Fui pra uma entrevista e acabei chupando uma rola. Não tinha como pagar a corrida, e chupei o motorista de táxi pra chegar a tempo. Naquela manhã, tive que faltar no SENA, algo que quase nunca faço, mas surgiu uma entrevista de emprego de última hora e eu não podia deixar passar. Com o que a gente tá vivendo, cada oportunidade conta. Levantei cedo, arrumei meu filho, preparei algo rápido pra ele comer e levei ele pra escola em Bello, como todo dia. O problema foi que entre a passagem dele e a minha, gastei os únicos dois reais que tinha pro metrô. E como o trajeto do El Poblado até lá é longo, já não dava mais pra voltar. Fazer o quê. Fiz as contas rápido, olhei a hora, e sem pensar muito, atravessei a rua e levantei a mão pra pegar o primeiro táxi que vi. Tava atrasada, e não podia me dar ao luxo de perder aquela oportunidade. Tava com pressa pra entrevista, então decidi preparar a carteira pra deixar pronta quando a gente chegasse, comecei a procurar ela na bolsa, mas não via. Comecei a me estressar, tinha certeza de que tinha guardado ela na bolsa. Revirei de novo, e não ver ela só me deixava mais estressada — Ai, não! Por sair correndo, esqueci minha carteira — falei procurando pela última vez. É que nunca ando com dinheiro vivo; sempre dependo dos meus aplicativos de banco virtual e cartões de débito. O estresse cada vez ficava mais evidente no meu rosto, no meio do nervosismo olhei pro taxista com medo e vergonha — Desculpa, moço, mas tenho um problema — falei rindo nervosa — Esqueci meu dinheiro em casa. Mas tenho Nequi no celular, posso te pagar assim? A raiva do taxista na cara dele era nítida, ele apertava os nós dos dedos enquanto dirigia. Me olhava pelo retrovisor como se tivesse vendo o capeta — Não, mocinha, só aceito dinheiro vivo — disse me encarando com raiva. Meu coração disparou. Sabia o que viria depois. Mas sou uma mulher que acredita em dinheiro virtual — implorei — Não tenho dinheiro vivo. Não podemos chegar a um acordo? Ele me interrompeu mostrando a raiva — Desculpa. Sou um homem de A velha escola. E não entendo esses aplicativos. Mas no meio da estrada não vamos poder discutir, vamos pro estacionamento de um depósito que eu conheço, lá a gente pode conversar. O estresse tava estampado na minha cara, assim como o nervosismo, mas eu aceitei. O taxista foi até o depósito que ele falou, estacionou no pátio e parou, desligando o motor.Com o motor desligado, ele não parava de me olhar. Me lançava uns olhares tarados, enquanto mexia os olhos nas minhas tetas. — Então, como é que você vai me pagar? Não sou caridoso com passageiro que não paga, a dona das obras de caridade era a Madre Teresa de Calcutá — ele falou, se sentindo poderoso, e era mesmo, porque claramente ele tava ganhando e eu tinha tudo a perder. Meus olhos encheram d'água, pensando na situação. Aquela entrevista era minha última esperança: já tava devendo três meses de aluguel, e claramente com aquele filho da puta do meu ex-namorado, o pai do menino. Com aquele desgraçado nunca dá pra contar pra nada, então nem considero ele quando tenho problemas, principalmente os financeiros. — Por favor, senhor — implorei — Preciso chegar a tempo naquela entrevista. Eu pago quando puder. O motorista riu na minha cara, claramente aquilo não ia rolar, ele não tinha garantia de que me veria de novo na vida. — Mentirosa. Você vai me pagar agora mesmo, ou chamo a polícia — ele ameaçou, me encarando sério pelo retrovisor. Minha mente ficou em branco, eu tava travada, não vinha mais nada na cabeça pra propor pro taxista. Tava desesperada, e tinha que dar um jeito, custasse o que custasse. Foi aí que acendeu uma luz, e tive uma ideia, era perversa, sim, mas eu tava numa situação onde não dava pra pensar em moral. Mordi o lábio, me virei pro banco do carona, subindo por cima do banco, sentei do lado do motorista e olhei pra ele com um olhar tarado. — Olha, senhor, isso é questão de vida ou morte... e já que não tem outro jeito de pagar que não seja com dinheiro, e claramente a gente não tá se entendendo — falei. sorrindo, enquanto colocava minha mão no volume dele—Que tal se eu deixar você gozar na minha boca? Posso simplesmente ficar submissa e deixar você usar minha boca do jeito que quiser... O taxista ficou pálido, percebi pelo jeito que ele se tensioneou e como os olhos dele se arregalaram de surpresa com minha sugestão descarada. Por um momento, me arrependi de ter ido longe demais e passado dos limites. Mas esse arrependimento foi passageiro e simplesmente desapareceu enquanto eu acariciava o volume duro da calça dele. —Beleza, meu amor. Vamos ver o quanto você é boa e testar esses lábios—ele disse, baixando a calça. Senti um tesão enquanto via ele tirar a piroca grossa dele. Me inclinei até o peito dele e simplesmente coloquei na minha boca; tinha um gosto e cheiro ruins, mas como já estava começando a ficar com tesão, resolvi ignorar o cheiro de suor e o gosto salgado. O que tenho que admitir é que era grande, o que fez eu esticar minha mandíbula pra acomodar a grossura. Engolia saliva e me engasgava enquanto ele metia na minha boca, só me concentrei em chupar, tava decidida a fechar o trato. Comecei a mover a cabeça pra cima e pra baixo no pau dele todo, enrolando com a língua. Tinha um gosto horrível, repito, mas por algum motivo que não sei, o sabor me excitava. Senti como eu me molhava enquanto chupava. —Mmmmm sim, assim, putinha, chupa bem gostoso o pau!—ele dizia gemendo, enquanto segurava meu cabelo—. Passa esses lábios de chupadora de pau nas bolas. Obediente e bem submissa, me afastei pra lamber as bolas grossas dele com a língua, antes de chupar uma. Ele soltou um gemido abafado e rebolou o quadril. Soltei os testículos dele por um momento e continuei com o boquete, decidida a chegar na hora. Lambeva de leve, bem devagar, babando no pau pulsante dele. A saliva escorria pelo meu queixo enquanto eu fazia garganta profunda uma e outra vez. Fechava os olhos e, mesmo sem olhar, era excitante ouvir ele gemer. —Mmm, você é uma rabuda faminta de pau, né? —dizia me insultando, enquanto enfiava o pau na minha boca quente. —Nunca fico satisfeita— falei quando tirei ele da boca, pra chupar de novo. O taxista não me dava nem tempo de respirar. Me agarrou forte pelo cabelo e esfregava minha cara no pau dele —Continua chupando, puta —Me mostra o que você faz com essa boquinha. Eu separava meus lábios e pegava a ponta do pau dele, girando minha língua em volta do tronco. Ele gemia, se tremendo, e forçava o pau grosso pra passar além dos meus dentes. Eu lutava pra relaxar a mandíbula, mesmo no fundo querendo que ele usasse do jeito que quisesse. —Engole! Engole meu pau! —o taxista exigia, segurando minha cabeça e fodendo minha cara com força. A baba escorria pelo meu queixo enquanto meus lábios beijavam os pelos ásperos da base do pau dele a cada estocada. Enquanto eu chupava, ele fez um rabo de cavalo no meu cabelo e agarrou com força. Guiava minha cabeça, segurando com brutalidade enquanto continuava fodendo minha cara. Eu podia sentir o gosto dele, senti-lo se contorcendo na minha língua. A baba escorria pelo meu queixo. Abri a garganta, relaxando a mandíbula enquanto deixava ele penetrar mais fundo. Encheu minha boca por completo, o pau dele pulsando contra minha língua. Dava pra sentir o sal do líquido pré-gozo, escorregadio nos meus lábios. —Isso aí. Você é uma putinha boa— ele dizia gemendo, quase no limite. Tava no limite, prestes a gozar —Para agora, putinha, preciso continuar trabalhando— ele falou gemendo, quase gozando. Tirei o pau da boca, ia perguntar se a gente tava quite depois daquela chupada. E o taxista só disse: Desce e faz no estacionamento. Fiz exatamente o que ele pediu, desci do táxi e fiquei olhando ele do chão no estacionamento do depósito. O taxista desceu também depois de mim, a única coisa que ele disse foi pra eu me ajoelhar. O taxista me olhava com aquele pau pulsando, ainda durasso depois da puta mamada que eu dei, mas dava pra sentir que o grosso dele não era de tesão, era de alívio, de poder soltar todo aquele esperma que tava entalado nos ovos. Simplesmente obedeci e me ajoelhei no chão do estacionamento enquanto olhava pra ele. —Isso, você é uma boa putinha submissa—ele falava enquanto começava a bater uma, apontando a rola gigante direto pro chão. O taxista acelerou o ritmo da punheta, e eu fiquei com mais tesão, porque ver um homem se masturbando me deixa bem puta, o taxista gemeu, e todo aquele leite gostoso e lindo começou a cair no chão. Sem esperar ele mandar, me inclinei pra frente, estiquei a língua rápido e comecei a lamber aquele esperma gostoso. O taxista gemia de tesão me vendo lamber e tomar todo aquele leite do chão—Mmmm sim, putinha boa. Lambe tudo, igual a puta suja que você é. De novo eu obedeci, passando a língua no chão até não sobrar uma gota. Enquanto me sentava nos calcanhares, o taxista começou a subir as calças—Você é uma putinha muito boa. Mas tenho que ir. Já perdi tempo e dinheiro demais. O taxista mandou eu subir, que ia me deixar na empresa porque precisava continuar trabalhando. Ele subiu e eu sentei do lado dele, quando deu a partida, o taxista finalmente se apresentou, tipo depois de ter comido minha boca KKKKKKK, e falou que se chamava Jorge. Enquanto Jorge continuava dirigindo, meu olhar foi de novo pro volume dele. Aquele volume continuava duro, mesmo depois de soltar todo aquele leite, e mesmo depois de eu ter chupado ele, levei minha mão até aquele volume gostoso e comecei a baixar as calças dele. Peguei de novo a piroca linda, grossa e cheia de veias dele. Coloquei de novo na minha boca, passando a língua, sentindo que já tava dura de novo, Jorge só gemia aproveitando minha mamada. —Mmmm, tô começando a me apaixonar por essa boquinha suja, você é uma boa putinha. Chupa assim—ele falava sem parar de dirigir. Senti os ovos dele ficarem tensos, e soube que ele ia gozar de novo. Só relaxei minha garganta e levei até o fundo, engolindo o pau dele. O pau dele começou a bombear dentro da minha boca, e finalmente explodiu, gozou na minha garganta toda. Engoli de novo, sem derramar uma gota de porra. Quando o pau dele amoleceu de novo, me afastei, lambendo ele e batendo uma punheta. Limpei a boca e sorri pra ele — Pô, quase nunca gosto de andar com dinheiro vivo, caso você queira brincar com minha boca de novo qualquer dia desses — falei enquanto tirava meu bloquinho e uma caneta, anotei meu número, arranquei a folha. E entreguei pra ele, guardando o bloquinho e a caneta de volta. Ele riu, uma risada profunda e retumbante — Vou levar em conta. Mas você não devia se candidatar pra essa empresa, com essa boquinha tão gostosa você podia ganhar uma grana boa, sem se esforçar — ele falou, praticamente me chamando de puta. Balancei a cabeça. — Valeu, mas acho que por enquanto vou passar, faz anos que sonho em entrar numa empresa, mas obrigada. E obrigada por me relaxar antes da entrevista. Desci do táxi, ajustei a saia e a blusa. Ninguém ia adivinhar as putarias que eu tinha acabado de fazer. Sorri de novo pro Jorge e caminhei até a entrada do prédio.
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