Situação inesperada com a mulher do amigo 2

Bom, antes de tudo, muito obrigado pra quem tirou um tempinho pra deixar um comentário ou dar nota. Não esperava tanta coisa. Voltando ao relato, eu tinha ficado paralisado na frente da porta. Ela tava de costas pra mim, mostrando aquela bunda linda e nua, sem sutiã, balançando a cabeça de um lado pro outro com o secador. Devem ter sido uns segundos que fiquei ali parado, mas pareceu muito mais tempo por dentro. Ela virou o tronco e o rosto de uma vez, ficando de peitos nus na minha frente. Uns peitinhos divinos, do jeito que eu falei, no ponto certo. Eu não me vi, mas imagino a cara de punheteiro que eu devia estar fazendo, haha. Ela deu um sorrisinho leve e, com a perna, bateu na porta (que tava mais aberta que fechada). Eu consegui falar "desculpa" e segui meu caminho pelo corredor. Cheguei na sala e sentei, não vou mentir, além de tarado, tava super nervoso com a situação. Comecei a pensar que tinha feito um monte de merda. Bateu uma culpa. O que ela ia falar pro meu amigo quando ele chegasse? Ia dar uma puta confusão. A parada da calcinha fio dental, se ele tinha notado, e agora isso. Tava me corroendo por dentro. Depois, num segundo de conclusão, pensei: isso foi de propósito... ela sabia que eu ia sair e inevitavelmente passar por ali. Como é que deixa a porta aberta quase pelada? Essas conclusões passaram todas rápidas pela minha cabeça na hora. Porque eu não sabia o que pensar de verdade. Sinto a chave girando na porta, meu amigo chega. Na hora, ele começa a falar um monte de besteira e diz "vamos pro quintal pra começar". Vou com ele, começa todo aquele preparo típico de churrasco. Tomamos uma cerveja, ele num momento vai pro quarto com ela e volta. Aí, enquanto esperava ele voltar, fiquei pensando se a mulher tava contando algo ou não. Quando ele volta, não fala nada... então segue tudo normal. Depois disso, não rolou mais nada interessante que valha a pena. pra começar, começaram a chegar os amigos dele. Eu já conhecia alguns de encontros anteriores, começamos a falar de assuntos triviais e besteiras que não valem a pena contar. De repente, ela aparece, já trocada de roupa. Descrevo: estava com uma calça jeans natural que marcava bem a bunda e uma regatinha de alcinha combinando. Ela começa a cumprimentar todo mundo. Troca algumas palavras com vários, me olha num momento... me dá um olhar meio fulminante e volta a sair. Claro, nada tão chamativo, porque vocês viram que às vezes nesse tipo de reunião cada um está no seu mundo conversando com alguém e você nem liga pro que os outros fazem ou falam. Depois de um tempo, tateio meu bolso e percebo que não tinha o celular. Sou meio desligado com essas coisas, não fico olhando pra ele toda hora. Aí lembrei que tinha deixado na mochila com a troca de roupa. Fui buscar, enquanto volto pro quintal vejo que tinha várias notificações e mensagens. Começo a tirá-las e nas mensagens encontro uma de um tempo atrás. Desconhecido - o que vai dizer seu amigo quando descobrir que você fica olhando pra mulher dele? Desconhecido - ..... Claramente sabia de quem era a mensagem. Eu não tinha o número dela. Eu - não, me desculpa, só estava passando e te vi. Cíntia - não te vi passando, você estava parado me olhando. Eu - bom, me desculpa se você levou a mal, não foi minha intenção. Cíntia - também sem intenção você pegou minha calcinha do banheiro? Seu nojento. Naquele momento não sabia o que responder, ainda por cima eu estava rodeado de um monte de caras e não queria que vissem o que eu tava falando nem com quem. Então o celular tava praticamente no meu peito, haha. Não consigo disfarçar bem. Um dos caras começa a falar comigo sobre algo e eu olhava pra ele e não registrava nada do que ele dizia. Tava pensando que merda responder, vejo e continuavam chegando mensagens. Cíntia - ??? Eu - não sei do que você tá falando. Cíntia - fala sério, não sou burra. Não deixei ela lá. Agora você pode me dizer uma coisa e ser sincero. Eu— sim, Cintia— o que você fez com minha calcinha fio dental? Se for sincero, não vou falar nada... Já tava entre a espada e a parede. Então fui na fé.
Eu— bom, a verdade é que vi, peguei, coloquei no nariz e quase bati uma punheta.
Na hora, ela parou de responder na mesma fluidez. Me deixou no vácuo por uns minutos.
Nesse tempo, pensei: "ferrei tudo". Depois ela responde:
Cintia— foto (...)
Uma foto dela deitada na cama com a calça jeans que falei, focando na bunda. Vocês já imaginam.
Cintia— foto (...) Mesma posição, mas puxando a calça pra baixo e mostrando a calcinha fio dental.
Eu abrindo as fotos no meio da reunião, com meu amigo a uns metros. Não sei dizer... qual emoção era mais forte: a tesão que tava, ou o nervosismo da situação.
Eu— vai me fazer infartar, mulher.
Cintia— sabe de uma coisa, nojento?
Eu— ?
Cintia— foto (...) Foto tirada dos peitos apontando pra virilha, calcinha fio dental pra baixo e a mão na boceta.
Cintia— me fez ficar com tesão, seu amigo não me come.
Como se soubesse que eu ia responder, meu amigo fala: "ei, dá uma segurada no papo." ...eu respondo: "nada a ver." Aí começam as piadas típicas, mas eu não conseguia responder pra ela naquele momento. Também não sabia o que dizer. Não sabia se ia pro quarto comer ela, se vazava pra não dar merda e sentir culpa, ou se batia uma punheta.
Passaram uns minutos nisso... Tinha outra mensagem:
—Cintia— cê tá aí?
—Eu— tô, tô.
—Cintia— banheiro, primeira gaveta embaixo da pia.
Acho que minhas pernas não aguentavam pra levantar e sair correndo pro banheiro.
Falo pro meu amigo: "vou no banheiro." "Pode ir", ele diz.
Vou pro banheiro, a porta do quarto dela tava fechada. Entro no banheiro, procuro a gaveta e lá estava. A calcinha fio dental branca da foto, que eu tinha visto nela. Peguei e, puta merda, era um sonho... ela tinha deixado toda a cremosidade na calcinha. Uma umidade encharcada. Era uma mistura de cheiro e sensações... coloquei na boca e comecei a lamber com tudo. Desesperação. Na sequência, baixo um pouco a calça e começo a bater uma como se não houvesse amanhã. Fiquei assim por um tempo, não muito. Tava puto de tesão com toda a situação, já não aguentava mais. E cometi um ato de loucura, vamos chamar assim, ou de tesão total. Me ajeitei. Abri a porta do banheiro, olhei pra ver se não vinha ninguém... Saí pelo corredor e entrei no quarto deles. Ela se surpreende quando me vê entrar. Tava deitada na cama vendo TV. Ela fala: — Cíntia, que porra você tá fazendo aqui, idiota? Tá louco. Eu: — Cala a boca, vem cá. Tudo falando baixo. Ela se aproxima de mim. Eu abaixo a calça e tiro a pica, que tava dura igual uma estaca. Agarro ela pelos ombros, faço força pra baixo, ou seja, faço ela se ajoelhar. Ela ri nervosa, também pela situação, acho, e cede. Eu: — Vai, tira meu leite, que já sinto na ponta da pica. Cíntia: — Pega minha pica com carinho, começa a bater uma e coloca na boca. Aproveitei e apalpei um pouco os peitos enquanto ela me chupava. Os biquinhos tavam durinhos. Sinto aquele gostinho quente da boquinha dela. E a verdade é que já não dava pra mais nada. Ela chupa um pouco e fala: Cíntia: — Vai, me dá o leite que não tem tempo, e abre a boca e estica a língua pedindo. Eu: — Começo a sacudir a porra da pica de forma frenética, e sinto o leite vindo. Aponto, e o primeiro jato sai com força, acerta entre o nariz e o canto do lábio, e os próximos jatos vão direto na sua língua. A verdade é que soltei três jatos fortes que enchi a boca dela. Ela mexe a boca com a língua cheia de leite, sem engolir. Eu já não aguentava mais, tinha esvaziado as bolas de um jeito. Como já tinha passado um tempo, subi a calça e saí, pra voltar pra reunião. Quando chego, sento e tudo normal. Meu amigo tava lá fora com o churrasco, todo mundo continuava conversando, e acontece uma situação que me pega de surpresa, como tudo que vinha rolando, mas isso eu nunca esperava. Ela aparece, passa direto pro quintal e... Fui com meu amigo. Eu fingi que não tava vendo nada, mas fiquei de olho pra fora (eles têm uma porta daquelas tipo sacada que dá pra ver tudo) e vi que ela tava se agarrando e se beijando com ele. A verdade é que fiquei chocado. Uns instantes antes eu tinha enchido ela de porra e ela tava se amassando com o cara lá fora. Foi realmente inesperado. ..... Vou parar por aqui hoje, depois conto como termina porque aconteceu mais uma parada. Valeu pela boa vibe e por lerem meu relato.

25 comentários - Situação inesperada com a mulher do amigo 2

Gracias por tan buena historia !! Merece seguir adelante !!
que lindo, una putita asi, me encantaria tener una esposa asi! +10
Uyyy ahora conta ese algo más....toda esa adrenalina yo la viví con la sobrina de mí mujer en la casa de su abuelo osea mí suegro
Mortal!!! Cómo calientan esas situaciones prohibidas!!!! +10
Marsaab +1
Wow q relato!!! De 10 como para hacer una porno con ese relato
crear_1 +1
El beso era para hacerle sentir tu leche.
Hermosa hembra morbosa.
+10
Wow, que suerte tienen algunos! en la comunidad redpill se dice que es mas fácil follar con una mujer con novio/esposo que con una soltera, a veces creo que tienen razón...
18cmt +1
Espectacular papaaaaaa se aprotodo juaaaa capó