Meu nome é Yanet, acabei de fazer 42 anos, sou de nacionalidade mexicano-cubana, porque minha mãe é cubana e meu pai mexicano. Fisicamente, não sou muito alta, tenho 1,60m, pele clara, cabelo castanho (embora goste de tingir); sempre fui uma mulher muito voluptuosa (acho que é pela genética que herdei da minha mãe). Desde pequena, sempre tive uma bunda bem grande e também os peitos. Minhas medidas são: peitos 98, cintura 63 e quadril 115cm. Tanto meus peitos quanto minha bunda são naturais, só operei a barriga pra ficar definida, e claro, academia, dieta, tratamentos. Aqui uma foto pra vocês verem como tô agora.
Nem sempre morei na Cidade do México. Venho de família humilde (e não tenho vergonha disso). Cresci num povoado no Vale de Toluca, a algumas horas da Cidade do México, e passei toda a minha infância por lá. Mas o que seria deste relato sem o tesão que vocês estão procurando? Somos duas irmãs, e eu sou a mais velha. Por causa da minha herança cubana, comecei a me desenvolver cedo. Era uma das mais altas da sala, fui a primeira a ter peitos e uma bunda grande. Quando estava na sexta série do ensino fundamental, já era desenvolvida, e no ensino médio parecia até maior de idade. Mesmo assim, meus pais me protegiam demais, além de serem religiosos ao extremo. Por exemplo, no colégio, sempre compravam a saia do uniforme um número maior, assim como o suéter e a calça de moletom, que compravam sempre de menino para ficar mais larga e folgada. Além disso, eu tinha ordem de nunca tirar o suéter do uniforme para nenhum menino reparar nos meus peitos. Era proibido sair de casa, então minha mãe sempre me levava para a escola e, na saída, eu tinha que voltar direto para casa. Em casa, tinha que ajudar nas tarefas domésticas; minha mãe saía para comprar as coisas enquanto eu terminava os serviços de casa. Me ensinaram que o lugar da mulher é em casa, para cuidar e obedecer ao marido em tudo. Por isso, tenho muito marcado o jeito de ser uma mulher submissa e abnegada. Nunca vi nada de errado nisso, e foi assim que cresci a vida toda. Dessa época do ensino médio, lembro de duas histórias picantes que aconteceram comigo (foram mais, mas essas são as primeiras que vieram à mente). A primeira é que, naquela época, minha mãe sempre escolhia minha roupa (na verdade, eu me vestia bem recatada). Não usava jeans, muito menos calça de moletom. Só vestidos ou saias bem compridas, e nem pensar em roupa íntima sexy. Um dia, na feira, vi um conjunto de moletom muito bonito. Pedi para minha mãe comprar, mas ela obviamente ficou brava e não quis comprar. Mas depois de tanto e tanto insistir por meses e sob certas condições, ela concordou em me comprar um parecido. A condição era que eu só podia usar em casa, era proibido sair com ele ou levar pra escola, mas principalmente meu pai nunca podia me ver usando, porque ia ficar puto da vida. Só pra eles comprarem, acabei aceitando. Eu era a menina mais feliz do mundo naquele momento, vestia ele toda hora, era vermelho com uma listra fina branca nas laterais. A verdade é que essa calça vermelha me caía ufff, dava pra ver umas bundas redondas, empinadas e duras, de tão apertada que era, parecia que a qualquer momento eu ia rasgar. Como eu disse, usava quase todo dia quando chegava da escola. Com a calça, eu arrumava a casa, fazia a comida e brincava com minha irmã; além disso, como não tínhamos vizinhos e o quintal dos fundos onde brincávamos era cercado com uma tela, minha mãe ficava tranquila que ninguém ia me ver. Um dia, de tantos, eu tava brincando com minha irmã, quando subi numa árvore e, sem perceber, a calça tinha rasgado na bunda. Ficamos assim por um tempo, até que passou o caminhão do sorvete. Descemos e na hora o senhor ficou me olhando com um olhar tarado. Terminei de pagar e, quando a gente tava indo embora, o senhor me chamou de volta e disse: que eu não usasse mais aquela calça porque tava rasgando tudo, e na sequência me mandou um beijo e me apalpou. A segunda vez foi quando eu tava quase saindo do ensino fundamental, a gente sempre usava pijamas. O meu já tava bem velhinho, mas não queria jogar fora porque gostava pra caralho, era branco do Mickey, mas com as lavagens e o uso foi desbotando e o tecido foi ficando cada vez mais fino. Toda vez que eu vestia, ficava muito apertado na cintura (talvez porque compraram quando eu tinha 12 anos e naquela época eu já tinha 15, e a parte de cima, o moletom, já não servia mais, mas a camiseta ainda usava). Mais ou menos assim que eu tava (essa não é uma foto minha). ) mas na real eu ficava assim
Um dia, me aconteceram umas paradas muito quentes. Eu tinha ficado doente, por isso não fui pra escola por quase uma semana inteira. Quando comecei a me sentir bem, minha mãe mandou eu ir na casa de uma amiga minha pra pegar a tarefa que a professora tinha passado. Como sempre, minha irmã foi comigo pra eu não ir sozinha; eram umas 5 ou 6 da tarde, e a casa da minha amiga era meio longe, além do tempo estar feio, parecendo que ia chover, e realmente começou a chover. Corremos pra não nos molhar, eu tava vestindo meu moletom de pijama e minha camiseta branca. Acabamos ficando molhadas quando chegamos na casa da minha amiga. Quando batemos na porta, o irmão mais velho dela atendeu (eu era afim dele naquela época). Perguntei pela irmã dele, mas ele disse que não tava. Eu perguntei se ele sabia alguma coisa sobre a tarefa. Ele entrou pra procurar, quando voltou me deu o caderno onde anotávamos as tarefas e eu pude notar que por baixo do moletom ele tava com uma ereção, dava pra ver o volume por cima do tecido. Ele só ficava olhando pras minhas tetas, eu tava ficando com tesão, mas não rolou mais nada. Quando voltamos, minha mãe falou pra eu ir comprar umas coisas na venda porque íamos receber visitas. Dessa vez fui sozinha porque já tava escuro pra minha irmã sair. A venda que eu ia era meio longe, nem tive tempo de me trocar, então fui do jeito que tava. Como era época de chuva, de novo fui pega pela chuva. Dessa vez corri, mas me molhei mais do que da outra vez. Já voltando da venda, encontrei de novo o irmão da minha amiga. Ele disse que ia me acompanhar até em casa, coisa que acabei aceitando pra não voltar sozinha e minha mãe não brigar, já que a mãe dele e a minha se davam muito bem. Enquanto a gente caminhava, ele foi se aproximando mais de mim, até o ponto de andar colado do meu lado. Quando percebi, ele já tava me tocando na cintura. Não podia fazer nada porque minhas mãos estavam segurando as coisas que tinha comprado na venda. Como ele viu que eu não falava nada, começou a passar a mão. Agora, nas minhas Booty. Eu não falava nada, pelo contrário, gostava do que ele tava fazendo comigo. Mas o garoto foi além, enfiou a mão por baixo da minha calça e da minha roupa íntima (eu usava cueca boxer). Só sentia a mão dele me apalpando; quando estávamos quase chegando na minha casa, tinha umas árvores perto, a gente foi pra debaixo delas e começou a se beijar. E vou confessar que foi meu primeiro beijo, então não sabia se tava fazendo direito. Enquanto a gente se beijava, ele ficava apalpando minhas nádegas, eu não falava nada, mas amava tudo que tava sentindo. Até que eu recuperei a sanidade e fui pra minha casa. Assim que entrei, tava mega molhada, fui direto deixar as coisas na cozinha; quando minha mãe grita pra eu ir cumprimentar as visitas. Fui cumprimentar, já tinha visto eles, era um casal mais ou menos da idade dos meus pais. Percebi como o senhor ficou me encarando, e é que, por causa da minha camiseta molhada, meu sutiã tava transparente. Ele não tirava os olhos dos meus peitos molhados. Eu não falei nada, mas essa foi uma das primeiras vezes que me senti desconfortável. Fui pro meu quarto me trocar. No jantar, tudo foi normal, mas mesmo eu já estando bem coberta com minha roupa, o senhor não parava de me olhar com malícia, mesmo não vendo mais nada do meu corpo. Por enquanto, deixo aqui esse relato da minha infância, espero que tenham gostado. Vocês decidem se eu posto as histórias da minha época de colégio (já lembrei de outras). Beijos 💋 meus bbs.
Nem sempre morei na Cidade do México. Venho de família humilde (e não tenho vergonha disso). Cresci num povoado no Vale de Toluca, a algumas horas da Cidade do México, e passei toda a minha infância por lá. Mas o que seria deste relato sem o tesão que vocês estão procurando? Somos duas irmãs, e eu sou a mais velha. Por causa da minha herança cubana, comecei a me desenvolver cedo. Era uma das mais altas da sala, fui a primeira a ter peitos e uma bunda grande. Quando estava na sexta série do ensino fundamental, já era desenvolvida, e no ensino médio parecia até maior de idade. Mesmo assim, meus pais me protegiam demais, além de serem religiosos ao extremo. Por exemplo, no colégio, sempre compravam a saia do uniforme um número maior, assim como o suéter e a calça de moletom, que compravam sempre de menino para ficar mais larga e folgada. Além disso, eu tinha ordem de nunca tirar o suéter do uniforme para nenhum menino reparar nos meus peitos. Era proibido sair de casa, então minha mãe sempre me levava para a escola e, na saída, eu tinha que voltar direto para casa. Em casa, tinha que ajudar nas tarefas domésticas; minha mãe saía para comprar as coisas enquanto eu terminava os serviços de casa. Me ensinaram que o lugar da mulher é em casa, para cuidar e obedecer ao marido em tudo. Por isso, tenho muito marcado o jeito de ser uma mulher submissa e abnegada. Nunca vi nada de errado nisso, e foi assim que cresci a vida toda. Dessa época do ensino médio, lembro de duas histórias picantes que aconteceram comigo (foram mais, mas essas são as primeiras que vieram à mente). A primeira é que, naquela época, minha mãe sempre escolhia minha roupa (na verdade, eu me vestia bem recatada). Não usava jeans, muito menos calça de moletom. Só vestidos ou saias bem compridas, e nem pensar em roupa íntima sexy. Um dia, na feira, vi um conjunto de moletom muito bonito. Pedi para minha mãe comprar, mas ela obviamente ficou brava e não quis comprar. Mas depois de tanto e tanto insistir por meses e sob certas condições, ela concordou em me comprar um parecido. A condição era que eu só podia usar em casa, era proibido sair com ele ou levar pra escola, mas principalmente meu pai nunca podia me ver usando, porque ia ficar puto da vida. Só pra eles comprarem, acabei aceitando. Eu era a menina mais feliz do mundo naquele momento, vestia ele toda hora, era vermelho com uma listra fina branca nas laterais. A verdade é que essa calça vermelha me caía ufff, dava pra ver umas bundas redondas, empinadas e duras, de tão apertada que era, parecia que a qualquer momento eu ia rasgar. Como eu disse, usava quase todo dia quando chegava da escola. Com a calça, eu arrumava a casa, fazia a comida e brincava com minha irmã; além disso, como não tínhamos vizinhos e o quintal dos fundos onde brincávamos era cercado com uma tela, minha mãe ficava tranquila que ninguém ia me ver. Um dia, de tantos, eu tava brincando com minha irmã, quando subi numa árvore e, sem perceber, a calça tinha rasgado na bunda. Ficamos assim por um tempo, até que passou o caminhão do sorvete. Descemos e na hora o senhor ficou me olhando com um olhar tarado. Terminei de pagar e, quando a gente tava indo embora, o senhor me chamou de volta e disse: que eu não usasse mais aquela calça porque tava rasgando tudo, e na sequência me mandou um beijo e me apalpou. A segunda vez foi quando eu tava quase saindo do ensino fundamental, a gente sempre usava pijamas. O meu já tava bem velhinho, mas não queria jogar fora porque gostava pra caralho, era branco do Mickey, mas com as lavagens e o uso foi desbotando e o tecido foi ficando cada vez mais fino. Toda vez que eu vestia, ficava muito apertado na cintura (talvez porque compraram quando eu tinha 12 anos e naquela época eu já tinha 15, e a parte de cima, o moletom, já não servia mais, mas a camiseta ainda usava). Mais ou menos assim que eu tava (essa não é uma foto minha). ) mas na real eu ficava assim
Um dia, me aconteceram umas paradas muito quentes. Eu tinha ficado doente, por isso não fui pra escola por quase uma semana inteira. Quando comecei a me sentir bem, minha mãe mandou eu ir na casa de uma amiga minha pra pegar a tarefa que a professora tinha passado. Como sempre, minha irmã foi comigo pra eu não ir sozinha; eram umas 5 ou 6 da tarde, e a casa da minha amiga era meio longe, além do tempo estar feio, parecendo que ia chover, e realmente começou a chover. Corremos pra não nos molhar, eu tava vestindo meu moletom de pijama e minha camiseta branca. Acabamos ficando molhadas quando chegamos na casa da minha amiga. Quando batemos na porta, o irmão mais velho dela atendeu (eu era afim dele naquela época). Perguntei pela irmã dele, mas ele disse que não tava. Eu perguntei se ele sabia alguma coisa sobre a tarefa. Ele entrou pra procurar, quando voltou me deu o caderno onde anotávamos as tarefas e eu pude notar que por baixo do moletom ele tava com uma ereção, dava pra ver o volume por cima do tecido. Ele só ficava olhando pras minhas tetas, eu tava ficando com tesão, mas não rolou mais nada. Quando voltamos, minha mãe falou pra eu ir comprar umas coisas na venda porque íamos receber visitas. Dessa vez fui sozinha porque já tava escuro pra minha irmã sair. A venda que eu ia era meio longe, nem tive tempo de me trocar, então fui do jeito que tava. Como era época de chuva, de novo fui pega pela chuva. Dessa vez corri, mas me molhei mais do que da outra vez. Já voltando da venda, encontrei de novo o irmão da minha amiga. Ele disse que ia me acompanhar até em casa, coisa que acabei aceitando pra não voltar sozinha e minha mãe não brigar, já que a mãe dele e a minha se davam muito bem. Enquanto a gente caminhava, ele foi se aproximando mais de mim, até o ponto de andar colado do meu lado. Quando percebi, ele já tava me tocando na cintura. Não podia fazer nada porque minhas mãos estavam segurando as coisas que tinha comprado na venda. Como ele viu que eu não falava nada, começou a passar a mão. Agora, nas minhas Booty. Eu não falava nada, pelo contrário, gostava do que ele tava fazendo comigo. Mas o garoto foi além, enfiou a mão por baixo da minha calça e da minha roupa íntima (eu usava cueca boxer). Só sentia a mão dele me apalpando; quando estávamos quase chegando na minha casa, tinha umas árvores perto, a gente foi pra debaixo delas e começou a se beijar. E vou confessar que foi meu primeiro beijo, então não sabia se tava fazendo direito. Enquanto a gente se beijava, ele ficava apalpando minhas nádegas, eu não falava nada, mas amava tudo que tava sentindo. Até que eu recuperei a sanidade e fui pra minha casa. Assim que entrei, tava mega molhada, fui direto deixar as coisas na cozinha; quando minha mãe grita pra eu ir cumprimentar as visitas. Fui cumprimentar, já tinha visto eles, era um casal mais ou menos da idade dos meus pais. Percebi como o senhor ficou me encarando, e é que, por causa da minha camiseta molhada, meu sutiã tava transparente. Ele não tirava os olhos dos meus peitos molhados. Eu não falei nada, mas essa foi uma das primeiras vezes que me senti desconfortável. Fui pro meu quarto me trocar. No jantar, tudo foi normal, mas mesmo eu já estando bem coberta com minha roupa, o senhor não parava de me olhar com malícia, mesmo não vendo mais nada do meu corpo. Por enquanto, deixo aqui esse relato da minha infância, espero que tenham gostado. Vocês decidem se eu posto as histórias da minha época de colégio (já lembrei de outras). Beijos 💋 meus bbs.
5 comentários - Minhas histórias no Ensino Médio 🥵