Bom dia, tarde ou noite pra quem tá lendo minha história, tenho 23 anos, atualmente sou um homem casado e já sou pai, minha esposa tem 22 anos, é uma morena gostosa, baixinha, magrinha, cabelo liso e comprido. Vale dizer que tenho total consentimento sobre os chifres que minha esposa tá me dando atualmente com um senhor e também sobre os que ela me deu antes, que são o assunto dessa história que vou contar.
Minha história começa lá atrás, há dois anos, por meados de 2023, quando minha esposa ainda era minha namorada e conseguiu um emprego de vendedora numa loja de departamento. Um trampo que deixava ela exausta e tirava o tempo que a gente tinha pra se ver, mas mesmo assim a gente se via pelo menos uma vez por semana e passava um tempo juntos, tudo beleza até aí... As semanas foram passando e minha namorada já tinha feito amizades no trabalho, uma delas era com o colega que me botou os chifres. Aqui tenho que admitir uma coisa: esse colega era o mais "galã" do lugar, um moreno alto, braços e costas largas, cabelo ondulado, e ainda por cima malhava com pesos e jogava futebol. Claro que me dava ciúme minha namorada ter amizade com ele, mas eu aceitava, nunca reclamei de nada.
Os meses foram passando e dessa vez minha namorada tava diferente. Continuava sendo ela, mas eu tinha uma intuição de que algo tava rolando. Percebi que ela tava trocando mensagens com aquele moreno e foi aí que comecei a desconfiar de vez e não fiquei de braços cruzados. Comecei a ir no trabalho dela na hora da saída, já de noite, e uma vez me escondi atrás de umas barracas que ficam na frente da loja. Foi quando vi ela saindo, justamente conversando e rindo com ele. Senti o coração começar a bater mais rápido, mas me acalmei, falei "não tem nada, tão só conversando". Tudo mudou quando ele abraçou ela e pegou na cintura dela, largaram os abraços e subiram na moto dele. Eu não saí do lugar onde tava. escondido, não tive coragem e vi tudo ali atrás de uma barraca e uma cortina escondido, lembro que ainda naquela noite mandei mensagem pra ela e ela nunca respondeu, só no dia seguinte... Nos dias seguintes que a gente se via, ela continuava a mesma, mas tinha algo nela que mudou e aí eu criei coragem pra perguntar sobre aquele amigo, isso gerou uma discussãozinha e acabei levando ela de volta pra casa dela porque ela tava brava, naquela noite o moreno também ia passar pra buscá-la e levá-la pra sair, mas eu não sabia disso, essa parte ela me confessou uns anos depois... As semanas foram passando e ela começou a ficar mais ocupada, ou melhor, me deixaram ocupado com a minha namorada, não tinha mais tempo pra sair, mas ela saía direto com aquele moreno e eu sabia porque espiava ela, também teve uma fase que a gente não se viu por quase um mês, só trocávamos mensagens ou ligávamos de vez em quando. Uma noite saí de casa e fiquei na frente da casa dela, escondido atrás de um carro tomando uma latinha no muro, eram umas 3 da manhã, esperando ela chegar com o cara, e aí eles chegaram, ainda ficaram uns 30 minutos lá fora conversando e se beijando com muito tesão, vocês sabem como é, me sentia com um espinho no peito, minha pele arrepiava e os pelos ficavam em pé, aquela sensação de calafrio terrível, fiquei esperando até ela entrar em casa e o cara ir embora. Naquela noite, chegando em casa, não vou dizer que me senti mal, porque sim, mas aquela noite também seria a primeira vez que eu deitaria no meu quarto e bateria uma sabendo que era corno, todo orgulho e o pouco ego que me restava desapareceu por completo, sabia que minha esposa dava a buceta pra aquele cara e me masturbei com isso... Finalmente aceitei, veio a segunda, a terceira, a quarta e não deu mais pra voltar atrás, agora eu dava ouvidos aos meus pensamentos obscuros e admitia que sentia ciúmes mas também um tesão que não queria aceitar. Chegou novembro e ela e eu começamos a... Nos vemos de novo, saíamos e fazíamos qualquer coisa que casais normais fariam num encontro. Num desses encontros, criei coragem e fomos a uma loja de lingerie. Antes disso, minha namorada me disse que iria jantar com os amigos do trabalho, e sugeri levá-la para comprar algo para a saída dela. Ela já estava com a roupa, mas eu falei: "Que tal se eu te comprar uma lingerie também?" Ela nunca tinha usado nada assim, então disse que não, que não gostava de usar essas coisas e que eu sabia disso. Respondi: "Deixa eu te comprar algo, você decide quando usar, não tô pedindo pra usar agora." Ela acabou aceitando... Tudo isso valeu a pena, porque aquela lingerie no fim acabou sendo usada pro moreno... Chegou um ponto em que ela aceitou que me traía abertamente, eu fingia que não percebia e seguimos com nosso relacionamento até que o inesperado aconteceu... Lá pra metade de janeiro de 2024, minha esposa descobriu que estava grávida e foi ao hospital. Quando ela me ligou, fiquei em choque, não sabia o que pensar e, claro, foi inevitável questionar se aquele bebê era meu, mas deixei essas questões pra depois e fui vê-la. Agora, aquele amigo dela se afastou de vez, minha esposa nunca mais soube dele. Aceitei a responsabilidade mesmo sabendo das altas chances de o bebê ser do moreno, e até hoje me questiono sobre isso, mas já não me importa muito. Agora a vejo como minha filha, então pouco me importa se não é minha. Ela tem meu sobrenome, eu a carreguei, era impossível não me apegar. Hoje minha esposa voltou às mesmas andanças, mas agora me trai com um senhor... Já é algo que conversamos, algo que os dois concordamos, e tudo isso foi discutido durante a gravidez dela, com confusões e aceitações de ambos os lados. Posso dizer que sou um corno feliz aos meus 23 anos, e estamos muito longe de voltar a ser um casal normal como antes.
Minha história começa lá atrás, há dois anos, por meados de 2023, quando minha esposa ainda era minha namorada e conseguiu um emprego de vendedora numa loja de departamento. Um trampo que deixava ela exausta e tirava o tempo que a gente tinha pra se ver, mas mesmo assim a gente se via pelo menos uma vez por semana e passava um tempo juntos, tudo beleza até aí... As semanas foram passando e minha namorada já tinha feito amizades no trabalho, uma delas era com o colega que me botou os chifres. Aqui tenho que admitir uma coisa: esse colega era o mais "galã" do lugar, um moreno alto, braços e costas largas, cabelo ondulado, e ainda por cima malhava com pesos e jogava futebol. Claro que me dava ciúme minha namorada ter amizade com ele, mas eu aceitava, nunca reclamei de nada.
Os meses foram passando e dessa vez minha namorada tava diferente. Continuava sendo ela, mas eu tinha uma intuição de que algo tava rolando. Percebi que ela tava trocando mensagens com aquele moreno e foi aí que comecei a desconfiar de vez e não fiquei de braços cruzados. Comecei a ir no trabalho dela na hora da saída, já de noite, e uma vez me escondi atrás de umas barracas que ficam na frente da loja. Foi quando vi ela saindo, justamente conversando e rindo com ele. Senti o coração começar a bater mais rápido, mas me acalmei, falei "não tem nada, tão só conversando". Tudo mudou quando ele abraçou ela e pegou na cintura dela, largaram os abraços e subiram na moto dele. Eu não saí do lugar onde tava. escondido, não tive coragem e vi tudo ali atrás de uma barraca e uma cortina escondido, lembro que ainda naquela noite mandei mensagem pra ela e ela nunca respondeu, só no dia seguinte... Nos dias seguintes que a gente se via, ela continuava a mesma, mas tinha algo nela que mudou e aí eu criei coragem pra perguntar sobre aquele amigo, isso gerou uma discussãozinha e acabei levando ela de volta pra casa dela porque ela tava brava, naquela noite o moreno também ia passar pra buscá-la e levá-la pra sair, mas eu não sabia disso, essa parte ela me confessou uns anos depois... As semanas foram passando e ela começou a ficar mais ocupada, ou melhor, me deixaram ocupado com a minha namorada, não tinha mais tempo pra sair, mas ela saía direto com aquele moreno e eu sabia porque espiava ela, também teve uma fase que a gente não se viu por quase um mês, só trocávamos mensagens ou ligávamos de vez em quando. Uma noite saí de casa e fiquei na frente da casa dela, escondido atrás de um carro tomando uma latinha no muro, eram umas 3 da manhã, esperando ela chegar com o cara, e aí eles chegaram, ainda ficaram uns 30 minutos lá fora conversando e se beijando com muito tesão, vocês sabem como é, me sentia com um espinho no peito, minha pele arrepiava e os pelos ficavam em pé, aquela sensação de calafrio terrível, fiquei esperando até ela entrar em casa e o cara ir embora. Naquela noite, chegando em casa, não vou dizer que me senti mal, porque sim, mas aquela noite também seria a primeira vez que eu deitaria no meu quarto e bateria uma sabendo que era corno, todo orgulho e o pouco ego que me restava desapareceu por completo, sabia que minha esposa dava a buceta pra aquele cara e me masturbei com isso... Finalmente aceitei, veio a segunda, a terceira, a quarta e não deu mais pra voltar atrás, agora eu dava ouvidos aos meus pensamentos obscuros e admitia que sentia ciúmes mas também um tesão que não queria aceitar. Chegou novembro e ela e eu começamos a... Nos vemos de novo, saíamos e fazíamos qualquer coisa que casais normais fariam num encontro. Num desses encontros, criei coragem e fomos a uma loja de lingerie. Antes disso, minha namorada me disse que iria jantar com os amigos do trabalho, e sugeri levá-la para comprar algo para a saída dela. Ela já estava com a roupa, mas eu falei: "Que tal se eu te comprar uma lingerie também?" Ela nunca tinha usado nada assim, então disse que não, que não gostava de usar essas coisas e que eu sabia disso. Respondi: "Deixa eu te comprar algo, você decide quando usar, não tô pedindo pra usar agora." Ela acabou aceitando... Tudo isso valeu a pena, porque aquela lingerie no fim acabou sendo usada pro moreno... Chegou um ponto em que ela aceitou que me traía abertamente, eu fingia que não percebia e seguimos com nosso relacionamento até que o inesperado aconteceu... Lá pra metade de janeiro de 2024, minha esposa descobriu que estava grávida e foi ao hospital. Quando ela me ligou, fiquei em choque, não sabia o que pensar e, claro, foi inevitável questionar se aquele bebê era meu, mas deixei essas questões pra depois e fui vê-la. Agora, aquele amigo dela se afastou de vez, minha esposa nunca mais soube dele. Aceitei a responsabilidade mesmo sabendo das altas chances de o bebê ser do moreno, e até hoje me questiono sobre isso, mas já não me importa muito. Agora a vejo como minha filha, então pouco me importa se não é minha. Ela tem meu sobrenome, eu a carreguei, era impossível não me apegar. Hoje minha esposa voltou às mesmas andanças, mas agora me trai com um senhor... Já é algo que conversamos, algo que os dois concordamos, e tudo isso foi discutido durante a gravidez dela, com confusões e aceitações de ambos os lados. Posso dizer que sou um corno feliz aos meus 23 anos, e estamos muito longe de voltar a ser um casal normal como antes.
3 comentários - Cuck a minhas 23
Seguí contando como empezó a cornearte con su actual amante???