Gina Gerson Capítulo 3 Nas mãos dos velhos carniceiros pervertidos.
(Dentro da casa, no momento em que Gina, com apenas 19 anos recém-completados, já estava no interior da residência acompanhada de seus patrões, dom Ángel e dom Carlos)
No entanto, dentro da casa que ficava no meio da rua em questão, uma situação estranha acontecia. A jovem Gina acabara de fechar a porta por dentro e estava extremamente nervosa, acompanhada por dois velhos tarados, sem saber que eles não teriam piedade dela quando a temperatura subisse.
Os dois velhotes tinham se sentado no sofá, enquanto ela, timidamente, se acomodou em uma das cadeiras. Ela mantinha as duas mãozinhas cruzadas e apoiadas sobre as pernas, não parava de esfregá-las levemente, tremendo, para secar o suor. A garota estava muito agitada por estar naquela situação dentro de sua própria casa.
— Bem, vai nos servir algo para beber, mocinha? — Era dom Ángel quem quebrava o gelo. O irmão dele, no mesmo estado, era quem agora dava mais instruções:
— Nas sacolas que trouxemos tem cigarros e cervejas. Por enquanto, que tal passar umas geladas pra gente, gostosa, antes de começarmos a brincar com você, jijiji.
— Sim, claro… — respondeu Gina com a voz trêmula. A garota tremia de um medo estranho que, aos poucos, a envolvia. Agora pensava que talvez não tivesse sido uma boa ideia meter os dois chefes dentro de casa, por mais que fossem amigos do pai dela, pensava. Até que, como conseguiu, levantou-se e se aproximou da mesa onde estavam as sacolas que os velhos tinham trazido. De uma delas, tirou duas garrafas de cerveja e as entregou, uma para cada um. Os velhos as receberam com prazer e, do sofá, a olhavam dos pés à cabeça enquanto já começavam a beber. Obviamente, já estavam devorando ela com os olhos.
De sua posição do lado de fora da casa, dom Rodolfo, depois de esperar alguns instantes, mudou de posição e, estando em um... estado psíquico emocional alterado, ele colocou um dos olhos numa das frestas da janela, percebendo que ali estava mesmo a filha dele, acompanhada por dois homens que ele conhecia muito bem. O pai aflito ainda não entendia direito o que estava rolando, mas preferiu continuar escondido pra ver como a coisa ia se desenrolar. Foi aí que ele ouviu a conversa estranha:
– Olha aqui, guria… – ouviu Dom Rodolfo dizer que Dom Ângelo falava – Espero que agora que a gente tá na sua casa e sozinhos, você não vá dar pra trás. Foi você quem cometeu vários erros ao dar o troco no açougue, erros que a gente tá disposto a relevar. A gente já tinha até tomado uma decisão, que você já sabe muito bem qual é… mesmo assim, preferimos te dar mais uma chance, claro que com certas condições, hehehe… condições que você mesma aceitou…
– Também não é nada tão grave assim – colaborou agora Dom Carlos com o irmão – A gente só quer te ver com pouca roupa e que você faça tudo o que a gente pedir…
– Eu… Eu não vou dar pra trás… – disse Gina com a voz fraca, a garota estava de pé na frente deles. Dom Rodolfo, do outro lado da parede, via a filha dele de cabeça baixa, e como ele a conhecia, percebia a insegurança no que ela tava dizendo. O homem se dava conta de que o que a filha dele tava fazendo não era algo que ela curtia, mas os velhos continuavam pressionando ela.
– Então você já sabe o que tem que fazer, guria. Hoje de manhã a gente já explicou e você concordou… – gritou Dom Ângelo, que geralmente era o mais prepotente dos dois. – Vai pro teu quarto, se maquia de novo e veste as coisinhas que a gente comprou pra você.
Dom Rodolfo, do outro lado da parede, viu, chocado, que Gina, depois de pegar outra das sacolas que estavam em cima da mesa, saiu da salinha e foi pro quarto dela, fechando a porta atrás de si, deixando os dois açougueiros esperando.
O aposentado desesperado e pai de família não conseguia acreditar. Já tinha caído na real de que os dois amigos dele… Estavam chantageando a filha dela com não demitir ela em troca de algo por supostos erros que ela cometeu, era por isso que o estado de ânimo dela tava todo alterado naqueles últimos dias.
Já que ela ouviu claramente que eles queriam ver ela pelada e fazer umas coisinhas, — mas que coisinhas seriam essas?, ela pensava.
Seu Rodolfo lentamente se virou até ficar sentado no chão molhado do quintal dele, e agora sim a cabeça dele tava um caos, ele se sentia puto, tão decepcionado e humilhado tanto pela filha sem noção quanto pelos dois amigos dele, mas mesmo assim não conseguia se levantar e entrar na própria casa pra botar ordem nas coisas, e isso era por um único motivo: desde que ele tinha entrado no jardim da frente depois de falar com as vizinhas, foi tomado por um tesão estranho e inconsciente que impedia ele de se mostrar e acabar com o que tava prestes a rolar, claro que esse tesão não era por desejar a filha dele, longe disso, mas inexplicavelmente ele queria saber com toda certeza se as velhas tinham razão nas indiretas delas, agora se escondendo atrás da desculpa de que ele esperava ver a filha expulsando com dignidade aqueles dois aproveitadores lá de dentro de casa, ele decidiu esperar pra ver o que ia acontecer em seguida, o coração dele batia acelerado.
Gina demorou vários minutos pra sair do quarto dela, enquanto os dois carniceiros conversavam sobre as coisas deles bebendo e fumando, como se realmente estivessem sentados no melhor dos cabarés esperando ver um bom show erótico. Foi pelo som da porta se abrindo que os dois brutamontes ficaram de boca aberta, assim como Seu Rodolfo que, ao ouvir o barulho da porta de novo, já tava no posto de observação dele.
Quando a adolescente voltou devagar pra salinha, os dois carniceiros, sem perceber, esticaram as mãos pra ela mexendo os dedos como se fossem garras, bem parecido com quem tivesse tiques nervosos nos dedos, como se realmente já Queriam se atirar nela pra fazer mil coisas juntos.
Os irmãos viram o momento exato em que a porta do quarto da garota se abriu, e a imagem feminina que viram quase os deixou fulminados. Na frente deles estava a doce jovenzinha descalça, exibindo o corpo poderoso que ela tinha.
O portaligas preto com meias também pretas, que na garota chegavam um pouco acima da metade das coxas, faziam a silhueta dela parecer ainda mais curvilínea e violenta do que já era. Eles a viam exatamente como ela era: uma verdadeira obra-prima de mulher jovem. A calcinha fio-dental justa e minúscula cobria só o mínimo, a ponto de, só de olhar aquela parte erótica do corpo dela, os dois velhos já estavam balbuciando safadezas incoerentes.No momento em que a menina ingênua que os enfeitiçou chegou a meio metro de onde eles estavam sentados, com seu traje leve de puta de alto nível, foi dom Ángel quem primeiro conseguiu falar:
— Pô…! Pô…!! Pôôô…!!! — o velhote falava como se não acreditasse no que via. — Cê tá mesmo uma putinha gostosa com essas roupas de vagabunda que compramos pra você, piranhaaa…!!! Cê fica ainda mais boa do que a gente já te vê todo dia no açougue, mamiiiiiii…!!!! — disse ele com os olhos bem abertos, sem parar de percorrer o corpo dela.
Já dom Carlos só gesticulava com a bocona, abrindo e fechando. Os dois dentes da frente dele apareciam amarelados e bem separados um do outro. O coitado não conseguia nem falar, porque até o ar faltava diante da visão tão impactante e deliciosa que estava plantada a só meio metro de onde eles estavam, devorando-a com os olhos. E ainda tinha aquele pequeno triângulo de pano preto, localizado um palmo e meio abaixo do umbiguinho dela, que mal cobria o suficiente para que, na imaginação, não aparecesse o começo dos primeiros pelinhos que ela devia ter na parte mais íntima do corpo. E era isso que deixava os dois velhos quase babando de tesão.
– Es… tá… tás… uma delíciaaaa…!!! – foi a primeira coisa que ele disse pra menina, o irmão do seu Ángel, depois de se recuperar do primeiro impacto, sem parar de devorá-la com os olhos uma e outra vez – T… ta… tal como o Ángel disse… pa… parece uma p… pu… puta de verdade…!!!Os dois velhos tinham planejado a noite inteira o que queriam que ela fizesse pra eles naquela tarde antes de estuprá-la. Iam pedir pra ela dançar com aquele look enlouquecedor, pensavam em tirar fotos dela pelada, deitada de lado na mesa da sala de jantar. Depois de comerem ela, tinham bolado dar uma tigela de cereal pra ela, mas trocando o leite por boas quantidades do próprio esperma quente e grosso, pra ela, com a colher na mão, misturar com o cereal e depois se servir. E assim um monte de outras aberrações. Mas o velho Ángel, que já não aguentava mais depois de um ano de tesão acumulado, simplesmente se levantou do sofá e, sem avisar ninguém, se jogou em cima do corpo dela. Com as duas mãos enormes, arrancou o sutiã da menina em um tempo recorde de exato um segundo e meio. Logo depois, na mesma hora, pegou ela pela cintura fina com aquelas mãos de açougueiro e começou a chupar os peitos dela de um jeito desesperadamente faminto.
CONTINUA… NO PRÓXIMO CAPÍTULO, O POBRE PAI DA GINA VAI TESTEMUNHAR COMO SUA DOCE FILHA SE TORNA PRESA FÁCIL DOS SEUS DOIS VELHOS E PERVERTIDOS AMIGOS.
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