Comi o flanelinha gostoso

Costumo ir correr à tarde na Costanera. Tinha feito amizade com o cara que cuidava dos carros, às vezes deixava uma grana ou uns biscoitinhos pra ele. Naquela tarde vinha uma tempestade, mas fui mesmo assim. Mal cheguei, o Mario (esse era o nome dele) se aproximou e começamos a conversar... de repente levantou um vento, muito forte.. e começou a chover. Falei pra ele subir no carro e aí ficamos batendo papo. A tempestade tava cada vez mais forte e, de papo em papo, tocamos no assunto do sexo... como umas coroas que saíam pra caminhar eram gostosas e tal. Ele me contou que tinha brigado com a namorada fazia um mês e que tava vivendo na base da punheta... rimos e os dois tavam com a pica dura. A chuva tava cada vez pior e ele me disse pra bater uma juntos. Como não dava pra ver nada de fora (e não tinha ninguém na rua, óbvio), tiramos as picas e começamos a sacudir. Peguei a mão dele e coloquei na minha pica, e eu fiz o mesmo com ele. Ele disse que minha pica era grande e bonita, aí coloquei a mão na cabeça dele e pedi pra me chupar. Mario riu e falou que por mil pesos me chupava... respondi que por essa grana o mínimo era uma boa fodida (só pra constar, isso foi há uns 4/5 anos e o valor não era o de hoje). Ele disse que não... mas não muito convencido. Mostrei a carteira, tinha 1300 pesos. Empurrei ele e coloquei a pica na boca dele. Liguei o carro e procurei um lugar mais afastado, perto do parque... enquanto dirigia, Mario ia chupando. Estacionei debaixo de uma árvore, a chuva tava terrível. Tirei o short inteiro e pedi pra ele se pelar. Reclinei o banco do carona e coloquei ele de quatro. Ele pediu pra meter devagar porque nunca tinha visto uma pica tão grande. Ajeitei a cabeça e empurrei... Ele reclamou. Tentei de novo e entrou um pouco mais. Mario empurrava pra trás e tirava. Falei pra trocarmos de posição e me deitei de barriga pra cima, e ele sentou tentando enfiar, mas doía... até que voltamos pra posição anterior e enfiei de uma vez assim que encaixou. Ele gritou, mas já tava dentro. Enfiado... fiquei parado... a pica até as bolas. Depois de um tempo comecei a me mexer... Mário gemia e se batia uma. Quando já se acostumou, levantei ele um pouco e, segurando pela cintura, comecei a meter mais forte. Ele gozou no banco enquanto eu continuava metendo a pica. Daí a pouco despejei toda a porra dentro. Ficamos assim por vários minutos, até que saiu sozinha do cu. Peguei um pano e limpei a porra dele pra que pudesse sentar. O cu dele tava doendo. A chuva continuava... ninguém dizia nada. Aos poucos a dor foi passando e ele me pediu pra deixar onde tinha subido. Antes de ir, dei o dinheiro pra ele. Continuei correndo e a gente se cumprimentava como se nada. Até que um dia ele disse que precisava de uma grana, qualquer coisa. Subiu no carro e fomos pra um motel. Tomamos banho juntos e comi ele por umas duas horas. No final, não pediu dinheiro. A gente trepou mais umas 4 ou 5 vezes, ele disse que tinha voltado com a namorada e nunca mais vi ele.

2 comentários - Comi o flanelinha gostoso

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