Eu comia a esposa do meu professor de francês. Meu professor de francês tem fama de ser alguém que os estudos e pesquisas que faz o distraem muito. Eu adoro as aulas dele e me esforço muito para sempre ler além do necessário, o que me rendeu a confiança e o reconhecimento do meu professor. Muitas vezes tive que substituí-lo nas aulas para dirigir discussões e, às vezes, preciso consultá-lo sobre assuntos acadêmicos, então tive que ir à casa dele e, às vezes, ele me convidou para jantar e eu me ofereci para fazer alguns favores para dar a ele a oportunidade de não se distrair. Devido a essas minhas visitas à sua casa, tive que vivenciar as histórias mais apaixonadas que não têm nada a ver com francês, ou talvez tenham... hmm... O fato é que, em uma ocasião, ele estava tão imerso em sua leitura, em seus estudos, que nem percebeu que eu havia me despedido. Saí sorrateiramente para não interromper sua concentração; assim cheguei à sala principal e, por não querer incomodar sua família, quis sair pelos fundos, pela porta da cozinha e, oh surpresa!, encontro sua esposa bebendo um café, sozinha, e já de roupão. Ela me cumprimentou e me ofereceu uma xícara de café; por educação aceitei, sem deixar de me sentir perturbado porque, confesso, ela sempre foi a atração dos meus colegas e minha. Sendo muito mais jovem que meu professor, ela havia se casado com ele mais atraída pela fama dele, que lhe garantia uma vida mais confortável, mas dava para ver que não estava indo tão bem porque sempre que ia buscar o marido não parava de olhar para os garotos com ar de gata no cio. Bom, coube a mim a sorte de estar por perto e ela, sabendo que eu gostava, começou o jogo da sedução de um modo absolutamente feroz, ao contrário do estilo com o marido, formal e intelectual. Ao me servir o café, dominando a situação, ela disse:
- Sei que você é o melhor aluno do meu marido...
- É sim, respondi.
- Pois não sei se isso é bom, me respondeu.
- Claro que é!, disse com certa veemência, como querendo afirmar a preferência pelo professor. - Bom, vou te dizer que muito trabalho intelectual descuida as outras partes de que somos feitos... hmm - Bom, talvez você tenha razão... eu disse, hesitante, intuindo para onde ela estava indo. - Claro que tenho razão! Ela soltou, e se aproximando de mim, sem me dar tempo para reagir, colocou a mão no meu volume e me disse: - Isso aqui é o que mais se prejudica, porque de tanto pensar, se descuida do principal. Então, da maneira mais descarada, começou a esfregar meu volume e, olhando nos meus olhos, com seu jeito safado, se aproximou de mim e sussurrou: - Vem, bucetinha, aproveita essa vadia que eu sou!... ahhh! E logo me beijou de um jeito que me fez esquecer o francês imediatamente e, já excitado, foda-se o resto. Enquanto ela continuava esfregando meu pau até deixá-lo duro, eu comecei a morder e lamber seus peitos, que ela tinha divinos, durinhos e com seus mamilos durinhos também. Peguei suas nádegas, apertei-a contra mim e nos devoramos no beijo mais apaixonado e lascivo que já tive na minha vida... hmm... nossas línguas se enroscavam como se elas sozinhas fossem suficientes... e eu continuava apertando suas nádegas... até colocar a mão em sua frestinha e seguir o caminho até encontrar sua vagina tão molhada e quente que despertou o animal e instintivo em mim para coisas de sexo. Ela me dizia: - Me fode gostoso e sujo, papi! Me fode como sua vadia!... então eu a coloquei sobre a mesa... abri suas pernas e comecei a lamber sua buceta, a aproveitar deliciosamente porque é meu ritual que antes de foder uma mulher, devo excitá-la e fazê-la desejar mais, fazendo sexo oral nela. Ela gemeu gostoso... se remexia transmitindo assim, de maneira voluptuosa, seu prazer. Eu devorando gostoso sua buceta, esfregando seu clitóris com minha língua endiabrada... que delícia... uff... Nisso, seu marido chamou a esposa, e ela, sem se perturbar, respondeu gritando: - Não se preocupe, meu amor, continue lendo que já vou para meu quarto ver as notícias. Eu, como disse, já não me importava com nada, então... ouvir a voz da minha professora acabou tendo um efeito mais erótico em mim, e não esperei mais: de pé, eu, ela em cima da mesa, enfiei meu pau duro e venoso e fui deslizando dentro da sua buceta sem anestesia... enquanto com as mãos apalpava seus peitos gostosos e metia meus dedos na sua boca para ela lamber.... Assim, dando forte, sacudindo ela toda com as investidas selvagens do meu pau... chegamos ao maior dos orgasmos, suando mesmo por todos os poros, mas, antes de terminar, ela me disse:
— Quero que você goze dentro da minha boca... quero sentir sua porra me lambuzando toda.
E qual não foi minha surpresa quando, se virando, ela pegou uma xícara e colocou no meu pau... me dizendo:
— Este é o maior dos meus prazeres. Uma parte no café, outra na minha boca e outra parte da sua deliciosa porra no resto do meu corpo!
E assim foi... gozei de maneira colossal... derramando minha porra exatamente como ela havia planejado. Já depois de gozar, e depois que ela mesma percebeu que eu tinha acabado, perguntei:
— E o que você vai fazer com meu sêmen na xícara?
Ela não respondeu, dava pra ver que ainda tinha minha porra na boca sem engolir. Imediatamente colocou café e um pouco de creme na xícara que continha meu sêmen, mexeu, pegou um doce e colocou na boca e, com a voz cheia do meu sêmen e do caramelo, me disse:
— Vem, me segue, e olha o que vou fazer.
Qual não foi minha surpresa ao vê-la se aproximar carinhosamente do marido, meu professor, oferecer a xícara de café que continha parte do meu sêmen, e imediatamente beijá-lo com carinho. Ele respondeu como se fosse rotina, agradeceu pelo café e começou a bebê-lo. Quando ela saiu do estudo do marido e me encontrou, me disse:
— Que gostoso, ele adora adoçar o café com creme assim! O mais gostoso é que ele nem percebe que está bebendo a porra dos meus amantes e que pela minha boca adoçada com um doce faço ele saborear o sêmen que me fez gozar.
Confesso que isso me deixou totalmente pasmo e, não sei por que, meu pau começou a endurecer de novo. e então ela, a esposa do meu professor, olhando para mim com um sorriso safado e provocante, disse:
- Agora é o meu maior prazer chupar você atrás da porta do escritório onde meu marido está tão concentrado na leitura.































- Sei que você é o melhor aluno do meu marido...
- É sim, respondi.
- Pois não sei se isso é bom, me respondeu.
- Claro que é!, disse com certa veemência, como querendo afirmar a preferência pelo professor. - Bom, vou te dizer que muito trabalho intelectual descuida as outras partes de que somos feitos... hmm - Bom, talvez você tenha razão... eu disse, hesitante, intuindo para onde ela estava indo. - Claro que tenho razão! Ela soltou, e se aproximando de mim, sem me dar tempo para reagir, colocou a mão no meu volume e me disse: - Isso aqui é o que mais se prejudica, porque de tanto pensar, se descuida do principal. Então, da maneira mais descarada, começou a esfregar meu volume e, olhando nos meus olhos, com seu jeito safado, se aproximou de mim e sussurrou: - Vem, bucetinha, aproveita essa vadia que eu sou!... ahhh! E logo me beijou de um jeito que me fez esquecer o francês imediatamente e, já excitado, foda-se o resto. Enquanto ela continuava esfregando meu pau até deixá-lo duro, eu comecei a morder e lamber seus peitos, que ela tinha divinos, durinhos e com seus mamilos durinhos também. Peguei suas nádegas, apertei-a contra mim e nos devoramos no beijo mais apaixonado e lascivo que já tive na minha vida... hmm... nossas línguas se enroscavam como se elas sozinhas fossem suficientes... e eu continuava apertando suas nádegas... até colocar a mão em sua frestinha e seguir o caminho até encontrar sua vagina tão molhada e quente que despertou o animal e instintivo em mim para coisas de sexo. Ela me dizia: - Me fode gostoso e sujo, papi! Me fode como sua vadia!... então eu a coloquei sobre a mesa... abri suas pernas e comecei a lamber sua buceta, a aproveitar deliciosamente porque é meu ritual que antes de foder uma mulher, devo excitá-la e fazê-la desejar mais, fazendo sexo oral nela. Ela gemeu gostoso... se remexia transmitindo assim, de maneira voluptuosa, seu prazer. Eu devorando gostoso sua buceta, esfregando seu clitóris com minha língua endiabrada... que delícia... uff... Nisso, seu marido chamou a esposa, e ela, sem se perturbar, respondeu gritando: - Não se preocupe, meu amor, continue lendo que já vou para meu quarto ver as notícias. Eu, como disse, já não me importava com nada, então... ouvir a voz da minha professora acabou tendo um efeito mais erótico em mim, e não esperei mais: de pé, eu, ela em cima da mesa, enfiei meu pau duro e venoso e fui deslizando dentro da sua buceta sem anestesia... enquanto com as mãos apalpava seus peitos gostosos e metia meus dedos na sua boca para ela lamber.... Assim, dando forte, sacudindo ela toda com as investidas selvagens do meu pau... chegamos ao maior dos orgasmos, suando mesmo por todos os poros, mas, antes de terminar, ela me disse:
— Quero que você goze dentro da minha boca... quero sentir sua porra me lambuzando toda.
E qual não foi minha surpresa quando, se virando, ela pegou uma xícara e colocou no meu pau... me dizendo:
— Este é o maior dos meus prazeres. Uma parte no café, outra na minha boca e outra parte da sua deliciosa porra no resto do meu corpo!
E assim foi... gozei de maneira colossal... derramando minha porra exatamente como ela havia planejado. Já depois de gozar, e depois que ela mesma percebeu que eu tinha acabado, perguntei:
— E o que você vai fazer com meu sêmen na xícara?
Ela não respondeu, dava pra ver que ainda tinha minha porra na boca sem engolir. Imediatamente colocou café e um pouco de creme na xícara que continha meu sêmen, mexeu, pegou um doce e colocou na boca e, com a voz cheia do meu sêmen e do caramelo, me disse:
— Vem, me segue, e olha o que vou fazer.
Qual não foi minha surpresa ao vê-la se aproximar carinhosamente do marido, meu professor, oferecer a xícara de café que continha parte do meu sêmen, e imediatamente beijá-lo com carinho. Ele respondeu como se fosse rotina, agradeceu pelo café e começou a bebê-lo. Quando ela saiu do estudo do marido e me encontrou, me disse:
— Que gostoso, ele adora adoçar o café com creme assim! O mais gostoso é que ele nem percebe que está bebendo a porra dos meus amantes e que pela minha boca adoçada com um doce faço ele saborear o sêmen que me fez gozar.
Confesso que isso me deixou totalmente pasmo e, não sei por que, meu pau começou a endurecer de novo. e então ela, a esposa do meu professor, olhando para mim com um sorriso safado e provocante, disse:
- Agora é o meu maior prazer chupar você atrás da porta do escritório onde meu marido está tão concentrado na leitura.
































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