Tinha 23 anos, magro, com um pacote que sabia que chamava atenção, e uma namorada de 25 que era um fogo na cama. Uma noite a gente brigou feio, ela saiu com a amiga e eu fiquei em casa, fumando e me tocando enquanto esperava ela voltar. Quando finalmente chegou, recebi ela de boa, como se nada tivesse acontecido, e acabamos transando como se não tivesse rolado briga. Mas a verdade me queimava por dentro. Três meses depois, por pura curiosidade, vasculhei o celular dela. Tava lá: mensagens com um cara que eu conhecia, o mesmo que tinha mandado "queria repetir". No confronto, ela acabou confessando tudo: Na balada, aquele cara beijou ela e passou a mão sem eu estar por perto. Mas o que mais doeu e me excitou foi quando ela contou que, no banheiro, outro cara fez um oral nela, longo e molhado, e depois a levaram pra um quarto onde chuparam a buceta dela por umas duas horas. Ela disse que era maior que o meu, que encheu ela até duas vezes na boca. E depois, já toda molhada, voltou pra mim pra terminar a noite. Senti um baque forte no meu ego, mas também um fogo ardendo nas entranhas. E não fiquei atrás. Tempo depois, a mesma amiga com quem ela fez toda essa loucura acabou na minha cama. Naquela noite, dominei a amiga, fiz o que quis, e senti que tava retomando o controle da situação. Se você é um corno que curte ver sua mulher se entregando pra outros e quer dividir ela comigo, me chama. Aqui quem manda sou eu e ela obedece.
0 comentários - O dia que ela me fez corno