Olá, queridos amigos e amigas do Poringa.net. Quero agradecer a todos pela boa vibe de sempre.
Sejam bem-vindos, novos seguidores.
Valeu pelos pontos e pelas visitas.
Seguimos com as confissões das minhas leitoras.
Pra continuar melhorando, só peço o de sempre.
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Sem mais enrolação, deixo vocês com essa história quente pra ler até o final.Olá, antes de me apresentar,
Quero agradecer ao meu amigo Maury-só-eu.
Já que sem a ajuda dele eu nunca conseguiria escrever minha história do jeito que só ele sabe fazer.
Muito obrigada, amigo.
Sou a Betina, tenho 24 anos. Cabelo castanho, pele branca e olhos castanhos.
Tenho 1,62m.
Amo sexo e descobri essa página na quarentena, onde virei fã desses contos.
Por sorte, o Mauri me ajudou a escrever isso.
Espero que vocês gostem da minha história tanto quanto ele.
Aqui vai uma foto minha pra vocês me conhecerem um pouco mais.
Se quiserem comentar minha foto e minha história, vão me deixar muito feliz, valeu.
Se eu fosse dar um título pra essa história, seria:Minhas férias loucas com meus tios e primo.
Minha história começa há muito tempo atrás.
Sou filha única, assim como meu primo Agustín.
Mesmo tendo 2 anos de diferença.
A gente era unido e sempre se via nos encontros de família.
Às vezes eu dormia na casa dele ou ele na minha.
Onde a gente curtia jogar jogos de tabuleiro e outras brincadeiras de criança.
Isso fez a gente ser mais que primos, éramos melhores amigos.
A gente adorava brincar de tudo que era jogo da nossa infância.
Mas um dia, pegando exemplo dos nossos pais, deu na telha de brincar de papai e mamãe.
Imitando eles nas coisas e nos costumes.
Isso levou a gente aos nossos primeiros beijos.
Escondido dos nossos pais, a gente se beijava e agia igual eles. Pra nós era só uma brincadeira de criança, mas a gente adorava. Com o passar dos anos, aprendemos a nos beijar igual nas novelas e filmes que a gente via.
Os beijos ficaram mais apaixonados, e a gente adorava se beijar, claro, sempre escondido.
O que começou como um jogo foi ficando cada vez mais real.
Os beijos levaram às carícias. Foram ficando cada vez mais intensas.
Ele me beijava com paixão e passava a mão na minha bunda, me fazendo sentir coisas que eu ainda nem sabia o que eram.
Mas ele as provocava.
Agustín: Mmm... priminha, adoro passar a mão na sua bunda pequenininha. É tão macia e quentinha... você gosta que eu toque nela?
Betina: Mmm... não me incomoda você me acariciar enquanto me beija e me faz sentir tão amada.
Você me ama, priminho...?
Agustín: Mmm... sim, claro que te amo...
Quero que você seja minha namorada e a gente brincar assim o dia inteiro...
Betina: Eu também, mas somos primos e, se nossos pais descobrirem, a gente tá ferrado.
Melhor deixar isso como nosso segredo.
Nós dois combinamos de manter o segredo e nos amar em silêncio, escondidos,
sempre que dava.
Na minha casa não dava muito, meus pais estavam sempre em cima da gente.
Mas na casa dele era diferente.
Meus tios deixavam a gente brincar longe da supervisão deles, mais de boa.
Onde a gente se divertia fazendo o que mais gostava.
Onde os beijos e as carícias iam até o limite.
Na casa dele, uma tarde, ele levantou o top que eu tava usando e chupou meus peitinhos. Mas o melhor foi quando ele levantou minha saia e começou a mexer na minha buceta.
Aquilo era tão novo pra mim que fez minha cabeça explodir, me fazendo vibrar de prazer.
Ele tomou conta do meu primeiro orgasmo e as mãos dele ficaram encharcadas com meus fluidos.
Num fim de semana, ele conseguiu me fazer gozar várias vezes no mesmo dia.
Essa sensação gostosa me agradou tanto que, quando ele não tava por perto,
eu comecei a me tocar sozinha, imaginando que era ele.
Desde aquele dia, sentindo o prazer da masturbação,
cada orgasmo eu vivia com alegria e adoro essa sensação.
Devo confessar que fiquei bem punheteira, aproveitava cada momento sozinha pra me dar prazer. Quando meus pais trabalhavam, eu ficava sozinha por várias horas e era aí que eu mais relaxava e curtia muito mais.
Gostava de me despir e acariciar todo o meu corpo.
Me masturbava devagar, me esfregando até provocar uns orgasmos gostosos.
Mas aos poucos meu corpo pedia mais e eu fazia com mais intensidade.
Com o tempo, só me esfregar já não bastava.
Até que uma tarde.
Uma manhã, enquanto usava minha escova de dentes elétrica, pensei: "vou testar isso".
Fui pra escola pensando em usar à tarde nos meus momentos de masturbação.
Minha curiosidade e a vontade de experimentar o prazer me levaram a testar, e eu amei.
Aquela vibração no meu clitóris e esfregar as cerdas macias da escova me deixava louca de prazer. Quanto mais eu me masturbava, mais gostava, e usava qualquer coisa, testando novas formas de gozar.
Tudo era interessante e uma busca por prazer.
Aos poucos, fui me animando pra mais, mas não tinha coragem de enfiar nada.
Até que um dia, sem pensar muito, enfiei um dedo — o prazer que senti foi sensacional.
Assim, fui me animando cada vez mais até me desvirginar sozinha.
Já não só curtia me acariciar, também gostava de sentir os dedos lá dentro. Uma tarde, enquanto me tocava, enfiei os dedos.
Vi em cima da cômoda uma chave de fenda do pai.
O cabo dela me chamou a atenção e pensei: é perfeito.
Dava pra dizer que não era muito grosso, mas comprido, bem melhor que meus dedos.
Fui até o quarto da mãe e peguei um creme de mãos, passei nele.
Consegui enfiar devagar.
E foi assim que descobri ouro.
Aos poucos, me comi com o cabo da chave de fenda.
Como era gostoso.
Esse chave de fenda virou parte dos meus brinquedos. Claro, meu pai nunca mais encontrou ele.
Eu guardava ele escondido, já não era mais pra tirar parafuso, agora servia pra aliviar minha vontade.
Uma tarde, enquanto a gente conversava no telefone, ela me perguntou se eu não sentia falta e resolvi contar meu segredo.
Betina: Pois é, priminho... tô morrendo de saudade.....
Sinto tanto sua falta que me toquei pensando em você.
Tô no maior tesão.....
Agustín: Mmm... morro de vontade de te ver, de te tocar pra mim.
Bom, tenho que confessar que há muito tempo faço o mesmo pensando em você.
Aliás, tô falando agora com meu pau na mão.
Sem saber, eu não era a única que se acabava na punheta — meu primo fazia o mesmo.Nós dois nem imaginávamos que estávamos nos tocando, e as conversas eram das mais quentes.
Ficamos assim por uns meses.
Uma grande notícia me esperava nas festas.
Meus tios decidiram me levar de férias com eles para a costa.
Eu tava feliz por ir de férias e feliz por estar com eles.
Quando chegamos em Mar del Plata, nos instalamos no apartamento e fomos direto pra praia, onde nos acomodamos bem.
Logo comecei a notar umas coisas estranhas nos meus tios.
Não sei se era pelo relax das férias ou porque naquele lugar ninguém nos conhecia.
Eles se tocavam e se beijavam sem vergonha.
Sem se importar que a gente tivesse ali.
Meu primo me explicou que eles eram assim.
Óbvio, não me incomodava — eles se amavam e mostravam isso, mas nunca tinha visto antes.
Tanto que meu tio não tinha pudor em me abraçar e me tocar de um jeito meio efusivo.
Até limpar minha bunda, tirando a areia de um jeito bem ousado.
Minha tia também acariciava meu primo de uma forma nada normal.
Logo me relaxei e curti os abraços e o carinho dos três.
Com meu primo, aproveitávamos as oportunidades pra nos beijar e nos tocar escondido.
Quando chegou a noite, depois do jantar, meus tios foram pro cassino e, como a gente não podia entrar, ficamos no apartamento sozinhos.
Nós dois nos olhamos e sorrimos, sabendo que tínhamos tempo pra ficar a sós.
Esperamos um pouco e, assim que calculamos que eles já estavam a caminho, nos beijamos e acariciamos com paixão.
Agustín: Primosinha, como eu gosto de você, meu amor...
Sabe o que eu quero?
Betina: Olha o que você vai pedir, priminho.
Mas vamos ver... o que você quer fazer?
Agustín: Já que estamos sozinhos, que tal a gente bater umas punhetas?
Faz tempo que não bato uma e quero ver você se tocando. Quer?
Betina: Mmm... também faz tempo que não bato uma.
Mas só nos ver, né?
Ele, contente, disse que sim, e a gente... Tiramos as maiôs.
Meu primo sentou numa cadeira me olhando com o pau duro.
Era a primeira vez que eu via um e até me deu uma vergonha.
Mas ele falava umas coisas gostosas e eu me deixei levar.
Comecei a me tocar enquanto ele fazia o mesmo sentado naquela cadeira.
Meu primo me observava atentamente enquanto batia uma punheta.
Fiquei excitada muito rápido com a situação e tive meu primeiro orgasmo olhando fixo pro meu primo. Ele logo largou a cadeira e sentou do meu lado no sofá.
Nós dois pelados, batendo punheta.
Enquanto nos tocávamos, conversávamos como se nada fosse.
Agustín: Que lindo é te ver se tocando sozinha, amor. Me surpreendi quando você me contou que fazia isso.
Eu comecei há um ano pensando em você.
Tantos beijos escondidos me deixavam durasso.
Betina: Sério mesmo?
Eu comecei há uns meses kkkk
Por curiosidade e por causa das cócegas dos seus beijos.
Que bom que a gente pode compartilhar isso, né?
Eu e meu primo ficávamos de sacanagem enquanto conversávamos, mas era normal enquanto a gente se tocava.
Quando ele viu como eu enfiava os dedos, ficou fascinado e me perguntou se podia.
Eu quase agradeci pela atitude dele e abri bem as pernas.
Os dedos dele entraram devagar e ele me pegava melhor com os dedos do que eu com a chave de fenda. Me fazia gemer e gozar como nunca.
Era muito gostoso.
Gostei tanto que não aguentei muito e ele me fez ter um orgasmo incrível.
Agustín: Que buceta apertada, quem te desvirgou?
Devia ter me esperado, priminha...
Betina: Uy... Mmm... Sozinha, primo... Mmm...
Com meus dedos e uma chave de fenda... ai... lembra que te contei? Uy... pufs...
Mmm... não aguento mais... Mmm...
Vou ter outro orgasmo...
Ha... ha... ha...
Agustín: Mmm... como vou esquecer, amor.
O que eu teria dado pra ser aquela chave de fenda e estar dentro de você.
Depois do meu orgasmo estrondoso, perguntei se eu tinha coragem de tocar no pau dele.
Ele me mostrou como fazer e comecei a bater uma pra ele do jeito que ele me ensinou.
Ele gemia e curtia minhas puxadas, que cada vez eu fazia melhor.Agustín: cê ia gostar que eu te comesse, priminha? A gente tem umas horas sozinhos.
Te prometo que vai gostar mais do que os dedos, e já que cê enfiou o cabo da chave de fenda, a gente podia tentar...
Betina: Cê tá louco...
Não quero engravidar e arrumar problema.
Melhor parar por aqui.
Ele me levou pro quarto dos pais dele e, revirando a cômoda, tirou uma camisinha.
Isso me deixou com tesão e eu aceitei experimentar.
Fomos pro nosso quarto.
A gente se beijou e, com muita habilidade, ele subiu em cima de mim.
O pau dele era igual ao cabo da chave de fenda.
Então não me doeu tanto.
Mas era uma delícia, ele enfiou e foi se mexendo devagar.
Pra minha surpresa, ele se mexia muito bem.
Como se tivesse experiência, ou eu era muito otária que não sabia fazer nada além de gritar que nem uma louca.
Ele me comia cada vez mais forte e eu gemia que nem uma doida, tendo orgasmos molhados e quentes.
Ele chupava meus peitos e me beijava enquanto me macetava.
Depois me colocou de quatro e me comeu bem gostoso.
Ele me comia bem gostoso por um bom tempo. Parecia que não era a primeira vez dele.
Consegui sentir o pau dele se enfiando bem fundo em mim e senti o pau dele dando aqueles espasmos quando a porra começa a sair.
Seguido de uns gemidos bem selvagens.
Ele não parou até perder toda a ereção.
Me beijou e disse:
Agustín: Mmm... Priminha, você me fez muito feliz.
Sua buceta é maravilhosa.
Vou pedir pra mamãe deixar a gente mais tempo sozinho...
Você gostou?
Betina: Sim, primo, foi maravilhoso.
Mas parece que você já fez isso com outra garota, né?
Não mente pra mim, tá?
Agustín: Sim, já transei... Não vou mentir pra você.
Mas disso a gente não fala, ok?
Só posso te dizer que com você aproveitei mil vezes mais do que com ela.
Te amo, priminha...
Quero que você seja minha namorada e foder só com você, quer?
Betina: Sim, a gente pode brincar disso e transar quando der.
Mas ser namorados? Somos primos, nossos pais iam nos matar.
Como dividíamos o quarto, acordávamos com beijos e carícias.
Adorava foder com meu primo e com as liberdades que a gente tinha, já que meus tios nos deixavam sozinhos.
Essas distrações permitiam que eu e meu primo fodêssemos do nosso jeito e aproveitássemos tudo o que quiséssemos sem interrupções ou sustos.
Meu primo tinha uma fascinação pela minha raba, não só pelas minhas nádegas redondas e empinadas.
Mas mais ainda pelo meu cuzinho.
Chupava e massageava ele.
Eu achava muito porco da parte dele, mas ao mesmo tempo era muito gostoso e quente.
Tanto brincar com ele, começou a meter um dedo até que um dia. Metiu a pica.
Não vou mentir, doeu pra caralho, me fez gritar de dor, mas com o tempo e várias fodas comecei a gostar.
Eu adorava quando ele enchia minha buceta de porra e escorria tudo. A gente aproveitava pra foder sem preocupação.
Eu nunca imaginei nada de errado em todas essas situações.
Até que uma manhã, enquanto a gente transava,
minha tia entrou.
Ela nos pegou no flagra, bem no ato.
Eu esperava uma reação mais natural nela, tipo começar a gritar e fazer um escândalo igual minha mãe faria. Mas nada disso aconteceu, foi bem o contrário.
Quando vi ela, pulei da cama e não sabia como me cobrir.
Morta de vergonha, tentei pedir desculpas.
Mas minha tia, como se nada fosse, disse:
Mônica: Uai, desculpa, gente, não sabia que vocês estavam acordados.
Tavam brincando?
Continuem brincando, sem problema.
Então eram vocês que estavam gastando as camisinhas, seus safados... hahaha.
Fico feliz que tão se cuidando. Não importa, depois compramos mais.
Eu não tava entendendo nada.
Meu primo pegou na minha mão e disse:
Agustin: Love, não se preocupa, mamãe é muito boa, não veio brigar com a gente.
Mamãe sabe de tudo e foi ela quem me ensinou tudo numa boa.
Pode ser livre com a gente.
Vamos, continua, sem problema.
Betina: Não sabia que você não ligava.
Nunca quis te desrespeitar, mas amo seu filho e ele me ama.
Por favor, não conta nada pra mamãe.
Mônica: Calma, sobrinha, não se preocupa com nada.
Não vou contar nada.
Sei de vocês e adoro que se amem tanto.
Vamos, continuem brincando que eu fico olhando.
Montei no pau dele de novo enquanto minha tia nos observava.
Ela foi tirando a roupa e começou a se tocar.
Nós duas competíamos com os gemidos, e era muito excitante.
Enquanto meu primo me comia, eu enfiava os dedos na buceta da mãe dele. Fazendo ela gemer igual uma louca.
Ela me acariciava e beijava o corpo com gemidos de prazer que o filho causava nela.
Meu primo me posicionou de um jeito que ele pudesse me foder e chupar a buceta da mãe dele.
Tipo um 69 estranho.
Minha tia, sem hesitar, enquanto o filho me comia, chupava deliciosamente a minha buceta.
Ela não só chupava minha buceta, mas também passava a língua por todo o comprimento da pica do filho dela. Lubrificando e saboreando meus sucos que a encharcavam.
Aquela sensação de pica e língua na minha bucetinha me fez delirar de prazer e ter um orgasmo violento.
A conversa entre eles me deixou ainda mais excitada.
Mônica: Mmm... que buceta gostosa você tem, menina...
Meu filho disse que era deliciosa, mas não pensei que tanto.
Mmm... filho, te parabenizo por deixá-la tão gostosa pra mim.
Agostinho: Sim, mamãe... É deliciosa.
Por isso pedi sua permissão pra comê-la e aproveitá-la.
Obrigado, mãe, te amo... Mmmm...
Eu, de tanto prazer, não conseguia dizer nada.
Tive outro orgasmo já estando satisfeita.
Devolvi o favor cedendo meu lugar, agora minha tia aproveitava uma boa foda.
Enquanto eu chupava a buceta dela, que, pra falar a verdade, curti pra caralho.
O sabor dela era maravilhoso e, quando ela teve um orgasmo, encharcou minha boca.
Ela gemia tão gostoso e curtia que o filho a comesse bem forte e, ao mesmo tempo, ela me comia com os dedos.
Quando nós duas ficamos satisfeitas de tanto sexo, começamos a chupar o pau dele ao mesmo tempo. Foi muito excitante chupar o pau do meu primo junto com a minha tia.
Nossas línguas se encontravam e a gente se beijava com o pau dele no meio.
Foi demais e a gente curtia pra caralho. O pau do meu primo ficava mais quente e as veias dele inchavam.
Ele, desesperado, gritou:
Agustín: Ah... Deus... Filhas da puta...
Não aguento mais...
Vou gozar... Ha...
Mônica: Mmm... e o que cê tá esperando pra gozar, amor?
Não vê que a gente tá ansiosa?
Minha tia tava mamando a cabeça do negócio e começou a receber o esperma grosso do filho dela.
Eu lambia o pau, pegando o que escapava da boca da tia,
deixamos ele limpinho, sem nenhum vestígio.
Minha tia pegou meu rosto e me ofereceu o doce néctar recém-juntado com cuidado.
Nós duas nos beijamos com o gozo na boca, cada uma tomou um pouco. Depois nos limpamos uma à outra sem deixar vestígio do nosso encontro incestuoso.
O dia passou normal, fomos à praia onde os quatro brincávamos de carícias disfarçadas.
Meu tio estava muito mimoso comigo.
Eu fazia a inocente com ele.
Não sabia até onde ir.
Depois tomamos banho e saímos pra comer.
Tudo isso me deixou muito excitada, pensando no que mais me esperava com eles.
Ao chegar no hotel, meus tios mandaram meu primo comprar sorvete e não me deixaram acompanhá-lo.
Disseram que era muito tarde pra eu sair.
Algo que minha tia disse a ele, e ele foi feliz.
Meu tio me disse pra sentar do lado dele, e assim fiz.
Não vou mentir, estava nervosa, sabia que meu tio também queria me foder.
Alfredo é o irmão mais velho da minha mãe, um cara muito bonito e muito agradável.
Pensei se teria coragem, mas deixei tudo acontecer.
Alfredo: Minha sobrinha pequena, parece que você está se divertindo com a gente.
Betina: Estou me divertindo muito, tio.
Obrigada por me trazer.
Alfredo: É um prazer, gata...
Parece que você já conhece os segredos da nossa família, e fico feliz em compartilhar com você.
Tanto meu filho quanto minha mulher te aproveitaram, e gostaria de saber se eu também posso?
Olhei ele de cima a baixo, notando desde o sorriso até o formato do pau dele sob a calça apertada.
Betina: Eu adoraria, tio, mas não sei o que a tia acha.
Se ela não se opuser, seria justo você também me provar.
Mônica: Ai, sobrinha, você é tão doce quanto puta.
Como se você não fosse gostar, hahaha.
Relaxa e aproveita, eu só vou olhar.
Meu tio segurou meu rosto e me beijou com doçura.
Beijava tão gostoso que eu já tinha me molhado.
Beijou meu pescoço e abriu minha blusa, deixando meus peitinhos de fora.
Enquanto isso, eu, sem ficar pra trás, acariciava bem suave o pau que parecia um cano enorme.
Minha tia olhava bem atenta enquanto a gente se mimava e se beijava de um jeito doce e muito quente. Meu tio me apertou contra o corpo dele e quase me contou sobre ele.
Ele começou a acariciar minha buceta enquanto eu tirava o pauzão dele pra fora da calça.
Nós dois gemíamos ao sentir um prazer tão gostoso.
Eu enchia minha mão de pau enquanto ele molhava os dedos com meus sucos. Já estávamos prontos pra foder.
Minha tia ajudava o marido dela a me despir enquanto os dois beijavam meu corpo inteiro.
Eu flutuava num êxtase incestuoso de prazer.
Ele se sentou e eu me ajoelhei aos pés dele. Passei a língua por toda a pica dele, que era enorme, e comecei a chupar bem devagar, vendo como meu tio curtia o meu trabalho de língua e lábios.
Minha tia beijava ele e o despia, e com a mão na minha cabeça fazia eu chupar do jeito que ela queria.
Ela tirou a roupa dele e também ficou nua. Enquanto eu chupava, chegou meu primo, que sem se surpreender disse:
Agustín: Ah... não vale, começaram sem mim.
Acho que o sorvete pode esperar, né?
Mônica: Sim, coração, papai e sua prima precisavam conversar.
Seu papai preferiu, assim como sua priminha, trocar de sobremesa.
Deixa o sorvete no congelador e tira a roupa que a gente te espera.
Sem perder tempo, ele fez o que a mãe mandou e, já nós quatro pelados, começamos.
Eu chupava a pica do meu tio e minha tia chupava a do filho dela.
Enquanto nos acariciávamos.
Só parávamos pra nos beijar com minha tia e trocar de pica. Repetimos isso umas duas vezes, curtindo de uma pica pra outra.
Tipo uma coreografia bem ensaiada, a gente se comunicava por gestos.
Ela ficou no centro e, como a deusa do sexo, nós três começamos a dar prazer pra ela.
Meu tio e meu primo enfiavam a pica na boca dela enquanto eu chupava a deles.
Graças ao meu trabalho, ela teve um orgasmo gostoso. Ela quis que eu sentisse o mesmo e me colocou no lugar dela.
Assim, também aproveitei aqueles dois paus na minha boca e a língua safada da minha tia.
Finalmente chegou minha vez.
Minha buceta morria de vontade de ser penetrada.
Meu tio me colocou de quatro e, bem devagar, foi metendo a pica enorme dele.
Entrou bem apertado e, sinceramente, vi estrelas.
O grito que soltei não foi percebido só pela minha tia e meu primo, que transavam perto, mas pelo prédio inteiro.
Minha buceta se desesperava para chupar tudo, mesmo que doesse.
Alfredo: Mmm... neném, você é tão apertadinha que parece virgem... Mmm...
Relaxa, já está quase na metade.
Eu aguentava as investidas dele e me segurava como podia.
Engoli a pica toda dela aos gritos. Até que finalmente consegui aguentar.
Ela foi me comendo cada vez mais forte enquanto minha tia segurava minha mão.
Assim ficamos, tia e sobrinhas, de quatro, nos consolando e nos beijando, chupando picas ao mesmo tempo, no mesmo lugar e posição.
Era um prazer intenso que ambas curtíamos pra caralho.
Eu com uma pica descomunal e ela com a pica do filho dela.
As duas se divertindo com nossos prazeres e dividindo o homem uma da outra. Sem ciúmes, sem cara feia, algo muito excitante.
Minha tia era quem me guiava e me dizia o que fazer.
Depois montamos neles e cavalgamos ao mesmo tempo.
Trocando de lugar uma e outra vez.
Passando de uma piroca grande pra uma normal, que me fez ter mil orgasmos.
Com a minha tia, a gente sentia aqueles prazeres tão gostosos.Tendo orgasmos à beça.
Entre nós duas, fazíamos um coro de prazer e gozo.
Minha cabeça e meu corpo não aguentavam mais, e comecei a pedir gozo pra um e pra outro.
Mas eles tinham acabado de começar e não queriam parar.
Me deram um descanso e, sem parar, os dois foram pra cima da minha tia,
que esperava ansiosa por eles.
Ela montou no filho dela e abriu aquela bunda linda pro marido, que ficou atrás dela com aquela vara de carne na mão.
Ela ficou duplamente penetrada, e a cara dela dizia tudo.
Ela fazia caretas de dor e prazer. Era óbvio com a porra do pau do meu tio no cu.
Embora o primeiro anal com meu primo tenha sido doloroso e eu não tenha gostado, no começo.
Nem imaginava ser comida assim pelo meu tio.
Que tinha o pau mais fino e mais curto.
Mas pelo visto minha tia curtia pra caralho esse prazer e com certeza já tava acostumada.
Quase senti inveja de ver como ela se divertia e gozava.
Mônica: Mmm... é, meus amores, comam a mamãe... Mmm...
Uau... Que gostoso assim, devagar mas bem fundo... Mmm...
Ha... Ah... HA... é...
Amo vocês...
Mais... Mais... Não parem de me comer... Mmm...
Ha... Ah... Ha...
Alfredo: É, mamãe, eu também te amo...
Você é meu amor... Mmm...
Como eu gosto da sua bunda... Mmm...
Agostinho: É, mamãe, eu também te amo...
Você é a mulher perfeita...
Obrigado por tanto amor...
Mônica: Mmm... que lindos meus meninos...
Uau, mas que sem educação, deixando a menina de fora.
Uf... Você tem que provar isso... Uau...
Que gostoso eles comem... Bete... Você tem que se animar... Comam ela.
Alfredo: Você tem razão, amor, como sempre...
Se prepara que é sua vez, coração...
Betina: Não precisa, tios.
Não tenho coragem pra isso...
Seu pau no meu cu não...
Nem me ouviram quando falei, nem me deixaram terminar.
Meu tio me sentou no colo dele e começou a me foder.
Sem hesitar, meu primo lambuzou meu cu e o pau dele e meteu de uma vez.
Foi uma parada muito estranha, senti um pouco de dor. Mas ao mesmo tempo, assim, senti mil sensações inexplicáveis.
Gozava dos dois lados.
Enquanto meu tio me beijava e chupava meus peitinhos.
Betina: Ufs... Deus... Ai...
Mmm... Sim... Tô gostando disso... Mmm...
Amo as picas deles...
Ai... ha... ah...
Enquanto esses dois safados me preenchiam e ouviam as coisas que eu falava.
Minha tia beijava eles e te menti.
Me beijou ternamente e muito quente ao mesmo tempo.
Enquanto eles tiravam as picas.
Meu primo tomou o lugar do pai dele.
Enquanto a mãe dele me beijava.
Meu tio abriu minhas nádegas e cuspiu dentro do meu cu aberto.
Senti a saliva dele entrando.
Meu cu aberto pelo filho dele dava as boas-vindas.
Até que senti ele entrar, doendo, mas ao mesmo tempo me fazendo gozar jorrando.
Meu cuzinho sem resistência deixou passar a pica grande do meu tio.
Que entrou até o fundo, enquanto minha tia e primo me beijavam e seguravam.
Depois nos separamos, era hora de cada um com seu par.
Meu tio voltou a foder o cu da minha tia.
Enquanto meu primo fazia o mesmo comigo.
Mônica: Mmm... love como tu come gostoso...
Como amo que você fique excitado com outras e me coma assim..
Amo ser sua puta preferida, love...
Me dá toda sua porra...
Meu tio começou a berrar como um touro e depois esvaziou as bolas gordas no cu da minha tia.
Eles ficaram abraçados vendo o filho deles e eu transando por mais um tempinho. Meu primo não aguentou mais e pediu pra eu chupar ele.
Fiz isso e ele gozou na minha boca...
Assim a gente passou nossas férias. Trocando de casais e curtindo o sexo.
Foram duas semanas incríveis, cheias de sexo incestuoso.
Mas claro, o sexo entre a gente não parou por aí. Continuou por mais vários anos.
---------Fim?----------
P.S.: Se quiserem que essa história continue, não esqueçam de deixar seus comentários.
De novo, obrigado, Maury, pelo espaço. Te amo, amigo.
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De nada, amiga, também te amo e obrigado por compartilhar sua história com a gente.
Saudações a todos e não esqueçam de deixar o comentário.
Até a próxima.
Saudações, Maury-só-eu.

5 comentários - Confissões das Minhas Leitoras 6: Betina
gracias por comentar