Tava voltando de uma viagem longa no remis, já quase pondo o sol, então queria voltar pra casa o mais rápido possível, a viagem foi no cu do mundo, mas a única coisa boa era a grana, então tava tendo um dia bom, se é que dá pra dizer. Numa parte bem deserta, vi uma caminhonete bem chique parada no acostamento e uma mulher fazendo sinal de ajuda. Quando presto mais atenção, percebo que era a Joaqui, não era difícil de reconhecer pela roupa e pelas tatuagens que dava pra ver de longe, então parei pra ajudar e ver o que tava rolando.— O que aconteceu, moça?
— Ah, oi, não sei o que deu, mas a caminhonete quebrou e não tenho sinal pra chamar socorro.
Ela tava sozinha e eu fingia que não sabia quem era.
— Bom, a próxima cidade fica mais ou menos uns 40 km daqui. Se quiser, posso te levar até lá pra você ligar pra alguém, porque acho que guincho não vai querer vir a essa hora.
— Sim, sim, obrigada. Deixa eu pegar minhas coisas, fechar a caminhonete e a gente vai.
Nessa hora, enquanto ela se abaixava na caminhonete pra pegar as coisas, eu consegui ver a bunda bem gostosa dela, dava pra ver a tira da calcinha preta que ela tava usando.
Subimos no carro e fomos pra cidade que eu tinha mencionado, ficamos um tempão em silêncio. — E por que você tava sozinho por aqui? — Sou motorista de aplicativo, vim de uma viagem longa que levou várias horas e tô voltando agora. E você, por que tava nessa estrada? — Tava indo pra um show, briguei com meu empresário e fui embora na caminhonete pra ficar sozinha um pouco. — Ahh, entendi. — Mas bom, não quero te encher com meus problemas. Você, tá namorando? — Pô, cadê a privacidade? — Mas é só curiosidade. — De boa, não tô namorando. — Ah, olha só, um cara como você solteiro? — E é, sei lá. Num momento, ela coloca a mão na minha perna, insinuando e se fazendo de gostosa. — Olha, faz tempo que não me dão atenção, hein. — E eu não quero dormir no caminho, se me motivar, a gente chega mais rápido. Aí a mina entendeu tudo e começou a esfregar meu pau por cima da calça, me acariciando enquanto eu enfiava a mão nos peitos dela. — Ah, mas você é mão longa, hein? — Você começou — falei. Parei o carro no acostamento e a primeira coisa que fiz foi meter a mão por baixo da legging esportiva que ela tava usando e enfiar meus dedos na pussy dela. — Ahhh, mas você é um selvagem, hein. — E você, minha presa, meu amor. Eu reclino o banco pra trás e ela sobe em cima de mim, a gente se beijando de língua enquanto cada um batia uma pro outro. Ela tira o sutiã, deixando aqueles peitinhos gostosos à mostra, que me faziam chupá-los enquanto ela gemia de tão bem que tava se sentindo. — Ahh, ahhh, sim, filho da puta, adoro sua língua e seus dedos, bebê. Eu tava tão excitado que só queria comer ela sem pensar em quantos caras essa gatinha já passou. — Por favor, me come, porra. Isso me deu o empurrão que eu mais queria naquele momento. A gente desceu do carro e ela ficou pelada na minha frente.
Ver o corpo dela com as tatuagens me excitava pra caralho, então eu tirei meu pau de 15 cm e começamos a foder com ela de quatro em cima do capô do carro. Eu metia sem camisinha mesmo, mas com aquele corpo gostoso que ela tinha, seria um desperdício não gozar dentro dela com o tesão do momento de estar comendo uma das melhores bundas.
- ayyy ahhhgg me dá mais forte, papai - siii, cê gosta, sua putinha?
- siii, papai, sou sua putinha agora
Peguei ela pelos cabelos pra meter mais rápido e com mais força, ela se mexia tão bem que num instante gozei dentro dela sem falar nada
- para, boludo, gozou dentro de mim?
- sim, sim, mas não fala que não gostou
Ela ficou brava por um momento, mas começava a fazer frio lá fora, então entramos no carro pra não morrer de frio. Fomos pro banco de trás e continuamos transando por mais algumas horas. Ela continuava insaciável, então gozei mais umas duas vezes até a gente dormir juntos, abraçados, com meu pau enfiado na buceta dela.
Quando acordo de manhã, ela tá em cima de mim, dormindo e pelada, então aproveitei pra chupar um pouco os peitos dela enquanto ela acordava. A gente riu, se beijou por um tempo antes de seguir viagem.
Enquanto viajávamos, dava pra sentir a tensão, e como presente de despedida, ela foi me fazendo um boquete enquanto eu dirigia. Foi a melhor sensação da minha vida quando gozei, e ela, sem hesitar, engoliu a porra toda.
Quando a gente chegou na cidade, ela me passou o celular dela, onde de vez em quando me manda umas fotos íntimas e com a vontade de repetir tudo de novo.


P.S.: ISSO É PURA FICÇÃO E TESÃO
0 comentários - La Joaqui toda putinha carente