Parece repetitivo e eu sempre falo isso. Minha vida dando mudanças radicais permanentemente, até pouco tempo atrás eu era o nerd, alguém praticamente ignorado pela maioria, agora era um atleta escultural, tinha uma submisa à disposição, tinha algo que ainda não saberia definir com minha meia-irmã. Na faculdade, passei de um ninguém para ser olhado com respeito pelos homens e desejo pelas gostosas, sim, e não qualquer uma, a maioria era do grupinho da Laura.
A briga no parque foi comentada a semana toda, o musculinho não apareceu, tinha rumores de todo tipo, alguns diziam que ele estava grave no hospital e outros que o que realmente estava ferido era o orgulho dele e que, por vergonha, não ia pra faculdade. É de ver até onde vai a imaginação do povo, da briga tinham poucos vídeos e a maioria não dava pra ver direito, ou porque foram gravados de longe ou porque começaram a gravar quando a briga já tava terminando, e isso alimentou mais a ignorância e as fofocas, cada uma mais exagerada que a outra, isso fez com que eu fosse a estrela naquela semana.
Eu continuava com minha vida, fazia a mesma coisa de sempre, me juntava com meus amigos e a Flor, assistia todas as aulas, naquela semana só consegui ir duas vezes na academia, onde fui recebido com aplausos e risadas.
Como eu disse, tudo normal, tinha que deixar a briga passar e me concentrar nos próximos exames, embora fosse difícil me afastar de tudo aquilo, mesmo esperando que fosse algo passageiro. Alguns populares se aproximaram pra falar comigo, mas a grande maioria me via como alguém perigoso ou pra respeitar. Depois fiquei sabendo que um dos rumores mais espalhados era que meu pai era um poderoso mafioso e que tinha muitos homens, claro, muitos sabiam a verdade, mas ficou essa lenda popular e isso servia só pra uma coisa: que falassem mais de mim.
Com minha meia-irmã, as coisas estavam estranhas, não nos falávamos e nos evitávamos, o beijo foi muito forte pra nós dois, e eu pensava, mas se a Nós já vimos um ao outro pelados, já nos espiamos e nos masturbamos no processo. Mas o beijo foi algo transcendental, foi como aceitar que nós dois nos desejávamos, era reconhecer que conhecíamos o segredo um do outro, era o fim do jogo. Mas não estávamos prontos pra conversar sobre isso, ela me evitava o máximo que podia, quase nunca estava em casa e, quando estava, ficava trancada no quarto. Parecíamos duas crianças, bom, não que eu fosse o homem maduro, mas acho que eu tava crescendo aos trancos e barrancos.
Ela tinha trocado de namorado, de novo. Se me perguntam, ela tinha vários e se mostrava com quem fosse conveniente na hora, uma foxy de cuidado, a menina. Nesse caso, era um banana, dava pra perceber de longe que ela o manipulava do jeito que queria. Totalmente fora do estereótipo dos bombados, esse era um garoto de grana, muito elegante, lindo, era tipo o Ken da Barbie. Magro, alto, loiro de olhos claros, muito branco, com traços bem delicados.
Parece que nunca tinha se esforçado na vida. Tava nos últimos anos da faculdade, e ia buscá-la num BMW série 3 novinho em folha, minha foxy meia-irmã tinha táxi de luxo próprio com motorista, até dava pena do coitado do jeito que ela o tratava. A gente via ele toda vez que ia buscá-la, até pra coisas bestas, também via os presentes e muitas vezes eram descartados por ela, e o pobre voltava com eles. Na segunda-feira ele foi apresentado, e mais pela insistência da minha madrasta pra ele sair do carro e conhecê-lo.
Ele cumprimentou todo mundo muito formalmente, com aperto de mão pra mim e pro meu pai, e dois beijos na Gabriela, a mão era molenga, sem esforço, mais por obrigação do que por educação. Realmente era alguém patético, controlado e dominado pela Laura.
Na terça-feira passei na casa da Flor, a mãe dela ia fazer compras e nos dava um tempo de intimidade, ela pagou a tesão que eu tava pela minha meia-irmã, aproveitei a hora e meia que ficamos sozinhos pra meter sem parar, fiquei Acabaram os três preservativos que eu tinha e, como eu ainda tava com vontade, ela teve que me fazer um oral enquanto eu brincava com meus dedos no cu dela. Foi uma tarde gloriosa, mesmo eu ainda estando com tesão, vivia excitado por tudo que tava vivendo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Você vai ter que tomar precauções, porque da próxima vez não vou usar camisinha, e não quero te engravidar, ainda não. —Ela só concordou com a cabeça.
A faculdade não ficava longe de casa, e eu ia a pé. Na real, não me incomodava não ter carro, curtia caminhar, embora estivesse juntando grana pra comprar um, mais pra fins de semana ou trajetos longos. Quinta-feira era o dia que eu saía mais tarde da faculdade, já de noite. A Laura sabia meus horários e o caminho que eu pegava cortando pelo parque, porque mais de uma vez a gente fez isso junto; ela saía cedo naquele dia. Eu tava viajando nos meus pensamentos, com meus fones, matutando sobre tudo que tinha rolado comigo ultimamente, quando vejo a BMW branca do nosso querido otário, estacionada no escuro do parque, onde não passa muita gente.
A primeira coisa que pensei é que tinha acontecido algo com ele, pela posição do carro, de frente debaixo de uma árvore frondosa. Me aproximei pelo lado do passageiro pra perceber o quão ingênuo sou às vezes e o quão safada é minha meia-irmã.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Filha da puta da mãe dela — escapei baixinho.
Laura estava no banco de trás do carro, com a minissaia levantada e o namorado entre as pernas, comendo ela gostoso. O melhor de tudo é que parecia que Laura estava me esperando, aliás, ela me dedicou um sorriso mostrando os dentes, um sorriso carregado de erotismo, e em seguida pegou os cabelos do namorado e enfiou a cabeça dele mais fundo na sua entreperna. Aquela situação era muito excitante, e eu, como já disse, estava quente desde o beijo com ela. Sem pensar, me aproximei do carro, quase colado no vidro da porta.
E, como falei, sem pensar — já que o sangue não subia pra minha cabeça porque estava indo pra outro lugar —, eu tirei meu pau pra fora. Laura viu e ficou congelada por uns segundos de boca aberta. Eu estava duríssimo e comecei a me masturbar olhando fixamente nos olhos dela. Ela se recuperou e apertou ainda mais, se possível, a cabeça dele contra a buceta dela. Eu continuei batendo uma, movimentando, e Laura olhava pro meu pau e pros meus olhos. Em dado momento, ela abriu a camisa e abaixou o sutiã, deixando os dois peitos à mostra, e com a mão livre beliscava e apertava um dos seios, tão forte que ficaram vermelhos. Eu não perdia nenhum detalhe, e nossos olhares se cruzavam o tempo todo.
Até que ela não aguentou mais e soltou um gemido gutural bem longo, que anunciava o orgasmo dela. Também soltou a cabeça do cara. Eu ainda não tinha gozado, mas consegui sair dali. Ela me procurou com o olhar, e eu fiz o sinal de joinha com a mão, tipo "tudo bem". Um sorriso se desenhou no rosto dela, e não vi mais nada.
Quinze minutos depois, cheguei em casa e, pra minha surpresa, Laura e o namorado também estavam lá. Ela saiu do carro batendo a porta, e o otário correndo atrás dela como um cachorrinho de colo. Ela se virou irritada, parecia não ter me visto, já que eu estava a uns dois metros de distância.
Pelele:Amor, amor, deixa eu te compensar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— Me pagar esses ovos —disse ela, furiosa—, não acredito como você é broxa, preciso de um homem de verdade do meu lado. Falou isso entrando em casa puta da vida, ele me viu e, de vergonha, deu um aceno de passagem e foi embora.
Ela se trancou no quarto e não saiu pra jantar, por mais que a mãe fosse chamá-la. Quando Gabriela voltou, a desculpou, dizendo que devia ter brigado com o namorado, e de que jeito, pensei eu, rindo por baixo.
Já no meu quarto, tentei ver pela câmera se pegava algo da Laura, mas as cortinas estavam fechadas, como se me vetassem o direito de espiar. Tive que me masturbar, claro, em homenagem a ela. Mas ainda não conseguia dormir, continuava dura que nem mastro de bandeira. Já pensava que teria que bater mais uma, quando ouvi barulho na lavanderia. Meu quarto é o único no térreo. Saí devagar e vi a Laura colocando roupa no cesto de sujas. Ela estava vestida bem diferente dos conjuntos sensuais de outras vezes: uma camiseta velha e gasta, e uma calça bem fina e larga. Claro que a Laura ficaria gostosa até vestida de mendiga. Ela me viu vindo pelo corredor, e eu não acendi a luz, sentia um tesão nessa intimidade na penumbra.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Qual foi? Não consegue dormir?Laura:E o que você tem a ver com isso?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Ah, já entendi, essa raiva aí se chama insatisfação sexual. O que foi, teu boneco aí não tá dando conta?
Eu vi o tapa vindo, não quis evitar, foi mais forte do que eu esperava, mas já tava cascudo e não doeu tanto. Ela não gostou que depois de levar o tapa eu só fiquei olhando pra ela sorrindo, isso fez ela soltar fogo pelos olhos. O segundo eu não ia deixar passar, e no ar peguei a mão dela e apertei contra a parede, ela se mexia pra se soltar de mim, tentando bater com a outra mão, eu imobilizei ela como dava. A respiração dela era funda, mais do que respirar parecia um touro pronto pra atacar alguém, só faltava soltar vapor pelo nariz.
Aí me arrisquei e beijei ela, ela não colaborou, aliás, tentou acertar minhas bolas com o joelho, mas a posição não deixou. Ela resistiu, e resistiu. Até que de repente nossas línguas entraram numa briga épica, ela já tava com o corpo mole e sem fazer força, nosso beijo ficou obsceno, era pra ver quem enfiava mais a língua no outro, quem conseguia chupar melhor a língua do outro, a saliva entre nós dois era abundante, foi um beijo eterno, que na verdade durou um pouco mais de um minuto. A gente se separou pra pegar ar, ela tava com a boca aberta e respirando ofegante, os olhos dela estavam vidrados. Passaram uns segundos e eu quis beijar ela de novo, mas ela pareceu lembrar de algo, me empurrou e conseguiu se soltar.Laura:— Você é um idiota — disse ela, enquanto ia embora.
Eu, sinceramente, não entendia muito bem o que estava rolando, talvez a Laura também não, e eu tava com um emaranhado de ideias e pensamentos na cabeça. Olhei pro cesto de roupa suja e vi a calcinha fio dental, completamente molhada e com partes já secas, mas a mancha tinha ficado. Os lençóis estavam na mesma. Aí me toquei que ela devia ter se esfregado toda, a buceta dela devia estar em carne viva de tanto se dar prazer. Não tive outra escolha senão ir pro meu quarto com aquela dúvida e me masturbar de novo — eu também ia deixar a minha em carne viva de tanto bater punheta.
Na sexta, depois de terminar a semana de estudos, fui pra casa da Flor. Na real, não dava pra fazer muita coisa, porque ela tinha menstruado, e eu que tava doido pra arrebentar ela, queria descarregar tudo nela. A Flor usava um absorvente interno, então dava pra fazer de tudo, menos penetrar a buceta dela. Assim que a mãe dela saiu, a gente se despiu rápido, não queria perder tempo, e ela começou a chupar meu pau. Como ela tinha ficado boa nisso! Pra ser justo, tenho que admitir que eu treinei ela do meu jeito.
Ela passava a língua em tudo, parecia que tava chupando um picolé, depois focava em esfregar bastante e lamber a cabeça do pau, até que quando você já tá quase gozando, ela enfiava tudo na boca com um ritmo gostoso enquanto fazia um bom massagem nas bolas. Ela tinha virado uma expert, também graças aos conselhos da mãe dela.
Com penetrações profundas na garganta dela. Eu tava sentado no sofá do quarto dela, e ela do meu lado, subida no sofá de joelhos, fazendo um puta trabalho. A cabeça dela subia e descia, ela me mamava de quatro, o que me permitia acariciar os peitos dela — que naquele momento faziam um movimento parecido com o de ordenhar uma vaca — e com a outra mão eu brincava com a vulva e o cu dela. Quando enfiei um dedo lá, foi meio difícil, senti que ela tava incomodada, não tava tão excitada quanto na terça. Ela se levantou e pediu licença pra falar.FlorAmor, minha mãe me deu um presente pra essas ocasiões — eu sabia que contava tudo pra ela, e deixava porque até agora tinha sido muito útil pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vamos ver o que sua mãe te deu.
Flor se aproximou com um tubo de creme, quando li, dizia, Gel Íntimo, mais embaixo em letras miúdas, gel lubrificante de uso íntimo, próprio para uso oral, vaginal e anal, com sabor de morango.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.É esse que a sua mãe usa quando seu pai arrebenta a buceta dela?FlorNão, meu pai já não tem ereções tão fortes pra penetrar anal, mas minha mãe falou que isso era bom pra gente, pra minha bunda não sofrer, e como sua ferramenta é tão grande, ela também não vai sofrer — disse apontando pro pau.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.O que mais ela te disse?Flor:Esta manhã fui na ginecologista e me deram as pílulas, assim evito que você me engravide — Ela me olhou e baixou a cabeça — ou até você decidir.
A mãe da Flor sempre era uma surpresa, e eu sempre saía ganhando.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Rápido, fica na mesma posição de agora pra eu chupar ela, que assim já vou trabalhar sua bunda também — ela fez rapidinho e começou com meu pau que tinha perdido um pouco da rigidez — vou ter que arrombar esse seu cu o mais rápido possível ou arrumar outra puta pra quando você estiver menstruada.Floralguém como a Laura, ou mais puta - Disse mal tirando o pau da boca, pra continuar o serviço, levantei ela um pouco pelo queixo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Você entende disso?FlorNada, mas eu vejo que entre vocês dois tem uma tensão sexual enorme.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E isso te incomoda?Flor:nada disso, minha mãe me disse que homens como você geralmente têm várias mulheres, meu pai teve várias mulheres desde que está com a mamãe, até compartilhou muitas com ela, até pouco tempo atrás faziam um ménage uma vez por semana com a secretária dele — olha o velhinho é um verdadeiro mestre — eu sou exclusivamente sua pra você fazer o que quiser, embora não gostasse que me cedesse pra outro homem, eu faria se for o que você decidir.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E outra mulher?Flor:Essa ideia não me desagrada tanto" — disse ela sorrindo, enfiando o pau de novo na boca. Flor era uma putinha de ouro pra mim.
Na minha cabeça, um plano começava a se desenhar, e eu ria enquanto exigia que Flor fosse mais fundo e mais rápido no boquete. Eu tinha que possuir a Laura, fazer dela minha, e a Flor ia me ajudar a alcançar meus objetivos. Peguei o celular na mesa ao lado do sofá e anunciei pra minha vadiazinha que ia gravar ela gozando, que desse um belo show e que aparecesse tudo em primeiro plano. Ela pareceu gostar, porque os dois dedos no cu dela sumiram na hora, enquanto minha mão esquerda fazia malabarismo pra conseguir um bom ângulo. Tive que apoiar o celular no encosto e usar a câmera frontal, porque meu pulso não tava firme o suficiente pra uma boa gravação.
Flor se soltou com um boquete bem profundo. Quando avisei que tava perto de gozar, apertei o record, e ela tirou o pau da boca, deixando ele a alguns centímetros de distância. O membro começou a jorrar porra na boca dela, nas bochechas e no cabelo. Parecia que meu pau queria se exibir, porque tava poderoso, forte, brilhante de tanta saliva, com as veias saltadas e até me pareceu um pouco maior que o normal.
Eu tinha planos bons pra aquele vídeo, e contei pra Flor. Ela, além de ser minha submissa, era uma parte importante da minha vida como minha parceira. Cheguei em casa, meu pai tava fazendo um churrasco na academia, que tinha me convidado na quarta e eu recusei porque queria desabafar com a Flor. Então jantei com a Gabriela e a Laura. Eu e minha madrasta tivemos uma conversa leve e agradável, enquanto minha meia-irmã nos ignorava no celular. Depois da sobremesa, tomei um café com a Gabriela, e a Laura foi pro quarto dela.
Mais tarde, no meu quarto, aproveitei e conectei a câmera do pátio. Dava pra ver um pouco do quarto dela, e percebi que ela tinha se preparado pra se masturbar: um pornô no PC e, toda vez que passava pela parte minúscula da janela que eu conseguia ver, ela tava semi-nua. Esperei um pouco. pra que a masturbação dela tivesse num ponto quente e eu mandasse o vídeo pelo WhatsApp, mandei de um jeito que dava pra ver só uma vez. Passaram uns minutos e a Laura me mandou uma mão com o dedo do meio esticado, aí eu respondi com um beijo.
A briga no parque foi comentada a semana toda, o musculinho não apareceu, tinha rumores de todo tipo, alguns diziam que ele estava grave no hospital e outros que o que realmente estava ferido era o orgulho dele e que, por vergonha, não ia pra faculdade. É de ver até onde vai a imaginação do povo, da briga tinham poucos vídeos e a maioria não dava pra ver direito, ou porque foram gravados de longe ou porque começaram a gravar quando a briga já tava terminando, e isso alimentou mais a ignorância e as fofocas, cada uma mais exagerada que a outra, isso fez com que eu fosse a estrela naquela semana.
Eu continuava com minha vida, fazia a mesma coisa de sempre, me juntava com meus amigos e a Flor, assistia todas as aulas, naquela semana só consegui ir duas vezes na academia, onde fui recebido com aplausos e risadas.
Como eu disse, tudo normal, tinha que deixar a briga passar e me concentrar nos próximos exames, embora fosse difícil me afastar de tudo aquilo, mesmo esperando que fosse algo passageiro. Alguns populares se aproximaram pra falar comigo, mas a grande maioria me via como alguém perigoso ou pra respeitar. Depois fiquei sabendo que um dos rumores mais espalhados era que meu pai era um poderoso mafioso e que tinha muitos homens, claro, muitos sabiam a verdade, mas ficou essa lenda popular e isso servia só pra uma coisa: que falassem mais de mim.
Com minha meia-irmã, as coisas estavam estranhas, não nos falávamos e nos evitávamos, o beijo foi muito forte pra nós dois, e eu pensava, mas se a Nós já vimos um ao outro pelados, já nos espiamos e nos masturbamos no processo. Mas o beijo foi algo transcendental, foi como aceitar que nós dois nos desejávamos, era reconhecer que conhecíamos o segredo um do outro, era o fim do jogo. Mas não estávamos prontos pra conversar sobre isso, ela me evitava o máximo que podia, quase nunca estava em casa e, quando estava, ficava trancada no quarto. Parecíamos duas crianças, bom, não que eu fosse o homem maduro, mas acho que eu tava crescendo aos trancos e barrancos.
Ela tinha trocado de namorado, de novo. Se me perguntam, ela tinha vários e se mostrava com quem fosse conveniente na hora, uma foxy de cuidado, a menina. Nesse caso, era um banana, dava pra perceber de longe que ela o manipulava do jeito que queria. Totalmente fora do estereótipo dos bombados, esse era um garoto de grana, muito elegante, lindo, era tipo o Ken da Barbie. Magro, alto, loiro de olhos claros, muito branco, com traços bem delicados.
Parece que nunca tinha se esforçado na vida. Tava nos últimos anos da faculdade, e ia buscá-la num BMW série 3 novinho em folha, minha foxy meia-irmã tinha táxi de luxo próprio com motorista, até dava pena do coitado do jeito que ela o tratava. A gente via ele toda vez que ia buscá-la, até pra coisas bestas, também via os presentes e muitas vezes eram descartados por ela, e o pobre voltava com eles. Na segunda-feira ele foi apresentado, e mais pela insistência da minha madrasta pra ele sair do carro e conhecê-lo.
Ele cumprimentou todo mundo muito formalmente, com aperto de mão pra mim e pro meu pai, e dois beijos na Gabriela, a mão era molenga, sem esforço, mais por obrigação do que por educação. Realmente era alguém patético, controlado e dominado pela Laura.
Na terça-feira passei na casa da Flor, a mãe dela ia fazer compras e nos dava um tempo de intimidade, ela pagou a tesão que eu tava pela minha meia-irmã, aproveitei a hora e meia que ficamos sozinhos pra meter sem parar, fiquei Acabaram os três preservativos que eu tinha e, como eu ainda tava com vontade, ela teve que me fazer um oral enquanto eu brincava com meus dedos no cu dela. Foi uma tarde gloriosa, mesmo eu ainda estando com tesão, vivia excitado por tudo que tava vivendo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Você vai ter que tomar precauções, porque da próxima vez não vou usar camisinha, e não quero te engravidar, ainda não. —Ela só concordou com a cabeça.
A faculdade não ficava longe de casa, e eu ia a pé. Na real, não me incomodava não ter carro, curtia caminhar, embora estivesse juntando grana pra comprar um, mais pra fins de semana ou trajetos longos. Quinta-feira era o dia que eu saía mais tarde da faculdade, já de noite. A Laura sabia meus horários e o caminho que eu pegava cortando pelo parque, porque mais de uma vez a gente fez isso junto; ela saía cedo naquele dia. Eu tava viajando nos meus pensamentos, com meus fones, matutando sobre tudo que tinha rolado comigo ultimamente, quando vejo a BMW branca do nosso querido otário, estacionada no escuro do parque, onde não passa muita gente.
A primeira coisa que pensei é que tinha acontecido algo com ele, pela posição do carro, de frente debaixo de uma árvore frondosa. Me aproximei pelo lado do passageiro pra perceber o quão ingênuo sou às vezes e o quão safada é minha meia-irmã.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Filha da puta da mãe dela — escapei baixinho.
Laura estava no banco de trás do carro, com a minissaia levantada e o namorado entre as pernas, comendo ela gostoso. O melhor de tudo é que parecia que Laura estava me esperando, aliás, ela me dedicou um sorriso mostrando os dentes, um sorriso carregado de erotismo, e em seguida pegou os cabelos do namorado e enfiou a cabeça dele mais fundo na sua entreperna. Aquela situação era muito excitante, e eu, como já disse, estava quente desde o beijo com ela. Sem pensar, me aproximei do carro, quase colado no vidro da porta.
E, como falei, sem pensar — já que o sangue não subia pra minha cabeça porque estava indo pra outro lugar —, eu tirei meu pau pra fora. Laura viu e ficou congelada por uns segundos de boca aberta. Eu estava duríssimo e comecei a me masturbar olhando fixamente nos olhos dela. Ela se recuperou e apertou ainda mais, se possível, a cabeça dele contra a buceta dela. Eu continuei batendo uma, movimentando, e Laura olhava pro meu pau e pros meus olhos. Em dado momento, ela abriu a camisa e abaixou o sutiã, deixando os dois peitos à mostra, e com a mão livre beliscava e apertava um dos seios, tão forte que ficaram vermelhos. Eu não perdia nenhum detalhe, e nossos olhares se cruzavam o tempo todo.
Até que ela não aguentou mais e soltou um gemido gutural bem longo, que anunciava o orgasmo dela. Também soltou a cabeça do cara. Eu ainda não tinha gozado, mas consegui sair dali. Ela me procurou com o olhar, e eu fiz o sinal de joinha com a mão, tipo "tudo bem". Um sorriso se desenhou no rosto dela, e não vi mais nada.
Quinze minutos depois, cheguei em casa e, pra minha surpresa, Laura e o namorado também estavam lá. Ela saiu do carro batendo a porta, e o otário correndo atrás dela como um cachorrinho de colo. Ela se virou irritada, parecia não ter me visto, já que eu estava a uns dois metros de distância.
Pelele:Amor, amor, deixa eu te compensar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.— Me pagar esses ovos —disse ela, furiosa—, não acredito como você é broxa, preciso de um homem de verdade do meu lado. Falou isso entrando em casa puta da vida, ele me viu e, de vergonha, deu um aceno de passagem e foi embora.
Ela se trancou no quarto e não saiu pra jantar, por mais que a mãe fosse chamá-la. Quando Gabriela voltou, a desculpou, dizendo que devia ter brigado com o namorado, e de que jeito, pensei eu, rindo por baixo.
Já no meu quarto, tentei ver pela câmera se pegava algo da Laura, mas as cortinas estavam fechadas, como se me vetassem o direito de espiar. Tive que me masturbar, claro, em homenagem a ela. Mas ainda não conseguia dormir, continuava dura que nem mastro de bandeira. Já pensava que teria que bater mais uma, quando ouvi barulho na lavanderia. Meu quarto é o único no térreo. Saí devagar e vi a Laura colocando roupa no cesto de sujas. Ela estava vestida bem diferente dos conjuntos sensuais de outras vezes: uma camiseta velha e gasta, e uma calça bem fina e larga. Claro que a Laura ficaria gostosa até vestida de mendiga. Ela me viu vindo pelo corredor, e eu não acendi a luz, sentia um tesão nessa intimidade na penumbra.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Qual foi? Não consegue dormir?Laura:E o que você tem a ver com isso?Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Ah, já entendi, essa raiva aí se chama insatisfação sexual. O que foi, teu boneco aí não tá dando conta?
Eu vi o tapa vindo, não quis evitar, foi mais forte do que eu esperava, mas já tava cascudo e não doeu tanto. Ela não gostou que depois de levar o tapa eu só fiquei olhando pra ela sorrindo, isso fez ela soltar fogo pelos olhos. O segundo eu não ia deixar passar, e no ar peguei a mão dela e apertei contra a parede, ela se mexia pra se soltar de mim, tentando bater com a outra mão, eu imobilizei ela como dava. A respiração dela era funda, mais do que respirar parecia um touro pronto pra atacar alguém, só faltava soltar vapor pelo nariz.
Aí me arrisquei e beijei ela, ela não colaborou, aliás, tentou acertar minhas bolas com o joelho, mas a posição não deixou. Ela resistiu, e resistiu. Até que de repente nossas línguas entraram numa briga épica, ela já tava com o corpo mole e sem fazer força, nosso beijo ficou obsceno, era pra ver quem enfiava mais a língua no outro, quem conseguia chupar melhor a língua do outro, a saliva entre nós dois era abundante, foi um beijo eterno, que na verdade durou um pouco mais de um minuto. A gente se separou pra pegar ar, ela tava com a boca aberta e respirando ofegante, os olhos dela estavam vidrados. Passaram uns segundos e eu quis beijar ela de novo, mas ela pareceu lembrar de algo, me empurrou e conseguiu se soltar.Laura:— Você é um idiota — disse ela, enquanto ia embora.
Eu, sinceramente, não entendia muito bem o que estava rolando, talvez a Laura também não, e eu tava com um emaranhado de ideias e pensamentos na cabeça. Olhei pro cesto de roupa suja e vi a calcinha fio dental, completamente molhada e com partes já secas, mas a mancha tinha ficado. Os lençóis estavam na mesma. Aí me toquei que ela devia ter se esfregado toda, a buceta dela devia estar em carne viva de tanto se dar prazer. Não tive outra escolha senão ir pro meu quarto com aquela dúvida e me masturbar de novo — eu também ia deixar a minha em carne viva de tanto bater punheta.
Na sexta, depois de terminar a semana de estudos, fui pra casa da Flor. Na real, não dava pra fazer muita coisa, porque ela tinha menstruado, e eu que tava doido pra arrebentar ela, queria descarregar tudo nela. A Flor usava um absorvente interno, então dava pra fazer de tudo, menos penetrar a buceta dela. Assim que a mãe dela saiu, a gente se despiu rápido, não queria perder tempo, e ela começou a chupar meu pau. Como ela tinha ficado boa nisso! Pra ser justo, tenho que admitir que eu treinei ela do meu jeito.
Ela passava a língua em tudo, parecia que tava chupando um picolé, depois focava em esfregar bastante e lamber a cabeça do pau, até que quando você já tá quase gozando, ela enfiava tudo na boca com um ritmo gostoso enquanto fazia um bom massagem nas bolas. Ela tinha virado uma expert, também graças aos conselhos da mãe dela.
Com penetrações profundas na garganta dela. Eu tava sentado no sofá do quarto dela, e ela do meu lado, subida no sofá de joelhos, fazendo um puta trabalho. A cabeça dela subia e descia, ela me mamava de quatro, o que me permitia acariciar os peitos dela — que naquele momento faziam um movimento parecido com o de ordenhar uma vaca — e com a outra mão eu brincava com a vulva e o cu dela. Quando enfiei um dedo lá, foi meio difícil, senti que ela tava incomodada, não tava tão excitada quanto na terça. Ela se levantou e pediu licença pra falar.FlorAmor, minha mãe me deu um presente pra essas ocasiões — eu sabia que contava tudo pra ela, e deixava porque até agora tinha sido muito útil pra mim.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Vamos ver o que sua mãe te deu.
Flor se aproximou com um tubo de creme, quando li, dizia, Gel Íntimo, mais embaixo em letras miúdas, gel lubrificante de uso íntimo, próprio para uso oral, vaginal e anal, com sabor de morango.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.É esse que a sua mãe usa quando seu pai arrebenta a buceta dela?FlorNão, meu pai já não tem ereções tão fortes pra penetrar anal, mas minha mãe falou que isso era bom pra gente, pra minha bunda não sofrer, e como sua ferramenta é tão grande, ela também não vai sofrer — disse apontando pro pau.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.O que mais ela te disse?Flor:Esta manhã fui na ginecologista e me deram as pílulas, assim evito que você me engravide — Ela me olhou e baixou a cabeça — ou até você decidir.
A mãe da Flor sempre era uma surpresa, e eu sempre saía ganhando.
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Rápido, fica na mesma posição de agora pra eu chupar ela, que assim já vou trabalhar sua bunda também — ela fez rapidinho e começou com meu pau que tinha perdido um pouco da rigidez — vou ter que arrombar esse seu cu o mais rápido possível ou arrumar outra puta pra quando você estiver menstruada.Floralguém como a Laura, ou mais puta - Disse mal tirando o pau da boca, pra continuar o serviço, levantei ela um pouco pelo queixo.Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.Você entende disso?FlorNada, mas eu vejo que entre vocês dois tem uma tensão sexual enorme.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E isso te incomoda?Flor:nada disso, minha mãe me disse que homens como você geralmente têm várias mulheres, meu pai teve várias mulheres desde que está com a mamãe, até compartilhou muitas com ela, até pouco tempo atrás faziam um ménage uma vez por semana com a secretária dele — olha o velhinho é um verdadeiro mestre — eu sou exclusivamente sua pra você fazer o que quiser, embora não gostasse que me cedesse pra outro homem, eu faria se for o que você decidir.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.E outra mulher?Flor:Essa ideia não me desagrada tanto" — disse ela sorrindo, enfiando o pau de novo na boca. Flor era uma putinha de ouro pra mim.
Na minha cabeça, um plano começava a se desenhar, e eu ria enquanto exigia que Flor fosse mais fundo e mais rápido no boquete. Eu tinha que possuir a Laura, fazer dela minha, e a Flor ia me ajudar a alcançar meus objetivos. Peguei o celular na mesa ao lado do sofá e anunciei pra minha vadiazinha que ia gravar ela gozando, que desse um belo show e que aparecesse tudo em primeiro plano. Ela pareceu gostar, porque os dois dedos no cu dela sumiram na hora, enquanto minha mão esquerda fazia malabarismo pra conseguir um bom ângulo. Tive que apoiar o celular no encosto e usar a câmera frontal, porque meu pulso não tava firme o suficiente pra uma boa gravação.
Flor se soltou com um boquete bem profundo. Quando avisei que tava perto de gozar, apertei o record, e ela tirou o pau da boca, deixando ele a alguns centímetros de distância. O membro começou a jorrar porra na boca dela, nas bochechas e no cabelo. Parecia que meu pau queria se exibir, porque tava poderoso, forte, brilhante de tanta saliva, com as veias saltadas e até me pareceu um pouco maior que o normal.
Eu tinha planos bons pra aquele vídeo, e contei pra Flor. Ela, além de ser minha submissa, era uma parte importante da minha vida como minha parceira. Cheguei em casa, meu pai tava fazendo um churrasco na academia, que tinha me convidado na quarta e eu recusei porque queria desabafar com a Flor. Então jantei com a Gabriela e a Laura. Eu e minha madrasta tivemos uma conversa leve e agradável, enquanto minha meia-irmã nos ignorava no celular. Depois da sobremesa, tomei um café com a Gabriela, e a Laura foi pro quarto dela.
Mais tarde, no meu quarto, aproveitei e conectei a câmera do pátio. Dava pra ver um pouco do quarto dela, e percebi que ela tinha se preparado pra se masturbar: um pornô no PC e, toda vez que passava pela parte minúscula da janela que eu conseguia ver, ela tava semi-nua. Esperei um pouco. pra que a masturbação dela tivesse num ponto quente e eu mandasse o vídeo pelo WhatsApp, mandei de um jeito que dava pra ver só uma vez. Passaram uns minutos e a Laura me mandou uma mão com o dedo do meio esticado, aí eu respondi com um beijo.
2 comentários - Família Complicada: Atacando Minha Irmã