer me impedia de gozar. Ficava olhando pra porta escura, torcendo pra ninguém vir. Ele me fez saber que também tava de olho, pra avisar se viesse alguém. Por cima do cobertor, apoiei minha mão na cabeça dele e sentia como ele mexia pra cima e pra baixo enquanto chupava meu pau. Aí ele deitou de novo e virou de costas pra mim, e enquanto se cobria bem, disse: "agora é sua vez". Ele encostou a bunda na minha pélvis e pegou minha mão, colocando dentro da calça dele. Aí senti o pau grosso dele, todo duro e molhado. "Me bate uma", ele sussurrou, enquanto apertava mais a bunda contra meu pau. Eu batia uma pra ele mais rápido, e ele arqueava mais as costas pra encostar a bunda no meu pau. Tirei minha mão do pau dele e baixei a calça dele por trás. pra deixar a bunda dele pra fora enquanto eu tirava minha pica de dentro da calça, ele abaixou um pouco mais a calça. Pegou minha pica e colocou entre as pernas dele. Eu coloquei a mão de volta dentro da calça dele e continuei masturbando ele. Ele levou a mão dele pra trás de novo, pegou minha pica e encostou na porta do cu dele. Enquanto eu batia uma pra ele, ele empurrava a bunda pra trás e eu fazia força pra frente, e assim senti minha pica bem devagar começando a abrir caminho pelo cu dele. Bem na hora que ia entrar, escapou e saiu. Então ele pegou de novo com a mão e eu senti que com os dedos guiou a cabeça da minha pica pra dentro do cu dele. Assim que senti que a cabeça inteira entrou, não aguentei mais e comecei a soltar jatos de porra quente dentro do cu dele. Ele percebeu, virou a cabeça pra trás e me perguntou se eu gozei. Tirei minha pica meio dura do cu dele e começou a bater uma com dificuldade. Não demorou muito pra ficar dura de novo. Aí comecei a enterrar mais fundo enquanto ele se masturbava. Peguei uma bunda dele que tava peluda e abri pra minha pica entrar mais. Ele empurrava a bunda mais pra fora pra minha pica entrar até os ovos. Quando tava toda dentro, coloquei a mão de novo dentro da calça dele e comecei a bater uma enquanto comia ele. Minha pica entrava e saía fácil no cu apertado por causa da lubrificação da porra que tinha gozado antes. Depois de um tempo, acelerei o ritmo da minha fodida e da masturbação, e quase ao mesmo tempo que comecei a gozar de novo dentro do cu dele, ele começou a gozar dentro da cueca, molhando minha mão toda com o esperma dele. Limpei a mão na cueca dele enquanto ele tirava minha pica do cu dele e guardava dentro da minha calça. Aí ele saiu de baixo do cobertor e, quando ia se levantar, perguntei de novo quem era. Ele respondeu: —Melhor assim, você não saber quem sou, é nosso segredo. Levantou e foi embora. Fiquei pasmo com tudo que tinha acontecido naquela noite. noite Meu coração ainda estava agitado pelo orgasmo da Mariela e pela transa com o estranho. Arrumei o sofá que servia de cama e sacudi um pouco o cobertor, já que tinha um cheirinho de rola e sexo. Depois me deitei pra dormir de novo. Tava custando a pegar no sono quando sinto alguém. Na escuridão, se aproximando do sofá. Me sentei pra ver, perguntar quem era, e ela responde que é a Mariela. Meu sangue gelou pensando que se ela tivesse vindo uns minutos antes, teria nos pegado transando. Também tava preocupado se ela sentiria um pouco do cheiro de rola no lugar. Ela sentou do meu lado e começou a pedir desculpas por ter ido embora daquele jeito. Voltou com o papo de que tinha namorado. Que tava confusa. Que o que sentiu era novo pra ela. Que, embora não fosse virgem, tinha pouca experiência. Que por favor, o que aconteceu ficasse entre nós. Eu abracei ela pra consolar, e ela sozinha começou a me beijar. Ela só começou a se reclinar no sofá, e eu me deitava por cima dela enquanto continuava beijando. Desci um pouco pelo pescoço dela até chegar nos peitos e comecei a morder por cima do vestido. Quando meti a mão por baixo do vestido dela, ela de novo pegou na minha mão e levou até a buceta dela. Foi assim que sentei no sofá e ela, deitada, cruzou as duas pernas por cima das minhas. Aí, com toda a comodidade do mundo, puxei a calcinha dela pro lado e comecei de novo a masturbar a buceta dela. A pélvis dela pulsava cada vez que eu enfiava já três dedos dentro da buceta dela. Embora ela curtisse muito, pra mim era todo aprendizado de como tocar uma mulher e sentir como o corpo dela reagia a mim. Não demorou muito, e bem na hora que eu ia me inclinar pra meter a cara na buceta dela, ela teve outro orgasmo. Senti minhas mãos tão molhadas como se ela tivesse feito xixi. Mariela ficou um tempo deitada com as pernas abertas, respiração acelerada, enquanto eu continuava acariciando. Então ela sentou e começou a me beijar de novo, e levou a mão dela pra cima da minha pica. Aí eu lembrei que um tempo antes eu tinha estado dentro do cu de um estranho. Então não podia deixar ela me tocar porque minha pica podia estar suja. Aí eu falei pra ela que já tínhamos arriscado demais alguém nos ver. Ela concordou comigo e a gente parou por ali. E combinamos de marcar depois. Depois que ela foi embora, um tempo depois fui no banheiro me higienizar e aí percebi que fiz bem em não deixar a Mariela tocar na minha pica. Ela tava toda suja de merda seca, debaixo do prepúcio tava cheia de uma mistura de porra e bosta, e o tronco da minha pica tava cheio de merda seca. Me limpei bem na pia do banheiro e fui dormir depois de uma noite muito estranha. Lamentei ao me limpar perder o cheiro nos meus dedos da buceta dela. No dia seguinte, continuamos com o trabalho do projeto como se nada tivesse acontecido. Em nenhum momento a Mariela demonstrou nada e nunca consegui descobrir quem foi que me bateu uma punheta e depois comeu. Mariela, um tempo depois, largou o namorado e começou a sair com outro enquanto transava comigo. Hoje em dia, que já estou mais resolvido com minha bissexualidade, penso que teria gostado que aquele estranho também me comesse. Me excita saber que poderia ter arrombado meu cu alguém que eu não saberia quem é.

3 comentários - Até hoje, não sei quem eu comi

Lindo relato...me hizo acordar a una situación similar con un compañero de escuela en un viaje deportivo...nos pajeamos y se dejó coger...desde ese día cogíamos siempre a la salida del colegio en un descampado de camino a nuestras casas