Grindr hoje em dia tá complicado, muita mensagem, pouca ação, salvo umas exceções rápidas. No meio das minhas buscas, sempre focadas em ativos acima de 40 anos, eu elimino um monte de mensagens de gente que não encaixa no perfil que procuro. Umas semanas atrás, abri uma mensagem de um passivo, 22 anos, o nome dele é Tommy, estranhamente, me chamou a atenção e resolvi responder, não tinha muito o que pescar no lago haha. Começamos a conversar, era um guri muito agradável, 22 anos, super passivo igual a mim, amante dos machões maduros e dominantes, quase um sósia meu. Mora a quase 30 minutos da minha casa. Embora não esteja num relacionamento, tem um rolo fixo, quase exclusivo, me disse que era um cara mais velho, 55 anos, pau sempre duro com quem tem um sexo foda. Me contou também que tá na busca de fazer algo diferente, ter um trisal com outro passivo parecido, eu que sou tarado e muito promíscuo, me empolguei na hora. Trocamos nossos números e a conversa continuou no WhatsApp. Embora quem estivesse na busca fosse o próprio Tommy, o Charlie, o macho dele, tava sabendo. Durante vários dias ficamos conversando, trocando ideia sobre nossos gostos, trocando fotos, ele era um gatinho muito atraente, dava pra ver de longe que era passivo, corpinho magro, cabelos claros, uma bundinha pequena mas bem redondinha e rosada, em algumas fotos dava pra ver que tinha uma boa dilatação. Quando vi as fotos do Charlie, meu cu deu uma palpitação, um puta gostoso!!! Moreno, grisalho, elegante, um pauzão muito bom, grosso e cheio de veias. Pelo que meu amigo me contava, era um cara tranquilo, reservado, mas na cama virava uma besta quente e tarada. Embora muitas vezes eles brincassem com outros ativos, amigos do Charlie, nunca tinham estado com outro passivo. Combinamos de nos ver primeiro só nós dois e tomar um café pra nos conhecer. Era quinta-feira, a tarde tava bem cinzenta e fria. Cheguei no café na área de Palermo, onde ele morava, e em poucos minutos o Tommy entrou, reconheci ele de Imediato, jeans celeste, tênis branco, moletom branco folgado, ele era uma gostosa promíscua. Me cumprimentou, começamos a conversar e rir como se nos conhecêssemos a vida toda, tinha muita conexão, gostos muito parecidos e, como não podia faltar, uma vontade incontrolável de transar. Ele me perguntou se a gente podia brincar naquela mesma tarde, e eu respondi que sim!!! Infelizmente, ele mandou uma mensagem pro macho dele e o cara disse pra marcar pra outro dia, tava cheio de trabalho. Fiquei decepcionado e já me imaginava abrindo o Grindr de novo ou mandando mensagem pra outros caras, alguém que pudesse saciar minha vontade. A gente conversou mais um pouco até que Tommy me diz: - T: Tive uma ideia, vai no banheiro do shopping, eu pago e te alcanço. - Eu: Cê tá louco, gato? Cê é lindo, mas eu quero uma rola, não uma bunda kkk - T: Já sei, bobinho, eu tô na mesma, mas acho que a gente pode fazer algo pra convencer o Charlie. - Eu: Mmmmm, ok, bora. Com dúvida, atravessei pro shopping e esperei ele no banheiro, ele entrou comigo, nos trancamos num cubículo e ele disse: - T: Abaixa a calça e mostra essa bundinha linda. Eu tava muito tesudo e já não pensava em mais nada, só queria sexo, sexo pesado e safado. Abaixei a calça, por baixo tava usando uma tanguinha bem pequenininha, branca com alcinhas rosa, bem enterrada na minha bundinha lisa e totalmente depilada. - T: Ahhh, meu Deus, olha essa raba que tu tem, não sabe o quanto meu machinho pode ficar louco por você. - Eu: Siiim, que ele faça o que tiver vontade. Ele me deu um tapinha, pegou o celular e tirou uma foto da minha bunda junto com o rosto dele, fez várias fotos, beijava, foto, mordia, foto, encostava a língua no meu buraquinho, foto, a gente se deu um beijo de língua quente que foi filmado em vídeo. Ajeitamos nossas roupas e saímos do banheiro antes que nos descobrissem. Tommy me mostrou as fotos e disse: - T: Bom, agora vamos pescar, se com isso a gente não estiver empalado na casa dele em uma hora, eu… não entendo. mas nada kkkk Mandei as fotos e o vídeo pro Charlie com a msg: "Que pena que você não pode agora, olha o que você tá perdendo…" Em 5 minutos chegou uma msg:
- Ch: "Daqui a 20 minutos tô em casa… Nos vemos lá."
A gente se olhou e começou a rir.
- T: "Viu? Te falei, eu conheço ele, sabia que ia cair. Vamos pra casa dele, é perto."
- Eu: "Show, já não aguento mais!!!"
Mesmo estando a umas 10 quadras da casa do Charlie, pegamos um táxi porque queríamos chegar, nos preparar e receber ele. Não vou negar, toda vez que encontro um cara que não conheço, fico na dúvida e com um certo nervosismo, mas a tesão sempre vence. Além disso, eu nunca tinha feito um menage com outro passivo, e era uma conta pendente que eu tinha.
Chegamos num prédio muito bonito, subimos até o 6º andar, entramos num apartamento muito elegante, sóbrio, amplo. A sala tinha um sofá grande perto da janela da sacada e outro sofá em "L". Deixamos nossas coisas, perguntei onde era o banheiro e fui me higienizar. Me preparei com cuidado, coloquei um plug anal tamanho médio, troquei minha calcinha fio dental por uma preta, ainda menor que a anterior, umas meias pretas semi-transparentes, arrumei o cabelo e saí.
Na sala, o Tommy já estava me esperando. Ele estava radiante, só com uma camiseta branca comprida que cobria metade da bunda dele, uma calcinha fio dental azul claro, meias de algodão brancas, um rabinho no cabelo e um pouco de maquiagem nos olhos e maçãs do rosto. Ele me ofereceu uma bebida e disse: "Você é linda, muito sexy, ele vai amar você."
Uns minutos depois, o Charlie entrou… Por favor, ele era mais lindo e imponente do que nas fotos, semblante sério, mas educado. Vestia jeans azul, coturnos cinza claro, camiseta cinza chumbo e blazer esportivo azul. Era lindo demais!!! Ele ficou parado na porta, nos olhou sorrindo e se aproximou do Tommy.
- T: "Oi baby, como você tá? Não era que você tinha muito trabalho? Kkkk"
- Ch: "Oi querida, às vezes o trabalho pode esperar. O que não posso é deixar vocês esperando."
Eu estava no sofá, tomando meu drink -
T: Finalmente te apresento meu amiguinho Santy -
Ch: Oi, gostoso, que lindo você é!!! Ele segurou meu rosto, olhei na hora pro Tommy como quem pede aprovação, ele me devolveu o olhar balançando a cabeça com um sorriso e eu me deixei beijar. O beijo dele foi suave, ele me pegou pela cintura e disse: -
Ch: É muito mais bonito do que você me mostrou nas fotos. -
T: Te falei, é um docinho… Tudo pra você. -
Ch: Pra nós… Ele se desculpou, foi pro quarto, voltou, a gente esperou ele com um drink, ele sentou no sofá, conversamos uns minutos, o que você faz, onde mora, etc. Coisas normais pra quebrar o gelo, quem tomou a iniciativa foi o Tommy, sentou no colo dele e começou a beijá-lo com paixão, a mão dele procurava desesperadamente a rola dele, esfregava por cima da calça, eu olhava na expectativa e com tesão, esperando o sinal pra entrar. Tommy saiu do colo dele e com um gesto me mandou chegar perto. Charlie me pegou pela cintura e começou a me beijar enquanto Tommy liberava a rola dele, começou a chupar de cima pra baixo, lambia os ovos e voltava a engolir a cabeçona roxa brilhante. O nosso macho, por sua vez, mordia de leve meu pescoço, beliscava meus peitinhos e apertava minha bunda, quando quis brincar com meus dedos, tocou no vidro do plug e disse: -
Ch: Uffa a neném que você trouxe já vem preparada, olha o brinquedinho… Ele dava batidinhas com a ponta dos dedos, fazendo pressão e enfiando o plug mais pra dentro. Tommy se aproximou, puxou minha calcinha fio dental pro lado e passou a língua no contorno do brinquedo e no meu buraquinho dilatado, pegou com os dentes e foi tirando devagar, deixando minha bunda aberta e pulsando. Charlie sentou de novo, já completamente pelado com a rola apontando pro teto, era enorme, grossa, duríssima, com centenas de veias que a percorriam, estava encharcada dos fluidos dele e da saliva do Tommy. Passei minha língua pela cabeça roxa deliciosa dele, saboreei o tronco e as bolas duras como laranjas e de uma só bocada, enfiei até o fundo da minha garganta. Nosso macho gemia e inclinava a cabeça pra trás, as mãos dele acariciavam minha cabeça e empurravam pra meter ainda mais o pau na minha garganta. Tomas se aproximou e começamos a curtir juntas aquela maravilha de carne. Chupávamos aquele pau, nossas línguas se encontravam na cabeça dele, nos beijamos, depois alternávamos, enquanto uma chupava o pau dele, a outra cuidava dos ovos cheios de porra. Foi um tempão de prazer a duas línguas. Charlie estava no céu, a respiração ofegante dele mostrava isso. Tommy largou o pau por um momento e ficou atrás de mim, acariciou minha bunda, beijou, lambeu, mordeu, foi dilatando meu cu com os dedos, um por um foi enfiando, fazendo um vai e vem suave, um, dois, três, quatro dedos dentro de mim. Eu, com o pau na boca, gemia e mexia a bunda mostrando que tava adorando. Ele voltou a subir no sofá, dessa vez pra beijar nosso homem, os dedos de Charlie afundavam no cu dele com muita facilidade, Tommy gemia e falava:
- T: Me come, por favor, me enche de pau. Charlie segurou ele com as duas mãos na cintura, manejando como se fosse um boneco de pano. Tirou o pau da minha boca e, apontando pro cu dele, enfiou com força, Tommy deu um grito de prazer e dor e se agarrou no corpo dele, beijava com paixão, sem freio, eu tinha uma visão perfeita, em primeiro plano podia ver a centímetros dos meus olhos, como aquela vara grossa de carne entrava e saía do cu da minha nova melhor amiga, às vezes saía inteira, deixando ele bem aberto. Comeu ele por um tempão, eu lambia os ovos dele, mordia as nádegas, esperava ansiosa pela minha vez. Tommy, ofegante, desceu da montaria e me mandou ficar de quatro no sofá com os cotovelos apoiados no encosto, olhando pela janelona, enquanto caía a tarde fria e cinzenta. Tommy ficou atrás de mim, abriu minha bunda enquanto chupava, pegava meu cu com a língua, molhava, Ele cuspia, enfiava os dedos em mim e chupava eles, se deitou do meu lado e, abrindo minhas nádegas com as mãos, ordenou que Charlie me comesse. - T: Isso, bebê, come bem forte essa puta que eu trouxe pra você, come ela toda. Charlie, sem dizer uma palavra, só com a respiração ofegante, pegou o pau dele e apoiou a glande na entrada do meu cu, fez uma leve pressão e, segurando meus quadris, enfiou até o fundo sem piedade, sem cerimônia. A estocada foi violenta e profunda, as bolas dele, coladas no meu cu, faziam batente, meus cotovelos cederam, me deixei cair sobre o encosto, eu gritei, mas não foi necessariamente de dor, foi mais que isso, foi prazer, tesão, paixão, desejo. Aquele macho me possuía na frente do parceiro dele como se meu cu fosse dele por direito e, de verdade, já era. Tomas segurava minhas nádegas abertas e nosso macho foi tirando o pau dele devagar até deixar só a cabeça dentro, de novo, outra estocada brutal, as mãos dele me puxavam pra perto e o pau dele se alojava no fundo do meu ser. - T: Olha que aberta que tá, que gulosa que é, engole como se nada, tá tudo dentro… Ele chegou perto da minha boca e enquanto nosso homem me fazia delirar num vai e vem brutal, Tomas abafava meus gritos e gemidos com os beijos dele, a língua dele se enroscava na minha, éramos duas putinhas gostosas brincando com nosso macho. Charlie me comeu um bom tempo nessa posição até que Tommy se deitou do meu lado, também de quatro, também oferecendo o cu. Charlie alternava entre as duas, me comia brutalmente, três, quatro, cinco estocadas fundas, tirava deixando meu cu aberto e enfiava no Tommy, também, três, quatro, cinco estocadas e de novo comigo. Era um delírio, era pura luxúria. Ele sentou de novo no sofá, Tommy montou nele de frente, a boca dele procurava os peitinhos duros dela, chupava, beijava, dava pequenas mordidas… Na sala toda, só se ouviam nossos gemidos e gritinhos de putas, o plaf plaf plaf. das bolas dele quicando nas coxas dela. Charlie me segurou pela cintura e, enquanto comia a outra puta, me beijava na boca, mordia meu pescoço, minhas orelhas, brincava com os dedos no meu cu, tirava e dava pro Tomas chupar. Tirei ele de cima de mim e, dessa vez me manejando como se eu fosse o boneco, me sentei no pau dele, de costas, com meus pés apoiados no sofá, me segurando. O pau dele estava no fundo do meu cu, eu gemia e balbuciava obscenidades. Tommy ficou na nossa frente e começou a chupar meu pau, não demorou nem um minuto e, num grito abafado, soltei meu orgasmo na boca dele. O pau que eu tinha no cu não parava de me comer, eu gozava com aquela vara no meu rabo e meu pau nos lábios do Tomas, foi uma sensação única, quente, inesquecível e irresistível. Tommy dividiu meu gozo comigo mesmo com um delicioso beijo branco, beijo que Charlie também se juntou… Ficamos mais um tempo nessa posição, até que, me virando de novo, ele me deitou no sofá, de barriga pra cima, com as pernas abertas. Ele ficou na minha frente e, me segurando pelos tornozelos, me abriu completamente e me comeu por vários minutos nessa posição, sentia o membro dele chegar quase no estômago, ele me comia, tirava, Tommy chupava e colocava de novo, eu sentia que estava no céu. Tommy subiu em cima de mim, deixando a bundinha dele exposta pro nosso macho, que não demorou a perfurá-la com violência. Enquanto o cu dele era arrombado por aquela barra de carne, a gente se beijava loucamente, eu gostava daquela situação, gostava dos beijos dele, aquele guri era tudo que estava certo. Foram longos minutos até que, entre beijos, Tomas começou a gemer e gritar, o pau dele estava derramando gozo na minha barriga e na dele, ele se esfregava em mim e não parava de gemer e gritar. Como pude, saí do meu lugar e deixei eles comerem, Charlie atravessava o cu dele com violência, se enterrava até o fundo. Eu juntava com meus dedos os restos de gozo que Tomas tinha derramado em mim. Os Os movimentos de Charlie ficaram mais acelerados e, com um gemido gutural de macho, ele encheu a buceta dela com o creme grosso dele. Os jatos inundavam a bunda dela, metia e tirava, metia e tirava, metia e tirava cada vez mais rápido, mais forte. Da buceta dela escorria o sêmen, Charlie tirou o pau dele, eu devorava ela até deixar completamente limpa. Nosso macho exausto se recostou no sofá, cravei minha língua no cu do Tommy, limpando ele, abri as nádegas dele pra tirar toda aquela porra e juntar com a língua. Me aproximei dele e nos beijamos de novo, agora sim, saboreando a porra daquele homem que tinha comido tão bem nós duas. Ali estávamos, de joelhos no chão, brincando com nossas línguas, saboreando porra de macho aos pés de Charlie, que nos olhava com prazer e satisfação, como quem olha pra alguém ou algo que lhe pertence. Sabia que, a partir daquele momento, era parte deles. Nos recuperamos, fomos juntas pro banheiro, tomamos banho uma na outra, rimos e comentamos como tinha sido bom. Fiquei até de madrugada com eles, conversamos, brincamos de novo nós três e combinamos de repetir. Me falaram que tinham um amigo próximo com quem brincavam sempre, podíamos nos organizar pra nos vermos os quatro. Claramente eu disse sim. A gente não pode passar a vida recusando propostas tão tentadoras, mas isso é pra próxima… Voltei pra casa exausta, mas feliz e satisfeita, já com vontade de planejar um novo encontro em breve…
-
- Ch: "Daqui a 20 minutos tô em casa… Nos vemos lá."
A gente se olhou e começou a rir.
- T: "Viu? Te falei, eu conheço ele, sabia que ia cair. Vamos pra casa dele, é perto."
- Eu: "Show, já não aguento mais!!!"
Mesmo estando a umas 10 quadras da casa do Charlie, pegamos um táxi porque queríamos chegar, nos preparar e receber ele. Não vou negar, toda vez que encontro um cara que não conheço, fico na dúvida e com um certo nervosismo, mas a tesão sempre vence. Além disso, eu nunca tinha feito um menage com outro passivo, e era uma conta pendente que eu tinha.
Chegamos num prédio muito bonito, subimos até o 6º andar, entramos num apartamento muito elegante, sóbrio, amplo. A sala tinha um sofá grande perto da janela da sacada e outro sofá em "L". Deixamos nossas coisas, perguntei onde era o banheiro e fui me higienizar. Me preparei com cuidado, coloquei um plug anal tamanho médio, troquei minha calcinha fio dental por uma preta, ainda menor que a anterior, umas meias pretas semi-transparentes, arrumei o cabelo e saí.
Na sala, o Tommy já estava me esperando. Ele estava radiante, só com uma camiseta branca comprida que cobria metade da bunda dele, uma calcinha fio dental azul claro, meias de algodão brancas, um rabinho no cabelo e um pouco de maquiagem nos olhos e maçãs do rosto. Ele me ofereceu uma bebida e disse: "Você é linda, muito sexy, ele vai amar você."
Uns minutos depois, o Charlie entrou… Por favor, ele era mais lindo e imponente do que nas fotos, semblante sério, mas educado. Vestia jeans azul, coturnos cinza claro, camiseta cinza chumbo e blazer esportivo azul. Era lindo demais!!! Ele ficou parado na porta, nos olhou sorrindo e se aproximou do Tommy.
- T: "Oi baby, como você tá? Não era que você tinha muito trabalho? Kkkk"
- Ch: "Oi querida, às vezes o trabalho pode esperar. O que não posso é deixar vocês esperando."
Eu estava no sofá, tomando meu drink -
T: Finalmente te apresento meu amiguinho Santy -
Ch: Oi, gostoso, que lindo você é!!! Ele segurou meu rosto, olhei na hora pro Tommy como quem pede aprovação, ele me devolveu o olhar balançando a cabeça com um sorriso e eu me deixei beijar. O beijo dele foi suave, ele me pegou pela cintura e disse: -
Ch: É muito mais bonito do que você me mostrou nas fotos. -
T: Te falei, é um docinho… Tudo pra você. -
Ch: Pra nós… Ele se desculpou, foi pro quarto, voltou, a gente esperou ele com um drink, ele sentou no sofá, conversamos uns minutos, o que você faz, onde mora, etc. Coisas normais pra quebrar o gelo, quem tomou a iniciativa foi o Tommy, sentou no colo dele e começou a beijá-lo com paixão, a mão dele procurava desesperadamente a rola dele, esfregava por cima da calça, eu olhava na expectativa e com tesão, esperando o sinal pra entrar. Tommy saiu do colo dele e com um gesto me mandou chegar perto. Charlie me pegou pela cintura e começou a me beijar enquanto Tommy liberava a rola dele, começou a chupar de cima pra baixo, lambia os ovos e voltava a engolir a cabeçona roxa brilhante. O nosso macho, por sua vez, mordia de leve meu pescoço, beliscava meus peitinhos e apertava minha bunda, quando quis brincar com meus dedos, tocou no vidro do plug e disse: -
Ch: Uffa a neném que você trouxe já vem preparada, olha o brinquedinho… Ele dava batidinhas com a ponta dos dedos, fazendo pressão e enfiando o plug mais pra dentro. Tommy se aproximou, puxou minha calcinha fio dental pro lado e passou a língua no contorno do brinquedo e no meu buraquinho dilatado, pegou com os dentes e foi tirando devagar, deixando minha bunda aberta e pulsando. Charlie sentou de novo, já completamente pelado com a rola apontando pro teto, era enorme, grossa, duríssima, com centenas de veias que a percorriam, estava encharcada dos fluidos dele e da saliva do Tommy. Passei minha língua pela cabeça roxa deliciosa dele, saboreei o tronco e as bolas duras como laranjas e de uma só bocada, enfiei até o fundo da minha garganta. Nosso macho gemia e inclinava a cabeça pra trás, as mãos dele acariciavam minha cabeça e empurravam pra meter ainda mais o pau na minha garganta. Tomas se aproximou e começamos a curtir juntas aquela maravilha de carne. Chupávamos aquele pau, nossas línguas se encontravam na cabeça dele, nos beijamos, depois alternávamos, enquanto uma chupava o pau dele, a outra cuidava dos ovos cheios de porra. Foi um tempão de prazer a duas línguas. Charlie estava no céu, a respiração ofegante dele mostrava isso. Tommy largou o pau por um momento e ficou atrás de mim, acariciou minha bunda, beijou, lambeu, mordeu, foi dilatando meu cu com os dedos, um por um foi enfiando, fazendo um vai e vem suave, um, dois, três, quatro dedos dentro de mim. Eu, com o pau na boca, gemia e mexia a bunda mostrando que tava adorando. Ele voltou a subir no sofá, dessa vez pra beijar nosso homem, os dedos de Charlie afundavam no cu dele com muita facilidade, Tommy gemia e falava:
- T: Me come, por favor, me enche de pau. Charlie segurou ele com as duas mãos na cintura, manejando como se fosse um boneco de pano. Tirou o pau da minha boca e, apontando pro cu dele, enfiou com força, Tommy deu um grito de prazer e dor e se agarrou no corpo dele, beijava com paixão, sem freio, eu tinha uma visão perfeita, em primeiro plano podia ver a centímetros dos meus olhos, como aquela vara grossa de carne entrava e saía do cu da minha nova melhor amiga, às vezes saía inteira, deixando ele bem aberto. Comeu ele por um tempão, eu lambia os ovos dele, mordia as nádegas, esperava ansiosa pela minha vez. Tommy, ofegante, desceu da montaria e me mandou ficar de quatro no sofá com os cotovelos apoiados no encosto, olhando pela janelona, enquanto caía a tarde fria e cinzenta. Tommy ficou atrás de mim, abriu minha bunda enquanto chupava, pegava meu cu com a língua, molhava, Ele cuspia, enfiava os dedos em mim e chupava eles, se deitou do meu lado e, abrindo minhas nádegas com as mãos, ordenou que Charlie me comesse. - T: Isso, bebê, come bem forte essa puta que eu trouxe pra você, come ela toda. Charlie, sem dizer uma palavra, só com a respiração ofegante, pegou o pau dele e apoiou a glande na entrada do meu cu, fez uma leve pressão e, segurando meus quadris, enfiou até o fundo sem piedade, sem cerimônia. A estocada foi violenta e profunda, as bolas dele, coladas no meu cu, faziam batente, meus cotovelos cederam, me deixei cair sobre o encosto, eu gritei, mas não foi necessariamente de dor, foi mais que isso, foi prazer, tesão, paixão, desejo. Aquele macho me possuía na frente do parceiro dele como se meu cu fosse dele por direito e, de verdade, já era. Tomas segurava minhas nádegas abertas e nosso macho foi tirando o pau dele devagar até deixar só a cabeça dentro, de novo, outra estocada brutal, as mãos dele me puxavam pra perto e o pau dele se alojava no fundo do meu ser. - T: Olha que aberta que tá, que gulosa que é, engole como se nada, tá tudo dentro… Ele chegou perto da minha boca e enquanto nosso homem me fazia delirar num vai e vem brutal, Tomas abafava meus gritos e gemidos com os beijos dele, a língua dele se enroscava na minha, éramos duas putinhas gostosas brincando com nosso macho. Charlie me comeu um bom tempo nessa posição até que Tommy se deitou do meu lado, também de quatro, também oferecendo o cu. Charlie alternava entre as duas, me comia brutalmente, três, quatro, cinco estocadas fundas, tirava deixando meu cu aberto e enfiava no Tommy, também, três, quatro, cinco estocadas e de novo comigo. Era um delírio, era pura luxúria. Ele sentou de novo no sofá, Tommy montou nele de frente, a boca dele procurava os peitinhos duros dela, chupava, beijava, dava pequenas mordidas… Na sala toda, só se ouviam nossos gemidos e gritinhos de putas, o plaf plaf plaf. das bolas dele quicando nas coxas dela. Charlie me segurou pela cintura e, enquanto comia a outra puta, me beijava na boca, mordia meu pescoço, minhas orelhas, brincava com os dedos no meu cu, tirava e dava pro Tomas chupar. Tirei ele de cima de mim e, dessa vez me manejando como se eu fosse o boneco, me sentei no pau dele, de costas, com meus pés apoiados no sofá, me segurando. O pau dele estava no fundo do meu cu, eu gemia e balbuciava obscenidades. Tommy ficou na nossa frente e começou a chupar meu pau, não demorou nem um minuto e, num grito abafado, soltei meu orgasmo na boca dele. O pau que eu tinha no cu não parava de me comer, eu gozava com aquela vara no meu rabo e meu pau nos lábios do Tomas, foi uma sensação única, quente, inesquecível e irresistível. Tommy dividiu meu gozo comigo mesmo com um delicioso beijo branco, beijo que Charlie também se juntou… Ficamos mais um tempo nessa posição, até que, me virando de novo, ele me deitou no sofá, de barriga pra cima, com as pernas abertas. Ele ficou na minha frente e, me segurando pelos tornozelos, me abriu completamente e me comeu por vários minutos nessa posição, sentia o membro dele chegar quase no estômago, ele me comia, tirava, Tommy chupava e colocava de novo, eu sentia que estava no céu. Tommy subiu em cima de mim, deixando a bundinha dele exposta pro nosso macho, que não demorou a perfurá-la com violência. Enquanto o cu dele era arrombado por aquela barra de carne, a gente se beijava loucamente, eu gostava daquela situação, gostava dos beijos dele, aquele guri era tudo que estava certo. Foram longos minutos até que, entre beijos, Tomas começou a gemer e gritar, o pau dele estava derramando gozo na minha barriga e na dele, ele se esfregava em mim e não parava de gemer e gritar. Como pude, saí do meu lugar e deixei eles comerem, Charlie atravessava o cu dele com violência, se enterrava até o fundo. Eu juntava com meus dedos os restos de gozo que Tomas tinha derramado em mim. Os Os movimentos de Charlie ficaram mais acelerados e, com um gemido gutural de macho, ele encheu a buceta dela com o creme grosso dele. Os jatos inundavam a bunda dela, metia e tirava, metia e tirava, metia e tirava cada vez mais rápido, mais forte. Da buceta dela escorria o sêmen, Charlie tirou o pau dele, eu devorava ela até deixar completamente limpa. Nosso macho exausto se recostou no sofá, cravei minha língua no cu do Tommy, limpando ele, abri as nádegas dele pra tirar toda aquela porra e juntar com a língua. Me aproximei dele e nos beijamos de novo, agora sim, saboreando a porra daquele homem que tinha comido tão bem nós duas. Ali estávamos, de joelhos no chão, brincando com nossas línguas, saboreando porra de macho aos pés de Charlie, que nos olhava com prazer e satisfação, como quem olha pra alguém ou algo que lhe pertence. Sabia que, a partir daquele momento, era parte deles. Nos recuperamos, fomos juntas pro banheiro, tomamos banho uma na outra, rimos e comentamos como tinha sido bom. Fiquei até de madrugada com eles, conversamos, brincamos de novo nós três e combinamos de repetir. Me falaram que tinham um amigo próximo com quem brincavam sempre, podíamos nos organizar pra nos vermos os quatro. Claramente eu disse sim. A gente não pode passar a vida recusando propostas tão tentadoras, mas isso é pra próxima… Voltei pra casa exausta, mas feliz e satisfeita, já com vontade de planejar um novo encontro em breve…
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