Pela segunda vez na minha vida, a noite de aniversário se tornou inesquecível novamente. No anterior, comecei um lindo relacionamento que persegui por anos e, neste, a mesma pessoa me sodomizou, arrombando meu cu como nunca tinham feito antes.
Descobri algo que, assim como minha primeira experiência lésbica com Bianca, sempre esteve ali, e fui eu quem identificou tarde.
Nesse ponto, vocês devem entender que, como diz o ditado, minha vida mudou. Como sabem aqueles que acompanham meus relatos sem falta, não tive muitos parceiros, mas sempre fui de me animar para coisas diversas, e minha bissexualidade bem marcada também permite aparentar um histórico "mais avantajado".
Esse novo renascimento abriu minha cabeça e me permitiu me livrar de muitos preconceitos que tinha até então. Ver a sexualidade como algo muito guardado para o privado. Eu tinha dificuldade de externalizar meus gostos e fantasias, mesmo com parceiros em quem confiava.
Descobri, não por erro, mas por um caminho percorrido, que gostava de ser submissa, maltratada e humilhada por ele. Não por qualquer um, mas por ele.
Parece algo bobo escrito em tão poucas linhas, mas resumia perfeitamente o que eu desejava e curtia.
Na semana seguinte, fiquei dando voltas na ideia. Queria iniciar uma nova dinâmica no meu relacionamento e não sabia como ele iria levar. Nem eu mesma sabia ainda como processar isso.
Que eu gostava de sexo duro não era novidade, por isso meu presente de aniversário foi o que foi.
Mas estava prestes a cruzar uma linha, uma decisão que era dar minha confiança plena nas mãos dele para me tornar seu brinquedo sexual. Quanto mais pensava, mais eu gostava da ideia, de verdade, tinha dificuldade de dissociar a tesão do momento e as memórias vívidas de uma decisão tão importante.
Precisava de ajuda.
"SÉRIO?" "QUE BOM"!
Ambas as expressões foram usadas por Bianca e Vale, ambas me conheciam sexualmente e eu tinha confiança suficiente para falar livremente com elas. Montei um encontro e soltei a bomba.
Vale: "Sua ideia então é começar uma vida de submissa sexualmente falando com ele?"
"Sim..." Foi minha resposta.
Bian: "você adora isso, nem duvide"
Vale: "e o que você acha que o Gon vai dizer sobre isso?"
"É o que não sei... Mas não acho que ele vai se irritar, no máximo não vai gostar ou não vai ficar excitado" respondi analisando o cenário.
Bian: "amiga, ele te ama, qualquer coisa que você pedir com certeza ele vai adorar"
Enquanto falava com elas tinha flashbacks muito vívidos de momentos com Gon onde já tinha sido submissa pra ele talvez sem ter rotulado como tal.
Tantas palmadas na bunda, asfixia com o pauzão dele, fodeção em lugares aleatórios ou até o dia que escolhemos fazer o melhor trio da minha vida com Bian e ele quando estávamos começando a sair.
Minha mente se perdia entre esses pensamentos e parava de escutar minhas amigas pra relembrar os gemidos de prazer dele em tantas gozadas que foram parar dentro ou em cima de mim. Por favor, que porra gostosa ele dava!
Voltei à conversa como pude e decidida disse "Sim meninas, amanhã eu falo pra ele e vai ser a puta que o pariu".
O que seguiu na noite vocês iam adorar. Nos dedicamos a falar sobre performances sexuais dos nossos parceiros atuais.
Eu fui a primeira a contar tudo enquanto via o olhar de inveja e luxúria das minhas duas amigas. Dava pra ver nos olhos delas que estavam me olhando mas imaginando as cenas mais perversas comigo e o Gon.
Vale, até soltou um "ai amiga, não pode ser verdade tudo isso, quero morrer"
Ia confirmar minhas palavras mas Bian se adiantou "acredita, besta, o Gon tem um pau que é uma loucura" enquanto mordia o lábio inferior e revirava os olhos. Sem saber minha amiga me deu uma eletricidade que percorreu meu corpo, adorava o morbo dela ter provado aquele mesmo pau e ter opinião sobre as performances sexuais dele.
Vale ficou muda. Dava pra sentir a cabeça dela fantasiando, conhecia essa carinha.
Quem pegou a vez foi a Bianca que declarou sentir saudades do pau do ex, aparentemente o Franquito não tinha a mesma coisa entre as pernas que o Fede, embora fosse bem ativo sexualmente, os dois foram criticados pelo uso, mas o atual, um porte mais pobre.
Naquel momento, o lógico seria fazer uma piada ou apoiar sua amiga. Minha reação foi totalmente diferente de tudo. Pensei na situação das duas e em como uma foda do meu namorado cairia bem pra elas. Isso me esquentou, mas não comentei, tentei agir normal ainda.
A Vale ficou por último, marcando uma enorme deterioração em que ela estava comparada às duas. Embora estivesse há muitos anos num relacionamento, tantos que até estavam noivos e celebrariam o casamento em alguns meses, transava muito pouco e até a "arma" do futuro marido era algo medíocre.
Na verdade, posso dar fé, não porque tenha tido nada estranho com ele, mas porque entre taças de vinho branco, minha amiga tirou da galeria uma foto de algum sexting de anos atrás onde dava pra ver ele ereto.
Não era alarmantemente pequeno, mas era pouco emocionante de ver, pra dizer de alguma forma...
A Bian fez o mesmo, não foi muito pra trás no chat e de fato pudemos ver uma foto incrível da minha amiga de fio-dental no mesmo sofá onde estávamos reunidas. Gerou várias piadas e elogios àquele bumbum sempre imponente, depois vimos o Franquito. Situação muito similar à da Vale, sinceramente, apenas uma diferença de cores já que o Franco era mais moreninho que o Eze.
Eu não ia mostrar de verdade, me parecia de mau gosto depois que elas fizeram expondo a situação delas e sendo taxadas de "ruim".
A Bian foi quem insistiu e a Vale se juntou ao pedido querendo ver se as histórias eram reais.
Um calor emanou da minha entreperna e a ideia pervertida que veio na minha cabeça foi um acelerador de tudo isso.
Mandei por privado pras duas a foto em vez de mostrar.
Minha amiga de toda a vida sorriu ao ver, como quem lembra dos "velhos tempos de glória".
A Vale fez uma cara de choque incrível, tapou a boca de espanto e exclamou que eu era uma filha da puta e me desejava o pior. Obviamente nós explodimos de rir com o comentário e vimos como ela, em silêncio, continuava percorrendo aqueles pixels da tela para não perder nenhum detalhe. "mano, me deixa com tesão até aquele sinal que ele tem na base"
"PERDÃO, QUIS DIZER ME DEIXA ESPANTADA"
Rimos do seu vacilo, é verdade, o Gon tem um sinal bem pequenininho na base do pau dele, quase invisível a menos que você dê zoom ou esteja com a cara totalmente colada no pau dele.
Fizemos várias piadas e mudamos de assunto. Mas na minha cabeça ficou a ideia de que ambas tinham na galeria o pau do meu macho.
Não aconteceu muito mais naquela noite. Nos despedimos bem tarde, depois de várias garrafas vazias e muita conversa de amigas.
No dia seguinte, com uma leve ressaca, me encontrei para conversar com o Gon.
Primeiro saímos para jantar, tudo bem tranquilo, trocamos alguns olhares e comentários de duplo sentido, mas nada demais. Eu estava com muito tesão e ansiosa. Para a ocasião, estava usando um short de tecido vermelho e um body preto decotado. Era impossível que as pessoas na rua não olhassem para os meus peitos, que estavam presos por um tecido apertado que marcava tudo.
Depois do jantar, fomos para a casa dele. Durante todo o trajeto no carro, me dediquei a chupá-lo, um hábito que custava a perder, mas que longe de ofendê-lo.
Já sem vestígios do meu batom bordô e com os lábios inchados, descemos no estacionamento do prédio, entre amassos dos dois. Ainda lambia os lábios com o gosto do pau dele, mas já sentia saudade. Aquela caminhada de não mais que 50 metros era torturante na minha situação atual.
Parei ele entre um carro familiar (vai saber qual) e uma coluna de concreto tosca, a uns 15 metros da porta. Me ajoelhei e liberei novamente aquele pedaço de alegria.
Parecia que não chupava ele há meses. Devorei aqueles centímetros de carne, entre carícias nas minhas bochechas e lambidas na cabeça encharcadas da minha própria saliva. Esfregar aquele pau por todo o meu rostinho era um prazer que, inacreditavelmente, era de graça.
Que delícia quando ele me puxava pelo cabelo e acompanhava meu movimento com pijadas profundas na minha garganta. Só a falta de ar podia pará-lo.
Bom, não só isso, também o barulho de outro casal que transitava a garagem.
Eles vinham do prédio e desativaram o alarme do carro que, graças a qualquer entidade que esteja no céu, não era o que nos escondia na escuridão.
Não estavam muito longe mas dificilmente podiam nos ver. Menos a mim, que estava de joelhos engolindo aquele tasty sobremesa.
Eram de uns 60 anos aproximadamente, vinham conversando sobre outras pessoas com certo tom despectivo.
Enquanto isso minha língua rodeava a cabecinha daquele glande entre olhares pro Gon que tentava evitar que fôssemos descobertos.
Eles entraram no carro e foi minha senha pra continuar. Voltei a retomar o ritmo eufótasty que levava meu nariz até seu ventre, justamente pra tocar sua pinta com meus lábios e voltar.
A luz do carro dos vizinhos se dissipou e eles saíram. Da mesma forma que saiu um primeiro jato grosso, branco e quente na minha garganta.
Longe de parar, abri bem a boca e punhetei seu pijão apoiado na minha língua enquanto ele continuou sua gozada que eu feliz recebia.
Tempo atrás eu não tinha tanto fanatismo por porra, foi um gosto que demorei pra adquirir mas que comecei a curtir e se tornou insuperável. Meus olhos brilhavam enquanto engolia cada gota que ele me dava. Orgulhosa posso dizer que não deixei nada e sorridente me reajustei levando-o pela mão pro elevador enquanto ele foi guardando no caminho seu ainda pingante aparato.
Na casa dele era minha vez, ele me levantou sobre a bancada e começou a tirar meu short. Aí eu o detive quando fiquei apenas com meu body entalado naquela bancada fria.
"Quero te dizer algo antes..."
Seu olhar desconcertado acelerou meu discurso já praticado e expliquei minhas novas fantasias brevemente pra esperar sua reação ou perguntas.
E aqui dou um conselho pra vida: se você tá com a pessoa certa, tudo isso é desnecessário.
Com minha breve introdução e Sem trocar uma palavra comigo, ele tirou o cinto da calça, passou-o pelo meu pescoço e me puxou suavemente até um sofá. Eu conseguia sentir a pressão na minha garganta por causa daquele puxão naqueles poucos metros.
Ele me colocou de quatro e desabotoou o meu body, deixando-o vestido mas com acesso à minha buceta.
Suavemente, ele me bateu com o cinto, apenas um golpe leve que eu gostei e gerou uma eletricidade que percorreu meu corpo.
Alguns beijos na minha bunda foram precursores da lambida que recebi na minha buceta. Eu vibrava de prazer, estava muito quente e solta.
Outro golpe, dessa vez mais forte, atingiu minha nádega direita. Já doeu mais, o cinto se fez presente. Depois daquele golpe, ele passou-o pela minha boca como se eu fosse uma sexy girl e, puxando para trás, enterrou o rosto na minha buceta.
Ali começou uma chupada incrível que me deixou encharcada. Eu não conseguia gemer normalmente porque tinha aquela tira de couro dentro da minha boca e podia sentir o gosto dela com a minha língua.
Sua língua já conhecia meus pontos fracos, a forma como ele me tinha aprofundava aquela cota de prazer que me deixava à beira de gozar a cada lambida voraz que ele me dava.
Pude liberar meus gritos de prazer graças ao cinto voltar à sua tarefa original, ele me bateu várias vezes com ele enquanto enfiava os dedos no meu buraquinho. Eu pedi por favor que ele não me fizesse gozar se não fosse com o pau dele dentro.
A resposta foi um tapa, e não na minha bunda. Entendi que já estava ocupando meu papel de submissa, não podia me dar ao luxo de escolher algo tão delicado como onde ou quando eu ia gozar.
Isso me fez delirar de prazer junto com aqueles dedos que seguiam firmes entrando e saindo da minha buceta.
Os espasmos chegaram e eu comecei a gozar. O cinto envolveu meu pescoço e, com bastante pressão, fui perdendo o ar para poder gritar.
Seus dedos ainda seguiam me penetrando enquanto minha buceta se inundava de meus próprios fluidos.
Caí rendida no sofá, exausta de verdade. Não lembrava de ter gozado tão forte há muito tempo, se é que alguma vez... Eu tinha feito.
Eu teria dormido por 6 dias seguidos se não fosse que quase imediatamente pude sentir o pau dele percorrendo os lábios da minha buceta, me fazendo suspirar de prazer e lembrei de quanta vontade eu tinha de ser comida.
Levantei novamente o meu bundinha para ficar de 4, mas o meu macho já tinha cansado dessa imagem. Ele se sentou e me colocou em cima dele de costas.
Minhas pernas bem abertas em posição de cócoras, com as mãos dele percorrendo meus peitos e buceta, eram a cena perfeita para aquela rola latejante que continuava enfiada sutilmente nos meus lábios vaginais molhados.
Aos poucos fui descendo entre gemidos entrecortados e respirações profundas que tentavam me ajudar com aquele pauzão.
À medida que fui enfiando, eu queria mais, sozinha desci sem medir o que estava enfrentando e uma dor aguda anunciava que eu o tinha completamente enfiado dentro de mim.
Ele não demorou a me segurar pela cintura e me usar como um brinquedo, minha posição maximizava a sensação e parecia que eu o tinha enfiado até o peito.
Meus peitos balançavam da mesma forma que a minha bunda batia contra a pelve dele. O impacto faz um barulho muito particular que todo mundo conhece, somem na imaginação o quanto eu estava molhada, que também dava para ouvir o barulho do pau dele chapinhando.
Ele largou meus quadris para voltar suas mãos à distribuição original. Uma foi para o meu peito, que era apertado sem piedade, enquanto puxava meus mamilos. A outra mão massageava meu clitóris, me dando motivos de sobra para o que aconteceu: eu gozei de novo, dessa vez ainda mais forte. Senti que ia desmaiar, meu corpo tremia e minhas pernas ficaram dormentes.
A tesão disso me fez pular sobre ele descontrolada assim que pude me recuperar.
Sem parar de me comer, ele se levantou e eu fiquei de pé com as mãos apoiadas em uma mesinha de centro. Ele me fodeu dessa maneira até tirar seu pau brilhante por causa do meu gozo e me virou, apontando de novo para a minha boca.
Recebi um jato de porra que atravessou todo o meu rosto, do queixo ao cabelo. O segundo foi melhor direcionado e Foi direto pra minha garganta. O último grande que me lembro, alternou entre minha língua e lábios.
Eu comi aquela pica que misturava os sabores de nós dois, o gosto da minha buceta estava presente no percurso que minha língua fazia pela cabeça do pau dele. Por sua vez, como se fosse um sabor misto de sorvete, a porra dele era notória no meu paladar me dando um prazer sem igual.
Realmente fiquei um bom tempo chupando ele. Amei sentir nossos orgasmos misturados naqueles vários centímetros de carne. Até quase sem perceber, eu tinha a mão que não estava usando na minha buceta me tocando ainda.
Deixei ela brilhando e aí sim parei.
Descobri algo que, assim como minha primeira experiência lésbica com Bianca, sempre esteve ali, e fui eu quem identificou tarde.
Nesse ponto, vocês devem entender que, como diz o ditado, minha vida mudou. Como sabem aqueles que acompanham meus relatos sem falta, não tive muitos parceiros, mas sempre fui de me animar para coisas diversas, e minha bissexualidade bem marcada também permite aparentar um histórico "mais avantajado".
Esse novo renascimento abriu minha cabeça e me permitiu me livrar de muitos preconceitos que tinha até então. Ver a sexualidade como algo muito guardado para o privado. Eu tinha dificuldade de externalizar meus gostos e fantasias, mesmo com parceiros em quem confiava.
Descobri, não por erro, mas por um caminho percorrido, que gostava de ser submissa, maltratada e humilhada por ele. Não por qualquer um, mas por ele.
Parece algo bobo escrito em tão poucas linhas, mas resumia perfeitamente o que eu desejava e curtia.
Na semana seguinte, fiquei dando voltas na ideia. Queria iniciar uma nova dinâmica no meu relacionamento e não sabia como ele iria levar. Nem eu mesma sabia ainda como processar isso.
Que eu gostava de sexo duro não era novidade, por isso meu presente de aniversário foi o que foi.
Mas estava prestes a cruzar uma linha, uma decisão que era dar minha confiança plena nas mãos dele para me tornar seu brinquedo sexual. Quanto mais pensava, mais eu gostava da ideia, de verdade, tinha dificuldade de dissociar a tesão do momento e as memórias vívidas de uma decisão tão importante.
Precisava de ajuda.
"SÉRIO?" "QUE BOM"!
Ambas as expressões foram usadas por Bianca e Vale, ambas me conheciam sexualmente e eu tinha confiança suficiente para falar livremente com elas. Montei um encontro e soltei a bomba.
Vale: "Sua ideia então é começar uma vida de submissa sexualmente falando com ele?"
"Sim..." Foi minha resposta.
Bian: "você adora isso, nem duvide"
Vale: "e o que você acha que o Gon vai dizer sobre isso?"
"É o que não sei... Mas não acho que ele vai se irritar, no máximo não vai gostar ou não vai ficar excitado" respondi analisando o cenário.
Bian: "amiga, ele te ama, qualquer coisa que você pedir com certeza ele vai adorar"
Enquanto falava com elas tinha flashbacks muito vívidos de momentos com Gon onde já tinha sido submissa pra ele talvez sem ter rotulado como tal.
Tantas palmadas na bunda, asfixia com o pauzão dele, fodeção em lugares aleatórios ou até o dia que escolhemos fazer o melhor trio da minha vida com Bian e ele quando estávamos começando a sair.
Minha mente se perdia entre esses pensamentos e parava de escutar minhas amigas pra relembrar os gemidos de prazer dele em tantas gozadas que foram parar dentro ou em cima de mim. Por favor, que porra gostosa ele dava!
Voltei à conversa como pude e decidida disse "Sim meninas, amanhã eu falo pra ele e vai ser a puta que o pariu".
O que seguiu na noite vocês iam adorar. Nos dedicamos a falar sobre performances sexuais dos nossos parceiros atuais.
Eu fui a primeira a contar tudo enquanto via o olhar de inveja e luxúria das minhas duas amigas. Dava pra ver nos olhos delas que estavam me olhando mas imaginando as cenas mais perversas comigo e o Gon.
Vale, até soltou um "ai amiga, não pode ser verdade tudo isso, quero morrer"
Ia confirmar minhas palavras mas Bian se adiantou "acredita, besta, o Gon tem um pau que é uma loucura" enquanto mordia o lábio inferior e revirava os olhos. Sem saber minha amiga me deu uma eletricidade que percorreu meu corpo, adorava o morbo dela ter provado aquele mesmo pau e ter opinião sobre as performances sexuais dele.
Vale ficou muda. Dava pra sentir a cabeça dela fantasiando, conhecia essa carinha.
Quem pegou a vez foi a Bianca que declarou sentir saudades do pau do ex, aparentemente o Franquito não tinha a mesma coisa entre as pernas que o Fede, embora fosse bem ativo sexualmente, os dois foram criticados pelo uso, mas o atual, um porte mais pobre.
Naquel momento, o lógico seria fazer uma piada ou apoiar sua amiga. Minha reação foi totalmente diferente de tudo. Pensei na situação das duas e em como uma foda do meu namorado cairia bem pra elas. Isso me esquentou, mas não comentei, tentei agir normal ainda.
A Vale ficou por último, marcando uma enorme deterioração em que ela estava comparada às duas. Embora estivesse há muitos anos num relacionamento, tantos que até estavam noivos e celebrariam o casamento em alguns meses, transava muito pouco e até a "arma" do futuro marido era algo medíocre.
Na verdade, posso dar fé, não porque tenha tido nada estranho com ele, mas porque entre taças de vinho branco, minha amiga tirou da galeria uma foto de algum sexting de anos atrás onde dava pra ver ele ereto.
Não era alarmantemente pequeno, mas era pouco emocionante de ver, pra dizer de alguma forma...
A Bian fez o mesmo, não foi muito pra trás no chat e de fato pudemos ver uma foto incrível da minha amiga de fio-dental no mesmo sofá onde estávamos reunidas. Gerou várias piadas e elogios àquele bumbum sempre imponente, depois vimos o Franquito. Situação muito similar à da Vale, sinceramente, apenas uma diferença de cores já que o Franco era mais moreninho que o Eze.
Eu não ia mostrar de verdade, me parecia de mau gosto depois que elas fizeram expondo a situação delas e sendo taxadas de "ruim".
A Bian foi quem insistiu e a Vale se juntou ao pedido querendo ver se as histórias eram reais.
Um calor emanou da minha entreperna e a ideia pervertida que veio na minha cabeça foi um acelerador de tudo isso.
Mandei por privado pras duas a foto em vez de mostrar.
Minha amiga de toda a vida sorriu ao ver, como quem lembra dos "velhos tempos de glória".
A Vale fez uma cara de choque incrível, tapou a boca de espanto e exclamou que eu era uma filha da puta e me desejava o pior. Obviamente nós explodimos de rir com o comentário e vimos como ela, em silêncio, continuava percorrendo aqueles pixels da tela para não perder nenhum detalhe. "mano, me deixa com tesão até aquele sinal que ele tem na base"
"PERDÃO, QUIS DIZER ME DEIXA ESPANTADA"
Rimos do seu vacilo, é verdade, o Gon tem um sinal bem pequenininho na base do pau dele, quase invisível a menos que você dê zoom ou esteja com a cara totalmente colada no pau dele.
Fizemos várias piadas e mudamos de assunto. Mas na minha cabeça ficou a ideia de que ambas tinham na galeria o pau do meu macho.
Não aconteceu muito mais naquela noite. Nos despedimos bem tarde, depois de várias garrafas vazias e muita conversa de amigas.
No dia seguinte, com uma leve ressaca, me encontrei para conversar com o Gon.
Primeiro saímos para jantar, tudo bem tranquilo, trocamos alguns olhares e comentários de duplo sentido, mas nada demais. Eu estava com muito tesão e ansiosa. Para a ocasião, estava usando um short de tecido vermelho e um body preto decotado. Era impossível que as pessoas na rua não olhassem para os meus peitos, que estavam presos por um tecido apertado que marcava tudo.
Depois do jantar, fomos para a casa dele. Durante todo o trajeto no carro, me dediquei a chupá-lo, um hábito que custava a perder, mas que longe de ofendê-lo.
Já sem vestígios do meu batom bordô e com os lábios inchados, descemos no estacionamento do prédio, entre amassos dos dois. Ainda lambia os lábios com o gosto do pau dele, mas já sentia saudade. Aquela caminhada de não mais que 50 metros era torturante na minha situação atual.
Parei ele entre um carro familiar (vai saber qual) e uma coluna de concreto tosca, a uns 15 metros da porta. Me ajoelhei e liberei novamente aquele pedaço de alegria.
Parecia que não chupava ele há meses. Devorei aqueles centímetros de carne, entre carícias nas minhas bochechas e lambidas na cabeça encharcadas da minha própria saliva. Esfregar aquele pau por todo o meu rostinho era um prazer que, inacreditavelmente, era de graça.
Que delícia quando ele me puxava pelo cabelo e acompanhava meu movimento com pijadas profundas na minha garganta. Só a falta de ar podia pará-lo.
Bom, não só isso, também o barulho de outro casal que transitava a garagem.
Eles vinham do prédio e desativaram o alarme do carro que, graças a qualquer entidade que esteja no céu, não era o que nos escondia na escuridão.
Não estavam muito longe mas dificilmente podiam nos ver. Menos a mim, que estava de joelhos engolindo aquele tasty sobremesa.
Eram de uns 60 anos aproximadamente, vinham conversando sobre outras pessoas com certo tom despectivo.
Enquanto isso minha língua rodeava a cabecinha daquele glande entre olhares pro Gon que tentava evitar que fôssemos descobertos.
Eles entraram no carro e foi minha senha pra continuar. Voltei a retomar o ritmo eufótasty que levava meu nariz até seu ventre, justamente pra tocar sua pinta com meus lábios e voltar.
A luz do carro dos vizinhos se dissipou e eles saíram. Da mesma forma que saiu um primeiro jato grosso, branco e quente na minha garganta.
Longe de parar, abri bem a boca e punhetei seu pijão apoiado na minha língua enquanto ele continuou sua gozada que eu feliz recebia.
Tempo atrás eu não tinha tanto fanatismo por porra, foi um gosto que demorei pra adquirir mas que comecei a curtir e se tornou insuperável. Meus olhos brilhavam enquanto engolia cada gota que ele me dava. Orgulhosa posso dizer que não deixei nada e sorridente me reajustei levando-o pela mão pro elevador enquanto ele foi guardando no caminho seu ainda pingante aparato.
Na casa dele era minha vez, ele me levantou sobre a bancada e começou a tirar meu short. Aí eu o detive quando fiquei apenas com meu body entalado naquela bancada fria.
"Quero te dizer algo antes..."
Seu olhar desconcertado acelerou meu discurso já praticado e expliquei minhas novas fantasias brevemente pra esperar sua reação ou perguntas.
E aqui dou um conselho pra vida: se você tá com a pessoa certa, tudo isso é desnecessário.
Com minha breve introdução e Sem trocar uma palavra comigo, ele tirou o cinto da calça, passou-o pelo meu pescoço e me puxou suavemente até um sofá. Eu conseguia sentir a pressão na minha garganta por causa daquele puxão naqueles poucos metros.
Ele me colocou de quatro e desabotoou o meu body, deixando-o vestido mas com acesso à minha buceta.
Suavemente, ele me bateu com o cinto, apenas um golpe leve que eu gostei e gerou uma eletricidade que percorreu meu corpo.
Alguns beijos na minha bunda foram precursores da lambida que recebi na minha buceta. Eu vibrava de prazer, estava muito quente e solta.
Outro golpe, dessa vez mais forte, atingiu minha nádega direita. Já doeu mais, o cinto se fez presente. Depois daquele golpe, ele passou-o pela minha boca como se eu fosse uma sexy girl e, puxando para trás, enterrou o rosto na minha buceta.
Ali começou uma chupada incrível que me deixou encharcada. Eu não conseguia gemer normalmente porque tinha aquela tira de couro dentro da minha boca e podia sentir o gosto dela com a minha língua.
Sua língua já conhecia meus pontos fracos, a forma como ele me tinha aprofundava aquela cota de prazer que me deixava à beira de gozar a cada lambida voraz que ele me dava.
Pude liberar meus gritos de prazer graças ao cinto voltar à sua tarefa original, ele me bateu várias vezes com ele enquanto enfiava os dedos no meu buraquinho. Eu pedi por favor que ele não me fizesse gozar se não fosse com o pau dele dentro.
A resposta foi um tapa, e não na minha bunda. Entendi que já estava ocupando meu papel de submissa, não podia me dar ao luxo de escolher algo tão delicado como onde ou quando eu ia gozar.
Isso me fez delirar de prazer junto com aqueles dedos que seguiam firmes entrando e saindo da minha buceta.
Os espasmos chegaram e eu comecei a gozar. O cinto envolveu meu pescoço e, com bastante pressão, fui perdendo o ar para poder gritar.
Seus dedos ainda seguiam me penetrando enquanto minha buceta se inundava de meus próprios fluidos.
Caí rendida no sofá, exausta de verdade. Não lembrava de ter gozado tão forte há muito tempo, se é que alguma vez... Eu tinha feito.
Eu teria dormido por 6 dias seguidos se não fosse que quase imediatamente pude sentir o pau dele percorrendo os lábios da minha buceta, me fazendo suspirar de prazer e lembrei de quanta vontade eu tinha de ser comida.
Levantei novamente o meu bundinha para ficar de 4, mas o meu macho já tinha cansado dessa imagem. Ele se sentou e me colocou em cima dele de costas.
Minhas pernas bem abertas em posição de cócoras, com as mãos dele percorrendo meus peitos e buceta, eram a cena perfeita para aquela rola latejante que continuava enfiada sutilmente nos meus lábios vaginais molhados.
Aos poucos fui descendo entre gemidos entrecortados e respirações profundas que tentavam me ajudar com aquele pauzão.
À medida que fui enfiando, eu queria mais, sozinha desci sem medir o que estava enfrentando e uma dor aguda anunciava que eu o tinha completamente enfiado dentro de mim.
Ele não demorou a me segurar pela cintura e me usar como um brinquedo, minha posição maximizava a sensação e parecia que eu o tinha enfiado até o peito.
Meus peitos balançavam da mesma forma que a minha bunda batia contra a pelve dele. O impacto faz um barulho muito particular que todo mundo conhece, somem na imaginação o quanto eu estava molhada, que também dava para ouvir o barulho do pau dele chapinhando.
Ele largou meus quadris para voltar suas mãos à distribuição original. Uma foi para o meu peito, que era apertado sem piedade, enquanto puxava meus mamilos. A outra mão massageava meu clitóris, me dando motivos de sobra para o que aconteceu: eu gozei de novo, dessa vez ainda mais forte. Senti que ia desmaiar, meu corpo tremia e minhas pernas ficaram dormentes.
A tesão disso me fez pular sobre ele descontrolada assim que pude me recuperar.
Sem parar de me comer, ele se levantou e eu fiquei de pé com as mãos apoiadas em uma mesinha de centro. Ele me fodeu dessa maneira até tirar seu pau brilhante por causa do meu gozo e me virou, apontando de novo para a minha boca.
Recebi um jato de porra que atravessou todo o meu rosto, do queixo ao cabelo. O segundo foi melhor direcionado e Foi direto pra minha garganta. O último grande que me lembro, alternou entre minha língua e lábios.
Eu comi aquela pica que misturava os sabores de nós dois, o gosto da minha buceta estava presente no percurso que minha língua fazia pela cabeça do pau dele. Por sua vez, como se fosse um sabor misto de sorvete, a porra dele era notória no meu paladar me dando um prazer sem igual.
Realmente fiquei um bom tempo chupando ele. Amei sentir nossos orgasmos misturados naqueles vários centímetros de carne. Até quase sem perceber, eu tinha a mão que não estava usando na minha buceta me tocando ainda.
Deixei ela brilhando e aí sim parei.
7 comentários - Uma gostosa de 37 anos