aqui vai mais uma parte dessa história
espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo
OBRIGADO POR ME LER E PELOS SEUS PONTOS
Depois da surra que o Carlos deu na minha namorada e na minha sogra pelas minhas costas, eu me acabei na punheta quando a Luci me contou. Ver ela sendo comida junto com a mãe dela era uma puta fantasia, mas eu não tinha coragem, mesmo desejando muito que rolasse. Eu conhecia o Carlos, o Mário e o Raul, e só de lembrar como eles tinham comido a minha amada na nossa casa, a vontade de ver eles de novo voltava. Foi aí que, um mês depois, o Carlos voltou na casa da minha sogra. Nossa situação financeira continuava uma merda, mas mesmo assim as putas mantinham as roupas. Elas tinham me obrigado a comprar roupas sexys pra elas, e foi assim que receberam ele naquela sexta. Pensei que o Carlos vinha pra comer minhas duas cachorras, mas não fez isso. Só veio pra levar elas pra um acampamento que, por causa do meu trampo, eu não podia ir junto. Isso me deixou desesperado, e foi aí que eu implorei pro Carlos dar um jeito. Eu não podia perder outra festa com a minha mulher, já tava perdendo pra caralho. Sabia que ela e a mãe dela estavam dando pra todo mundo no bairro. O que mais me esquentava era que dessa vez dessem uma boa lição nas putas, e eu falei isso pro Carlos. Mas não tinha como eu ir. Só me restava esperar o domingo e o Carlos me contar as coisas que fizeram com elas. Pelo menos eu tinha a sorte de ter uns bons contatos e a promessa do Carlos de arrumar outro trampo que incluía uma casa. Eu ia fazer manutenção num sítio, e dependia de mim conseguir fazer muita grana com esse serviço. Foi assim que as duas saíram pro acampamento naquela mesma sexta. Eu não parava de me punhetar pensando nas coisas que os três iam fazer com a minha mulherzinha. Pela minha sogra eu não me preocupava, ela era muito puta, não tinha pau que ela não aguentasse. Quando chegaram no domingo já tarde da noite, minhas duas vadias mal conseguiam se mexer. O Mário e o Raul levaram elas pros quartos, me agradeceram e foram embora. Só fiquei eu com o Carlos.
deixaram elas todas fudidas, mano
Carlos, não era isso que você queria, amigo? Acho que sua mulherzinha por uma semana não vai querer mais pica, mas sua sogra, humm, essa não tem mais jeito. Você tem a semana toda pra ser mandado embora do serviço, assim leva uma grana. Segunda que vem eu te levo pro sítio, já tá tudo arrumado. Não é um salário grande, mas o bom é que você não vai gastar com nada. No sítio tem de tudo, e quando você perceber, já vai ter economizado uma boa grana.
Perfeito, isso tá parecendo bom demais, mas me conta o que fizeram com minhas putas.
Carlos, beleza, você viu elas saírem. Assim que subiram na caminhonete, já botamos elas pra mamar pica. Chuparam o caminho inteiro e, quando chegamos, montamos as barracas todo mundo junto, comemos uma parada que as vadias prepararam e depois começamos a foder elas. A puta da Adriana levou o Mario e o Raul pra barraca, e eu peguei sua namoradinha. Você não tem ideia do tesão que ela tava. Ela já te deu o cu alguma vez? Ela jurou que nunca te deu e que o cu era meu.
Tem razão, no começo ela me dizia que era por medo de sentir dor, mas depois que você arrombou ela, também não me deu porque justamente falava que a bunda dela era sua. Além disso, vamos falar a verdade, eu comia a Luci muito pouco e agora quase não toco mais nela.
Carlos, por isso ela tá tão faminta de pica. Você não sabe como foi aquela noite, ela me implorava pra arrebentar o cu dela. Use a palavra: buceta. Foi assim que passamos a noite transando. De manhã, sua sogra tava melhor que sua namorada, as duas cheias de porra. Mandamos elas tomarem um banho, os banheiros não eram muito perto. A gente ficou tomando mate e quando voltaram, a Adriana contou que uns caras que tinham ido pescar viram elas e pegaram no banheiro. Quem se fodeu mais foi a Luci, a coitada já não tinha mais a tanga e andava de pernas abertas. O bom é que convidaram elas pra ir na barraca deles, tinham peixe pra dar. Então pensamos em ir junto com eles, guardamos tudo e fomos atrás. A Luci queria ir de noite, a puta reclamava de como tinham dado no cu dela, mas eu falei que se quisessem mais grana teriam que fazer tudo que eu mandasse. Chegamos já no fim da tarde, antes deixamos elas descansarem e darem uns boquetes bons. Logo começamos a beber com os caras e depois fomos pescar com eles. Tanto a Lucia quanto a Adriana ficaram com dois deles e quando voltamos já tinham comido as vadias e todos nós entramos junto. Imagina, sete picas pra elas duas, terminaram todas arrombadas. Já de noite não aguentavam mais, mas a gente continuou comendo elas do mesmo jeito. Por incrível que pareça, quem continuava pedindo pica era sua namorada, só não queria que arrebentassem a bunda pequena dela, mas destruíram do mesmo jeito. Meteram mais no cu dela do que na buceta, enquanto a Adriana, sua sogra, era tratada como uma puta. Todo mundo tava cansado menos essas duas. Num momento, fizeram a Adriana chupar a buceta da Lucia enquanto arrebentavam o cu dela. A humilhação foi total até gozarem por completo. Aí deixaram as duas em paz e foram beber com a gente. A pobre da Lucia mal conseguia andar, tinha o cu todo arrebentado e por isso não conseguia sentar.
Eu já tava com a pica explodindo sozinha e naquele momento perguntei pro Carlos como é que a noite continuou.
Carlos, se quiser que eu continue contando, vai ter que chupar minha pica, vai, cockhold, cê vai ver como vai gostar.
O filho da puta do Carlos tinha tirado o pauzão dele da calça, e quem eu achava que era meu amigo agora queria ser meu dono. Hesitei por uns segundos, mas no final acabei de joelhos na frente do pau dele, metendo na minha boca. A verdade é que só a putaria fazia aquilo parecer gostoso e delicioso. Ele tava rasgando minha boca, me fazendo engasgar e sufocar quando eu engolia tudo. Era minha primeira vez fazendo aquilo, e por inexperiência, levei vários tapas na cabeça, além das ordens humilhantes do Oscar, que em um momento pegou minha cabeça e meteu o pau dele até as bolas dentro da minha boca. Por um segundo, senti o leite que ele ia derramar dentro da minha boca escorrendo pelo pau dele. Foi tanta porra que me deixou sem respirar. Não sabia o que fazer, mas obedeci quando o Carlos mandou eu engolir toda aquela porra nojenta dele. E quando fiz isso, ele finalmente me soltou. Naquele momento, me senti uma puta, a mais puta das vadias, igualzinho minha namorada ou minha sogra. E mesmo assim, com o pau do Carlos quase na minha boca, sem ele falar nada, eu engoli de novo.
carlos, parece que você gostou muito da minha pica, no final você é tão puto quanto a lucia, juro que se ela ficar dura de novo, enfio no seu cu e arrebento tudo
Minha tarada era tanta que não me importava que ele cumprisse a ameaça, aliás, eu queria, queria saber o que minha namorada sentia quando o Carlos arrombava a buceta dela, e por isso não parei de chupar o pau dele até ele ficar durasso de novo. Aí o Carlos tirou ele da minha boca e mandou eu deixar meu cu no ar, coisa que fiz sem reclamar, sabendo que ia perder minha hombridade pra sempre e depois disso me tornaria mais uma puta do Carlos. Devia ser uma delícia, já que minha namorada e minha sogra adoravam ser isso. Senti o Carlos molhar meu cu com o cuspe que ele tinha na mão, só pedi pra ele ir devagar. Doeu do mesmo jeito, mas não tanto quanto eu imaginava. Meu cu foi se abrindo enquanto o Carlos enterrava o pau dele. Era doloroso? Sim, mas sentir aquele pau penetrando meu cu e minha mente ao mesmo tempo valia a pena. E assim, de quatro no chão, curti pra caralho a sentada do Carlos, que terminou quando ele encheu meu cu de porra, depois de eu implorar pra ele parar de me comer e tirar o pau. Ele tirou quando terminou de encher meu cu com a porra quente dele.
Carlos, já era. Agora você sabe o que deixa sua namorada louca. Eu sou o único macho aqui, então é melhor preparar tudo, porque sexta-feira vou buscar vocês pra levar pro sítio.
espero que vocês curtam tanto quanto eu curti escrevendo
OBRIGADO POR ME LER E PELOS SEUS PONTOS
Depois da surra que o Carlos deu na minha namorada e na minha sogra pelas minhas costas, eu me acabei na punheta quando a Luci me contou. Ver ela sendo comida junto com a mãe dela era uma puta fantasia, mas eu não tinha coragem, mesmo desejando muito que rolasse. Eu conhecia o Carlos, o Mário e o Raul, e só de lembrar como eles tinham comido a minha amada na nossa casa, a vontade de ver eles de novo voltava. Foi aí que, um mês depois, o Carlos voltou na casa da minha sogra. Nossa situação financeira continuava uma merda, mas mesmo assim as putas mantinham as roupas. Elas tinham me obrigado a comprar roupas sexys pra elas, e foi assim que receberam ele naquela sexta. Pensei que o Carlos vinha pra comer minhas duas cachorras, mas não fez isso. Só veio pra levar elas pra um acampamento que, por causa do meu trampo, eu não podia ir junto. Isso me deixou desesperado, e foi aí que eu implorei pro Carlos dar um jeito. Eu não podia perder outra festa com a minha mulher, já tava perdendo pra caralho. Sabia que ela e a mãe dela estavam dando pra todo mundo no bairro. O que mais me esquentava era que dessa vez dessem uma boa lição nas putas, e eu falei isso pro Carlos. Mas não tinha como eu ir. Só me restava esperar o domingo e o Carlos me contar as coisas que fizeram com elas. Pelo menos eu tinha a sorte de ter uns bons contatos e a promessa do Carlos de arrumar outro trampo que incluía uma casa. Eu ia fazer manutenção num sítio, e dependia de mim conseguir fazer muita grana com esse serviço. Foi assim que as duas saíram pro acampamento naquela mesma sexta. Eu não parava de me punhetar pensando nas coisas que os três iam fazer com a minha mulherzinha. Pela minha sogra eu não me preocupava, ela era muito puta, não tinha pau que ela não aguentasse. Quando chegaram no domingo já tarde da noite, minhas duas vadias mal conseguiam se mexer. O Mário e o Raul levaram elas pros quartos, me agradeceram e foram embora. Só fiquei eu com o Carlos.
deixaram elas todas fudidas, mano
Carlos, não era isso que você queria, amigo? Acho que sua mulherzinha por uma semana não vai querer mais pica, mas sua sogra, humm, essa não tem mais jeito. Você tem a semana toda pra ser mandado embora do serviço, assim leva uma grana. Segunda que vem eu te levo pro sítio, já tá tudo arrumado. Não é um salário grande, mas o bom é que você não vai gastar com nada. No sítio tem de tudo, e quando você perceber, já vai ter economizado uma boa grana.
Perfeito, isso tá parecendo bom demais, mas me conta o que fizeram com minhas putas.
Carlos, beleza, você viu elas saírem. Assim que subiram na caminhonete, já botamos elas pra mamar pica. Chuparam o caminho inteiro e, quando chegamos, montamos as barracas todo mundo junto, comemos uma parada que as vadias prepararam e depois começamos a foder elas. A puta da Adriana levou o Mario e o Raul pra barraca, e eu peguei sua namoradinha. Você não tem ideia do tesão que ela tava. Ela já te deu o cu alguma vez? Ela jurou que nunca te deu e que o cu era meu.
Tem razão, no começo ela me dizia que era por medo de sentir dor, mas depois que você arrombou ela, também não me deu porque justamente falava que a bunda dela era sua. Além disso, vamos falar a verdade, eu comia a Luci muito pouco e agora quase não toco mais nela.
Carlos, por isso ela tá tão faminta de pica. Você não sabe como foi aquela noite, ela me implorava pra arrebentar o cu dela. Use a palavra: buceta. Foi assim que passamos a noite transando. De manhã, sua sogra tava melhor que sua namorada, as duas cheias de porra. Mandamos elas tomarem um banho, os banheiros não eram muito perto. A gente ficou tomando mate e quando voltaram, a Adriana contou que uns caras que tinham ido pescar viram elas e pegaram no banheiro. Quem se fodeu mais foi a Luci, a coitada já não tinha mais a tanga e andava de pernas abertas. O bom é que convidaram elas pra ir na barraca deles, tinham peixe pra dar. Então pensamos em ir junto com eles, guardamos tudo e fomos atrás. A Luci queria ir de noite, a puta reclamava de como tinham dado no cu dela, mas eu falei que se quisessem mais grana teriam que fazer tudo que eu mandasse. Chegamos já no fim da tarde, antes deixamos elas descansarem e darem uns boquetes bons. Logo começamos a beber com os caras e depois fomos pescar com eles. Tanto a Lucia quanto a Adriana ficaram com dois deles e quando voltamos já tinham comido as vadias e todos nós entramos junto. Imagina, sete picas pra elas duas, terminaram todas arrombadas. Já de noite não aguentavam mais, mas a gente continuou comendo elas do mesmo jeito. Por incrível que pareça, quem continuava pedindo pica era sua namorada, só não queria que arrebentassem a bunda pequena dela, mas destruíram do mesmo jeito. Meteram mais no cu dela do que na buceta, enquanto a Adriana, sua sogra, era tratada como uma puta. Todo mundo tava cansado menos essas duas. Num momento, fizeram a Adriana chupar a buceta da Lucia enquanto arrebentavam o cu dela. A humilhação foi total até gozarem por completo. Aí deixaram as duas em paz e foram beber com a gente. A pobre da Lucia mal conseguia andar, tinha o cu todo arrebentado e por isso não conseguia sentar.
Eu já tava com a pica explodindo sozinha e naquele momento perguntei pro Carlos como é que a noite continuou.
Carlos, se quiser que eu continue contando, vai ter que chupar minha pica, vai, cockhold, cê vai ver como vai gostar.
O filho da puta do Carlos tinha tirado o pauzão dele da calça, e quem eu achava que era meu amigo agora queria ser meu dono. Hesitei por uns segundos, mas no final acabei de joelhos na frente do pau dele, metendo na minha boca. A verdade é que só a putaria fazia aquilo parecer gostoso e delicioso. Ele tava rasgando minha boca, me fazendo engasgar e sufocar quando eu engolia tudo. Era minha primeira vez fazendo aquilo, e por inexperiência, levei vários tapas na cabeça, além das ordens humilhantes do Oscar, que em um momento pegou minha cabeça e meteu o pau dele até as bolas dentro da minha boca. Por um segundo, senti o leite que ele ia derramar dentro da minha boca escorrendo pelo pau dele. Foi tanta porra que me deixou sem respirar. Não sabia o que fazer, mas obedeci quando o Carlos mandou eu engolir toda aquela porra nojenta dele. E quando fiz isso, ele finalmente me soltou. Naquele momento, me senti uma puta, a mais puta das vadias, igualzinho minha namorada ou minha sogra. E mesmo assim, com o pau do Carlos quase na minha boca, sem ele falar nada, eu engoli de novo.
carlos, parece que você gostou muito da minha pica, no final você é tão puto quanto a lucia, juro que se ela ficar dura de novo, enfio no seu cu e arrebento tudo
Minha tarada era tanta que não me importava que ele cumprisse a ameaça, aliás, eu queria, queria saber o que minha namorada sentia quando o Carlos arrombava a buceta dela, e por isso não parei de chupar o pau dele até ele ficar durasso de novo. Aí o Carlos tirou ele da minha boca e mandou eu deixar meu cu no ar, coisa que fiz sem reclamar, sabendo que ia perder minha hombridade pra sempre e depois disso me tornaria mais uma puta do Carlos. Devia ser uma delícia, já que minha namorada e minha sogra adoravam ser isso. Senti o Carlos molhar meu cu com o cuspe que ele tinha na mão, só pedi pra ele ir devagar. Doeu do mesmo jeito, mas não tanto quanto eu imaginava. Meu cu foi se abrindo enquanto o Carlos enterrava o pau dele. Era doloroso? Sim, mas sentir aquele pau penetrando meu cu e minha mente ao mesmo tempo valia a pena. E assim, de quatro no chão, curti pra caralho a sentada do Carlos, que terminou quando ele encheu meu cu de porra, depois de eu implorar pra ele parar de me comer e tirar o pau. Ele tirou quando terminou de encher meu cu com a porra quente dele.
Carlos, já era. Agora você sabe o que deixa sua namorada louca. Eu sou o único macho aqui, então é melhor preparar tudo, porque sexta-feira vou buscar vocês pra levar pro sítio.
3 comentários - Lucia, a gostosa do amigo Oscar, e a mãe dela