Uma semana depois, eu e minha esposa nos preparávamos para aceitar o convite que o engenheiro Ramiro tinha nos feito para ir na casa dele. A Candy estava usando um vestido casual, de corte circular, que batia na altura do joelho. Não era decotado, era verde. Ela calçava um tênis de salto plataforma. O cabelo dela estava num estilo casual, mas ela tava muito elegante. Vale destacar que a roupa era bem modesta e decente. Em parte porque eu pedi, e também porque a esposa do chefe ia estar lá, e eu não queria causar má impressão conhecendo ela.
Eu: – Acho que hoje à noite você devia vestir seu vestido verde. Aquele sem decote. Não queremos que uma situação como a da semana passada se repita. Mas na frente da esposa dele.
Candy: – Tá bom, mas não curto muito esse visual tão recatado. Me sinto uma senhora.
Eu: – Você não parece “senhora”, mas é mais recatado. Além disso, a gente mal vai conhecê-los formalmente, e temos que causar uma boa impressão… quem sabe o que eles podem nos oferecer no trabalho mais pra frente. É melhor ir ganhando a confiança do engenheiro e também da esposa dele, a Júlia.
Saímos de casa, decidimos ir de Uber, caso nos oferecessem uma taça, ou duas, e não ter problemas com os trânsitos. Na volta pra casa. E foi assim que, às 19:50, chegamos na casa dos nossos anfitriões. Era uma casa perfeita, desde que você entrava na propriedade, dava pra notar a obsessão pela perfeição nos mínimos detalhes. Um jardim frontal enorme, muito bem cuidado. Com arbustos florais muito bem podados, a grama bem aparada, com um canteiro que guiava até a porta principal. Onde a gente estava naquele momento, tocando uma peça de ferro na porta que avisava quando uma visita chegava. Na hora, apareceram duas figuras imponentes, num visual bem casual, mas que exalavam muita autoridade e domínio sobre quem quer que fosse o convidado da vez.
-Ramiro vestia uma calça Dockers cor areia, com uma polo azul escuro.
-Júlia (a esposa dele, que Claramente não era a mulher que a gente viu no nosso último encontro. Ela tava usando um shorts social, na altura da coxa, branco, e uma blusa de ombros de fora, na cor índigo. Ra: – Boa noite, Candy, que prazer que vocês puderam aceitar nosso convite. Te apresento minha esposa, Julia. Já tava contando os dias pra te conhecer pessoalmente. Boa noite, Mario, é um prazer receber vocês. Julia: – Oooolá, Candy!! Que delícia finalmente botar um rosto no seu nome. O Ramiro me contou um pouco sobre você, que ele tá esperançoso que você seja uma boa peça pra empresa, e aparentemente ele mentiu quando disse que você era bonitinha. Pra mim, você é LINDA. – Julia, assim como minha esposa, era uma mulher muito gostosa e linda. Tinha uma pele muiito fina, muito bem cuidada. Dava pra ver os privilégios que os cuidados extras trazem, quando se tem grana pra investir na própria aparência… era uma pele muito branca, e com um toque só, se aplicasse pressão demais, marcava na pele dela, num tom avermelhado. Tinha umas pernas bem torneadas de academia com personal trainer. A cintura dela, só dá pra conseguir com procedimento cirúrgico, eu acho, porque a barriga dela era muito chapada e definida. E os glúteos também tinham tido os mesmos privilégios cirúrgicos, assim como os peitos. Que eram muito voluptuosos e firmes. Aquela mulher era uma deusa. No cabelo dela, dava pra ver os milhares de reais investidos em tratamentos, porque era de um tom prateado que eu só tinha visto em modelos ou atrizes de filme. Candy: – Obrigada, senhora, pelos elogios. Mas não continua não, porque eu fico sem graça. Além disso, a senhora é a mulher mais linda que eu já vi tão de perto. – Julia: – Aiiii, não me chama de “senhora” não, que parece que você tá me botando 15 anos a mais. Melhor me chamar de Julia, e assim a gente vai criando intimidade… mas se você me chamar de senhora de novo, vai me deixar triste. Candy: – Oo, desculpa, então você pode me chamar de Candy, e a gente tá quites. E meu marido, você pode chamar de Mario (ela me apresenta). – Naquele momento Entendo, estendi minha mão pra cumprimentar educadamente, mas a Julia, com um puxão suave e assumindo o controle, me saúda com um beijo na bochecha. Tentei agir da forma mais natural possível, já que não esperava esse nível de intimidade tão rápido. O Ramiro, por sua vez, pegou a mão da minha mulher e se inclinou um pouco pra beijar as costas da mão dela, fazendo um gesto de cavalheiro.
Julia: — Mas entrem, por favor, fiquem à vontade, não tenham medo que a gente não morde. (A menos que vocês queiram, ela disse, tentando quebrar o gelo.)
Todos rimos de verdade, e entramos na casa, que por dentro parecia cena de filme. Tudo impecável, com janelões enormes. O hall de entrada era seguido e ligado a uma sala majestosa, uma distribuição simples e imponente. O pé-direito tinha uns 3 metros fácil. Passando a sala, lá no fundo, tinha uma sala de jantar pra umas 8 pessoas, no mínimo, toda escura, e mais atrás a bancada da cozinha, com o que parecia granito branco, e por fim a cozinha, que era maior que a sala da nossa casa. Tinha até uma despensa, pelo visto... a despensa sozinha era maior que nosso banheiro. Do lado direito da sala, ao invés de parede de tijolo ou outro material, era um vidrão gigante que ia da sala até a cozinha, porque no pátio do meio tinha uma piscina, uns 8 a 10 metros de comprimento. E no fundo dela, do lado direito da cozinha, ficava a sala de entretenimento, ou o que parecia ser um tipo de "minicinema", já que tinha várias poltronas e uma tela gigante. Outro conjunto de sofás e móveis pra deixar a sala mais relaxada. No segundo andar, aparentemente ficavam os quartos, mas esses já não dava pra ver, só ficou na imaginação. Fomos todos pra sala, e eu sentei do lado da Candy, enquanto a Julia e o Ramiro sentaram Juntos, na nossa frente. A gente conversou sobre os planos de trabalho que eu tinha pra minha esposa. E a proposta oficial chegou, com salário e benefícios. E aparentemente minha esposa tava muito animada, porque eu notei que a mão dela tava bem suada. Mas ela não deixou transparecer o nervosismo, nem perdeu a compostura. Já que a oferta era muito boa. Facilmente eu poderia parar de trabalhar e cuidar da casa. Mas esse não era nosso plano. Depois de encerrar as formalidades, fechamos o assunto com uma taça de vinho. (Tomei a decisão certa, pra não dirigir bêbado). E depois disso, a conversa ficou mais casual. Falaram dos filhos, de onde a gente cresceu, conhecidos que poderíamos ter em comum, e as idades de todos vieram à tona. Minha esposa de 30 anos, eu de 35, Ramiro de 30 e Julia de 26. Entre um papo e outro, as bebidas foram chegando, mas nessa altura já eram cervejas, porque a situação tinha passado de formal pra um encontro de amigos. Eu já tava na quarta cerveja, e me sentia um pouco tonto, mas não tanto a ponto de não perceber que o Ramiro não perdia chance de olhar as pernas da minha esposa, como se desejasse que o vestido dela subisse cada vez mais, que nesse momento já tava no meio da coxa. Mas minha esposa sempre foi muito cuidadosa quando usa vestido. Então, não me importei, porque a Candy já sabe se cuidar sozinha. Umas 9:15 mais ou menos, nos chamaram pra sala de jantar, pra comer, agora sim. A comida, aparentemente, foi preparada por uma mulher que ajuda na casa dos nossos anfitriões, porque pelo que a gente ouviu, a Julia não prepara nem um café. Kkkk. A conversa continuou na mesa, depois de terminar de comer. E depois nos levaram de volta pra sala, depois de dar uma volta pelas instalações do térreo da casa. Agora a gente tava sentado na sala "mini cinema". Nessa altura, tudo bem casual, não dava pra dizer que éramos melhores amigos, mas a química rolou rapidinho. entre todos nós. Eles sempre puxando o assunto, já era algo natural pra eles, e a gente seguia a conversa com uns pitacos pessoais ou dando nossa opinião. Num momento que nem percebi, a Candy e a Júlia tinham se mandado do nosso lado, e ficamos só eu e o Ramiro, mas o papo tava tão bom que nem notamos, até por conta das cervejas que já tínhamos tomado. Já tava umas 8 pra mim, e umas 10 pro Ramiro. O papo de homem continuou. Ramiro: – Então, já tão com 10 anos de casados. É tempo pra caralho. A gente só tem 5, mas nossa visão sempre foi ficar juntos pra sempre… não importa o que aconteça no caminho – Eu: – É, já 10 anos. Felizmente juntos, e agora, com essa oportunidade que cê tá nos dando, acho que nossos melhores anos tão por vir, tô com um bom pressentimento. Minha esposa é muito responsável e muito leal, pode ficar tranquilo que ela não vai trair sua confiança – Ramiro: – É, já percebi isso, inclusive é uma das qualidades que busco nas pessoas, ainda mais na hora de incluir na minha empresa, cê vai entender porque eu busco lealdade acima da inteligência. – Eu: – Então pode ter certeza que cê tomou uma das melhores decisões pro trabalho. – Ramiro: – Sim, não tenho dúvida. Aliás, no trabalho, percebi que uns caras, colegas da Candy, chegam nela com segundas intenções, mas ela nunca deu a mínima chance. Pelo contrário, já ganhou fama de santinha. E como não iam assediar ela? Todo mundo olha pra ela como se fosse um troféu. De longe, é a mulher mais gostosa que já trabalhou com a gente. E olha que já chegaram nela até clientes ou chefes de outros trampos, e parece que não tem nada que impressione ela. Nem dinheiro na frente. É o que eu ouvi. Mas desculpa ter falado isso. Acho que não é da minha conta, mas acho que a cerveja soltou minha língua. Eu: —não se preocupa, ela já me contou tudo isso. Na verdade, a gente sempre conta tudo um pro outro, sempre tivemos essa confiança de dividir tudo. E acho que, em parte, isso ajuda a não sermos infiéis. Já que não temos segredos. E eu, não sei como fiz pra ela me dar bola… acho que foi sorte. Sou muito sortudo. E ela sempre me disse que gostou do jeito que fui conquistando ela. Aos poucos, sem pressionar, e diz que tenho muita habilidade com as palavras. Kkkk. Sem maldade. Tipo, ela gosta de como eu falo e me expresso. E ainda lembro quando começamos a namorar… escrevi várias histórias pra ela, que aos poucos foram ficando mais quentes, e levando pra uma intenção mais safada. E foi isso que fisgou ela. Bom, pelo menos é o que ela diz. Ah, desculpa, acho que eu também já soltei a língua demais. Acho que já cheguei no meu limite de álcool. Aliás, onde fica o banheiro? Preciso esvaziar a bexiga um pouco. — Enquanto contava todas essas coisas minhas e da minha esposa, não percebi como Ramiro estava fazendo anotações mentais. Não vi as intenções dele, nem como os olhos brilharam, como se estivesse embriagado de poder. Eu estava ensinando a receita pra ele ter minha esposa, e nem me liguei no que tava fazendo. Ele, como qualquer outro homem, não ia perder a oportunidade. Minha esposa servida numa bandeja de prata. Ele me guiou até o banheiro, onde demorei um pouco mais que o normal, por causa da quantidade de álcool que tinha bebido. A tontura já tinha chegado na cabeça e eu sentia que a gente devia ir embora. Quando saí do banheiro, uns minutos depois, pude ouvir minha esposa e Ramiro conversando, não tinha mais ninguém, pelo visto, e fiquei escutando em silêncio, bem atento. Ramiro: — Então… bom que vocês vieram, foi uma reunião muito agradável, e além disso nos conhecemos muito melhor do que eu esperava. Essa química era exatamente o que eu tava procurando na minha próxima funcionária. Você vai ver como vai dar certo, é só se deixar guiar, e pode ir tão longe quanto quiser. Mais ainda, tenho certeza que você e seu marido estão prestes a começar a viver Muito bem. – Candy: – muito obrigada, engenheiro, queria saber o que você e meu marido estavam conversando, pra você estar tão animado. Com certeza causei uma boa impressão em você. Que bom que a gente pôde se conhecer, e no futuro evitar qualquer mal-entendido. Porque sinto que tem muita confiança e química entre todos nós. – Eu, naquele momento, estava observando a cena pelo reflexo de um vidro. Porque tinha muitos por ali. E pude ver Ramiro e minha esposa muito próximos um do outro. Uma cena bem íntima, que não quis interromper, porque não percebi más intenções. De repente, ouvi uns passos descendo as escadas. E notei que minha esposa rapidamente se afastou pra trás de Ramiro, e eu tive que parar de bisbilhotar, porque Julia estava se aproximando. Nos reunimos todos na sala de cinema particular, e começamos a nos despedir, por volta das 23h30. Julia e minha esposa foram na frente pra sala, enquanto Ramiro e eu fomos andando mais devagar em direção à saída da casa, olhando pra nossas mulheres na nossa frente. Umas figuras únicas e indescritíveis. Ramiro: – que mulheres lindas que temos na nossa frente. Julia está espetacular, mas a Candy não fica atrás… com certeza deve ser uma fera na cama. E parece tão inocen-- Nesse momento, ele cortou as palavras na hora. Lembrando que estava falando da minha esposa. Ramiro: – ah, me desculpa, por favor, Mario. Não foi minha intenção falar isso. É o álcool. Não aguento mais. Eu: – não se preocupa, Ramiro. Eu também tô meio solto da língua. E imagino que o que você disse, tava falando sozinho… mas escapou da boca. Agora eu vou ter que lidar com isso. Mas o mais provável é que amanhã eu nem lembre. Kkkk. E sua esposa, nunca conheci ninguém igual a ela. Confesso que quando a conheci, fiquei sem reação. É a mulher mais gostosa que vou conhecer na vida. Parabéns, e até me dá inveja. Ah, desculpa, isso foi demais. Ramiro: – então estamos quites. relaxa. amanhã eu também com certeza não vou lembrar.-- A reunião acabou. Trocamos gestos de despedida, e também número de telefone, pra manter contato. E fomos embora. Chegando em casa. Nós começamos a nos preparar, eu e a Candy, pra dormir, mas antes batemos um papo. Candy: – tô com um bom pressentimento sobre o futuro. A gente se divertiu pra caralho, e acho que todo mundo se deu muito bem. Teve muita intimidade e acho que a gente podia ficar até mais unido, se as coisas seguirem o rumo natural. Eu: – é. Fiquei muito à vontade. Muito confortável. Muito grato aos chefes. Tudo vai dar certo, cê vai ver. Aliás, do que você tava falando com o Ramiro, quando vocês estavam sozinhos. Candy: – aaa, besteira que a gente fala, quando o álcool sobe. Ele disse que eu era muito gostosa, que a esposa dele, a Julia, e eu somos as mulheres mais lindas que ele conhece, e que ele te invejava por me ter. Ele se desculpou na hora, e disse que não queria que eu entendesse errado. Falei que tava de boa, que o álcool faz a gente falar umas merdas. Que quem sabe o que a gente não falou quando tava sozinho. Você e ele. (Ramiro e eu). O Ramiro riu, tipo com cumplicidade com você. E disse, – coisas de homem.-- E falou. –logo você vai ser minha.-- deu uma pausa de um segundo. E completou – quer dizer, que você já tá oficialmente contratada –. A gente riu. E ele falou do prazer de ter ido. Que em breve nossas vidas iam mudar e a gente ia começar a viver de verdade. Ou algo assim. A gente se beijou e ela virou pra dormir, eu levantei pra apagar as luzes e fui no banheiro, esvaziar a bexiga, e de repente, meu celular tocou. Olhei. Era um zap do Ramiro. Ramiro: – Que reunião boa, espero mais pra frente poder marcar outras. Valeu pela confiança, e tudo que foi conversado fica entre homens. Cê vai ver como vai se surpreender em breve. Eu: – Valeu a vocês. E que nervoso essa ameaça de surpresa. Mas imagino que seja pra coisa boa… se vem de você. Só espero coisas boas. – Ramiro: – tudo certo amigão. A Candy já dormiu. -- Eu: – sim, já. Chegou exausta. Cai como uma tábua... vou ter que me "atender" sozinho. Pra dormir sossegado. Kkkk – Ramiro: – se "atender" significa o que eu tô pensando, deixa eu te mandar uma inspiração – Eu, sem saber o que esperar, e meio nervoso. Será que ele vai mandar uma foto de pinto? Kkkk. Falei. – Vê lá o que cê tem, só não me manda um "pau de arrasar" Ramiro: – ooo, que isso, é o que eu tô te falando.-- E junto com a última mensagem dele. Ele me manda um vídeo. Abro. Dou play. Era xxx. No vídeo, aparece uma mulher, sendo penetrada de quatro, por um homem muito gostoso e bonitão... a mulher gemia bem alto. E o homem dizia pra ela. "Você é minha putinha, você é minha putinha." Depois, a mulher pega na mão de outro homem, aparentemente tinha mais alguém no quarto. E entre gemidos, ela fala. "Valeu, amor, por deixar meu chefe me comer, é exatamente o que eu precisava." O homem, segurando a mão da mulher. Fala. – Tá bem, querida, isso vai fortalecer ainda mais nosso casamento.-- Nisso, a mulher tá gemendo demais, assim como o homem que tá metendo nela. E o homem começa a gozar dentro da mulher. E fala. – Vem cá, corno, grava isso, como eu encho de porra a sua amada esposa. Se você ama ela tanto assim, vem e limpa. Nisso, dá pra ouvir uma risada do homem que gozou na mulher. E já no vídeo desfocado, se ouve. – Isso, corno, isso mesmo, limpa ela direitinho, pra gente continuar usando ela. Ela é minha putinha, e você é um corno do caralho. Eu sou o dono dela. Entendeu?-- Dá pra ouvir duas vozes ao mesmo tempo. – Sim, entendido, senhor – O vídeo acabou. Durava exatos 43 segundos, eu sei. Porque repeti várias vezes. Sem conseguir entender como e por que, eu tava tendo a ereção mais dura da minha vida. Não conseguia entender. Mas no segundo 28, da quarta repetição do vídeo. Já tinha minha mão cheia da minha própria porra. Derramada. E a ereção sumiu num segundo. Deixando só a confusão e a incerteza do que tinha acontecido... a culpa me invadia, e eu não sabia qual era o próximo passo. Envergonhado de mim mesmo, por tamanha excitação. E ainda por cima. Gozei em menos de 4 minutos. Só consegui responder. Eu: – que vídeo bom, valeu. – já cumpriu a missão. Ramiro: – olha só, que rápido você se aliviou. Não pensei que fosse tão eficaz. Mas quando quiser. É só pedir… tenho muito mais disso. MUITO. Eu: – Valeu, depois a gente fala, já tô com a Candy – Fiquei deitado. Com uma mistura de excitação, culpa, incerteza e vergonha, e um monte de coisa. Mas estranhamente, minha pica continuava dura. Acho que a excitação era maior que todos os outros sentimentos. Fui dormir, com uma confusão avassaladora. Esperando que mais adiante aquela inquietação se resolvesse. Sem esperar, uma teia se armou ao meu redor, e eu estava sendo presa de um predador experiente e infalível. Era questão de tempo para eu reagir, mas seria tarde demais. Não teria escapatória. Candy, minha esposa. Se tornaria o troféu do Ramiro. E eu. Expus as fraquezas dela sem perceber o perigo que se aproximava. Nossa vida mudou.
Eu: – Acho que hoje à noite você devia vestir seu vestido verde. Aquele sem decote. Não queremos que uma situação como a da semana passada se repita. Mas na frente da esposa dele.
Candy: – Tá bom, mas não curto muito esse visual tão recatado. Me sinto uma senhora.
Eu: – Você não parece “senhora”, mas é mais recatado. Além disso, a gente mal vai conhecê-los formalmente, e temos que causar uma boa impressão… quem sabe o que eles podem nos oferecer no trabalho mais pra frente. É melhor ir ganhando a confiança do engenheiro e também da esposa dele, a Júlia.
Saímos de casa, decidimos ir de Uber, caso nos oferecessem uma taça, ou duas, e não ter problemas com os trânsitos. Na volta pra casa. E foi assim que, às 19:50, chegamos na casa dos nossos anfitriões. Era uma casa perfeita, desde que você entrava na propriedade, dava pra notar a obsessão pela perfeição nos mínimos detalhes. Um jardim frontal enorme, muito bem cuidado. Com arbustos florais muito bem podados, a grama bem aparada, com um canteiro que guiava até a porta principal. Onde a gente estava naquele momento, tocando uma peça de ferro na porta que avisava quando uma visita chegava. Na hora, apareceram duas figuras imponentes, num visual bem casual, mas que exalavam muita autoridade e domínio sobre quem quer que fosse o convidado da vez.
-Ramiro vestia uma calça Dockers cor areia, com uma polo azul escuro.
-Júlia (a esposa dele, que Claramente não era a mulher que a gente viu no nosso último encontro. Ela tava usando um shorts social, na altura da coxa, branco, e uma blusa de ombros de fora, na cor índigo. Ra: – Boa noite, Candy, que prazer que vocês puderam aceitar nosso convite. Te apresento minha esposa, Julia. Já tava contando os dias pra te conhecer pessoalmente. Boa noite, Mario, é um prazer receber vocês. Julia: – Oooolá, Candy!! Que delícia finalmente botar um rosto no seu nome. O Ramiro me contou um pouco sobre você, que ele tá esperançoso que você seja uma boa peça pra empresa, e aparentemente ele mentiu quando disse que você era bonitinha. Pra mim, você é LINDA. – Julia, assim como minha esposa, era uma mulher muito gostosa e linda. Tinha uma pele muiito fina, muito bem cuidada. Dava pra ver os privilégios que os cuidados extras trazem, quando se tem grana pra investir na própria aparência… era uma pele muito branca, e com um toque só, se aplicasse pressão demais, marcava na pele dela, num tom avermelhado. Tinha umas pernas bem torneadas de academia com personal trainer. A cintura dela, só dá pra conseguir com procedimento cirúrgico, eu acho, porque a barriga dela era muito chapada e definida. E os glúteos também tinham tido os mesmos privilégios cirúrgicos, assim como os peitos. Que eram muito voluptuosos e firmes. Aquela mulher era uma deusa. No cabelo dela, dava pra ver os milhares de reais investidos em tratamentos, porque era de um tom prateado que eu só tinha visto em modelos ou atrizes de filme. Candy: – Obrigada, senhora, pelos elogios. Mas não continua não, porque eu fico sem graça. Além disso, a senhora é a mulher mais linda que eu já vi tão de perto. – Julia: – Aiiii, não me chama de “senhora” não, que parece que você tá me botando 15 anos a mais. Melhor me chamar de Julia, e assim a gente vai criando intimidade… mas se você me chamar de senhora de novo, vai me deixar triste. Candy: – Oo, desculpa, então você pode me chamar de Candy, e a gente tá quites. E meu marido, você pode chamar de Mario (ela me apresenta). – Naquele momento Entendo, estendi minha mão pra cumprimentar educadamente, mas a Julia, com um puxão suave e assumindo o controle, me saúda com um beijo na bochecha. Tentei agir da forma mais natural possível, já que não esperava esse nível de intimidade tão rápido. O Ramiro, por sua vez, pegou a mão da minha mulher e se inclinou um pouco pra beijar as costas da mão dela, fazendo um gesto de cavalheiro.
Julia: — Mas entrem, por favor, fiquem à vontade, não tenham medo que a gente não morde. (A menos que vocês queiram, ela disse, tentando quebrar o gelo.)
Todos rimos de verdade, e entramos na casa, que por dentro parecia cena de filme. Tudo impecável, com janelões enormes. O hall de entrada era seguido e ligado a uma sala majestosa, uma distribuição simples e imponente. O pé-direito tinha uns 3 metros fácil. Passando a sala, lá no fundo, tinha uma sala de jantar pra umas 8 pessoas, no mínimo, toda escura, e mais atrás a bancada da cozinha, com o que parecia granito branco, e por fim a cozinha, que era maior que a sala da nossa casa. Tinha até uma despensa, pelo visto... a despensa sozinha era maior que nosso banheiro. Do lado direito da sala, ao invés de parede de tijolo ou outro material, era um vidrão gigante que ia da sala até a cozinha, porque no pátio do meio tinha uma piscina, uns 8 a 10 metros de comprimento. E no fundo dela, do lado direito da cozinha, ficava a sala de entretenimento, ou o que parecia ser um tipo de "minicinema", já que tinha várias poltronas e uma tela gigante. Outro conjunto de sofás e móveis pra deixar a sala mais relaxada. No segundo andar, aparentemente ficavam os quartos, mas esses já não dava pra ver, só ficou na imaginação. Fomos todos pra sala, e eu sentei do lado da Candy, enquanto a Julia e o Ramiro sentaram Juntos, na nossa frente. A gente conversou sobre os planos de trabalho que eu tinha pra minha esposa. E a proposta oficial chegou, com salário e benefícios. E aparentemente minha esposa tava muito animada, porque eu notei que a mão dela tava bem suada. Mas ela não deixou transparecer o nervosismo, nem perdeu a compostura. Já que a oferta era muito boa. Facilmente eu poderia parar de trabalhar e cuidar da casa. Mas esse não era nosso plano. Depois de encerrar as formalidades, fechamos o assunto com uma taça de vinho. (Tomei a decisão certa, pra não dirigir bêbado). E depois disso, a conversa ficou mais casual. Falaram dos filhos, de onde a gente cresceu, conhecidos que poderíamos ter em comum, e as idades de todos vieram à tona. Minha esposa de 30 anos, eu de 35, Ramiro de 30 e Julia de 26. Entre um papo e outro, as bebidas foram chegando, mas nessa altura já eram cervejas, porque a situação tinha passado de formal pra um encontro de amigos. Eu já tava na quarta cerveja, e me sentia um pouco tonto, mas não tanto a ponto de não perceber que o Ramiro não perdia chance de olhar as pernas da minha esposa, como se desejasse que o vestido dela subisse cada vez mais, que nesse momento já tava no meio da coxa. Mas minha esposa sempre foi muito cuidadosa quando usa vestido. Então, não me importei, porque a Candy já sabe se cuidar sozinha. Umas 9:15 mais ou menos, nos chamaram pra sala de jantar, pra comer, agora sim. A comida, aparentemente, foi preparada por uma mulher que ajuda na casa dos nossos anfitriões, porque pelo que a gente ouviu, a Julia não prepara nem um café. Kkkk. A conversa continuou na mesa, depois de terminar de comer. E depois nos levaram de volta pra sala, depois de dar uma volta pelas instalações do térreo da casa. Agora a gente tava sentado na sala "mini cinema". Nessa altura, tudo bem casual, não dava pra dizer que éramos melhores amigos, mas a química rolou rapidinho. entre todos nós. Eles sempre puxando o assunto, já era algo natural pra eles, e a gente seguia a conversa com uns pitacos pessoais ou dando nossa opinião. Num momento que nem percebi, a Candy e a Júlia tinham se mandado do nosso lado, e ficamos só eu e o Ramiro, mas o papo tava tão bom que nem notamos, até por conta das cervejas que já tínhamos tomado. Já tava umas 8 pra mim, e umas 10 pro Ramiro. O papo de homem continuou. Ramiro: – Então, já tão com 10 anos de casados. É tempo pra caralho. A gente só tem 5, mas nossa visão sempre foi ficar juntos pra sempre… não importa o que aconteça no caminho – Eu: – É, já 10 anos. Felizmente juntos, e agora, com essa oportunidade que cê tá nos dando, acho que nossos melhores anos tão por vir, tô com um bom pressentimento. Minha esposa é muito responsável e muito leal, pode ficar tranquilo que ela não vai trair sua confiança – Ramiro: – É, já percebi isso, inclusive é uma das qualidades que busco nas pessoas, ainda mais na hora de incluir na minha empresa, cê vai entender porque eu busco lealdade acima da inteligência. – Eu: – Então pode ter certeza que cê tomou uma das melhores decisões pro trabalho. – Ramiro: – Sim, não tenho dúvida. Aliás, no trabalho, percebi que uns caras, colegas da Candy, chegam nela com segundas intenções, mas ela nunca deu a mínima chance. Pelo contrário, já ganhou fama de santinha. E como não iam assediar ela? Todo mundo olha pra ela como se fosse um troféu. De longe, é a mulher mais gostosa que já trabalhou com a gente. E olha que já chegaram nela até clientes ou chefes de outros trampos, e parece que não tem nada que impressione ela. Nem dinheiro na frente. É o que eu ouvi. Mas desculpa ter falado isso. Acho que não é da minha conta, mas acho que a cerveja soltou minha língua. Eu: —não se preocupa, ela já me contou tudo isso. Na verdade, a gente sempre conta tudo um pro outro, sempre tivemos essa confiança de dividir tudo. E acho que, em parte, isso ajuda a não sermos infiéis. Já que não temos segredos. E eu, não sei como fiz pra ela me dar bola… acho que foi sorte. Sou muito sortudo. E ela sempre me disse que gostou do jeito que fui conquistando ela. Aos poucos, sem pressionar, e diz que tenho muita habilidade com as palavras. Kkkk. Sem maldade. Tipo, ela gosta de como eu falo e me expresso. E ainda lembro quando começamos a namorar… escrevi várias histórias pra ela, que aos poucos foram ficando mais quentes, e levando pra uma intenção mais safada. E foi isso que fisgou ela. Bom, pelo menos é o que ela diz. Ah, desculpa, acho que eu também já soltei a língua demais. Acho que já cheguei no meu limite de álcool. Aliás, onde fica o banheiro? Preciso esvaziar a bexiga um pouco. — Enquanto contava todas essas coisas minhas e da minha esposa, não percebi como Ramiro estava fazendo anotações mentais. Não vi as intenções dele, nem como os olhos brilharam, como se estivesse embriagado de poder. Eu estava ensinando a receita pra ele ter minha esposa, e nem me liguei no que tava fazendo. Ele, como qualquer outro homem, não ia perder a oportunidade. Minha esposa servida numa bandeja de prata. Ele me guiou até o banheiro, onde demorei um pouco mais que o normal, por causa da quantidade de álcool que tinha bebido. A tontura já tinha chegado na cabeça e eu sentia que a gente devia ir embora. Quando saí do banheiro, uns minutos depois, pude ouvir minha esposa e Ramiro conversando, não tinha mais ninguém, pelo visto, e fiquei escutando em silêncio, bem atento. Ramiro: — Então… bom que vocês vieram, foi uma reunião muito agradável, e além disso nos conhecemos muito melhor do que eu esperava. Essa química era exatamente o que eu tava procurando na minha próxima funcionária. Você vai ver como vai dar certo, é só se deixar guiar, e pode ir tão longe quanto quiser. Mais ainda, tenho certeza que você e seu marido estão prestes a começar a viver Muito bem. – Candy: – muito obrigada, engenheiro, queria saber o que você e meu marido estavam conversando, pra você estar tão animado. Com certeza causei uma boa impressão em você. Que bom que a gente pôde se conhecer, e no futuro evitar qualquer mal-entendido. Porque sinto que tem muita confiança e química entre todos nós. – Eu, naquele momento, estava observando a cena pelo reflexo de um vidro. Porque tinha muitos por ali. E pude ver Ramiro e minha esposa muito próximos um do outro. Uma cena bem íntima, que não quis interromper, porque não percebi más intenções. De repente, ouvi uns passos descendo as escadas. E notei que minha esposa rapidamente se afastou pra trás de Ramiro, e eu tive que parar de bisbilhotar, porque Julia estava se aproximando. Nos reunimos todos na sala de cinema particular, e começamos a nos despedir, por volta das 23h30. Julia e minha esposa foram na frente pra sala, enquanto Ramiro e eu fomos andando mais devagar em direção à saída da casa, olhando pra nossas mulheres na nossa frente. Umas figuras únicas e indescritíveis. Ramiro: – que mulheres lindas que temos na nossa frente. Julia está espetacular, mas a Candy não fica atrás… com certeza deve ser uma fera na cama. E parece tão inocen-- Nesse momento, ele cortou as palavras na hora. Lembrando que estava falando da minha esposa. Ramiro: – ah, me desculpa, por favor, Mario. Não foi minha intenção falar isso. É o álcool. Não aguento mais. Eu: – não se preocupa, Ramiro. Eu também tô meio solto da língua. E imagino que o que você disse, tava falando sozinho… mas escapou da boca. Agora eu vou ter que lidar com isso. Mas o mais provável é que amanhã eu nem lembre. Kkkk. E sua esposa, nunca conheci ninguém igual a ela. Confesso que quando a conheci, fiquei sem reação. É a mulher mais gostosa que vou conhecer na vida. Parabéns, e até me dá inveja. Ah, desculpa, isso foi demais. Ramiro: – então estamos quites. relaxa. amanhã eu também com certeza não vou lembrar.-- A reunião acabou. Trocamos gestos de despedida, e também número de telefone, pra manter contato. E fomos embora. Chegando em casa. Nós começamos a nos preparar, eu e a Candy, pra dormir, mas antes batemos um papo. Candy: – tô com um bom pressentimento sobre o futuro. A gente se divertiu pra caralho, e acho que todo mundo se deu muito bem. Teve muita intimidade e acho que a gente podia ficar até mais unido, se as coisas seguirem o rumo natural. Eu: – é. Fiquei muito à vontade. Muito confortável. Muito grato aos chefes. Tudo vai dar certo, cê vai ver. Aliás, do que você tava falando com o Ramiro, quando vocês estavam sozinhos. Candy: – aaa, besteira que a gente fala, quando o álcool sobe. Ele disse que eu era muito gostosa, que a esposa dele, a Julia, e eu somos as mulheres mais lindas que ele conhece, e que ele te invejava por me ter. Ele se desculpou na hora, e disse que não queria que eu entendesse errado. Falei que tava de boa, que o álcool faz a gente falar umas merdas. Que quem sabe o que a gente não falou quando tava sozinho. Você e ele. (Ramiro e eu). O Ramiro riu, tipo com cumplicidade com você. E disse, – coisas de homem.-- E falou. –logo você vai ser minha.-- deu uma pausa de um segundo. E completou – quer dizer, que você já tá oficialmente contratada –. A gente riu. E ele falou do prazer de ter ido. Que em breve nossas vidas iam mudar e a gente ia começar a viver de verdade. Ou algo assim. A gente se beijou e ela virou pra dormir, eu levantei pra apagar as luzes e fui no banheiro, esvaziar a bexiga, e de repente, meu celular tocou. Olhei. Era um zap do Ramiro. Ramiro: – Que reunião boa, espero mais pra frente poder marcar outras. Valeu pela confiança, e tudo que foi conversado fica entre homens. Cê vai ver como vai se surpreender em breve. Eu: – Valeu a vocês. E que nervoso essa ameaça de surpresa. Mas imagino que seja pra coisa boa… se vem de você. Só espero coisas boas. – Ramiro: – tudo certo amigão. A Candy já dormiu. -- Eu: – sim, já. Chegou exausta. Cai como uma tábua... vou ter que me "atender" sozinho. Pra dormir sossegado. Kkkk – Ramiro: – se "atender" significa o que eu tô pensando, deixa eu te mandar uma inspiração – Eu, sem saber o que esperar, e meio nervoso. Será que ele vai mandar uma foto de pinto? Kkkk. Falei. – Vê lá o que cê tem, só não me manda um "pau de arrasar" Ramiro: – ooo, que isso, é o que eu tô te falando.-- E junto com a última mensagem dele. Ele me manda um vídeo. Abro. Dou play. Era xxx. No vídeo, aparece uma mulher, sendo penetrada de quatro, por um homem muito gostoso e bonitão... a mulher gemia bem alto. E o homem dizia pra ela. "Você é minha putinha, você é minha putinha." Depois, a mulher pega na mão de outro homem, aparentemente tinha mais alguém no quarto. E entre gemidos, ela fala. "Valeu, amor, por deixar meu chefe me comer, é exatamente o que eu precisava." O homem, segurando a mão da mulher. Fala. – Tá bem, querida, isso vai fortalecer ainda mais nosso casamento.-- Nisso, a mulher tá gemendo demais, assim como o homem que tá metendo nela. E o homem começa a gozar dentro da mulher. E fala. – Vem cá, corno, grava isso, como eu encho de porra a sua amada esposa. Se você ama ela tanto assim, vem e limpa. Nisso, dá pra ouvir uma risada do homem que gozou na mulher. E já no vídeo desfocado, se ouve. – Isso, corno, isso mesmo, limpa ela direitinho, pra gente continuar usando ela. Ela é minha putinha, e você é um corno do caralho. Eu sou o dono dela. Entendeu?-- Dá pra ouvir duas vozes ao mesmo tempo. – Sim, entendido, senhor – O vídeo acabou. Durava exatos 43 segundos, eu sei. Porque repeti várias vezes. Sem conseguir entender como e por que, eu tava tendo a ereção mais dura da minha vida. Não conseguia entender. Mas no segundo 28, da quarta repetição do vídeo. Já tinha minha mão cheia da minha própria porra. Derramada. E a ereção sumiu num segundo. Deixando só a confusão e a incerteza do que tinha acontecido... a culpa me invadia, e eu não sabia qual era o próximo passo. Envergonhado de mim mesmo, por tamanha excitação. E ainda por cima. Gozei em menos de 4 minutos. Só consegui responder. Eu: – que vídeo bom, valeu. – já cumpriu a missão. Ramiro: – olha só, que rápido você se aliviou. Não pensei que fosse tão eficaz. Mas quando quiser. É só pedir… tenho muito mais disso. MUITO. Eu: – Valeu, depois a gente fala, já tô com a Candy – Fiquei deitado. Com uma mistura de excitação, culpa, incerteza e vergonha, e um monte de coisa. Mas estranhamente, minha pica continuava dura. Acho que a excitação era maior que todos os outros sentimentos. Fui dormir, com uma confusão avassaladora. Esperando que mais adiante aquela inquietação se resolvesse. Sem esperar, uma teia se armou ao meu redor, e eu estava sendo presa de um predador experiente e infalível. Era questão de tempo para eu reagir, mas seria tarde demais. Não teria escapatória. Candy, minha esposa. Se tornaria o troféu do Ramiro. E eu. Expus as fraquezas dela sem perceber o perigo que se aproximava. Nossa vida mudou.
1 comentários - Marido Beta. Cap. 2. Amizades novas. Vida nova.