Relato gay: El esclavo maya 4: el amigo del amo

Kinich se sentia superestimulado, era óbvio que o novo amigo do amo Nahil tinha chamado a atenção dele. Ele tentou se mexer o mínimo possível pra evitar que ouvissem a respiração dele e esquecessem que eles estavam ali, pra que pudessem continuar conversando sem medo de nada. "Pode-se dizer", falou Wayak, "que todo mundo aqui sabe qual é o maior pau maia." "Já chega, amigo", disse Nahil num tom de brincadeira, "você tá me deixando com inveja." Era a primeira vez que Kinich via o amo dele interagindo de forma cordial, ele era tão caloroso com Wayak quanto ele mesmo seria com os irmãos dele.

Pouco depois, eles se propuseram a continuar estudando as estrelas e tal. Kinich realmente não sabia nada daquilo, achava as conversas fascinantes, mas pouco teria entendido, já que a educação dele nem era básica.

"Tô entediado", confessou Nahil. "Não quer descansar um pouco?" Wayak aceitou na hora. Eles brincaram algumas vezes e chegaram à conclusão de que não queriam continuar estudando naquele momento. Era um dia quente e dava pra sentir o abafo da selva. "Faz tempo que não vou ao rio", comentou Wayak. "A gente devia planejar uma viagem pra relaxar." Nahil, vendo a hora, propôs ir naquele instante, já que ainda era cedo e eles não pensavam em voltar a estudar. Wayak aceitou na hora.

Com uma ordem de desprezo, Nahil mandou Kinich sair pra preparar as coisas dele, já que logo iriam pro rio. Sem mais instruções além dessas. Ele desceu pros quartos dos escravos, onde Kante ajudou ele a preparar uma bolsa de couro com provisões, poucas, pra quatro pessoas (o amo não podia arriscar encontrar alguém e não levar comida suficiente). Ele também colocou um metate especial pra se secar, a louça de campo, um bom licor, e por último um vaso onde deveria levar um pouco da água daquela nascente. "Você não vai comigo?", perguntou Kinich. "Ah, não", comentou Kante, "tem muito trabalho aqui com o nobre, e você é o escravo do amo Nahil." Kinich entendeu isso e se preparou pra ir. Rio com tudo que precisava. **** O rio ficava a 1 hora de caminhada da cidadela, eles tiveram que atravessar o mercado, a praça grande e algumas choças de gente pobre, um campo de cultivo e por último uma trilha na selva que os levou direto a um rio de águas cristalinas com bastante vegetação e pouca correnteza, excelente para se refrescar. O pessoal costumava ir direto nesse corpo d'água que não era de ninguém, então tanto ricos quanto pobres curtiam ele, embora não fosse muito comum ver gente chique igual o amo naquele rio. Na chegada, só tinha dois adolescentes na água, pelados, como todo mundo que entrava no rio. Quando viram que esses três chegaram, saíram, vestiram suas roupas humildes e foram direto pra cidadela, talvez por precaução já que a crueldade dos ricos era bem conhecida, ou por timidez. De qualquer forma, nem Wayak nem Nahil deram a mínima atenção pra eles. Kinich se preparou pra servir as provisões que trouxeram, mas Nahil o segurou. "Por enquanto não estamos com fome. Espera a gente sair do rio", falou se despindo e deixando à mostra o pau moreno e comprido na frente dele, colocou as roupas numa pedra. Deixou uma adaga perto e depois foi pro rio. "Você vai cuidar das nossas coisas". Wayak se virou pra Kinich, tinha os olhos brilhando e um sorriso impecável, o rosto era perfeito, o cabelo lindo demais e a voz melodiosa: "Acha que me ajuda a tirar isso?", falou apontando pro cocar que se amarrava com umas tiras nas costas e ele não conseguia desfazer o nó. "Cl-Claro", disse Kinich, tímido pelo tratamento tão gentil que Wayak tinha dado a ele. A primeira coisa que viu foram as costas dele, finas mas com os músculos marcados, lisas e brilhantes, lindas demais. Depois ele abaixou a tanga e deixou ver a rola pequena e lisinha. O corpo inteiro dele não tinha um único pelo. Na real, a rola do Wayak não era tão pequena, só comparada com a do Kante ou do Nahil que podia parecer assim, mas era. Lisa quase não tinha veias aparentes e seus testículos eram menores e mais retraídos. Kinich não conseguiu evitar olhar e ficou vermelho. "Não é igual ao do seu dono", mencionou Wayak, "mas já viu mais bocetas do que a dele". Ao dizer isso, Kinich corou ainda mais. "E em breve pode conhecer a sua", disse enquanto tocava suavemente seu ombro. Kinich ficou pasmo, sentou-se nervoso, pensando que talvez não devesse ter tirado o cocar do amigo do seu dono, já que agora ele queria que ele fosse seu... Nahil se importaria? Ou talvez nem tanto... quando seria, talvez à noite, quando todos estivessem dormindo, ele entraria escondido no quarto dele e o faria seu. Kinich ansiava por isso, queria que aquele rosto lindo e aquele torso gostoso o fizessem seu. Ele viu os amigos se divertindo e trocando piadas, então Wayak saiu direto para ele, todo o corpo dele brilhava por estar molhado, era uma delícia. "Tira isso", disse Wayak apontando para a tanga de Kinich, "e vem comigo", estendendo a mão. Kinich virou para olhar Nahil, que da água os observava, expectante. Ele fez um sinal convocando o encontro, e Kinich se levantou e tirou a tanga, deixando o pau à mostra, bem parecido com o de Wayak, mas com pelo no púbis. "Olha só, nada que eu já não tenha visto antes", depois observou a bunda dele. "Isso sim é novidade, redondinha e espero que apertada". Pegou ele pela mão e o levou para o rio, o pau dele encolheu e os testículos se retraíram ainda mais com a água fria. Chegou ao encontro de Nahil de mãos dadas com Wayak. Nahil se levantou, tirando o pau já ereto da água. "Chupa", disse olhando nos olhos dele, desafiador. "Desculpa os modos dele", disse Wayak, "quando tá excitado, ele esquece", e começou a jogar água nas costas e nos peitos dele, com um movimento tão sensual que aos poucos o pau de Kinich voltou ao normal. Wayak, com um movimento suave, colocou as mãos de Kinich no peito de Nahil. "Faz o mesmo com ele", disse, "eu cuido do que você tem de bom". Enfiou uma mão entre as nádegas dele enquanto soltava um gemidinho, não tanto de prazer, mas de surpresa. Kinich via o peito molhado e com um pouco de pelo do seu dono, acariciou e começou a perceber que ele não era tão intimidador; pelo contrário, excitava-o ter que acariciar aquele corpo. "Agora desce devagar", e assim ele fez, descendo aos poucos até encontrar a rola dura do seu dono e começou a dar uma baita punheta. Não demorou pra enfiar a rola de Nahil até o fundo, de novo o gosto salgado inundou sua boca. Por outro lado, Wayak não parava de mexer na bunda dele, especialmente no cu. "Faz como se fosse cagar", disse da forma mais nobre que dava pra falar sobre o ato de defecar. E então sentiu um dedo e apertou forte, sentiu ele começar a mexer pra cima e pra baixo, pros lados, e logo sentiu aquele arrepio ao chegar na parte durinha e inchada que ele tinha acabado de descobrir. Daí já tinha dois dedos dentro dele e, pouco depois, sentiu algo maior passar perto do cu dele. A curiosidade fez ele tirar a rola do seu dono da boca e se virar pra ver o que era aquilo duro e quente que tinha passado pela sua bunda. "Aahhg, por que você parou?", gritou Nahil, irritado. Mas ao se virar, viu a rola lisa do amigo, que tinha crescido o dobro. Rapidamente, ele se enfiou na rola do seu dono, enquanto o amigo enfiava a dele no cu dele. Ahhh, que prazer ele sentiu, sem dor finalmente, só glória. "Que buceta gostosa que a sua puta tem", dizia Wayak pra Nahil, que já estava vermelho de luxúria. "Ahh, já não aguento mais", respondeu Nahil. "Eu também vou gozar", disse Wayak. Kinich só conseguia gemer com a rola enorme do seu dono na boca. "Ahhh", gritou Nahil, soltando um jato na garganta dele, que não conseguiu evitar um reflexo de náusea vindo do peito. Nahil se afastou pra Kinich poder vomitar o sêmen no rio, que chegou com a corrente até os joelhos de Wayak, que nem percebeu, continuando no vai-e-vem da própria rola no cu de Kinich. Depois, Ele sentiu um espasmo dentro dele. Um, dois, três e começou a sentir uma dorzinha lá dentro e uma dor de tesão “ahhhh, gritou” e nisso o Wayak tirou o pau do cu do Kinich, branco de porra. “Parece que eu fiz a sua puta gozar mais do que você”, disse pro amigo, que já descansava numa pedra, de olho no que o outro tava fazendo... E por hoje é só, galera. Vêm mais histórias por aí e espero conseguir postar com mais frequência. Imagens de IA (não sei fazer, não) ou feitas por vocês mesmos são super bem-vindas.

1 comentários - Relato gay: El esclavo maya 4: el amigo del amo

Muy buenos tus relatos
Gracias me alegra que los hayas encontrado todos 🤭
Que les gustaría que pasara después ?
Esperen próximas aventuras de kinich