Minha segunda experiência gay aconteceu quando eu já estava mais maduro. Essa história eu já contei umas duas vezes. Eu tinha 50 anos e num depósito de marcas grandes, teve um roubo, entre chutes e empurrões na multidão, acabei machucado. A polícia levou todo mundo pra prestar depoimento numa delegacia. Fiz amizade com um cara mais novo, mas bem bruto, que ficou conversando comigo o tempo todo. Era um cara dominador, bem másculo, cabeludo, de olhos azuis, muito gostoso. Quando o procedimento policial acabou, ele me convidou pra ir na casa dele, que era perto, pra descansar. Até se ofereceu pra fazer uma massagem em mim pra compensar os golpes que eu tinha levado. Era quiropraxista e bombeiro. Tomamos um café e depois ele falou: "tira a camisa que vou te fazer uma massagem". Passou loção nas mãos, eu tirei a camisa, deitei na cama dele de barriga pra cima e ele massageou meu peito por um bom tempo, até descer pro abdômen e, aos poucos, começou a roçar no meu púbis. Eu em silêncio só gemia, ele falava comigo num tom calmo e baixo. Minha ereção era evidente; eu gostei e soltei um gemido de prazer. "Você gosta disso?", ele perguntou. "Sim", respondi, "delicioso". Passaram 15 minutos e eu sentia a mão dele perto do meu pau; sem falar nada, ele baixou a calça e uma piroca grossa, ereta, peluda ficou na altura dos meus olhos, cabeçuda, cheia de veias e com um pouco de pré-gozo. Abri a boca quase por instinto, e a coisa encheu minha boca, era macia, lisa, esticada. Passei ela no meu rosto, nos meus olhos; o gozo transparente e doce dele começou a sair em maior quantidade, era delicioso, muito doce. No ritmo das bombadas dele, em menos de 3 minutos eu já tava lambendo as bolas dele. Grandes, peludas, másculas. Ele segurou minha cabeça pra garantir que eu chupasse a piroca dele até o talo. "Isso, viadinho, agora chupa meu cu", ele falava. Eu estiquei a língua e coloquei no buraco dele pra provar o gosto ácido do cu suado desse macho dominador. Um cheiro forte de bunda invadiu meu nariz e eu lambi igual uma puta. Consegui enfiar minha língua no cu dele e saborear o gosto. do suor e o gosto de merda. Com uma mão segurava a pica do cara e com a outra firmava o corpo dele pra continuar lambendo, minha boca enfiava a língua no cu dele. Gostoso senhor, que pica gostosa o senhor tem e sua bunda é deliciosa, falei, no ritmo de chupar eu masturbava ele com a mão, e assim se passaram uns 10 minutos, por fim, ele me despiu completamente e também ficou nu, o corpo dele cheio de pelos, era tipo um urso, me colocou de lado e, separando minhas nádegas, me penetrou. Foi prazeroso e depravado. "Você gosta, viadinho gostoso, você gosta?", ele perguntava. Me segurou pelos quadris, abriu meu cu separando minhas nádegas e metendo forte. A pica dele não baixava, então continuei chupando ela, dessa vez mal limpei da minha merda. Chupei e chupei... e não acabava, depois subi em cima dele, abraçando e sentindo os cheiros dele, eu era uma mulher gozando. Voltei a chupar até sentir que explodiam 8 jatos de porra na minha boca. Aí fiquei deitado na cama com a boca cheia de porra. Engoli porque queria provar o sabor, delicioso, gostoso, doce, morno, grosso, abundante, foi a primeira vez que engoli uma porção de porra. De lado, deitamos na cama e senti o pau duro murchando, ele me beijou apaixonadamente e me agradeceu. "Você come gostoso e quente, amorzinho", ele disse. "Vou te ver de novo?", ele perguntou. O ruim é que viciei, e voltei no dia seguinte. Aldo abriu a porta e me deu um beijo enquanto apalpava meu pacote. "Entra, viado, veio pra eu te comer?", ele disse num tom divertido e dominante ao mesmo tempo. Tocando o pacote dele, respondi: "Sim, amorzinho, quero mais." Me despi na frente dele devagar enquanto o beijava; de propósito, tinha colocado uma calcinha fio dental vermelha. Nos abraçamos, nos beijamos e acariciamos as partes íntimas. De joelhos, chupei a pica dele e deixei ela dura. Então, de um armário, ele tira uma minissaia e pede pra eu usar. Fiquei de quatro e bateram na porta. Fiquei horrorizado. Ele vestiu um roupão e abriu a porta, era outro homem. Um gostosão maduro de uns 60 anos, eles se beijaram, se acariciaram na minha frente e me apresentaram, era Julio, outro gostosão dominante. Mandaram eu chupar os dois. Obedeci. Julio era gordinho, barrigudo, peludo, mas com uma rola grossa, não muito comprida, mas larga e com bastante prepúcio. Fiquei engolindo paus por uns 15 minutos. Depois, revezaram no sexo anal, me comeram bem comido e em seguida, entre eles e na minha frente, se penetraram. As rolas saíram sujas e me obrigaram a limpá-las com minhas mãos e minha boca, depois cuidei deles no banheiro como sua empregada doméstica. Fiquei só de cueca vermelha e limpei o chão e o banheiro. Antes de terminar a visita, me comeram de novo, e eu fiquei realmente cheio de porra. Tive um creampie impressionante, e Julio, o mais velho dos meus problemas, limpou meu cu com a língua, me fazendo gozar. Fui o escravo sexual do casal por três meses, até que uma tarde, quando fui na casa deles como de costume, um garoto lindo abriu a porta, apareceu Aldo e me humilhou. "Não te queremos mais, viado comido, encontramos uma garota mais gostosa e puta"; resumindo, se encheram de mim e nunca mais os vi. Nunca na minha vida fui tão comido e nunca mais aconteceu de novo, morro de vontade de repetir.
1 comentários - Minha segunda vez gay...