Com a minha amiga há tempos a gente não se encontrava, a correria do dia a dia, o trampo, a família, tudo atrapalhava a gente sentar pra bater um papo. A gente não se conhecia há muito tempo, mas criamos uma conexão muito profunda e próxima. A amizade foi se fortalecendo com ligações e WhatsApp, a gente começou a contar tudo, absolutamente tudo.
Falávamos sobre questões de trabalho, família, o dia a dia, nossos parceiros e muito sobre sexo. Duas mulheres um pouco acima dos 40, que tiveram um despertar sexual inacreditável. Ela, separada há pouco mais de dois anos, depois de 20 anos que no final foram bem ruins; eu, separada e casada de novo. Nossas conversas, sem querer, foram esquentando, falávamos sobre nossas aventuras sexuais, como a gente fazia, com quem e, eu preciso admitir, mais de uma vez terminei com a buceta encharcada e me masturbei pensando em como ela transava. Acho que ela também, embora nunca tivéssemos tocado no assunto.
Talvez a minha experiência de divorciada tenha nos aproximado, mas acho que não foi só isso. Teve conexão desde o primeiro momento em que a gente conversou.
Combinamos de nos encontrar no sábado na casa dela,
Logo em seguida, fui pro meu quarto, peguei uma bolsa grande e comecei a escolher roupa pra levar na casa da minha amiga. A gente não ia sair, então nada demais: uma legging clarinha, uma blusa de manga comprida e, sei lá por que, escolhi uma tanguinha bem cavada de renda e um sutiã lindo de tul, tudo preto.
O celular me avisou que o Uber tava a uma quadra. Dei um beijo no meu filho, chamei ela pra ficar na porta, porque já tava escurecendo. O Uber estacionou, paguei e desci.
Ela estava na porta de casa, atrás das grades, abriu elas rapidinho e a gente se deu um abraço bem forte.
Amiga, tava com muita saudade de você.
:É uma mulher gostosa, de traços finos, alta com 1,70, pele branca, cabelo preto, peitos iguais duas gotas d'água, cintura bonita e uma bunda que é inveja de muita. Mas, isso não é o mais lindo que ela tem: é uma grande mulher, uma excelente mãe, íntegra, guerreira e boa pessoa.
Ele fechou o portão e subimos uns degraus pra entrar na casa dele. Na mesa da sala de jantar tinha uma cerveja.
— Já vou abrir pra gente brindar — falou minha amiga e serviu dois copos.
— Vamos brindar porque estamos juntas. —eu disse, e as duas fizeram fundo branco.
Rimos que nem umas loucas e servimos mais um copo cada uma. Contei sobre meu dia e falei que tinha vindo sem tomar banho, ela disse que tinha feito a mesma coisa e que tinha tomado banho há pouco tempo, aliás, o cabelo dela ainda estava molhado.
Vai lá tomar um banho que depois a gente continua — ela me disse.
Entrei no banheiro, me despi e abri o chuveiro. A água morna começou a cair no meu corpo, foi uma recompensa depois do dia de trabalho doméstico, me relaxou na hora, ainda mais com o copo de cerveja, mais minha amiga, tava super feliz. Lavei meu corpo passando o sabão devagar por baixo das tetas, na barriga, abri as pernas e limpei minha buceta depilada, passei pra trás e separei minhas nádegas pra limpar a raba. Minha pele reagia, tava hipersensível, meus bicos ficaram duros e qualquer roçada se intensificava. Tava nessa quando ouço minha amiga do quarto dela perguntando: “Cê tem a toalha?” Respondi que “não”, aí na hora ela abriu a porta pra me passar.
Fiquei surpresa. Envergonhada, com uma mão tampei as tetas e com a outra cobri a boceta. Ela me olhou, os olhos brilharam diante da minha nudez e disse: “Você é linda, amiga”. Eu só consegui relaxar e, aos poucos, me descobri. Olhei pra ela e falei: “mas olha essas gordurinhas do lado”, virei e mostrei a bunda, depois juntei as tetas com os braços e mostrei pra ela, dizendo: “queria que fossem mais durinhas”. Agora que penso, não fiz isso ingenuamente.
Ela me olhava recostada no batente da porta, com a mão estendida segurando a toalha, os lábios finos marcando um sorriso de lado. Sem perceber, mordeu o lábio inferior e o rosto expressou desejo. A gente se olhou fundo nos olhos, meu corpo reagiu, a pele arrepiou, os bicos dos peitos endureceram ainda mais, um calor tomou conta de mim, não pensei em nada, só senti. O que tava rolando me agradava, continuei tirando o sabão do corpo. A cena era muito excitante: um banheiro cheio de vapor, uma mulher nua se tocando, outra olhando, tudo muito quente. Fechei o chuveiro e estendi o braço pra pegar a toalha, teve um leve roçar das nossas mãos, a ponta dos meus dedos tocou as costas da mão dela, senti uma energia subir pelo meu braço e me penetrar, levantei o olhar, nossos olhares se cruzaram e eu ofereci um sorriso ingênuo e corado. Imagens das duas juntas nuas no banheiro, nos tocando e nos beijando, passaram pela minha cabeça. O instante foi eterno, ela decidiu cortar, mas sem baixar a tensão: "seca, gostosa, que a gente tem que ir comprar mais cerveja que acabou.
Enquanto eu secava meu corpo e o cabelo, lá estava minha amiga sentada na cama dela me olhando. "Que delícia a gente estar junto... hoje as mamães vão se divertir", ela disse e riu; me ofereceu o que restava de um copo de cerveja. Ao mesmo tempo, ela se levantou e, com o celular na mão, começou a tirar fotos das duas juntas na frente do espelho. Eu avisei: "Pera aí, que eu tô pelada". Ela respondeu: "A gente vive se mandando foto nua, mas tudo bem, espera aí" — disse e tirou a pouca roupa que tinha. Me surpreendeu e ao mesmo tempo me fez rir: "Que doida você é", falei. "Você me enlouquece", respondeu, e as palavras dela, ditas de passagem, ecoaram na minha mente. Já peladas as duas, segurei ela pela cintura — a pele dela era macia e quentinha — e começamos a tirar fotos e fazer poses. Éramos como duas adolescentes felizes e sem vergonha na cara.
Coloquei a tanga, a legging clara e levantei o olhar, ela me encarava e disse: “Essa legging deixa tudo à mostra, babe, olha como marca a buceta e o rabo, de tão fina parece transparente… ficou linda em você”. Ela revirou as gavetas e vestiu também uma legging preta fina, parou do meu lado e nos olhamos no espelho. A imagem era excitante e provocante. Duas gostosas nos seus 40 anos, com leggings que marcavam o corpo e os peitos de fora. De frente, o vinco entre as pernas aparecia nas duas, de um jeito sutil, nada grotesco; viramos, e nossas bundas ficavam perfeitamente desenhadas, eram uma fruta redonda e desejável, que marcava a costura da calcinha e fazia a imaginação de quem visse voar longe. “Que putaria que a gente tá”, falei, e ela riu, respondendo: “é assim que vamos comprar as cervejas” e voltou a tirar fotos nossas.
Tomou a iniciativa, pegou uma regata esportiva fininha que marcava os bicos dos peitos dela — que, aliás, estavam durinhos que nem os meus —, vestiu e me passou uma peça de linho fina e curta que insinuava, marcava os meus e não escondia minha bunda. A falta do sutiã, pensei que ia ser um problema, mas meus peitos estavam durinhos, empinados... "Vamo, bora comprar as cervejas", ela falou me apressando. Me excitou a ideia de sair assim vestida na rua, adorei a aventura, ia ser só uma sacanagem mesmo, "vamo nessa", respondi desafiadora.
Depois de me vestir, me olhei no espelho e me senti gostosa. Chamei minha amiga e sugeri a gente passar uma maquiagem. “Ah, não, para de encher o saco, vamos até a banca” ela respondeu. “Uma coisinha bem leve” falei, e decidi delinear levemente os olhos e passar um pouco de cor nos lábios. Ela ficou me olhando; assim que terminei, me virei, segurei o queixo dela e aproximei o delineador, ela não resistiu. Com o movimento, nossos corpos se aproximaram, sentia o calor dela, nossos peitos se roçavam, nossos rostos estavam bem perto. Era uma coisa do dia a dia, mas dava pra sentir a tensão no ar. Olhos e lábios iguais aos meus, e a maquiagem acabou. “Como ficamos lindas” ela disse pra mim.
Uma de calça branca, uma blusa de linho azul e tênis, outra de legging preta, camiseta esportiva azul colada no corpo e tênis, as leggings eram semitransparentes e as duas com o cabelo molhado. Duas mulheres lindas, mais ousadas por causa de um pouco de álcool. Éramos duas gostosas que exalavam sensualidade, nos sentíamos super excitadas. Ríamos de qualquer coisa e o tempo todo ficávamos nos tocando. Saímos na rua e imediatamente um vento fresco nos bateu; na hora nossos bicos dos peitos ficaram durinhos. "Vamos no supermercado que fica em frente à praça", disse minha amiga, deixando de lado a possibilidade da padaria que ficava a meia quadra.Já era quase noite, caminhamos pelas vielas estreitas, passamos pelos vizinhos dela que tomavam chimarrão na porta de casa, um casal gay que ela tinha comentado. "Uhh… meninas, como vocês estão as duas?" foi o comentário, direcionado a nós. Rimos, acenamos e seguimos. Umas casas adiante, um vizinho tirava sacolas de supermercado do porta-malas do carro, nos viu e fez tudo mais devagar, olhou como nos aproximávamos de frente e, com educação, nos deixou passar. Sentimos o olhar lascivo dele sobre nós, tentando ser sutil, observou tudo que se destacava nos nossos corpos: os peitos com os mamilos duros, a buceta com os lábios separados pela legging e a raba com a legging enfiada. Caminhamos uns metros, trocamos olhares com minha amiga e rimos como duas novinhas fazendo suas primeiras safadezas sexuais. Estávamos felizes, tudo era alegria pra gente.
Chegamos na esquina. Um vento forte corria pela rua. Na frente, uma praça num sábado ao anoitecer: lotada. Famílias, grupos de amigos e amigas, jovens jogando futebol, casais curtindo um mate, mães com filhos nos brinquedos; a gente tinha que atravessar ela. Mal cruzamos a rua e sentimos os olhares grudados em nós. As primeiras, um grupo de mulheres que conversavam enquanto viam os filhos brincando, se viraram e nos olharam com um certo desprezo que, na real, mostrava uma baita inveja. Depois um cara com a mulher dele vinha nos seguindo com o olhar de longe, quando a gente se aproximou a esposa virou, nos viu e deu uma bronca nele. No meio da praça minha buceta começou a pulsar, minha amiga tava com um sorriso entre excitado e nervoso, a gente se sentia pelada, aceleramos o passo e chegamos num grupo de jovens na casa dos vinte que ouviam música enquanto conversavam. Conforme a gente se aproximava, eles paravam de falar, sem vergonha nenhuma se viravam pra nos olhar, de cima a baixo, de frente e de costas, mas não falaram nada, só silêncio.
Chegamos no fim da praça e na frente tinha o supermercado, atravessamos, enquanto nos aproximávamos vi nossa imagem refletida na vitrine: duas mulheres imponentes, acima dos 40, de calças legging semi-transparentes e justas, tênis, cabelo molhado, pouca maquiagem, com a buceta e as tetas bem marcadas, o vento balançando nossas longas cabeleiras, parecia um comercial. A imagem me excitou, ali percebi por que todo mundo olhava tanto pra gente.
Entramos no supermercado e começou outra história. Mal passamos pela porta, chamamos a atenção. Pegamos um carrinho e fomos andando. Fomos pro setor de bebidas, pegamos um pack de cerveja e um champanhe da geladeira, e depois fomos pegar uma pré-pizza, frios, muçarela e azeitonas. O tempo todo sentimos os olhares grudados nos nossos corpos. Fomos pra fila, tava grande e começamos a conversar.
Eu: Viu como nos olharam na praça? Me senti inibida.
V: E aí no supermercado? Eles nos devoraram com o olhar, —disse ela e completou—, mas cala a boca, porque você adora provocar. —disse entre risadas.
Eu: a verdade é que isso sobe meu ego lá nas alturas, não tô acostumada.
V: Eu costumo sair de legging pra fazer compra no bairro, mas não tão assim como a gente saiu agora.
Eu: Dá pra ver toda a minha buceta, o cu e os bicos dos peitos, eles tão durinhos desde que saí da sua casa. – falei e cruzei os braços sobre os peitos pra tampar um pouco.
V: Para de encher o saco, Gri, eu tô com uma camiseta super fina, os meus peitos tão aparecendo pra caralho; já somos adultas. Além disso, cê tá longe de casa, ninguém te conhece, essa é a nossa noite.
Nisso a gente tava quando eu percebo que o moleque atrás da gente, separado pelo carrinho, tava fingindo que mexia no celular de cabeça baixa, mas na real tava de olho na bunda da minha amiga. Dei um sinal pra ela, ela deu uma olhada de canto e, como quem não quer nada, se virou e mostrou a virilha que marcava a racha dela igual um sulco em terra fértil. As pupilas do guri se dilataram, ele deu uma conferida pra ver se a gente não tava olhando e continuou se esbaldando.
Minha amiga chegou perto do meu ouvido e falou: "Para de se preocupar tanto comigo e olha como aquele repositor ali embaixo tá te comendo com os olhos, te olhando pro teu rabo." Eu não tinha percebido, e tava dando uma visão completa da minha bunda praquele cara, que, invisível, repunha as mercadorias agachado. Entrando na brincadeira, dei uma reboladinha de leve e abri um pouco as pernas pra ele ver bem minha bunda enfiada na calça e a minha pussy marcada. A gente riu de novo baixinho, feito duas adolescentes safadas. A fila andou, mas as duas ficaram no fogo. Chegamos no caixa, pagamos e saímos pra rua. Do outro lado, de novo a praça e os olhares penetrantes.
Nós nos olhamos, nos perguntando o que a gente faz.
V: A gente volta pela praça? — perguntou minha amiga.
Eu: Claro que sim! – respondi, queria fazer aquilo, tava excitada.
Antes de atravessar, ajustei a legging: puxei ela bem pra cima pra marcar bem a buceta e a raba. Minha amiga me olhou e fez o mesmo. Com uma atitude diferente: estufando o peito, empinando a bunda e rebolando levemente o quadril, a gente se preparou pra cruzar aquela vitrine de olhares, invejas e desejos — que me dava muito tesão. Assim, lado a lado, caminhamos com uma postura insolente e arrogante, não íamos deixar que os olhares dos outros nos intimidassem.
Assim que chegamos na calçada, os vinte poucos anos que tinham baixado o volume da música já estavam nos devorando com o olhar, descaradamente apontavam os olhos pra nossa buceta e peitos, isso me esquentou toda e na hora comecei a me molhar. Passamos e veio uma proposta/elogio: “precisam de ajuda com as sacolas” foi a primeira, “nos convidam pra uma cerveja…” foi a segunda; e quando já tínhamos passado e nossas rabetas estavam à mercê da vista deles “aiii meu Deus, quero que você me adota, mãe!!”. A gente continuou conversando como se não ouvisse nada. Mais adiante, o homem que tinha recebido o desafio estava sozinho, a mulher dele estava com um filho nos brinquedos, dá pra dizer que nos despia com o olhar, na cara dava pra ver que queria nos comer ali no meio da praça, quando passamos perto dele, ele deu um suspiro fundo e soltou um tímido: “poooor favorrrr…” e se virou pra olhar descaradamente nossa bunda. Nessa altura, sentia minha ppk pulsar no ritmo do meu coração excitado pela situação, olhei pra minha amiga e os mamilos dela eram dois botões enormes que saltavam do peito e se destacavam na camiseta justa. Antes de sair da praça, passamos pelo grupo de mães, agora de frente, eram vizinhas que cumprimentaram minha amiga, nos olharam com certo desdém e passamos ouvindo um cochicho incompreensível.
Chegamos no fim da praça, atravessamos a rua e paramos um minuto num lugar onde não tinha gente. Agitadas, não por ter andado rápido, mas pela adrenalina que tava rolando e a energia que a gente sentiu das pessoas nos olhando. Fomos a atração por vários minutos, tanto na ida quanto na volta. Com a voz trêmula, perguntei pra minha amiga:
Eu: como você tá?
V: Tô toda tesuda, tenho a buceta encharcada. – disse ela, enquanto abria levemente as pernas e olhava pra entreperna – me molhei toda, olha o manchão que eu tô.
Olhei pra ela e dava pra ver que a legging preta dela tava molhada. Na mesma hora, ela veio na minha direção e me perguntou
V: e você, como tá?
Eu: Eu tô bem — falei com um ar de superioridade, enquanto abria as pernas e passava a mão na buceta pra verificar.
V: "Que isso, olha como você tá mais molhada do que eu" – ele disse e caiu na risada.
Fiquei surpresa porque minha legging estava toda molhada e dava pra perceber, meio sem graça fechei as pernas e coloquei a sacola do mercado na frente, e comecei a rir junto com ela.
Vamos, gostosa, vamos pra casa -ele me disse-. A noite tá só começando e a gente já gozou sem nem perceber".
Falávamos sobre questões de trabalho, família, o dia a dia, nossos parceiros e muito sobre sexo. Duas mulheres um pouco acima dos 40, que tiveram um despertar sexual inacreditável. Ela, separada há pouco mais de dois anos, depois de 20 anos que no final foram bem ruins; eu, separada e casada de novo. Nossas conversas, sem querer, foram esquentando, falávamos sobre nossas aventuras sexuais, como a gente fazia, com quem e, eu preciso admitir, mais de uma vez terminei com a buceta encharcada e me masturbei pensando em como ela transava. Acho que ela também, embora nunca tivéssemos tocado no assunto.
Talvez a minha experiência de divorciada tenha nos aproximado, mas acho que não foi só isso. Teve conexão desde o primeiro momento em que a gente conversou.
Combinamos de nos encontrar no sábado na casa dela,
Logo em seguida, fui pro meu quarto, peguei uma bolsa grande e comecei a escolher roupa pra levar na casa da minha amiga. A gente não ia sair, então nada demais: uma legging clarinha, uma blusa de manga comprida e, sei lá por que, escolhi uma tanguinha bem cavada de renda e um sutiã lindo de tul, tudo preto.
O celular me avisou que o Uber tava a uma quadra. Dei um beijo no meu filho, chamei ela pra ficar na porta, porque já tava escurecendo. O Uber estacionou, paguei e desci.
Ela estava na porta de casa, atrás das grades, abriu elas rapidinho e a gente se deu um abraço bem forte.
Amiga, tava com muita saudade de você.
:É uma mulher gostosa, de traços finos, alta com 1,70, pele branca, cabelo preto, peitos iguais duas gotas d'água, cintura bonita e uma bunda que é inveja de muita. Mas, isso não é o mais lindo que ela tem: é uma grande mulher, uma excelente mãe, íntegra, guerreira e boa pessoa.
Ele fechou o portão e subimos uns degraus pra entrar na casa dele. Na mesa da sala de jantar tinha uma cerveja.
— Já vou abrir pra gente brindar — falou minha amiga e serviu dois copos.
— Vamos brindar porque estamos juntas. —eu disse, e as duas fizeram fundo branco.
Rimos que nem umas loucas e servimos mais um copo cada uma. Contei sobre meu dia e falei que tinha vindo sem tomar banho, ela disse que tinha feito a mesma coisa e que tinha tomado banho há pouco tempo, aliás, o cabelo dela ainda estava molhado.
Vai lá tomar um banho que depois a gente continua — ela me disse.
Entrei no banheiro, me despi e abri o chuveiro. A água morna começou a cair no meu corpo, foi uma recompensa depois do dia de trabalho doméstico, me relaxou na hora, ainda mais com o copo de cerveja, mais minha amiga, tava super feliz. Lavei meu corpo passando o sabão devagar por baixo das tetas, na barriga, abri as pernas e limpei minha buceta depilada, passei pra trás e separei minhas nádegas pra limpar a raba. Minha pele reagia, tava hipersensível, meus bicos ficaram duros e qualquer roçada se intensificava. Tava nessa quando ouço minha amiga do quarto dela perguntando: “Cê tem a toalha?” Respondi que “não”, aí na hora ela abriu a porta pra me passar.
Fiquei surpresa. Envergonhada, com uma mão tampei as tetas e com a outra cobri a boceta. Ela me olhou, os olhos brilharam diante da minha nudez e disse: “Você é linda, amiga”. Eu só consegui relaxar e, aos poucos, me descobri. Olhei pra ela e falei: “mas olha essas gordurinhas do lado”, virei e mostrei a bunda, depois juntei as tetas com os braços e mostrei pra ela, dizendo: “queria que fossem mais durinhas”. Agora que penso, não fiz isso ingenuamente.
Ela me olhava recostada no batente da porta, com a mão estendida segurando a toalha, os lábios finos marcando um sorriso de lado. Sem perceber, mordeu o lábio inferior e o rosto expressou desejo. A gente se olhou fundo nos olhos, meu corpo reagiu, a pele arrepiou, os bicos dos peitos endureceram ainda mais, um calor tomou conta de mim, não pensei em nada, só senti. O que tava rolando me agradava, continuei tirando o sabão do corpo. A cena era muito excitante: um banheiro cheio de vapor, uma mulher nua se tocando, outra olhando, tudo muito quente. Fechei o chuveiro e estendi o braço pra pegar a toalha, teve um leve roçar das nossas mãos, a ponta dos meus dedos tocou as costas da mão dela, senti uma energia subir pelo meu braço e me penetrar, levantei o olhar, nossos olhares se cruzaram e eu ofereci um sorriso ingênuo e corado. Imagens das duas juntas nuas no banheiro, nos tocando e nos beijando, passaram pela minha cabeça. O instante foi eterno, ela decidiu cortar, mas sem baixar a tensão: "seca, gostosa, que a gente tem que ir comprar mais cerveja que acabou.
Enquanto eu secava meu corpo e o cabelo, lá estava minha amiga sentada na cama dela me olhando. "Que delícia a gente estar junto... hoje as mamães vão se divertir", ela disse e riu; me ofereceu o que restava de um copo de cerveja. Ao mesmo tempo, ela se levantou e, com o celular na mão, começou a tirar fotos das duas juntas na frente do espelho. Eu avisei: "Pera aí, que eu tô pelada". Ela respondeu: "A gente vive se mandando foto nua, mas tudo bem, espera aí" — disse e tirou a pouca roupa que tinha. Me surpreendeu e ao mesmo tempo me fez rir: "Que doida você é", falei. "Você me enlouquece", respondeu, e as palavras dela, ditas de passagem, ecoaram na minha mente. Já peladas as duas, segurei ela pela cintura — a pele dela era macia e quentinha — e começamos a tirar fotos e fazer poses. Éramos como duas adolescentes felizes e sem vergonha na cara.
Coloquei a tanga, a legging clara e levantei o olhar, ela me encarava e disse: “Essa legging deixa tudo à mostra, babe, olha como marca a buceta e o rabo, de tão fina parece transparente… ficou linda em você”. Ela revirou as gavetas e vestiu também uma legging preta fina, parou do meu lado e nos olhamos no espelho. A imagem era excitante e provocante. Duas gostosas nos seus 40 anos, com leggings que marcavam o corpo e os peitos de fora. De frente, o vinco entre as pernas aparecia nas duas, de um jeito sutil, nada grotesco; viramos, e nossas bundas ficavam perfeitamente desenhadas, eram uma fruta redonda e desejável, que marcava a costura da calcinha e fazia a imaginação de quem visse voar longe. “Que putaria que a gente tá”, falei, e ela riu, respondendo: “é assim que vamos comprar as cervejas” e voltou a tirar fotos nossas.
Tomou a iniciativa, pegou uma regata esportiva fininha que marcava os bicos dos peitos dela — que, aliás, estavam durinhos que nem os meus —, vestiu e me passou uma peça de linho fina e curta que insinuava, marcava os meus e não escondia minha bunda. A falta do sutiã, pensei que ia ser um problema, mas meus peitos estavam durinhos, empinados... "Vamo, bora comprar as cervejas", ela falou me apressando. Me excitou a ideia de sair assim vestida na rua, adorei a aventura, ia ser só uma sacanagem mesmo, "vamo nessa", respondi desafiadora.
Depois de me vestir, me olhei no espelho e me senti gostosa. Chamei minha amiga e sugeri a gente passar uma maquiagem. “Ah, não, para de encher o saco, vamos até a banca” ela respondeu. “Uma coisinha bem leve” falei, e decidi delinear levemente os olhos e passar um pouco de cor nos lábios. Ela ficou me olhando; assim que terminei, me virei, segurei o queixo dela e aproximei o delineador, ela não resistiu. Com o movimento, nossos corpos se aproximaram, sentia o calor dela, nossos peitos se roçavam, nossos rostos estavam bem perto. Era uma coisa do dia a dia, mas dava pra sentir a tensão no ar. Olhos e lábios iguais aos meus, e a maquiagem acabou. “Como ficamos lindas” ela disse pra mim.
Uma de calça branca, uma blusa de linho azul e tênis, outra de legging preta, camiseta esportiva azul colada no corpo e tênis, as leggings eram semitransparentes e as duas com o cabelo molhado. Duas mulheres lindas, mais ousadas por causa de um pouco de álcool. Éramos duas gostosas que exalavam sensualidade, nos sentíamos super excitadas. Ríamos de qualquer coisa e o tempo todo ficávamos nos tocando. Saímos na rua e imediatamente um vento fresco nos bateu; na hora nossos bicos dos peitos ficaram durinhos. "Vamos no supermercado que fica em frente à praça", disse minha amiga, deixando de lado a possibilidade da padaria que ficava a meia quadra.Já era quase noite, caminhamos pelas vielas estreitas, passamos pelos vizinhos dela que tomavam chimarrão na porta de casa, um casal gay que ela tinha comentado. "Uhh… meninas, como vocês estão as duas?" foi o comentário, direcionado a nós. Rimos, acenamos e seguimos. Umas casas adiante, um vizinho tirava sacolas de supermercado do porta-malas do carro, nos viu e fez tudo mais devagar, olhou como nos aproximávamos de frente e, com educação, nos deixou passar. Sentimos o olhar lascivo dele sobre nós, tentando ser sutil, observou tudo que se destacava nos nossos corpos: os peitos com os mamilos duros, a buceta com os lábios separados pela legging e a raba com a legging enfiada. Caminhamos uns metros, trocamos olhares com minha amiga e rimos como duas novinhas fazendo suas primeiras safadezas sexuais. Estávamos felizes, tudo era alegria pra gente.
Chegamos na esquina. Um vento forte corria pela rua. Na frente, uma praça num sábado ao anoitecer: lotada. Famílias, grupos de amigos e amigas, jovens jogando futebol, casais curtindo um mate, mães com filhos nos brinquedos; a gente tinha que atravessar ela. Mal cruzamos a rua e sentimos os olhares grudados em nós. As primeiras, um grupo de mulheres que conversavam enquanto viam os filhos brincando, se viraram e nos olharam com um certo desprezo que, na real, mostrava uma baita inveja. Depois um cara com a mulher dele vinha nos seguindo com o olhar de longe, quando a gente se aproximou a esposa virou, nos viu e deu uma bronca nele. No meio da praça minha buceta começou a pulsar, minha amiga tava com um sorriso entre excitado e nervoso, a gente se sentia pelada, aceleramos o passo e chegamos num grupo de jovens na casa dos vinte que ouviam música enquanto conversavam. Conforme a gente se aproximava, eles paravam de falar, sem vergonha nenhuma se viravam pra nos olhar, de cima a baixo, de frente e de costas, mas não falaram nada, só silêncio.
Chegamos no fim da praça e na frente tinha o supermercado, atravessamos, enquanto nos aproximávamos vi nossa imagem refletida na vitrine: duas mulheres imponentes, acima dos 40, de calças legging semi-transparentes e justas, tênis, cabelo molhado, pouca maquiagem, com a buceta e as tetas bem marcadas, o vento balançando nossas longas cabeleiras, parecia um comercial. A imagem me excitou, ali percebi por que todo mundo olhava tanto pra gente.
Entramos no supermercado e começou outra história. Mal passamos pela porta, chamamos a atenção. Pegamos um carrinho e fomos andando. Fomos pro setor de bebidas, pegamos um pack de cerveja e um champanhe da geladeira, e depois fomos pegar uma pré-pizza, frios, muçarela e azeitonas. O tempo todo sentimos os olhares grudados nos nossos corpos. Fomos pra fila, tava grande e começamos a conversar.
Eu: Viu como nos olharam na praça? Me senti inibida.
V: E aí no supermercado? Eles nos devoraram com o olhar, —disse ela e completou—, mas cala a boca, porque você adora provocar. —disse entre risadas.
Eu: a verdade é que isso sobe meu ego lá nas alturas, não tô acostumada.
V: Eu costumo sair de legging pra fazer compra no bairro, mas não tão assim como a gente saiu agora.
Eu: Dá pra ver toda a minha buceta, o cu e os bicos dos peitos, eles tão durinhos desde que saí da sua casa. – falei e cruzei os braços sobre os peitos pra tampar um pouco.
V: Para de encher o saco, Gri, eu tô com uma camiseta super fina, os meus peitos tão aparecendo pra caralho; já somos adultas. Além disso, cê tá longe de casa, ninguém te conhece, essa é a nossa noite.
Nisso a gente tava quando eu percebo que o moleque atrás da gente, separado pelo carrinho, tava fingindo que mexia no celular de cabeça baixa, mas na real tava de olho na bunda da minha amiga. Dei um sinal pra ela, ela deu uma olhada de canto e, como quem não quer nada, se virou e mostrou a virilha que marcava a racha dela igual um sulco em terra fértil. As pupilas do guri se dilataram, ele deu uma conferida pra ver se a gente não tava olhando e continuou se esbaldando.
Minha amiga chegou perto do meu ouvido e falou: "Para de se preocupar tanto comigo e olha como aquele repositor ali embaixo tá te comendo com os olhos, te olhando pro teu rabo." Eu não tinha percebido, e tava dando uma visão completa da minha bunda praquele cara, que, invisível, repunha as mercadorias agachado. Entrando na brincadeira, dei uma reboladinha de leve e abri um pouco as pernas pra ele ver bem minha bunda enfiada na calça e a minha pussy marcada. A gente riu de novo baixinho, feito duas adolescentes safadas. A fila andou, mas as duas ficaram no fogo. Chegamos no caixa, pagamos e saímos pra rua. Do outro lado, de novo a praça e os olhares penetrantes.
Nós nos olhamos, nos perguntando o que a gente faz.
V: A gente volta pela praça? — perguntou minha amiga.
Eu: Claro que sim! – respondi, queria fazer aquilo, tava excitada.
Antes de atravessar, ajustei a legging: puxei ela bem pra cima pra marcar bem a buceta e a raba. Minha amiga me olhou e fez o mesmo. Com uma atitude diferente: estufando o peito, empinando a bunda e rebolando levemente o quadril, a gente se preparou pra cruzar aquela vitrine de olhares, invejas e desejos — que me dava muito tesão. Assim, lado a lado, caminhamos com uma postura insolente e arrogante, não íamos deixar que os olhares dos outros nos intimidassem.
Assim que chegamos na calçada, os vinte poucos anos que tinham baixado o volume da música já estavam nos devorando com o olhar, descaradamente apontavam os olhos pra nossa buceta e peitos, isso me esquentou toda e na hora comecei a me molhar. Passamos e veio uma proposta/elogio: “precisam de ajuda com as sacolas” foi a primeira, “nos convidam pra uma cerveja…” foi a segunda; e quando já tínhamos passado e nossas rabetas estavam à mercê da vista deles “aiii meu Deus, quero que você me adota, mãe!!”. A gente continuou conversando como se não ouvisse nada. Mais adiante, o homem que tinha recebido o desafio estava sozinho, a mulher dele estava com um filho nos brinquedos, dá pra dizer que nos despia com o olhar, na cara dava pra ver que queria nos comer ali no meio da praça, quando passamos perto dele, ele deu um suspiro fundo e soltou um tímido: “poooor favorrrr…” e se virou pra olhar descaradamente nossa bunda. Nessa altura, sentia minha ppk pulsar no ritmo do meu coração excitado pela situação, olhei pra minha amiga e os mamilos dela eram dois botões enormes que saltavam do peito e se destacavam na camiseta justa. Antes de sair da praça, passamos pelo grupo de mães, agora de frente, eram vizinhas que cumprimentaram minha amiga, nos olharam com certo desdém e passamos ouvindo um cochicho incompreensível.
Chegamos no fim da praça, atravessamos a rua e paramos um minuto num lugar onde não tinha gente. Agitadas, não por ter andado rápido, mas pela adrenalina que tava rolando e a energia que a gente sentiu das pessoas nos olhando. Fomos a atração por vários minutos, tanto na ida quanto na volta. Com a voz trêmula, perguntei pra minha amiga:
Eu: como você tá?
V: Tô toda tesuda, tenho a buceta encharcada. – disse ela, enquanto abria levemente as pernas e olhava pra entreperna – me molhei toda, olha o manchão que eu tô.
Olhei pra ela e dava pra ver que a legging preta dela tava molhada. Na mesma hora, ela veio na minha direção e me perguntou
V: e você, como tá?
Eu: Eu tô bem — falei com um ar de superioridade, enquanto abria as pernas e passava a mão na buceta pra verificar.
V: "Que isso, olha como você tá mais molhada do que eu" – ele disse e caiu na risada.
Fiquei surpresa porque minha legging estava toda molhada e dava pra perceber, meio sem graça fechei as pernas e coloquei a sacola do mercado na frente, e comecei a rir junto com ela.
Vamos, gostosa, vamos pra casa -ele me disse-. A noite tá só começando e a gente já gozou sem nem perceber".
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