Me apaixonei pela Monserrat assim que a conheci, com o cabelo preto como piche e sedoso como o de uma deusa, ela era gentil e provocante. A primeira vez que a vi foi numa entrevista de emprego, me apaixonei pelo jeito dela e pelo corpo tão gostoso. Voltei a falar com ela quando já era funcionário, ela era minha supervisora e a convidei pra comer. Pensei que ia me rejeitar, quase todas as mulheres que conheci me desprezavam, mas ela foi diferente, aceitou na hora. Pedi ela em namoro no terceiro encontro, ela aceitou e bem empolgada topou. Já com uma grana no bolso, decidi casar com ela. Pedi ela em casamento em segredo num encontro na minha casa, ela aceitou, mas me disse que se eu me unisse a ela em casamento, teria que passar por uma tradição familiar estranha que eles tinham. Eu, sem pensar duas vezes, aceitei. Amava ela mais que minha vida, finalmente algo dava certo pra mim, me sentia eufórico. Não me importava se a tradição familiar deles era lutar com um urso. Ela intercedeu por nós dois e a família dela aceitou que a gente casasse, não cabia em si de felicidade. O casamento foi simples, só convidei meus pais e amigos mais próximos junto com a família mais chegada, e ela, por sua vez, convidou a família mais próxima dela: os pais, os irmãos e irmãs, além dos tios e tias. O casamento foi demais, agora éramos marido e mulher. Minha família, que era bem conservadora, aceitou a união de má vontade, porque diziam que aquela mulher era provavelmente a puta do nosso trabalho. Fiquei puto com essa afirmação, porque, embora quando a peguei como namorada ela já não fosse virgem, ela não era dessas mulheres tão safadas. Minha agora esposa me disse que eu tinha que participar da tradição da família dela. Eu falei que aceitava de bom grado, mas que me dissesse do que se tratava. Então ela me disse que o genro que chegava na família tinha que se vestir de puta e se apresentar pra família, pra bênção que dariam ao nosso casamento. Achei que era brincadeira, mas quando vi os olhos dela cheios de... Seriedade e sinceridade, me senti sobrecarregado. Eu disse que aceitava, e ela, toda animada, confirmou pra família dela que eu seria bem-vindo na casa de campo deles — uma fazenda enorme, mas quase abandonada. Pra ocasião, ela escolheu um look bem sensual de colegial: meia-calça preta, salto bloco, fio dental preto e um sutiã provocante. Eu me depilei inteiro, incluindo barba e bigode. Chegamos na fazenda e, num quarto, ela me ajudou a me vestir, até me maquiou e colocou uma peruca em mim. Quando me vi no espelho, não consegui evitar uma ereção — eu tava muito gostoso, não sabia que dentro de mim tinha uma menininha. Já com o look de putinha, minha esposa tirou de uma gaveta um plug anal e lubrificante. Eu falei que não ia deixar ela colocar aquilo em mim, mas, em vez de ficar brava ou algo assim, ela só sorriu e disse: "Não pode ter uma putinha sem a raba preparada pra ser usada. Para de frescura e coloca." Peguei o plug, tava bem gelado, era de metal com uma joia vermelha. Tentei enfiar, mas meu cu resistia. Aí ela, toda empolgada, falou: "Nossa, você é virgem, menininha?" Eu, todo envergonhado, disse que era hétero e que jamais tinha pensado em enfiar nada por ali. Ela me levou pro banheiro e mandou eu evacuar tudo que tivesse no intestino. Depois, me fez uma lavagem e, após lubrificar meu cu já limpo, enfiou o brinquedo sem piedade. Tentei tirar, mas ela me deu um tapa leve e disse que as vadias da família dela eram obedientes, e que, se eu queria ser aceito pela família, deixasse aquilo onde estava. Ela, por sua vez, vestiu uma roupa de dominatrix — um traje bem sensual que deixava a buceta dela nua e os peitos lindos de fora. As plataformas dela eram mais altas que os saltos que ela me fez calçar. Eu sentia que o coração ia sair pela boca de tanta emoção acumulada naquele momento. Então, ela abriu a porta que dava pra um salão enorme, e lá estava a família toda dela: os pais, os irmãos e irmãs com seus parceiros, e até a empregada doméstica, que tava vestida de camareira. Francesa, parecia muito sensual porque era de pele morena e aquela roupa caía super bem nela. A mãe dela usava um conjunto de lingerie vermelha, os homens só estavam de roupão e descalços, e por baixo dos roupões dava pra ver as ereções pelo que ia rolar. As esposas deles estavam com fantasias sensuais, e as irmãs da minha esposa usavam roupas de gótica foxy, micro saias, meia arrastão e saltos bem sensuais, além de tops que valorizavam os peitos delas, muito gostosos. Eu achei que era uma orgia de família, mas quando minha agora esposa me apresentou no meio do salão e todo mundo me cercou, eu percebi que não seria assim. Ela disse: "Minha putinha aceitou fazer parte da nossa família e, como tal, esta noite será abençoada por nós. Eu ansiava pelo dia em que isso aconteceria, porque eu era a última solteira. Agora peguem essa putinha idiota e mostrem a ela por que somos tão unidos." Ela me beijou de um jeito bem sensual e mandou eu ficar de quatro num sofazinho. Assim, dava pra ver minha buceta enfeitada com o plug, e o primeiro a acariciar e dar tapas na minha bunda foi meu sogro, enquanto minha esposa me fazia chupar a boceta dela. Aí senti minha respiração acelerar até meu coração quase pular do peito, porque ela puxou minha calcinha fio dental e tirou o plug. De quatro, eu não conseguia ver o que tava rolando, mas quando ouvi a voz da minha sogra, entendi que ela ia me penetrar. Eu ia me levantar e impedir aquilo, mas minha esposa segurou meus pulsos e disse pra eu aguentar, porque ela não me daria filhos se o ritual não fosse completado. Aí senti o pau do meu sogro, que era enorme; só de colocar a ponta, eu soltei um grito. Todo mundo no salão riu. As mulheres me incentivaram a aguentar, e mesmo com lágrimas nos olhos de dor, eu suportei a primeira estocada. O pau dele era tão grande que parecia que eu ia partir ao meio, e meu pau tava tão duro que minha sogra disse que seria uma pena desperdiçar a chance de provar o que a filha dela comia. Foi uma mistura de sensações muito... Intensa, meu sogão me dando cock e minha sogra me entregando a bucetinha dela, era bem apertadinha, a cada empurrada ela também era penetrada, o quartzão se encheu dos nossos gemidos, e agora os outros casais repetiram o que os pais deles faziam, os homens me penetravam enquanto as esposas deles curtiam minha ereção, que turbinaram com bebidas afrodisíacas que me fizeram beber, eu tava banhado em suor, já sentia as gotas daquele líquido encharcando o sofá quando eles já tinham terminado e todos os casais tinham se saciado com meu corpo, chegou a vez da minha esposa, que enfiou um dildo enorme em mim e assim, ligado, eu dei cock nela, ao sentir o calor das entranhas dela e o vai e vem do quadril, não consegui evitar de gozar, gozei dentro dela como nunca tinha feito, agora todo mundo aplaudia, mas a noite tava só começando, mal tinha terminado na minha esposa quando os homens me fizeram ajoelhar e mamar o cock de todos, um dos meus cunhados tinha um pau gigante, mal podia acreditar que ele tinha enfiado no meu cuzinho apertado que horas antes ainda era virgem, mamei e chupei paus como uma puta faminta, aí meu sogão, já estimulado, me banhou de esperma, toda a maquiagem escorreu, e em seguida todos os outros homens descarregaram o esperma deles em mim, minha esposa me mandou comer a buceta dela, toda suja do esperma da família, as mulheres que se beijavam e se dedavam entre si se juntaram à festa, agora sim era uma orgia em grupo, todas subiram numa mesa giratória e abriram as pernas, me deixaram penetrar elas naquele círculo de luxúria, não consegui evitar de gozar na minha sogra e numa das minhas cunhadas, e nessa posição elas foram banhadas de esperma pelos outros homens da família, aí, sem aviso, me pegaram e me amarraram na mesa junto com a minha mulher, abriram nossas pernas e fizeram a mesma coisa, se revezaram pra nos penetrar até ficarmos todos melados de esperma, nos soltaram e minha esposa me olhou nos olhos enquanto me beijava e saboreava o esperma do Família e ela me disse: "aguenta, amor, só aguenta". Aí me levantei e ela me conduziu até onde estavam dois dos irmãos dela com as pernas abertas, e me sentou nos paus deles, duros como pedra. No começo, só um pau entrou na minha bunda já judiada, mas depois que as mulheres ajudaram os homens, uma dolorosa dupla penetração aconteceu. Dois paus ao mesmo tempo estavam espremendo minhas entranhas. Meu pau já mole ficava pulando e babando enquanto as mulheres chupavam os outros. Ficaram assim até que todos me penetraram de dois em dois. Quando saíram de mim, caí de bunda no chão. Aí me arrastaram e me colocaram de novo no centro de um círculo familiar. Agora meu sogro me obrigou a fazer sexo oral nele. Sentia minha garganta sendo maltratada pelo enorme falo que concebeu o amor da minha vida. Então, depois de um gemido leve, ele gozou na minha garganta. Senti o porra descendo direto pro meu estômago. Quase vomitei quando me avisaram que, se devolvesse, me obrigariam a comer de novo aquele produto. Agora os filhos e genros repetiram a mesma coisa até que me senti uma puta barata e humilhada. Me senti um vaso sanitário humano. Então as mulheres, que se masturbavam contemplando a cena, me fizeram beber os squirts delas. Me encharcaram de fluidos e me obrigaram a limpar o sêmen dos maridos delas. Minha esposa aproximou a vulva dela do meu rosto e mijou em cima de mim, depois de eu também limpar o produto da luxúria daquela orgia familiar. Todos os presentes mijaram em mim. E assim, sujo de mijo e porra, tiraram fotos pra lembrar como me deram as boas-vindas à família. Parabenizaram minha esposa por ter trazido a melhor puta de todas. Mas, apesar de tudo, senti um êxtase tão tremendo que nunca tinha sentido antes. Senti que renasci naquela luxúria e pecado. Dessa vez gozei do nada, e todos concordaram que a fazenda devia ser visitada com mais frequência, graças à minha esposa, que tinha trazido carne sexual de altíssima qualidade. Desde aquele Um dia eu me transformei na putinha da minha nova família.
1 comentários - Família da minha esposa é mente aberta