A professora Brigitte, aulas de escultura
Meu nome é Antônio e sou aluno de uma escola de artes.
Se você leu o conto anterior, já sabe da minha história de aluno e da minha professora de educação artística.
Já faz um mês desde aquela aula particular na casa da minha Professora Brigitte, e devo admitir que meus progressos no assunto foram notáveis, rápidos e pontuais. Também preciso reconhecer que os métodos de ensino da senhora Brigitte são inusitados e originais, mas são muito eficazes.
Hoje tô na casa da prof., mais precisamente no laboratório do porão.
Brigitte, como sempre muito educada, simpática e com aquela atitude autoritária de quem exige respeito, me recebe no laboratório e me mostra algumas esculturas de argila queimada.
São todas esculturas de nu. Tem partes masculinas e femininas de mãos, braços, cabeças, bustos e órgãos sexuais. Me impressionou a quantidade de esculturas de paus, de todos os formatos e tamanhos…
Antonio, até agora eu te ensinei as técnicas do desenho, e tenho que admitir que você desenvolveu uma boa técnica e é capaz de reproduzir qualquer coisa que vê nas proporções certas.
Não esperava que a Brigitte me fizesse todos esses elogios, bom, vamos dizer que depois de tanto sacrifício eu também mereço uma gratificação, né?
Hoje, Antonio, a gente vai começar um tema novo: a escultura. Até agora, você treinou seu cérebro pra trabalhar em duas dimensões, hoje a gente introduz a terceira dimensão e dá vida a uma imagem que você tem na sua mente. A terceira dimensão dá vida pra caralho ao seu sujeito. A escultura se aprecia não só com os olhos, mas principalmente com o tato! Por isso é fundamental que o artista enxergue com as mãos.
Brigitte me fez sentar numa mesa, depois vendeu meus olhos e pegou alguma coisa que colocou na mesa na minha frente. Depois ficou atrás de mim, pegou minhas mãos e as levou até aquele objeto... "Antonio, coloquei uma escultura na sua frente. Agora você, com suas mãos, vai ter que tocá-la, primeiro de forma geral, depois vai ter que parar nos detalhes e, ao mesmo tempo, vai ter que me descrever em palavras o que você vê com o tato. Você está pronto?
Comecei meu trabalho de exploração tátil e logo percebi que tinha diante de mim a reprodução de um pau, um pau lindo, porque sentia com meus dedos cada detalhe.
Professora, o que estou tocando é sem dúvida um pau e bem grande...
Antonio, te incomoda tocar ele?
Não, professora, tá bem feito e dá pra perceber muitos detalhes. A glande tá descoberta e levemente mais inchada que a haste do pau. Tenho a sensação de que tá cheia de sangue e sem rugas, a pele tá recolhida por baixo dela. A haste é comprida e cheia de veias saltadas. Percebo duas veias bem saltadas, talvez as principais, e outras menores. Os testículos tão inchados e recolhidos numa bolsa escrotal bem relaxada e enrugada.
Muito bem, Antônio, teu tato tá afiadíssimo, agora cê precisa entender de que material a escultura é feita e pra esse exercício vai ter que usar o olfato, aguçar o nariz e descrever o que cê sente.
Enquanto isso, a venda que eu tinha sobre os olhos tinha se mexido um pouco. Dava pra ver alguns detalhes do rosto da Brigitte.
Me aproximei da escultura de pau e me concentrei nos cheiros, tava convencido de que era argila queimada, mas, pela ordem que me foi dada, só tinha que entrar na brincadeira.
No entanto, tentava observar o rosto da Brigitte, que era alegre e malicioso enquanto o olhar dela se movia das minhas mãos pra... nãooo, não dava pra entender onde caía o segundo ponto do olhar dela.
Deus, a Brigitte estava olhando pro meu pacote!
Uff... eu já estava com a ponta do nariz na glande e inspirei. Minha reação foi imediata e me afastei um pouco na hora...
Aconteceu alguma coisa, Antônio?
Claro que tem algo estranho, além disso a pergunta da Brigitte também era provocativa, mas eu não queria cair em nenhuma armadilha. Me aproximo e começo a cheirar com mais atenção, o cheiro mais forte está na cabeça até a metade da haste, embaixo quase desaparece enquanto os testículos só cheiram a barro. Nesse ponto, tudo está claro pra mim, mas não consigo esconder uma ereção que está me pegando de surpresa.
O olhar da Brigitte tá fixo no meu pacote. Eu não sei como agir, tô muito envergonhado e nem sei como responder, espero que seja a Brigitte ou melhor dizendoBrie, a Vaca Velha Piranonaquem der o primeiro passo.
então, Antonio, conseguiu entender alguma coisa?
Bem, Professora Brigitte, eu acho que a escultura foi feita em argila cozida.
Muito bem, Antônio, é só isso ou você tem mais alguma coisa pra acrescentar? )
Ufff... que pergunta, bem visto que é ela quem me pergunta "com certeza tem mais, percebi na superfície da escultura cheiros ou melhor, perfumes corporais. Com certeza a escultura foi muito mexida ultimamente.
Perfeito, Antonio. Essa primeira parte da aula terminou e você também passou bem no teste do toque. Agora vamos para um nível mais avançado, espera aqui.
Vejo a professora se levantar, sair do laboratório e entrar no quarto de sempre, e depois se trancar lá dentro.
Tá um silêncio absoluto no laboratório, e eu consigo perceber todos os sons e barulhos que vêm do quarto. O som de um par de sapatos caindo no chão, depois o barulho de um jato d'água saindo da torneira da pia, e aí o som de uma mão batendo repetidamente numa parte molhada do corpo. Depois um gemido seguido de uma chuva forte de água... talvez não seja só água, deve ter alguma coisa sólida aí. Aí eu escuto de novo toda a sequência de barulhos uma segunda e depois uma terceira vez! No final, o clássico som da descarga do vaso sanitário.
Depois de alguns minutos, Brigitte abre a porta e sai vestindo um roupão elegante. Ela se aproxima de mim, olha nos meus olhos e diz: "Seu próximo exercício vai ser modelar uma escultura de um corpo, mas você vai ter que fazer isso baseado só na sua visão tátil.
Sem tirar os olhos dos meus, ela se levantou na minha frente, com uma mão apagou as luzes e então ouvi o barulho do roupão caindo no chão.
Antonio, agora você tem que observar com seus dedos, bom trabalho!
Essa imagem que eu trago é o que meu cérebro viu naqueles longos e intermináveis momentos de exploração gostosa!p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 115%; background: transparent }

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Meu nome é Antônio e sou aluno de uma escola de artes.
Se você leu o conto anterior, já sabe da minha história de aluno e da minha professora de educação artística.
Já faz um mês desde aquela aula particular na casa da minha Professora Brigitte, e devo admitir que meus progressos no assunto foram notáveis, rápidos e pontuais. Também preciso reconhecer que os métodos de ensino da senhora Brigitte são inusitados e originais, mas são muito eficazes.
Hoje tô na casa da prof., mais precisamente no laboratório do porão.
Brigitte, como sempre muito educada, simpática e com aquela atitude autoritária de quem exige respeito, me recebe no laboratório e me mostra algumas esculturas de argila queimada.
São todas esculturas de nu. Tem partes masculinas e femininas de mãos, braços, cabeças, bustos e órgãos sexuais. Me impressionou a quantidade de esculturas de paus, de todos os formatos e tamanhos…
Antonio, até agora eu te ensinei as técnicas do desenho, e tenho que admitir que você desenvolveu uma boa técnica e é capaz de reproduzir qualquer coisa que vê nas proporções certas.
Não esperava que a Brigitte me fizesse todos esses elogios, bom, vamos dizer que depois de tanto sacrifício eu também mereço uma gratificação, né?
Hoje, Antonio, a gente vai começar um tema novo: a escultura. Até agora, você treinou seu cérebro pra trabalhar em duas dimensões, hoje a gente introduz a terceira dimensão e dá vida a uma imagem que você tem na sua mente. A terceira dimensão dá vida pra caralho ao seu sujeito. A escultura se aprecia não só com os olhos, mas principalmente com o tato! Por isso é fundamental que o artista enxergue com as mãos.
Brigitte me fez sentar numa mesa, depois vendeu meus olhos e pegou alguma coisa que colocou na mesa na minha frente. Depois ficou atrás de mim, pegou minhas mãos e as levou até aquele objeto... "Antonio, coloquei uma escultura na sua frente. Agora você, com suas mãos, vai ter que tocá-la, primeiro de forma geral, depois vai ter que parar nos detalhes e, ao mesmo tempo, vai ter que me descrever em palavras o que você vê com o tato. Você está pronto?
Comecei meu trabalho de exploração tátil e logo percebi que tinha diante de mim a reprodução de um pau, um pau lindo, porque sentia com meus dedos cada detalhe.
Professora, o que estou tocando é sem dúvida um pau e bem grande...
Antonio, te incomoda tocar ele?
Não, professora, tá bem feito e dá pra perceber muitos detalhes. A glande tá descoberta e levemente mais inchada que a haste do pau. Tenho a sensação de que tá cheia de sangue e sem rugas, a pele tá recolhida por baixo dela. A haste é comprida e cheia de veias saltadas. Percebo duas veias bem saltadas, talvez as principais, e outras menores. Os testículos tão inchados e recolhidos numa bolsa escrotal bem relaxada e enrugada.
Muito bem, Antônio, teu tato tá afiadíssimo, agora cê precisa entender de que material a escultura é feita e pra esse exercício vai ter que usar o olfato, aguçar o nariz e descrever o que cê sente.
Enquanto isso, a venda que eu tinha sobre os olhos tinha se mexido um pouco. Dava pra ver alguns detalhes do rosto da Brigitte.
Me aproximei da escultura de pau e me concentrei nos cheiros, tava convencido de que era argila queimada, mas, pela ordem que me foi dada, só tinha que entrar na brincadeira.
No entanto, tentava observar o rosto da Brigitte, que era alegre e malicioso enquanto o olhar dela se movia das minhas mãos pra... nãooo, não dava pra entender onde caía o segundo ponto do olhar dela.
Deus, a Brigitte estava olhando pro meu pacote!
Uff... eu já estava com a ponta do nariz na glande e inspirei. Minha reação foi imediata e me afastei um pouco na hora...
Aconteceu alguma coisa, Antônio?
Claro que tem algo estranho, além disso a pergunta da Brigitte também era provocativa, mas eu não queria cair em nenhuma armadilha. Me aproximo e começo a cheirar com mais atenção, o cheiro mais forte está na cabeça até a metade da haste, embaixo quase desaparece enquanto os testículos só cheiram a barro. Nesse ponto, tudo está claro pra mim, mas não consigo esconder uma ereção que está me pegando de surpresa.
O olhar da Brigitte tá fixo no meu pacote. Eu não sei como agir, tô muito envergonhado e nem sei como responder, espero que seja a Brigitte ou melhor dizendoBrie, a Vaca Velha Piranonaquem der o primeiro passo.
então, Antonio, conseguiu entender alguma coisa?
Bem, Professora Brigitte, eu acho que a escultura foi feita em argila cozida.
Muito bem, Antônio, é só isso ou você tem mais alguma coisa pra acrescentar? )
Ufff... que pergunta, bem visto que é ela quem me pergunta "com certeza tem mais, percebi na superfície da escultura cheiros ou melhor, perfumes corporais. Com certeza a escultura foi muito mexida ultimamente.
Perfeito, Antonio. Essa primeira parte da aula terminou e você também passou bem no teste do toque. Agora vamos para um nível mais avançado, espera aqui.
Vejo a professora se levantar, sair do laboratório e entrar no quarto de sempre, e depois se trancar lá dentro.
Tá um silêncio absoluto no laboratório, e eu consigo perceber todos os sons e barulhos que vêm do quarto. O som de um par de sapatos caindo no chão, depois o barulho de um jato d'água saindo da torneira da pia, e aí o som de uma mão batendo repetidamente numa parte molhada do corpo. Depois um gemido seguido de uma chuva forte de água... talvez não seja só água, deve ter alguma coisa sólida aí. Aí eu escuto de novo toda a sequência de barulhos uma segunda e depois uma terceira vez! No final, o clássico som da descarga do vaso sanitário.
Depois de alguns minutos, Brigitte abre a porta e sai vestindo um roupão elegante. Ela se aproxima de mim, olha nos meus olhos e diz: "Seu próximo exercício vai ser modelar uma escultura de um corpo, mas você vai ter que fazer isso baseado só na sua visão tátil.
Sem tirar os olhos dos meus, ela se levantou na minha frente, com uma mão apagou as luzes e então ouvi o barulho do roupão caindo no chão.
Antonio, agora você tem que observar com seus dedos, bom trabalho!
Essa imagem que eu trago é o que meu cérebro viu naqueles longos e intermináveis momentos de exploração gostosa!p { margin-bottom: 0.25cm; line-height: 115%; background: transparent }

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