Me imaginei o Fabricio falando aquilo com aquela sua jeito atrapalhado e fiquei irritada. Não podia culpá-lo, mas era tão óbvio que o Enzo tava rindo na cara dele.
Enquanto cuidava do corte no rosto dele, sentia o calor da pele, o cheiro de sabão misturado com álcool e o ar úmido do banheiro. A toalha tinha afrouxado mais. A cada movimento meu, aumentava o perigo de tudo ficar à mostra.
— Cê gosta de provocar, né? — falei, sem olhar nos olhos dele.
— Nah, tia… eu gosto de ver como você fica quando eu te olho — ele disse, com aquele sorriso que me fazia perder a paciência.
— Cê tem que se cuidar mais, Enzo — murmurei, mudando de assunto, ou pelo menos tentando.
— Me cuidar? Hahaha… se é você que tá tremendo — ele falou, me olhando de cima a baixo.
Não soube o que responder. Odiava ele por ter razão.
— De qualquer forma, cê tem que aprender a respeitar a mulher do homem que te recebe na casa dele — falei, mantendo o olhar firme enquanto terminava de limpar os nós dos dedos dele.
— Pode ser… — ele respondeu, inclinando só a cabeça com aquele meio sorriso insolente—. Mas como eu te falei, não tenho nada a perder. E como você mesma disse, tô bêbado, então sou inimputável.
— Cê tá lúcido o suficiente pra ter uma conversa coerente, então não se faz de sonsinho.
— Não tô me fazendo de sonsinho — ele disse—. E além disso… — completou, me olhando de cima a baixo com descaramento—. Cê é uma gostosa, tia. E tem as mãos macias, delicadas…
— Para com isso — falei, mas ainda continuava ali, de pé, na frente dele, tão perto que sentia o calor do corpo molhado dele.
— Sua amiga falou de você pra mim.
— O quê? — perguntei, surpresa.
Naquela hora, lembrei da Sabrina e xinguei ela mentalmente. Aquela idiota!
— Fica suave — ele disse, como se adivinhasse o que eu tava pensando—. Ela não contou nenhum segredo. Mas vamos dizer que foi clara o suficiente ao me falar que você era igual a ela.
— Era — enfatizei, franzindo a testa.
Ele deu de ombros, como se nada.
— Viu que você me disse que tenho que evitar de olhar pra sua Cu… Bom, o problema é que é muito difícil, porque com essa bunda linda que você tem, é quase impossível não te olhar.
—Para com isso —repeti, endurecendo a voz—. Vou deixar passar só porque você tá bêbado.
Me irritou de verdade o que ele disse. Não que ele tivesse me contado alguma novidade, mas soltar aquilo assim, enquanto eu me preocupava em cuidar dele, e com o tio dele dormindo, me deixou puta.
Mas ele já tinha deixado claro. “Não tenho nada a perder”, repetiu várias vezes. Supus que por isso vivia se metendo em briga com qualquer um. Por isso não se segurava ao confessar pra tia a vontade que tinha de comer ela. A tristeza de ter ficado sozinho no mundo devia fazer ele agir como se as consequências não importassem.
—O que eu quero dizer —continuou, ignorando meu tom— é que, assim como você percebe como eu te olho, eu percebo como você me olha.
—Não fala besteira —respondi, cruzando os braços, tentando parecer fria.
—Não é besteira, tia —disse ele—. Vamos fazer uma coisa… Se você não estiver molhada, foda-se o motivo e nunca tento nada com você.
—Molhada? Cê tá louco? —falei.
Me afastei um passo, buscando espaço pra respirar. Tava assustada e excitada, e isso me fazia ficar com raiva de mim mesma.
Então, ele se levantou devagar. A toalha, frouxa, escorregou pelo quadril e caiu no chão, deixando ele completamente nu.
Ele tava com o pau duro, o que não me surpreendeu.
Apontava pra cima, feito uma lança, duro, marcado, grotescamente grande. Era uma coisa descomunal. Grosso, cheio de veias, tenso igual um ferro recém-forjado. Fiquei paralisada. Era como se um bicho selvagem tivesse aparecido no quarto, algo que me paralisava e me excitava ao mesmo tempo.
Me senti ameaçada, como se com aquele pau poderoso ele pudesse me dominar à vontade, sem que eu pudesse fazer nada.
Senti o calor entre as pernas. Enzo tinha razão, ou pelo menos agora tinha. A calcinha tinha encharcado com meus fluidos. Uma reação quase imediata ao ver a nudez violenta daquele adolescente escultural.
Recuei mais um passo, mas senti a parede fria nas minhas costas. Tava encurralada.
—Para com isso —falei, mas nem eu mesma acreditava na firmeza que tentava passar na minha voz.
E ele não parou. Pelo contrário, deu mais um passo, diminuindo a distância entre nós dois a um ponto onde eu podia sentir o calor dele.
A pica monstruosa ficou a só alguns centímetros de mim. Por sorte não chegou a me roçar, mas a proximidade dela era tão agressiva quanto um toque direto.
Em vez disso, ele fez algo que me deixou sem palavras.
Baixou uma daquelas mãos enormes, com dedos longos, ásperos, até minha perna.
Primeiro me tocou com suavidade, só um roçar que arrepiou minha pele como se estivesse tocando minha alma. Depois apoiou a palma inteira, firme, e começou a deslizar devagar pra cima.
Senti meus músculos se tensarem, como se meu corpo não soubesse se fugia ou se entregava.
Cada centímetro que subia fazia minha camisola prateada levantar um pouco mais, revelando mais pele. Eu tava colada na parede, olhando pra ele em silêncio, com uma mistura de impotência e tesão.
Me sentia completamente indefesa diante dele: eu, pequena, frágil, mal coberta por aquela tecido fino que não servia de nada como proteção; e ele, enorme, alto, com os ombros largos e o corpo que parecia esculpido pra impor medo e desejo ao mesmo tempo.
A mão dele continuou subindo, devagar, tão lentamente que me obrigava a sentir cada roçada como uma batida. O contraste entre os dedos ásperos dele e minha coxa macia fazia a sensação das carícias serem muito mais intensas do que quando Fabrício me tocava com as mãos delicadas dele.
Aí soltei um gemido baixinho, totalmente sem-vergonha.
—Aconteceu alguma coisa, tia? —sussurrou, com um tom tão provocador que me fez apertar os lábios pra não responder.
A mão dele continuou, lenta, como se tivesse todo o tempo do mundo, e quando a ponta dos dedos chegou na beirada da minha calcinha fio-dental, Ela parou. Acariciou bem no centro, ali onde o tecido fininho mal cobria o mais sensível, o mais proibido. Roscou com a ponta dos dedos, suave, quase com ternura, e senti um arrepio que subiu pelas minhas costas igual um choque elétrico. Mordi o lábio.
— Olha só o que a gente tem aqui... — murmurou, quase inaudível, como se falasse sozinho.
Apertou um pouco mais forte, com aquela calma que era muito pior do que qualquer pressa. A tranquilidade com que tocava, com que empurrava de leve o tecido contra meu corpo, me enlouquecia. Não precisava fazer mais do que aquilo pra me deixar tremendo.
Os dedos desenhavam círculos lentos, firmes, sobre o tecido já molhado.
— Tá percebendo? — sussurrou, com um sorriso torto, me olhando de cima — Já te venci.
Senti meus quadris se mexerem sozinhos, pedindo mais. E então, com a ponta de dois dedos, puxou a calcinha fio dental de um lado, desviou pro lado como se abrisse um presente, e me deixou exposta.
Cravou os olhos nos meus e, com um movimento lento e certeiro, enfiou um dedo.
— Ah... — exalou, como se não acreditasse no que sentia — Calma aí... Você não tá molhada...
Ficou em silêncio por um segundo. Me olhou, com aquele olhar escuro, carregado de desejo e de maldade doce, e então, com a voz rouca, disse:
— Você tá encharcada.
Eu não conseguia respirar. O ar pesava. Sentia o dedo dela mal entrando, saindo, brincando com a minha buceta. Cada vez que empurrava um pouco, meu corpo se arqueava sem que eu pudesse evitar.
E ele não se apressava. Me acariciava por dentro como se estivesse escrevendo algo com a ponta do dedo. Como se fizesse aquilo só pra ver quanto tempo eu aguentava antes de implorar pra ele não parar.
E quando eu já não aguentava mais, quando pensei que ele ia continuar, ele tirou.
Fez devagar, bem devagar. Como se aproveitasse a sensação pegajosa da minha umidade envolvendo o dedo dele.
Olhou pra ele. Levantou na frente dos olhos como se avaliasse uma obra de arte. E depois, sem tirar os olhos de mim, levou à boca. a boca e lambeu.
Fez de forma obscena, bem devagar, como se estivesse saboreando o sorvete mais gostoso do mundo.
— Mmhh... — fez, fechando os olhos por um segundo —. Que gostosa que é a sua buceta, tia.
Eu olhava pra ele, sem saber se queria me cobrir ou abrir as pernas de uma vez. Tremia. Tava toda molhada e com tesão.
Mas sabia que se eu deixasse ele me comer com aquela pica ali, tão perto do Fabrício, era encrenca na certa. Podia ser que ele não tivesse nada a perder, mas eu tinha, ou pelo menos era o que eu pensava.
Aproveitei aquele momento de distração pra dar um passo pro lado, desviar do corpo dele e correr pra porta. Abri de uma vez e saí, como se um monte de demônios estivesse me perseguindo.
Não fiz por medo. Fiz porque, se eu ficasse mais um segundo, não só não ia conseguir resistir, como ia implorar pra ele meter aquela coisa em mim e me foder como a besta que ele era.
Enquanto cuidava do corte no rosto dele, sentia o calor da pele, o cheiro de sabão misturado com álcool e o ar úmido do banheiro. A toalha tinha afrouxado mais. A cada movimento meu, aumentava o perigo de tudo ficar à mostra.
— Cê gosta de provocar, né? — falei, sem olhar nos olhos dele.
— Nah, tia… eu gosto de ver como você fica quando eu te olho — ele disse, com aquele sorriso que me fazia perder a paciência.
— Cê tem que se cuidar mais, Enzo — murmurei, mudando de assunto, ou pelo menos tentando.
— Me cuidar? Hahaha… se é você que tá tremendo — ele falou, me olhando de cima a baixo.
Não soube o que responder. Odiava ele por ter razão.
— De qualquer forma, cê tem que aprender a respeitar a mulher do homem que te recebe na casa dele — falei, mantendo o olhar firme enquanto terminava de limpar os nós dos dedos dele.
— Pode ser… — ele respondeu, inclinando só a cabeça com aquele meio sorriso insolente—. Mas como eu te falei, não tenho nada a perder. E como você mesma disse, tô bêbado, então sou inimputável.
— Cê tá lúcido o suficiente pra ter uma conversa coerente, então não se faz de sonsinho.
— Não tô me fazendo de sonsinho — ele disse—. E além disso… — completou, me olhando de cima a baixo com descaramento—. Cê é uma gostosa, tia. E tem as mãos macias, delicadas…
— Para com isso — falei, mas ainda continuava ali, de pé, na frente dele, tão perto que sentia o calor do corpo molhado dele.
— Sua amiga falou de você pra mim.
— O quê? — perguntei, surpresa.
Naquela hora, lembrei da Sabrina e xinguei ela mentalmente. Aquela idiota!
— Fica suave — ele disse, como se adivinhasse o que eu tava pensando—. Ela não contou nenhum segredo. Mas vamos dizer que foi clara o suficiente ao me falar que você era igual a ela.
— Era — enfatizei, franzindo a testa.
Ele deu de ombros, como se nada.
— Viu que você me disse que tenho que evitar de olhar pra sua Cu… Bom, o problema é que é muito difícil, porque com essa bunda linda que você tem, é quase impossível não te olhar.
—Para com isso —repeti, endurecendo a voz—. Vou deixar passar só porque você tá bêbado.
Me irritou de verdade o que ele disse. Não que ele tivesse me contado alguma novidade, mas soltar aquilo assim, enquanto eu me preocupava em cuidar dele, e com o tio dele dormindo, me deixou puta.
Mas ele já tinha deixado claro. “Não tenho nada a perder”, repetiu várias vezes. Supus que por isso vivia se metendo em briga com qualquer um. Por isso não se segurava ao confessar pra tia a vontade que tinha de comer ela. A tristeza de ter ficado sozinho no mundo devia fazer ele agir como se as consequências não importassem.
—O que eu quero dizer —continuou, ignorando meu tom— é que, assim como você percebe como eu te olho, eu percebo como você me olha.
—Não fala besteira —respondi, cruzando os braços, tentando parecer fria.
—Não é besteira, tia —disse ele—. Vamos fazer uma coisa… Se você não estiver molhada, foda-se o motivo e nunca tento nada com você.
—Molhada? Cê tá louco? —falei.
Me afastei um passo, buscando espaço pra respirar. Tava assustada e excitada, e isso me fazia ficar com raiva de mim mesma.
Então, ele se levantou devagar. A toalha, frouxa, escorregou pelo quadril e caiu no chão, deixando ele completamente nu.
Ele tava com o pau duro, o que não me surpreendeu.
Apontava pra cima, feito uma lança, duro, marcado, grotescamente grande. Era uma coisa descomunal. Grosso, cheio de veias, tenso igual um ferro recém-forjado. Fiquei paralisada. Era como se um bicho selvagem tivesse aparecido no quarto, algo que me paralisava e me excitava ao mesmo tempo.
Me senti ameaçada, como se com aquele pau poderoso ele pudesse me dominar à vontade, sem que eu pudesse fazer nada.
Senti o calor entre as pernas. Enzo tinha razão, ou pelo menos agora tinha. A calcinha tinha encharcado com meus fluidos. Uma reação quase imediata ao ver a nudez violenta daquele adolescente escultural.
Recuei mais um passo, mas senti a parede fria nas minhas costas. Tava encurralada.
—Para com isso —falei, mas nem eu mesma acreditava na firmeza que tentava passar na minha voz.
E ele não parou. Pelo contrário, deu mais um passo, diminuindo a distância entre nós dois a um ponto onde eu podia sentir o calor dele.
A pica monstruosa ficou a só alguns centímetros de mim. Por sorte não chegou a me roçar, mas a proximidade dela era tão agressiva quanto um toque direto.
Em vez disso, ele fez algo que me deixou sem palavras.
Baixou uma daquelas mãos enormes, com dedos longos, ásperos, até minha perna.
Primeiro me tocou com suavidade, só um roçar que arrepiou minha pele como se estivesse tocando minha alma. Depois apoiou a palma inteira, firme, e começou a deslizar devagar pra cima.
Senti meus músculos se tensarem, como se meu corpo não soubesse se fugia ou se entregava.
Cada centímetro que subia fazia minha camisola prateada levantar um pouco mais, revelando mais pele. Eu tava colada na parede, olhando pra ele em silêncio, com uma mistura de impotência e tesão.
Me sentia completamente indefesa diante dele: eu, pequena, frágil, mal coberta por aquela tecido fino que não servia de nada como proteção; e ele, enorme, alto, com os ombros largos e o corpo que parecia esculpido pra impor medo e desejo ao mesmo tempo.
A mão dele continuou subindo, devagar, tão lentamente que me obrigava a sentir cada roçada como uma batida. O contraste entre os dedos ásperos dele e minha coxa macia fazia a sensação das carícias serem muito mais intensas do que quando Fabrício me tocava com as mãos delicadas dele.
Aí soltei um gemido baixinho, totalmente sem-vergonha.
—Aconteceu alguma coisa, tia? —sussurrou, com um tom tão provocador que me fez apertar os lábios pra não responder.
A mão dele continuou, lenta, como se tivesse todo o tempo do mundo, e quando a ponta dos dedos chegou na beirada da minha calcinha fio-dental, Ela parou. Acariciou bem no centro, ali onde o tecido fininho mal cobria o mais sensível, o mais proibido. Roscou com a ponta dos dedos, suave, quase com ternura, e senti um arrepio que subiu pelas minhas costas igual um choque elétrico. Mordi o lábio.
— Olha só o que a gente tem aqui... — murmurou, quase inaudível, como se falasse sozinho.
Apertou um pouco mais forte, com aquela calma que era muito pior do que qualquer pressa. A tranquilidade com que tocava, com que empurrava de leve o tecido contra meu corpo, me enlouquecia. Não precisava fazer mais do que aquilo pra me deixar tremendo.
Os dedos desenhavam círculos lentos, firmes, sobre o tecido já molhado.
— Tá percebendo? — sussurrou, com um sorriso torto, me olhando de cima — Já te venci.
Senti meus quadris se mexerem sozinhos, pedindo mais. E então, com a ponta de dois dedos, puxou a calcinha fio dental de um lado, desviou pro lado como se abrisse um presente, e me deixou exposta.
Cravou os olhos nos meus e, com um movimento lento e certeiro, enfiou um dedo.
— Ah... — exalou, como se não acreditasse no que sentia — Calma aí... Você não tá molhada...
Ficou em silêncio por um segundo. Me olhou, com aquele olhar escuro, carregado de desejo e de maldade doce, e então, com a voz rouca, disse:
— Você tá encharcada.
Eu não conseguia respirar. O ar pesava. Sentia o dedo dela mal entrando, saindo, brincando com a minha buceta. Cada vez que empurrava um pouco, meu corpo se arqueava sem que eu pudesse evitar.
E ele não se apressava. Me acariciava por dentro como se estivesse escrevendo algo com a ponta do dedo. Como se fizesse aquilo só pra ver quanto tempo eu aguentava antes de implorar pra ele não parar.
E quando eu já não aguentava mais, quando pensei que ele ia continuar, ele tirou.
Fez devagar, bem devagar. Como se aproveitasse a sensação pegajosa da minha umidade envolvendo o dedo dele.
Olhou pra ele. Levantou na frente dos olhos como se avaliasse uma obra de arte. E depois, sem tirar os olhos de mim, levou à boca. a boca e lambeu.
Fez de forma obscena, bem devagar, como se estivesse saboreando o sorvete mais gostoso do mundo.
— Mmhh... — fez, fechando os olhos por um segundo —. Que gostosa que é a sua buceta, tia.
Eu olhava pra ele, sem saber se queria me cobrir ou abrir as pernas de uma vez. Tremia. Tava toda molhada e com tesão.
Mas sabia que se eu deixasse ele me comer com aquela pica ali, tão perto do Fabrício, era encrenca na certa. Podia ser que ele não tivesse nada a perder, mas eu tinha, ou pelo menos era o que eu pensava.
Aproveitei aquele momento de distração pra dar um passo pro lado, desviar do corpo dele e correr pra porta. Abri de uma vez e saí, como se um monte de demônios estivesse me perseguindo.
Não fiz por medo. Fiz porque, se eu ficasse mais um segundo, não só não ia conseguir resistir, como ia implorar pra ele meter aquela coisa em mim e me foder como a besta que ele era.
6 comentários - Mi sobrino me manosea mientras mi novio duerme 2
Porfavor 🙏🏻❤️🔥 ha sido lo mejor que eh leído