Uma vez tive um ano muito foda e ganhei meu direito de ir, tava realmente muito animada, praia, sol, mar, festa, muita gente, mas principalmente a chance de usar roupas minúsculas sem me preocupar.
Quando viajo pra praia com meu marido, não tenho problema em me exibir de biquíni pequeno, mas dessa vez, por ser um evento do trabalho, tinha que me segurar e usar um maiô convencional, mesmo que o convencional não fosse esconder minhas curvas acentuadas, minhas bundas enormes e meus peitos redondos, então, na prática, o convencional já bastava.
Tenho como regra não transar com colegas de trabalho e tento manter isso, embora às vezes role tentação; naquela época em especial, tinha um cara que me paquerava sem parar, era bonitão, mas o que me atraía era a personalidade forte dele, sabia o que queria e deixava claro, não hesitava em mostrar o interesse e a vontade de ter uma trepada comigo, não escondia a vontade de me comer, me encarava e descaradamente olhava pra minhas tetas e minha bunda.
Contra ele, tinha o fato de trabalhar no meu escritório e um machismo forte, que não me agradava muito, às vezes sentia que as investidas dele lhe davam certos direitos sobre mim, e isso eu não curtia nada, então de repente ele me cobrava coisas e até ficava com ciúmes, isso com moderação até pode ser lisonjeiro, mas às vezes passava do limite e me dava uma puta preguiça.
Acontece que entre as pessoas convidadas pro evento na praia estava meu admirador, a vontade dele de compartilhar essa viagem comigo foi evidente, finalmente teria a chance de avançar comigo, a praia, a festa, estar longe de casa, a bebida, e tudo isso, por vários dias, davam a oportunidade perfeita pra ele finalmente investir em mim.
Eu, por outro lado, tava com sentimentos confusos, sentia um pouco de medo e frustração em saber que ia ter esse cara em cima de mim, Por outro lado, tenho que admitir que eu gostava, adoro sexo e ir pra praia sem transar é um desperdício, então talvez, e só talvez, eu pudesse me dar ao luxo e correr o risco. Deixei as coisas rolarem naturalmente pra ver o que a viagem me reservava, me adaptaria ao que acontecesse e teria abertura pra avaliar minhas opções. O ponto é que eu tava morrendo de vontade de ir e me divertir pra caralho, seja com meu pretendente ou com outro, seja transando ou não.
Finalmente chegou o dia da viagem. Levei comigo um guarda-roupa bem variado e adaptável pra qualquer ocasião, mas apesar disso, todas as minhas roupas tinham um denominador comum: cada peça era muito sexy. Umas mais curtas, outras mais compridas, umas mais justas, outras mais soltas, umas com decote na frente, outras com decote nas costas, algumas elegantes e outras meio vulgares. Todas, e digo todas, realçavam minha sensualidade e deixavam pouca coisa pra imaginação.
Chegamos de manhã e pra noite já tínhamos um evento programado na praia: uma recepção com jantar e dança.
Pra essa primeira noite, escolhi um shortinho bem pequeno, mal cobria o começo da minha bunda, era rosa, e a tanga também era dessa cor. Pra parte de cima, escolhi uma blusa de alcinha branca, bem decotada e curta, dava pra ver meu umbigo por baixo da roupa.
Na minha opinião, a grande diferença na percepção masculina com esse look são os sapatos. Essas mesmas roupas com sapatos baixos não têm nem de longe o mesmo efeito que com saltos altos. É fato: se você adicionar uns saltos altos a esse visual, a imagem e a sensualidade mudam radicalmente.
Eu me sentia muito bem comigo mesma e me preparei pra sair, rebolando a bunda e chamando atenção. Quando entrei, os efeitos foram instantâneos. Se já naturalmente chamo a atenção dos homens, naquele ambiente era muito fácil. A proporção de homens pra mulheres era altíssima, como numa boa empresa, a porcentagem de varões é superior, depois tem que eliminar várias mulheres já de idade e pouco atraentes, soma nessa equação o alto número de homens tarados, fora de casa e com acesso livre a toda bebida que quisessem; nesse ambiente, o resultado da relação homens quentes vs mulheres boas era absurdo.
Imediatamente vários homens me abordaram, evidentemente tem que cuidar das formas, não pretendia socializar abertamente com gente que não conhecia, isso fica mal pra minha imagem, começam a fazer especulações se a gente parece muito disponível e aberta a conhecer novas pessoas.
Como disse antes, deixaria as coisas rolarem, mas tinha muito claro que não ia fazer uma besteira nesse evento, só meu admirador podia ter uma certa chance, desde que me inspirasse total confiança na discrição dele e além disso vários elementos tinham que se encaixar pra eu cair e soltar a puta que tenho dentro de mim.
Com todos esses elementos, achava difícil que algo rolasse, o filho da puta não necessariamente me encantava e os riscos eram muito altos.
A recepção era no bar do hotel, era um bar muito grande, apesar de a gente ser maioria no hotel, não éramos exclusivos e compartilhávamos as instalações do bar com outros hóspedes, a gente tinha que usar crachá, isso dava acesso à barra livre de bebidas, o dado era útil já que dava pra identificar os vários colegas de trabalho e saber o nome deles.
Rapidamente formamos grupo com os colegas da minha cidade, meu admirador não perdia oportunidade de ficar perto de mim e fazer o papel de acompanhante, ficava de olho na minha bebida, puxava conversa, me elogiava, me olhava sempre e não deixava ninguém roubar o espaço dele ao meu lado, se alguém se aproximava, rapidamente dava um jeito de reivindicar o espaço, seja conversando ou abertamente se aproximando de mim, tentando mandar um recado pros outros homens de que essa é minha mina.
Eu agradecia o gesto e no geral gostava. Se fosse em outro contexto e não fosse um evento da empresa ou a gente não trabalhasse junto, eu estaria encantada, mas aqui as coisas eram diferentes. Acho que eu devia manter mais distância, me fazer um pouco de difícil e não ser tão óbvia.
Durante essas primeiras horas da noite, conversei com meu amigo razoavelmente bem. Ele me chamou pra dançar umas duas vezes, e foi gostoso. Dançou comigo do jeito que eu gosto, me segurando firme pela cintura. A gente falou sobre várias coisas, sobre como o evento era interessante, como a organização estava bem montada e sobre nossos planos. Eu disse que queria me divertir pra valer, e ele respondeu:
— A gente devia se soltar hoje e amanhecer na festa.
Pensei comigo: "ah, claro, e você acha que eu nasci ontem?", e respondi:
— Acho que não. É a primeira noite, a gente precisa guardar energia. Amanhã temos evento cedo e quero acordar pra malhar.
Conforme o tempo passou, a situação deixou de ser animadora e começou a ficar sufocante. Aos poucos, fui me sentindo desconfortável, a ponto de começar a me irritar. E, quanto mais meu amigo bebia, mais birrento ele ficava, chegando até a me dar ciúmes.
Não quis entrar em discussão, nem brigar, nem fazer escândalo. Fui me afastando aos poucos pra evitar problemas. Comecei a conversar com uma amiga, e não com outro homem. Ele insistia que dificilmente alguém do trabalho ia pegar na minha bunda, e o único que tinha alguma chance estava, aos poucos, perdendo essa oportunidade.
No meio da noite, percebi que tinha uma mesa de hóspedes bem animada. Era um grupo de jovens, homens e mulheres, que pareciam se dar super bem. Acho que tinham minha idade ou talvez um pouco mais novos. O clima deles era totalmente diferente do nosso. No nosso evento, os jovens eram minoria e estavam espalhados, misturados com colegas mais velhos, que eram a maioria. Não consegui evitar sentir uma certa inveja do clima que eles tinham.
Rapidamente percebi que... Vários caras daquela mesa ficavam me encarando, isso botava meu ego lá em cima. Uma coisa era esquentar uns velhos tarados e barrigudos, loucos por carne jovem, e outra bem diferente era chamar a atenção de caras bonitos que estavam acompanhados de minas jovens e gostosas também.
Em especial um cara chamou minha atenção, ele era magro e bonito, parecia muito alegre e cheio de energia, sempre ria e dançava, dava pra ver que era o típico líder do grupo, aquele que tá sempre pronto pra se divertir e viver intensamente a festa; ele era quem mais me olhava, quando eu virava pra ver ele, ele não desviava o olhar e fazia questão que eu percebesse que tava me encarando.
A situação tava me agradando e depois de um tempo eu comecei a sorrir pra ele de vez em quando, por um tempo não passou disso, e isso também aumentava meu tesão por ele, ele não se jogou em cima de mim, tava se dando seu tempo e deixando as coisas rolarem naturalmente se é que deviam rolar.
Nesse meio tempo, precisei ir ao banheiro, a mesa deles ficava bem no caminho pro banheiro, passei por lá e aproveitei pra ensaiar minha melhor rebolada, andei devagar e mexi a bunda descaradamente, queria deixar claro o recado de que eu era a mulher mais gostosa do lugar, até mais gostosa que qualquer uma daquela mesa, talvez não fosse verdade, mas eu queria acreditar.
Quando saí do banheiro, ele já tava me esperando, bem na saída ele se aproxima e me diz:
- Oi, qual é o seu nome?
- Dani, e o seu?
- Meu nome é K (é o nome que vou usar nesse relato pra identificar ele)
- Prazer
A conversa não passou das perguntas iniciais típicas, ele me disse que tava tirando umas férias curtas com os amigos, que tinham pedido uns dias no trabalho e fugido pra praia.
Também me disse que morava em São Paulo mas era de Santos e que ainda ia ficar no hotel até sábado, porque tinha aproveitado a baixa temporada e o fato de ir durante a semana pra conseguir um preço legal na viagem. Eu, por minha vez, contei pra ele que Ela era casada e veio pra uma convenção do meu trabalho. O cara me pareceu atraente e interessante, a gente conversou um tempo, não sei se 30 ou 45 minutos, no final me despedi dele, porque tinha que voltar pro meu grupo, insisto que tinha que me comportar, ele entendeu e a gente se despediu sem rolar nada, sem compromisso, decidimos que talvez a gente se visse nos próximos dias, já que estávamos hospedados no mesmo hotel.
A noite passou e o tempo todo a gente não parou de trocar olhares e sorrisos, eu realmente tava afim desse filho da puta e da atitude desinibida dele, continuei observando ele e realmente tava me divertindo pra caralho na companhia dos amigos dele.
Já de noite, decidi ir embora, tava cansada e não sou boa em ficar acordada até tarde, além disso queria mesmo acordar cedo. Ao sair, virei pra olhar a mesa do K e vi eles ainda se divertindo alegremente, tentei me despedir dele com o olhar, mas não consegui fazer contato visual com ele.
No dia seguinte, acordei cedo pra ir pra academia, vesti um conjunto azul celeste claro, tinha uma calça legging super justa, um top e uma jaqueta. Como ainda tava no plano de cuidar da minha imagem, decidi malhar com a jaqueta vestida e fechada, o top era pequeno e mal cobria meus peitos, além disso meus mamilos se adivinhavam fácil com o suor.
Com a bunda a história podia ser diferente, ali sim aparecia generosamente, a roupa se moldava ao meu rabo sem nada cobrindo, já que a jaqueta era curta. A verdade é que não tava usando calcinha, adoro a sensação da legging entrando na minha buceta e no meu cu sem interferência, e obviamente por baixo do top não tinha nada.
Comecei meus exercícios e o lugar tava meio cheio, sem estar vazio, mas também não tava lotado, a maioria das pessoas era homem, era minha condição ideal, sem muita gente, mas o suficiente pra se exibir e ainda com maioria masculina. Umas 45 minutos de treino, meu corpo já tava todo suado, ainda mais porque não tinha Tirei a jaqueta, mas naquele momento as poucas mulheres já tinham ido embora, eu tava sozinha no meio dos homens. O problema é que não dava pra identificar qual deles era da minha empresa, já que claramente não estávamos usando crachás. Mesmo morrendo de vontade de tirar o top, decidi não fazer isso.
Qual não foi minha surpresa quando meu novo amigo K apareceu em cena. Assim que me viu, me cumprimentou e veio na minha direção, me deu um beijo na bochecha e, depois de uma conversinha rápida, começou a fazer a rotina dele. Eu, por minha vez, continuei com meus gemidos, que saíam naturais, mas acho que com a chegada inesperada do meu amigo, eles ficaram ainda mais evidentes.
Em um momento, nossas rotinas nos deixaram bem próximos. Eu tava fazendo abdominais deitada num aparelho com um colchão fino. Como vocês sabem, esses aparelhos são finos o suficiente pra uma pessoa mal conseguir se deitar e podem ser facilmente rodeados por qualquer outra pessoa em pé, com as pernas abertas.
Comecei meus abdominais, e K se aproximou de mim e se ofereceu pra ajudar. Ele propôs segurar minhas pernas pra melhorar a eficácia do exercício. Eu, de forma provocante, sorri, agradeci a atenção e aceitei.
Fiz minha primeira série e pedi um momento pra levantar e beber um pouco de água. Me levantei e fui em direção aos bebedouros. Enquanto caminhava, percebi perfeitamente que ele devorava minha bunda com o olhar. Eu, disfarçadamente, diminuí o passo e mexi levemente os quadris.
Quando voltei, ele disse:
— Acho que você tá fazendo seus exercícios errado.
— Por quê?
— Porque você tá muito coberta. Com essa jaqueta, você tá suando muito. Como estamos na praia e aqui faz muito calor, você pode se desidratar, não acha?
Depois de falar isso, ele só sorriu. Eu fiz o mesmo. Claramente, não acreditei em uma palavra do que ele disse.
— E o que você sugere pra resolver isso?
— Ora, fácil: tira essa roupa. Você não vê que pode ser perigoso? É pela sua saúde!
E nós dois soltamos uma risadinha. - Ok, a saúde vem primeiro, cê não acha?
- Com certeza
E sem mais delongas, tirei a peça. A real é que K não sabia o que tinha por baixo, podia ser só uma blusinha e não ser tanto show, a surpresa dele foi evidente quando viu aparecer um top, decotado, curto e já molhado de suor.
- Uau Dani, que bucetão gostoso!!!
Me surpreendi com o comentário tão espontâneo e tão safado, definitivamente esse cara prometia, tinha exatamente a atitude que pode fazer eu entregar minha bunda, não respondi, só sorri e me preparei pra continuar com meus abdominais, me deitei e ele sentou nos meus pés, de frente pra mim; a cada movimento, cada vez que eu levantava, meus peitos ficavam bem perto dele, ele tinha a visão ideal das minhas tetas, os olhos dele pousavam descaradamente nelas, eu sabia e ele queria que eu soubesse.
O suor, a transparência do top e minha excitação crescente fizeram meus bicos aparecerem generosamente, aí se a gente adiciona meus gemidos e minhas aproximações constantes do corpo dele, criava, ao meu gosto, uma cena cheia de putaria, aos poucos K se movia pra frente e cada vez que eu me erguia, nossos rostos e bocas ficavam mais perto.
Terminei minha série e agradeci pela ajuda, então me virei pra pegar a barra, de novo virei as costas pra ele e agora a rebolada foi mais evidente.
Peguei a barra e comecei a fazer agachamento; ao descer, a vista da minha bunda devia ser foda, me certifiquei de que K tivesse uma boa perspectiva e comecei a gemer de novo.
Não demorou pra ele se aproximar de novo:
- Dani, cê tá fazendo errado
- Por quê?
- Olha, vou te explicar
- Fala aí…
Ele se deita de barriga pra cima no aparelho onde eu tinha feito abdominal
- Imagina que nesse colchão tá deitado seu amante e você quer dar pra ele…
Dar pra ele!!! Amante!!! Esse filho da puta mal tinha me conhecido e já tava falando essas palavras, por que não… dizer?: Fazer amor e Marido; por que Foder e Amante, obviamente porque era um pervertido, e o que acham? Eu adorava
- Aí você fica bem em cima dele, abre suas pernas e, de pé, sobe e desce pra foder ele, como você faria?
- Não sei, seria difícil, porque já estando lá embaixo pra que eu subo, ia sair…
- Bom, isso é verdade, mas para efeitos do exercício você tem que se imaginar e cooperar mais, ao descer você enfiava e ao subir tirava, então o que faria?
- Bom, então desceria rápido e subiria devagar, assim ficaria mais tempo com ela dentro, né?
- Exato, agora imagine essa situação e faça os agachamentos, se precisar de motivação pode me usar como modelo, ofereço meus serviços sem custo algum
- Obrigada, você é muito gentil, mas prefiro imaginar meu marido, mas é uma dica muito boa a que você me deu
- Uia, as coisas que eu poderia te dar!! de nada, já sabe, pra te servir, quer tentar??
- Sim
Assim retomei meus agachamentos, ele continuava deitado, obviamente não fiquei em cima dele mas o tinha de frente e claramente podia ver meus peitos de cima a baixo, minha cara fazendo esforço e gemendo como se estivesse fodendo, fechei meus olhos e imaginava uma rola debaixo de mim bem como K tinha me recomendado, então descia o mais rápido que podia e subia devagar, tentando com isso maximizar o tempo que teria uma imaginária rola enfiada.
Realmente fiquei excitada, mas na minha mente estava a rola do meu marido, que eu adoro, na minha fantasia não existia um homem, só uma rola grande e grossa e a que eu mais gosto é a do meu esposo
Meu amigo se levantou e descaradamente se colocou atrás de mim pra ter uma visão melhor da minha bunda, eu fingi que não vi e continuei na minha, gemendo e me inclinando o máximo que podia
O interessante do caso é que na verdade eu já tinha feito minha rotina de agachamentos há vários minutos, tinha repetido só pelo tesão de exibir minha Nádegas.
Nessa altura eu já estava excitada, com tesão e muito molhada. A combinação do suor, com a falta de calcinha, a delicadeza do tecido do meu moletom, e por que não meus próprios fluidos, fez com que minha virilha parecesse encharcada. Quando terminei a série de agachamentos, rapidamente meu novo amigo se vira pra mim:
- Puxa, Dani, você ficou com tesão mesmo! Se precisar de alguma coisa, tô aqui pra te servir!
- Não seja bobo, claro que é suor! Você não teria tanta sorte assim, hein.
E nós dois sorrimos de forma safada e mostrando cumplicidade. Depois ele me pega pela mão e diz:
- Vem, deixa eu te ensinar um exercício.
E me levou até um aparelho no fundo da academia. Nele, tinha que colocar o pé e um cabo comprido ligado a uns pesos. A ideia era mover a perna como um pêndulo e levantar os pesos. Ele colocou meu pé no estribo e pediu pra eu começar a fazer o exercício.
Assim fiz e comecei a mover minha perna esquerda, novamente os gemidos. Enquanto eu trabalhava, ele se aproxima de mim e diz:
- Esse exercício é muito bom pra fortalecer as coxas.
Sem mais, ele pegou minha coxa esquerda, apertou forte e deixou a mão lá durante todo o tempo das minhas repetições. Eu me sentia com tesão e submissa. Enquanto ele falava, eu gemia, não conseguia falar e só me deixava fazer.
Agora era a vez da minha outra perna. O filho da puta solta minha coxa e coloca um peso maior no aparelho:
- A perna direita tradicionalmente é mais forte, não vou facilitar pra você.
O que eu entendi é que ele tinha o pretexto ideal pra aumentar meus gemidos, e foi o que eu fiz. Eu tava com tesão e cada vez minha rotina ficava mais barulhenta. O melhor é que nessa hora a academia tava praticamente vazia e, entre a música e o fato de estar no fundo do lugar, acho que meus gemidos podiam passar despercebidos. Imediatamente ele se coloca à minha direita e diz:
- O exercício também é bom pra firmar os glúteos.
E sem mais, coloca A mão dele na minha bunda e aperta forte, eu só viro e dou um sorrisinho, não consigo falar por causa do esforço e da excitação, olho pra ele submisso, vítima do esforço que o exercício exige
- Ahhh, ahhhh, mmm, mmm
- Tá gostando?
- Sim, mmmmhh, é muito bom
- Sente como ele trabalha na sua bunda
- Siiim
As palavras dele estavam cheias de putaria e duplo sentido, eu me deixava levar, vítima da excitação e do desejo
Fechei os olhos, com a mão dele apertando minha bunda e gemendo abertamente com a desculpa do exercício, acho que a cena era das mais intensas, quando uma voz distante e num tom irritado me tira do transe:
- Oi, Dani!
Era meu colega de trabalho, ele tinha acordado cedo pra me buscar na academia, o impacto pra ele deve ter sido forte, foi pra academia na esperança de me ver e passar tempo comigo e em vez disso me vê vestida justa, com os peitos quase pra fora, molhada, gemendo e principalmente com a mão de um estranho descaradamente pousada na minha bunda. Abri os olhos e vi ele
- Oi, mmmhh
Continuei meu movimento e o filho da puta do K também continua com a mão na minha bunda, não se abala nem se intimida, eu realmente gosto da atitude dele!
Caí na real do que tá rolando e termino a série, percebo que não é legal continuar assim na frente de um conhecido, paro não porque tenho sentimentos pelo meu colega, mas pelo fato de que ele é exatamente meu colega de trabalho e quero preservar minha imagem.
- Valeu pela ajuda K, já tenho que ir, preciso me preparar pro meu evento mais tarde
- Tchau Dani, espero te ver mais tarde
- Ok
Assim me despedi e fui pegar minhas coisas pra ir embora, meu colega me alcança e fala:
- Que porra foi aquela?
- Que porra foi o quê?
- Por que aquele filho da puta tava pegando na sua bunda?
Agora esse cara quer ter ciúmes de mim!! Nem meu marido faz isso, que fode como um rei, muito menos um cara como esse - Isso é algo que não te diz respeito, e você só tava me ajudando com minha rotina, desde quando você tem moral comigo?
- Desculpa, Dani, mas me pareceu…
- Pareceu porra nenhuma, nunca mais fala comigo assim na sua vida.
E aí eu deixei pra lá e fui pro meu quarto.
Com o tesão da sessão, a rotina durou mais do que o esperado, então ficou um pouco tarde. Tomei banho e me arrumei rápido porque o dia tava corrido. Não sei se com um pouco mais de tempo eu teria me masturbado, mas a real é que não fiz isso. A consequência foi que fiquei o dia inteiro com tesão, minha mente viajava e eu me imaginava transando selvagemente na academia. Imaginava de tudo, várias posições e lugares, me via no chuveiro e em alguns aparelhos, imaginava dando pra K e às vezes me via sendo possuída pelos 2 ou 3 caras que estavam no fundo da academia.
A coisa não tava pintando bem pro meu marido. Não tinha nem 24 horas na praia e eu já tava tendo fantasias eróticas, tinha sido apalpada descaradamente e mostrado meu corpo generosamente.
O resto do dia foi dedicado a vários eventos da convenção, tudo programado e sem tempo livre. No fim da tarde, só dava tempo de nos arrumar pro evento da noite, era um jantar dançante exclusivo pros participantes da convenção. Assim, não vi K o dia inteiro de novo.
No dia seguinte, era sexta-feira e acordei pra ir pra academia. Tava na esperança de ver meu amigo, mas ele nunca apareceu. Depois do almoço, tivemos folga das 4 às 6 da tarde, e depois tínhamos que nos arrumar pro jantar de encerramento.
Aproveitei esse tempo pra ir pra piscina. Perto das 6 da tarde, vejo K e os amigos dele aparecerem. Meu coração deu um pulo e senti um formigamento muito forte na minha buceta. Procurei ele com o olhar e nos encontramos, nos cumprimentamos de longe. Ficou assim por um tempo. Eu, por minha vez, me levantava direto, andava até o banheiro e rebolava. Aproveitei que a parte de cima do meu biquíni dava pra deixar mais fina, encurtei o máximo que pude pra dar uma visão melhor das minhas tetas. Infelizmente, a condição de estarmos acompanhados por várias pessoas fez com que nossos caminhos não pudessem se cruzar.
Pra noite, coloquei minha melhor roupa: uma tanguinha branca minúscula, um vestido branco, fininho e bem curto, com um decote generoso na frente. A tanguinha dava pra notar com certa facilidade pra qualquer um que olhasse fixamente pra minha bunda.
Aquela noite eu bebi, dancei e me diverti pra caralho. Teve muita risada, zoeira e bebida. Graças ao fato de que eu tinha mandado meu pretendente pastar, me senti super livre pra socializar com mais gente. Dancei e conversei com vários, às vezes dançávamos em grupo e de vez em quando aceitava dançar com um ou outro cara.
Com o passar dos drinks, eu me sentia mais tesuda, e os caras cada vez mais se aproximavam de mim com claras intenções de me tirar a calcinha. Eu me divertia flertando, mas não deixava eles avançarem. Às vezes, me divertia indo constantemente ao banheiro, de propósito atravessava longas distâncias entre as mesas, rebolando descaradamente a minha bunda. No meu caminho, via os olhares dos caras se fixarem no meu rabo e eu adorava.
O evento terminou muito tarde, quase amanhecendo. A gente tava super empolgado e combinamos de ir pra praia ver o nascer do sol. Chegamos na praia e lá estava K com os amigos dele. Dava pra ver que eles também estavam bem bebados e se divertindo pra caramba. De novo, aquela emoção ao vê-lo, só que agora não sentia cócegas na minha buceta, sentia que ela tava ficando seriamente molhada.
A gente se cumprimentou de longe e sorrimos. Cada um seguiu na sua com seu respectivo grupo e os olhares não paravam. Pouco depois, ele começou a me mandar beijos escondidos, eu sorria e fechava os olhos. Tava realmente muito tesuda.
Não demorou muito pra ele começar a apontar com o dedo pra área da piscina. Eu Entendi perfeitamente que ele tava me apontando pra onde queria que eu fosse, queria que eu escapasse dos meus amigos e fosse escondido encontrar ele.
Vi ele levantar e caminhar até a área da piscina, fiquei seguindo ele com o olhar até que, por causa da escuridão, ele sumiu perto dos banheiros.
Minha tesão era tanta que só hesitei por um momento em ir atrás dele, mal segundos depois de vê-lo partir, avisei meus amigos que ia um instante no meu quarto, levantei e fui pra onde tinha visto ele desaparecer.
A área das piscinas tava escura, eu virava pra todos os lados e não via ele, de repente sinto uma mão na minha bunda enquanto a outra pega nos meus peitos, é ele!!, ele fica atrás de mim e beija meu pescoço e minha orelha, ao mesmo tempo que encosta o pau dele na minha bunda, é um pau grande, dá pra sentir claramente no meu rabo.
Enquanto me beija e encosta o pau, ele mexe a pélvis como se tivesse me comendo, eu faço o mesmo e empino minha bunda o máximo que posso, depois ele me vira e me beija com paixão, eu seguro o rosto dele com as duas mãos, ele por sua vez pega minha bunda com as duas mãos e aperta forte; aí coloca uma das coxas dele entre minhas pernas, eu encosto minha buceta na coxa dele e, sem vergonha nenhuma, começo a rebolar.
Os dois tão pegando fogo, dá pra ver que o desejo reprimido e o álcool que a gente tem no corpo se combinam perigosamente pra aumentar nossa excitação, ele me pega pela mão e me leva pro banheiro dos homens, lá dentro, como uma puta qualquer, ele pretende me comer, e eu não vou objetar nem um pouco o desejo dele.
Chegamos no banheiro e ele tira meu vestido na hora, fico só de tanguinha porque não tava de sutiã, quase nua ele me vira pra ver minha bunda, eu empino e facilito a visão, ele passa a mão na minha bunda e dá uns tapas, não bate forte, parece mais que tá checando como ela tá firme.
Aí ele tira o pau dele e me faz ajoelhar, é enorme!! pego ele com as mãos e começo a bater uma punheta, enquanto Masturbo ele, chupo as bolas dele, ele tem as bolas e a pélvis depiladas, com isso o pau dele parece ainda maior. Depois de ter as bolas dele na minha boca, minha língua me pede pra explorar aquele pau lindo que nesse momento minhas mãos dominam.
Logo enfio ele na boca e começo meu trabalho. O pau dele é tão grande que consigo puxar com uma mão e chupar a cabeça com a boca. Dá pra ver que ele adora, porque começa a ofegar e gemer como um desesperado.
— Que bem que você faz isso, ahhhh, que gostoso!!!
Gosto do que provoco e acelero o ritmo, os gemidos dele aumentam.
— Continua, não para, continua, sua puta comedora de paus!!!
Que gostoso!!! Nunca me chamaram assim e me senti deliciosamente bem.
— Como você me chamou?
— Sua puta comedora de paus!!! Gostou?
— Adorei, papai!!!
E acelerei o ritmo, queria fazer ele gozar, queria fazer ele gozar como a puta comedora de paus que eu era. Não demorei pra conseguir e senti o esperma dele, era delicioso, engoli tudo enquanto ouvia ele gemer e falar putarias.
— Ahhh!!! Ahhh!!! Come toda minha porra, sua puta comedora de paus!!!
Porra!!! Nunca tinha ouvido essa palavra, mas gostei. Acho que qualquer putaria que ele dissesse naquele momento me encantaria.
— E agora, o que eu faço? Como você vai acabar com meu tesão?
— Não se preocupa, só me espera um pouco.
Ele me levantou no colo e me sentou na pia, abaixou minha calcinha fio dental e começou a me retribuir o favor. A língua dele entrava e saía da minha buceta, depois passava um tempo no meu clitóris, mordia um pouco e começava de novo. Eu estava no cio, mexia desesperadamente minha cintura e contraía meus músculos, subia e descia sem parar.
— Que gostoso, papai, mais, mais por favor.
Em poucos minutos tive meu orgasmo, foi uma erupção total depois de tantas horas de desejo reprimido.
Ele me tirou da pia, e vejo que o pau dele já tinha se recuperado. Sem hesitar, ele me vira. Assim, de pé, me faz apoiar as mãos na pia, empino minha bunda e finalmente sinto o pau dele. bem fundo
Ele faz sem piedade, selvagemente começa o mete e tira, nós dois gememos e gritamos entre as investidas brutais. Dá pra ouvir forte o contato dos nossos corpos quando a pélvis dele bate na minha bunda
Enquanto transamos, nos olhamos com cara de tesão e falamos putaria
— Que bunda gostosa você tem, vadia!!
— Tá gostando?
— Amo!!
— Então pega, filho da puta, faz comigo o que quiser!!
— Ahh ahhh, era assim que queria te ter, sua puta, você me deixou de pau duro há dias!!
— E você me deixou bem molhada, seu safado!!
A foda fica ainda mais intensa, desde que ele meteu, o ritmo não diminuiu
— Isso, assim, papai, me dá do jeito que eu gosto, mete bem fundo!!
— O que mais, vadia?
— Ai sim, papai, que delícia, você tem um pau enorme, filho da puta, do jeito que eu gosto
— É assim que você gosta?
— Ai sim, assim, mais, mais, que delícia, papai, vou gozar haaaaaaa que gostoso, quero mais, não para, papai, não para
E eu tive um orgasmo delicioso. Meu amante ainda tem umas forças e continuou me comendo por um tempo. Perto do meu segundo orgasmo, ele tira o pau e me faz ajoelhar. Faço isso e procuro o pau dele pra chupar, mas ele não deixa e continua batendo uma, parece que quer gozar na minha cara. E faz isso, e imediatamente sinto um jorro forte de porra morna, primeiro joga na minha boca e depois nos meus peitos.
— Toma, vadia, engole toda a minha porra!!
Eu obedeço e imediatamente procuro com uma mão toda a porra que caiu fora da minha boca e nos meus peitos, com a outra acaricio meu clitóris, enquanto tenho um segundo orgasmo. O tesão da cena é enorme, num banheiro público, catando todo o sêmen que meu amante derramou no meu corpo pra levar à boca. Depois de engolir tudo, quero mais daquele gosto e me atiro no pau dele pra deixar bem limpinho.
Rapidamente me limpo um pouco, pego meu vestido e visto, peço minha calcinha fio dental e ele diz que vai ficar com ela. Adorei o detalhe. Ele me deu um beijo, e quando virei pra sair, me deu um tapão na bunda como quem manda. Eu virei e sorri.
— Valeu! Tô às ordens!
— Já sei que sim.
Trocamos números de telefone e voltamos na hora pros nossos grupos. Eu continuei na minha festa. Quando voltei, perguntaram por que demorei. Só sorri e falei:
— Que perguntadores, coisa de mulher! Tive que ir no banheiro.
E realmente precisei ir no banheiro. E acho que nunca tive uma ida ao banheiro tão boa na vida.
Logo o amanhecer chegou e tivemos que ir embora. Eu dividia quarto com outra mina, então não dava pra convidar meu amante pra entrar. Não sei como era a situação dele, mas o fato é que ele também não sugeriu irmos pra algum quarto.
No dia seguinte, ou melhor, naquele mesmo dia, era sábado e todo mundo tinha que voltar. A verdade é que, apesar do puta tesão que eu tava pela foda que acabara de ter, sentia uma frustração por ter que abrir mão tão rápido daquela pica enorme. Queria mais, pra caralho.
Quando viajo pra praia com meu marido, não tenho problema em me exibir de biquíni pequeno, mas dessa vez, por ser um evento do trabalho, tinha que me segurar e usar um maiô convencional, mesmo que o convencional não fosse esconder minhas curvas acentuadas, minhas bundas enormes e meus peitos redondos, então, na prática, o convencional já bastava.
Tenho como regra não transar com colegas de trabalho e tento manter isso, embora às vezes role tentação; naquela época em especial, tinha um cara que me paquerava sem parar, era bonitão, mas o que me atraía era a personalidade forte dele, sabia o que queria e deixava claro, não hesitava em mostrar o interesse e a vontade de ter uma trepada comigo, não escondia a vontade de me comer, me encarava e descaradamente olhava pra minhas tetas e minha bunda.
Contra ele, tinha o fato de trabalhar no meu escritório e um machismo forte, que não me agradava muito, às vezes sentia que as investidas dele lhe davam certos direitos sobre mim, e isso eu não curtia nada, então de repente ele me cobrava coisas e até ficava com ciúmes, isso com moderação até pode ser lisonjeiro, mas às vezes passava do limite e me dava uma puta preguiça.
Acontece que entre as pessoas convidadas pro evento na praia estava meu admirador, a vontade dele de compartilhar essa viagem comigo foi evidente, finalmente teria a chance de avançar comigo, a praia, a festa, estar longe de casa, a bebida, e tudo isso, por vários dias, davam a oportunidade perfeita pra ele finalmente investir em mim.
Eu, por outro lado, tava com sentimentos confusos, sentia um pouco de medo e frustração em saber que ia ter esse cara em cima de mim, Por outro lado, tenho que admitir que eu gostava, adoro sexo e ir pra praia sem transar é um desperdício, então talvez, e só talvez, eu pudesse me dar ao luxo e correr o risco. Deixei as coisas rolarem naturalmente pra ver o que a viagem me reservava, me adaptaria ao que acontecesse e teria abertura pra avaliar minhas opções. O ponto é que eu tava morrendo de vontade de ir e me divertir pra caralho, seja com meu pretendente ou com outro, seja transando ou não.
Finalmente chegou o dia da viagem. Levei comigo um guarda-roupa bem variado e adaptável pra qualquer ocasião, mas apesar disso, todas as minhas roupas tinham um denominador comum: cada peça era muito sexy. Umas mais curtas, outras mais compridas, umas mais justas, outras mais soltas, umas com decote na frente, outras com decote nas costas, algumas elegantes e outras meio vulgares. Todas, e digo todas, realçavam minha sensualidade e deixavam pouca coisa pra imaginação.
Chegamos de manhã e pra noite já tínhamos um evento programado na praia: uma recepção com jantar e dança.
Pra essa primeira noite, escolhi um shortinho bem pequeno, mal cobria o começo da minha bunda, era rosa, e a tanga também era dessa cor. Pra parte de cima, escolhi uma blusa de alcinha branca, bem decotada e curta, dava pra ver meu umbigo por baixo da roupa.
Na minha opinião, a grande diferença na percepção masculina com esse look são os sapatos. Essas mesmas roupas com sapatos baixos não têm nem de longe o mesmo efeito que com saltos altos. É fato: se você adicionar uns saltos altos a esse visual, a imagem e a sensualidade mudam radicalmente.
Eu me sentia muito bem comigo mesma e me preparei pra sair, rebolando a bunda e chamando atenção. Quando entrei, os efeitos foram instantâneos. Se já naturalmente chamo a atenção dos homens, naquele ambiente era muito fácil. A proporção de homens pra mulheres era altíssima, como numa boa empresa, a porcentagem de varões é superior, depois tem que eliminar várias mulheres já de idade e pouco atraentes, soma nessa equação o alto número de homens tarados, fora de casa e com acesso livre a toda bebida que quisessem; nesse ambiente, o resultado da relação homens quentes vs mulheres boas era absurdo.
Imediatamente vários homens me abordaram, evidentemente tem que cuidar das formas, não pretendia socializar abertamente com gente que não conhecia, isso fica mal pra minha imagem, começam a fazer especulações se a gente parece muito disponível e aberta a conhecer novas pessoas.
Como disse antes, deixaria as coisas rolarem, mas tinha muito claro que não ia fazer uma besteira nesse evento, só meu admirador podia ter uma certa chance, desde que me inspirasse total confiança na discrição dele e além disso vários elementos tinham que se encaixar pra eu cair e soltar a puta que tenho dentro de mim.
Com todos esses elementos, achava difícil que algo rolasse, o filho da puta não necessariamente me encantava e os riscos eram muito altos.
A recepção era no bar do hotel, era um bar muito grande, apesar de a gente ser maioria no hotel, não éramos exclusivos e compartilhávamos as instalações do bar com outros hóspedes, a gente tinha que usar crachá, isso dava acesso à barra livre de bebidas, o dado era útil já que dava pra identificar os vários colegas de trabalho e saber o nome deles.
Rapidamente formamos grupo com os colegas da minha cidade, meu admirador não perdia oportunidade de ficar perto de mim e fazer o papel de acompanhante, ficava de olho na minha bebida, puxava conversa, me elogiava, me olhava sempre e não deixava ninguém roubar o espaço dele ao meu lado, se alguém se aproximava, rapidamente dava um jeito de reivindicar o espaço, seja conversando ou abertamente se aproximando de mim, tentando mandar um recado pros outros homens de que essa é minha mina.
Eu agradecia o gesto e no geral gostava. Se fosse em outro contexto e não fosse um evento da empresa ou a gente não trabalhasse junto, eu estaria encantada, mas aqui as coisas eram diferentes. Acho que eu devia manter mais distância, me fazer um pouco de difícil e não ser tão óbvia.
Durante essas primeiras horas da noite, conversei com meu amigo razoavelmente bem. Ele me chamou pra dançar umas duas vezes, e foi gostoso. Dançou comigo do jeito que eu gosto, me segurando firme pela cintura. A gente falou sobre várias coisas, sobre como o evento era interessante, como a organização estava bem montada e sobre nossos planos. Eu disse que queria me divertir pra valer, e ele respondeu:
— A gente devia se soltar hoje e amanhecer na festa.
Pensei comigo: "ah, claro, e você acha que eu nasci ontem?", e respondi:
— Acho que não. É a primeira noite, a gente precisa guardar energia. Amanhã temos evento cedo e quero acordar pra malhar.
Conforme o tempo passou, a situação deixou de ser animadora e começou a ficar sufocante. Aos poucos, fui me sentindo desconfortável, a ponto de começar a me irritar. E, quanto mais meu amigo bebia, mais birrento ele ficava, chegando até a me dar ciúmes.
Não quis entrar em discussão, nem brigar, nem fazer escândalo. Fui me afastando aos poucos pra evitar problemas. Comecei a conversar com uma amiga, e não com outro homem. Ele insistia que dificilmente alguém do trabalho ia pegar na minha bunda, e o único que tinha alguma chance estava, aos poucos, perdendo essa oportunidade.
No meio da noite, percebi que tinha uma mesa de hóspedes bem animada. Era um grupo de jovens, homens e mulheres, que pareciam se dar super bem. Acho que tinham minha idade ou talvez um pouco mais novos. O clima deles era totalmente diferente do nosso. No nosso evento, os jovens eram minoria e estavam espalhados, misturados com colegas mais velhos, que eram a maioria. Não consegui evitar sentir uma certa inveja do clima que eles tinham.
Rapidamente percebi que... Vários caras daquela mesa ficavam me encarando, isso botava meu ego lá em cima. Uma coisa era esquentar uns velhos tarados e barrigudos, loucos por carne jovem, e outra bem diferente era chamar a atenção de caras bonitos que estavam acompanhados de minas jovens e gostosas também.
Em especial um cara chamou minha atenção, ele era magro e bonito, parecia muito alegre e cheio de energia, sempre ria e dançava, dava pra ver que era o típico líder do grupo, aquele que tá sempre pronto pra se divertir e viver intensamente a festa; ele era quem mais me olhava, quando eu virava pra ver ele, ele não desviava o olhar e fazia questão que eu percebesse que tava me encarando.
A situação tava me agradando e depois de um tempo eu comecei a sorrir pra ele de vez em quando, por um tempo não passou disso, e isso também aumentava meu tesão por ele, ele não se jogou em cima de mim, tava se dando seu tempo e deixando as coisas rolarem naturalmente se é que deviam rolar.
Nesse meio tempo, precisei ir ao banheiro, a mesa deles ficava bem no caminho pro banheiro, passei por lá e aproveitei pra ensaiar minha melhor rebolada, andei devagar e mexi a bunda descaradamente, queria deixar claro o recado de que eu era a mulher mais gostosa do lugar, até mais gostosa que qualquer uma daquela mesa, talvez não fosse verdade, mas eu queria acreditar.
Quando saí do banheiro, ele já tava me esperando, bem na saída ele se aproxima e me diz:
- Oi, qual é o seu nome?
- Dani, e o seu?
- Meu nome é K (é o nome que vou usar nesse relato pra identificar ele)
- Prazer
A conversa não passou das perguntas iniciais típicas, ele me disse que tava tirando umas férias curtas com os amigos, que tinham pedido uns dias no trabalho e fugido pra praia.
Também me disse que morava em São Paulo mas era de Santos e que ainda ia ficar no hotel até sábado, porque tinha aproveitado a baixa temporada e o fato de ir durante a semana pra conseguir um preço legal na viagem. Eu, por minha vez, contei pra ele que Ela era casada e veio pra uma convenção do meu trabalho. O cara me pareceu atraente e interessante, a gente conversou um tempo, não sei se 30 ou 45 minutos, no final me despedi dele, porque tinha que voltar pro meu grupo, insisto que tinha que me comportar, ele entendeu e a gente se despediu sem rolar nada, sem compromisso, decidimos que talvez a gente se visse nos próximos dias, já que estávamos hospedados no mesmo hotel.
A noite passou e o tempo todo a gente não parou de trocar olhares e sorrisos, eu realmente tava afim desse filho da puta e da atitude desinibida dele, continuei observando ele e realmente tava me divertindo pra caralho na companhia dos amigos dele.
Já de noite, decidi ir embora, tava cansada e não sou boa em ficar acordada até tarde, além disso queria mesmo acordar cedo. Ao sair, virei pra olhar a mesa do K e vi eles ainda se divertindo alegremente, tentei me despedir dele com o olhar, mas não consegui fazer contato visual com ele.
No dia seguinte, acordei cedo pra ir pra academia, vesti um conjunto azul celeste claro, tinha uma calça legging super justa, um top e uma jaqueta. Como ainda tava no plano de cuidar da minha imagem, decidi malhar com a jaqueta vestida e fechada, o top era pequeno e mal cobria meus peitos, além disso meus mamilos se adivinhavam fácil com o suor.
Com a bunda a história podia ser diferente, ali sim aparecia generosamente, a roupa se moldava ao meu rabo sem nada cobrindo, já que a jaqueta era curta. A verdade é que não tava usando calcinha, adoro a sensação da legging entrando na minha buceta e no meu cu sem interferência, e obviamente por baixo do top não tinha nada.
Comecei meus exercícios e o lugar tava meio cheio, sem estar vazio, mas também não tava lotado, a maioria das pessoas era homem, era minha condição ideal, sem muita gente, mas o suficiente pra se exibir e ainda com maioria masculina. Umas 45 minutos de treino, meu corpo já tava todo suado, ainda mais porque não tinha Tirei a jaqueta, mas naquele momento as poucas mulheres já tinham ido embora, eu tava sozinha no meio dos homens. O problema é que não dava pra identificar qual deles era da minha empresa, já que claramente não estávamos usando crachás. Mesmo morrendo de vontade de tirar o top, decidi não fazer isso.
Qual não foi minha surpresa quando meu novo amigo K apareceu em cena. Assim que me viu, me cumprimentou e veio na minha direção, me deu um beijo na bochecha e, depois de uma conversinha rápida, começou a fazer a rotina dele. Eu, por minha vez, continuei com meus gemidos, que saíam naturais, mas acho que com a chegada inesperada do meu amigo, eles ficaram ainda mais evidentes.
Em um momento, nossas rotinas nos deixaram bem próximos. Eu tava fazendo abdominais deitada num aparelho com um colchão fino. Como vocês sabem, esses aparelhos são finos o suficiente pra uma pessoa mal conseguir se deitar e podem ser facilmente rodeados por qualquer outra pessoa em pé, com as pernas abertas.
Comecei meus abdominais, e K se aproximou de mim e se ofereceu pra ajudar. Ele propôs segurar minhas pernas pra melhorar a eficácia do exercício. Eu, de forma provocante, sorri, agradeci a atenção e aceitei.
Fiz minha primeira série e pedi um momento pra levantar e beber um pouco de água. Me levantei e fui em direção aos bebedouros. Enquanto caminhava, percebi perfeitamente que ele devorava minha bunda com o olhar. Eu, disfarçadamente, diminuí o passo e mexi levemente os quadris.
Quando voltei, ele disse:
— Acho que você tá fazendo seus exercícios errado.
— Por quê?
— Porque você tá muito coberta. Com essa jaqueta, você tá suando muito. Como estamos na praia e aqui faz muito calor, você pode se desidratar, não acha?
Depois de falar isso, ele só sorriu. Eu fiz o mesmo. Claramente, não acreditei em uma palavra do que ele disse.
— E o que você sugere pra resolver isso?
— Ora, fácil: tira essa roupa. Você não vê que pode ser perigoso? É pela sua saúde!
E nós dois soltamos uma risadinha. - Ok, a saúde vem primeiro, cê não acha?
- Com certeza
E sem mais delongas, tirei a peça. A real é que K não sabia o que tinha por baixo, podia ser só uma blusinha e não ser tanto show, a surpresa dele foi evidente quando viu aparecer um top, decotado, curto e já molhado de suor.
- Uau Dani, que bucetão gostoso!!!
Me surpreendi com o comentário tão espontâneo e tão safado, definitivamente esse cara prometia, tinha exatamente a atitude que pode fazer eu entregar minha bunda, não respondi, só sorri e me preparei pra continuar com meus abdominais, me deitei e ele sentou nos meus pés, de frente pra mim; a cada movimento, cada vez que eu levantava, meus peitos ficavam bem perto dele, ele tinha a visão ideal das minhas tetas, os olhos dele pousavam descaradamente nelas, eu sabia e ele queria que eu soubesse.
O suor, a transparência do top e minha excitação crescente fizeram meus bicos aparecerem generosamente, aí se a gente adiciona meus gemidos e minhas aproximações constantes do corpo dele, criava, ao meu gosto, uma cena cheia de putaria, aos poucos K se movia pra frente e cada vez que eu me erguia, nossos rostos e bocas ficavam mais perto.
Terminei minha série e agradeci pela ajuda, então me virei pra pegar a barra, de novo virei as costas pra ele e agora a rebolada foi mais evidente.
Peguei a barra e comecei a fazer agachamento; ao descer, a vista da minha bunda devia ser foda, me certifiquei de que K tivesse uma boa perspectiva e comecei a gemer de novo.
Não demorou pra ele se aproximar de novo:
- Dani, cê tá fazendo errado
- Por quê?
- Olha, vou te explicar
- Fala aí…
Ele se deita de barriga pra cima no aparelho onde eu tinha feito abdominal
- Imagina que nesse colchão tá deitado seu amante e você quer dar pra ele…
Dar pra ele!!! Amante!!! Esse filho da puta mal tinha me conhecido e já tava falando essas palavras, por que não… dizer?: Fazer amor e Marido; por que Foder e Amante, obviamente porque era um pervertido, e o que acham? Eu adorava
- Aí você fica bem em cima dele, abre suas pernas e, de pé, sobe e desce pra foder ele, como você faria?
- Não sei, seria difícil, porque já estando lá embaixo pra que eu subo, ia sair…
- Bom, isso é verdade, mas para efeitos do exercício você tem que se imaginar e cooperar mais, ao descer você enfiava e ao subir tirava, então o que faria?
- Bom, então desceria rápido e subiria devagar, assim ficaria mais tempo com ela dentro, né?
- Exato, agora imagine essa situação e faça os agachamentos, se precisar de motivação pode me usar como modelo, ofereço meus serviços sem custo algum
- Obrigada, você é muito gentil, mas prefiro imaginar meu marido, mas é uma dica muito boa a que você me deu
- Uia, as coisas que eu poderia te dar!! de nada, já sabe, pra te servir, quer tentar??
- Sim
Assim retomei meus agachamentos, ele continuava deitado, obviamente não fiquei em cima dele mas o tinha de frente e claramente podia ver meus peitos de cima a baixo, minha cara fazendo esforço e gemendo como se estivesse fodendo, fechei meus olhos e imaginava uma rola debaixo de mim bem como K tinha me recomendado, então descia o mais rápido que podia e subia devagar, tentando com isso maximizar o tempo que teria uma imaginária rola enfiada.
Realmente fiquei excitada, mas na minha mente estava a rola do meu marido, que eu adoro, na minha fantasia não existia um homem, só uma rola grande e grossa e a que eu mais gosto é a do meu esposo
Meu amigo se levantou e descaradamente se colocou atrás de mim pra ter uma visão melhor da minha bunda, eu fingi que não vi e continuei na minha, gemendo e me inclinando o máximo que podia
O interessante do caso é que na verdade eu já tinha feito minha rotina de agachamentos há vários minutos, tinha repetido só pelo tesão de exibir minha Nádegas.
Nessa altura eu já estava excitada, com tesão e muito molhada. A combinação do suor, com a falta de calcinha, a delicadeza do tecido do meu moletom, e por que não meus próprios fluidos, fez com que minha virilha parecesse encharcada. Quando terminei a série de agachamentos, rapidamente meu novo amigo se vira pra mim:
- Puxa, Dani, você ficou com tesão mesmo! Se precisar de alguma coisa, tô aqui pra te servir!
- Não seja bobo, claro que é suor! Você não teria tanta sorte assim, hein.
E nós dois sorrimos de forma safada e mostrando cumplicidade. Depois ele me pega pela mão e diz:
- Vem, deixa eu te ensinar um exercício.
E me levou até um aparelho no fundo da academia. Nele, tinha que colocar o pé e um cabo comprido ligado a uns pesos. A ideia era mover a perna como um pêndulo e levantar os pesos. Ele colocou meu pé no estribo e pediu pra eu começar a fazer o exercício.
Assim fiz e comecei a mover minha perna esquerda, novamente os gemidos. Enquanto eu trabalhava, ele se aproxima de mim e diz:
- Esse exercício é muito bom pra fortalecer as coxas.
Sem mais, ele pegou minha coxa esquerda, apertou forte e deixou a mão lá durante todo o tempo das minhas repetições. Eu me sentia com tesão e submissa. Enquanto ele falava, eu gemia, não conseguia falar e só me deixava fazer.
Agora era a vez da minha outra perna. O filho da puta solta minha coxa e coloca um peso maior no aparelho:
- A perna direita tradicionalmente é mais forte, não vou facilitar pra você.
O que eu entendi é que ele tinha o pretexto ideal pra aumentar meus gemidos, e foi o que eu fiz. Eu tava com tesão e cada vez minha rotina ficava mais barulhenta. O melhor é que nessa hora a academia tava praticamente vazia e, entre a música e o fato de estar no fundo do lugar, acho que meus gemidos podiam passar despercebidos. Imediatamente ele se coloca à minha direita e diz:
- O exercício também é bom pra firmar os glúteos.
E sem mais, coloca A mão dele na minha bunda e aperta forte, eu só viro e dou um sorrisinho, não consigo falar por causa do esforço e da excitação, olho pra ele submisso, vítima do esforço que o exercício exige
- Ahhh, ahhhh, mmm, mmm
- Tá gostando?
- Sim, mmmmhh, é muito bom
- Sente como ele trabalha na sua bunda
- Siiim
As palavras dele estavam cheias de putaria e duplo sentido, eu me deixava levar, vítima da excitação e do desejo
Fechei os olhos, com a mão dele apertando minha bunda e gemendo abertamente com a desculpa do exercício, acho que a cena era das mais intensas, quando uma voz distante e num tom irritado me tira do transe:
- Oi, Dani!
Era meu colega de trabalho, ele tinha acordado cedo pra me buscar na academia, o impacto pra ele deve ter sido forte, foi pra academia na esperança de me ver e passar tempo comigo e em vez disso me vê vestida justa, com os peitos quase pra fora, molhada, gemendo e principalmente com a mão de um estranho descaradamente pousada na minha bunda. Abri os olhos e vi ele
- Oi, mmmhh
Continuei meu movimento e o filho da puta do K também continua com a mão na minha bunda, não se abala nem se intimida, eu realmente gosto da atitude dele!
Caí na real do que tá rolando e termino a série, percebo que não é legal continuar assim na frente de um conhecido, paro não porque tenho sentimentos pelo meu colega, mas pelo fato de que ele é exatamente meu colega de trabalho e quero preservar minha imagem.
- Valeu pela ajuda K, já tenho que ir, preciso me preparar pro meu evento mais tarde
- Tchau Dani, espero te ver mais tarde
- Ok
Assim me despedi e fui pegar minhas coisas pra ir embora, meu colega me alcança e fala:
- Que porra foi aquela?
- Que porra foi o quê?
- Por que aquele filho da puta tava pegando na sua bunda?
Agora esse cara quer ter ciúmes de mim!! Nem meu marido faz isso, que fode como um rei, muito menos um cara como esse - Isso é algo que não te diz respeito, e você só tava me ajudando com minha rotina, desde quando você tem moral comigo?
- Desculpa, Dani, mas me pareceu…
- Pareceu porra nenhuma, nunca mais fala comigo assim na sua vida.
E aí eu deixei pra lá e fui pro meu quarto.
Com o tesão da sessão, a rotina durou mais do que o esperado, então ficou um pouco tarde. Tomei banho e me arrumei rápido porque o dia tava corrido. Não sei se com um pouco mais de tempo eu teria me masturbado, mas a real é que não fiz isso. A consequência foi que fiquei o dia inteiro com tesão, minha mente viajava e eu me imaginava transando selvagemente na academia. Imaginava de tudo, várias posições e lugares, me via no chuveiro e em alguns aparelhos, imaginava dando pra K e às vezes me via sendo possuída pelos 2 ou 3 caras que estavam no fundo da academia.
A coisa não tava pintando bem pro meu marido. Não tinha nem 24 horas na praia e eu já tava tendo fantasias eróticas, tinha sido apalpada descaradamente e mostrado meu corpo generosamente.
O resto do dia foi dedicado a vários eventos da convenção, tudo programado e sem tempo livre. No fim da tarde, só dava tempo de nos arrumar pro evento da noite, era um jantar dançante exclusivo pros participantes da convenção. Assim, não vi K o dia inteiro de novo.
No dia seguinte, era sexta-feira e acordei pra ir pra academia. Tava na esperança de ver meu amigo, mas ele nunca apareceu. Depois do almoço, tivemos folga das 4 às 6 da tarde, e depois tínhamos que nos arrumar pro jantar de encerramento.
Aproveitei esse tempo pra ir pra piscina. Perto das 6 da tarde, vejo K e os amigos dele aparecerem. Meu coração deu um pulo e senti um formigamento muito forte na minha buceta. Procurei ele com o olhar e nos encontramos, nos cumprimentamos de longe. Ficou assim por um tempo. Eu, por minha vez, me levantava direto, andava até o banheiro e rebolava. Aproveitei que a parte de cima do meu biquíni dava pra deixar mais fina, encurtei o máximo que pude pra dar uma visão melhor das minhas tetas. Infelizmente, a condição de estarmos acompanhados por várias pessoas fez com que nossos caminhos não pudessem se cruzar.
Pra noite, coloquei minha melhor roupa: uma tanguinha branca minúscula, um vestido branco, fininho e bem curto, com um decote generoso na frente. A tanguinha dava pra notar com certa facilidade pra qualquer um que olhasse fixamente pra minha bunda.
Aquela noite eu bebi, dancei e me diverti pra caralho. Teve muita risada, zoeira e bebida. Graças ao fato de que eu tinha mandado meu pretendente pastar, me senti super livre pra socializar com mais gente. Dancei e conversei com vários, às vezes dançávamos em grupo e de vez em quando aceitava dançar com um ou outro cara.
Com o passar dos drinks, eu me sentia mais tesuda, e os caras cada vez mais se aproximavam de mim com claras intenções de me tirar a calcinha. Eu me divertia flertando, mas não deixava eles avançarem. Às vezes, me divertia indo constantemente ao banheiro, de propósito atravessava longas distâncias entre as mesas, rebolando descaradamente a minha bunda. No meu caminho, via os olhares dos caras se fixarem no meu rabo e eu adorava.
O evento terminou muito tarde, quase amanhecendo. A gente tava super empolgado e combinamos de ir pra praia ver o nascer do sol. Chegamos na praia e lá estava K com os amigos dele. Dava pra ver que eles também estavam bem bebados e se divertindo pra caramba. De novo, aquela emoção ao vê-lo, só que agora não sentia cócegas na minha buceta, sentia que ela tava ficando seriamente molhada.
A gente se cumprimentou de longe e sorrimos. Cada um seguiu na sua com seu respectivo grupo e os olhares não paravam. Pouco depois, ele começou a me mandar beijos escondidos, eu sorria e fechava os olhos. Tava realmente muito tesuda.
Não demorou muito pra ele começar a apontar com o dedo pra área da piscina. Eu Entendi perfeitamente que ele tava me apontando pra onde queria que eu fosse, queria que eu escapasse dos meus amigos e fosse escondido encontrar ele.
Vi ele levantar e caminhar até a área da piscina, fiquei seguindo ele com o olhar até que, por causa da escuridão, ele sumiu perto dos banheiros.
Minha tesão era tanta que só hesitei por um momento em ir atrás dele, mal segundos depois de vê-lo partir, avisei meus amigos que ia um instante no meu quarto, levantei e fui pra onde tinha visto ele desaparecer.
A área das piscinas tava escura, eu virava pra todos os lados e não via ele, de repente sinto uma mão na minha bunda enquanto a outra pega nos meus peitos, é ele!!, ele fica atrás de mim e beija meu pescoço e minha orelha, ao mesmo tempo que encosta o pau dele na minha bunda, é um pau grande, dá pra sentir claramente no meu rabo.
Enquanto me beija e encosta o pau, ele mexe a pélvis como se tivesse me comendo, eu faço o mesmo e empino minha bunda o máximo que posso, depois ele me vira e me beija com paixão, eu seguro o rosto dele com as duas mãos, ele por sua vez pega minha bunda com as duas mãos e aperta forte; aí coloca uma das coxas dele entre minhas pernas, eu encosto minha buceta na coxa dele e, sem vergonha nenhuma, começo a rebolar.
Os dois tão pegando fogo, dá pra ver que o desejo reprimido e o álcool que a gente tem no corpo se combinam perigosamente pra aumentar nossa excitação, ele me pega pela mão e me leva pro banheiro dos homens, lá dentro, como uma puta qualquer, ele pretende me comer, e eu não vou objetar nem um pouco o desejo dele.
Chegamos no banheiro e ele tira meu vestido na hora, fico só de tanguinha porque não tava de sutiã, quase nua ele me vira pra ver minha bunda, eu empino e facilito a visão, ele passa a mão na minha bunda e dá uns tapas, não bate forte, parece mais que tá checando como ela tá firme.
Aí ele tira o pau dele e me faz ajoelhar, é enorme!! pego ele com as mãos e começo a bater uma punheta, enquanto Masturbo ele, chupo as bolas dele, ele tem as bolas e a pélvis depiladas, com isso o pau dele parece ainda maior. Depois de ter as bolas dele na minha boca, minha língua me pede pra explorar aquele pau lindo que nesse momento minhas mãos dominam.
Logo enfio ele na boca e começo meu trabalho. O pau dele é tão grande que consigo puxar com uma mão e chupar a cabeça com a boca. Dá pra ver que ele adora, porque começa a ofegar e gemer como um desesperado.
— Que bem que você faz isso, ahhhh, que gostoso!!!
Gosto do que provoco e acelero o ritmo, os gemidos dele aumentam.
— Continua, não para, continua, sua puta comedora de paus!!!
Que gostoso!!! Nunca me chamaram assim e me senti deliciosamente bem.
— Como você me chamou?
— Sua puta comedora de paus!!! Gostou?
— Adorei, papai!!!
E acelerei o ritmo, queria fazer ele gozar, queria fazer ele gozar como a puta comedora de paus que eu era. Não demorei pra conseguir e senti o esperma dele, era delicioso, engoli tudo enquanto ouvia ele gemer e falar putarias.
— Ahhh!!! Ahhh!!! Come toda minha porra, sua puta comedora de paus!!!
Porra!!! Nunca tinha ouvido essa palavra, mas gostei. Acho que qualquer putaria que ele dissesse naquele momento me encantaria.
— E agora, o que eu faço? Como você vai acabar com meu tesão?
— Não se preocupa, só me espera um pouco.
Ele me levantou no colo e me sentou na pia, abaixou minha calcinha fio dental e começou a me retribuir o favor. A língua dele entrava e saía da minha buceta, depois passava um tempo no meu clitóris, mordia um pouco e começava de novo. Eu estava no cio, mexia desesperadamente minha cintura e contraía meus músculos, subia e descia sem parar.
— Que gostoso, papai, mais, mais por favor.
Em poucos minutos tive meu orgasmo, foi uma erupção total depois de tantas horas de desejo reprimido.
Ele me tirou da pia, e vejo que o pau dele já tinha se recuperado. Sem hesitar, ele me vira. Assim, de pé, me faz apoiar as mãos na pia, empino minha bunda e finalmente sinto o pau dele. bem fundo
Ele faz sem piedade, selvagemente começa o mete e tira, nós dois gememos e gritamos entre as investidas brutais. Dá pra ouvir forte o contato dos nossos corpos quando a pélvis dele bate na minha bunda
Enquanto transamos, nos olhamos com cara de tesão e falamos putaria
— Que bunda gostosa você tem, vadia!!
— Tá gostando?
— Amo!!
— Então pega, filho da puta, faz comigo o que quiser!!
— Ahh ahhh, era assim que queria te ter, sua puta, você me deixou de pau duro há dias!!
— E você me deixou bem molhada, seu safado!!
A foda fica ainda mais intensa, desde que ele meteu, o ritmo não diminuiu
— Isso, assim, papai, me dá do jeito que eu gosto, mete bem fundo!!
— O que mais, vadia?
— Ai sim, papai, que delícia, você tem um pau enorme, filho da puta, do jeito que eu gosto
— É assim que você gosta?
— Ai sim, assim, mais, mais, que delícia, papai, vou gozar haaaaaaa que gostoso, quero mais, não para, papai, não para
E eu tive um orgasmo delicioso. Meu amante ainda tem umas forças e continuou me comendo por um tempo. Perto do meu segundo orgasmo, ele tira o pau e me faz ajoelhar. Faço isso e procuro o pau dele pra chupar, mas ele não deixa e continua batendo uma, parece que quer gozar na minha cara. E faz isso, e imediatamente sinto um jorro forte de porra morna, primeiro joga na minha boca e depois nos meus peitos.
— Toma, vadia, engole toda a minha porra!!
Eu obedeço e imediatamente procuro com uma mão toda a porra que caiu fora da minha boca e nos meus peitos, com a outra acaricio meu clitóris, enquanto tenho um segundo orgasmo. O tesão da cena é enorme, num banheiro público, catando todo o sêmen que meu amante derramou no meu corpo pra levar à boca. Depois de engolir tudo, quero mais daquele gosto e me atiro no pau dele pra deixar bem limpinho.
Rapidamente me limpo um pouco, pego meu vestido e visto, peço minha calcinha fio dental e ele diz que vai ficar com ela. Adorei o detalhe. Ele me deu um beijo, e quando virei pra sair, me deu um tapão na bunda como quem manda. Eu virei e sorri.
— Valeu! Tô às ordens!
— Já sei que sim.
Trocamos números de telefone e voltamos na hora pros nossos grupos. Eu continuei na minha festa. Quando voltei, perguntaram por que demorei. Só sorri e falei:
— Que perguntadores, coisa de mulher! Tive que ir no banheiro.
E realmente precisei ir no banheiro. E acho que nunca tive uma ida ao banheiro tão boa na vida.
Logo o amanhecer chegou e tivemos que ir embora. Eu dividia quarto com outra mina, então não dava pra convidar meu amante pra entrar. Não sei como era a situação dele, mas o fato é que ele também não sugeriu irmos pra algum quarto.
No dia seguinte, ou melhor, naquele mesmo dia, era sábado e todo mundo tinha que voltar. A verdade é que, apesar do puta tesão que eu tava pela foda que acabara de ter, sentia uma frustração por ter que abrir mão tão rápido daquela pica enorme. Queria mais, pra caralho.
1 comentários - Na praia e sem marido