Relato gay: O escravo maia 1: Vendido como escravo

Oi, sou paraioio... Essa série é minha e eu tinha começado ela em outra plataforma, mas acabei de ver que aqui tem mais movimento e resolvi publicar aqui. Então vou postar as 4 partes que já tenho hoje e vou continuar escrevendo essa série depois... Pouco depois que os pais dele morreram, Kinich foi levado com seus 7 irmãos para morar com o tio, que por sua vez tinha 7 filhos, todos amontoados num único quarto da casinha onde viviam. Tanto o pai dele quanto o tio eram agricultores, mas não tinham terras próprias, eram de um nobre, então a colheita nem as plantações davam pro próprio sustento. Dito isso, o tio de Kinich não teve outra saída a não ser vender os próprios sobrinos como escravos. Não era um ato cruel nem nada absurdo, era o destino de muitos órfãos na cultura maia. A grande maioria dos órfãos que não fossem filhos da nobreza acabavam sendo vendidos como escravos ou morrendo de fome. No dia seguinte, o tio de Kinich saiu com os 7 sobrinos rumo à cidadela para serem vendidos. Um dia antes, o irmão mais velho de Kinich tinha reunido todo mundo e falado: "O tio Yun não consegue mais nos sustentar", ele tinha dito a todos, "ele nos deu meses à mesa dele e a única forma de pagar é sermos vendidos por um bom preço". Tanto o irmão mais velho de Kinich quanto o segundo eram homens fortes, entre 18 e 17 anos, seriam bons escravos pra trabalhos pesados. Os músculos deles estavam em forma, apesar de terem comido mal nos últimos meses. A terceira irmã de Kinich era linda, e mesmo que ninguém a comprasse pra casar com o filho, ela poderia ser uma excelente dama de companhia se algum nobre a comprasse, ou poderia ser escrava da cozinha em algum lugar, já que sabia fazer fogo e moer milho. Kinich, por outro lado, era muito magro. Mesmo ajudando os irmãos no arado, não tinha tanta experiência quanto eles e era baixinho pra idade, Ele sabia que não conseguiria pagar o tio por tudo que ele tinha feito por ele e sua família. Seria difícil vender seus irmãos mais novos, já que ninguém quer terminar de criar um escravo. Ao chegar na cidadela, havia de tudo à venda: animais, comida, tecidos, penas. Havia todo tipo de compradores, desde escravos que iam comprar para seus senhores até nobres que buscavam comprar para si mesmos. Lá no centro de uma praça estava um homem magro com um olho prateado. O tio de Kinich se aproximou dele e, depois de negociar, pegou Kinich e seus irmãos para colocá-los na parte de trás junto com outros 30 maias que estavam prestes a ser vendidos. Foram organizados por idade; os mais fortes foram vendidos mais rápido e por melhor preço, assim como as mulheres mais bonitas. Seus irmãos foram vendidos para um nobre que tinha terras onde plantava milho, e um escravo seria mais barato para ele do que pagar trabalhadores. Sua irmã foi comprada por uma mulher obesa que trabalhava no mesmo lugar preparando comida. Ela ofereceu um valor menor do que o esperado, mas o tio aceitou a oferta, já que não havia outro comprador. Depois chegou a vez de Kinich. "Órfão de 15 verões, boa saúde, sem modos, sem piolhos, come pouco", anunciou o comerciante... Um homem alto, forte e com cara fechada levantou a mão e ofereceu um valor de acordo com o que todos esperavam — não muito bom para um escravo, mas suficiente para ele. Significava duas semanas de comida para o tio e sua família. Kinich olhou para seus irmãos, que estavam ansiosos para saber se seriam bons o bastante para serem vendidos ou se teriam que esperar mais tempo. Kinich ainda estava amarrado com uma corda nas mãos e outra nos tornozelos, que só permitia que ele desse passos pequenos. Esse era o protocolo para os escravos, para evitar que fugissem correndo. Caminharam muito pela cidadela até chegar a um casebre que não era feito de varas ou madeira como os dos trabalhadores, mas sim de barro e pedras como nos templos. Ele percebeu que o nobre que vivia naquela casa tinha um bom status, talvez fosse um sacerdote ou conselheiro, ou talvez ocupasse um alto cargo intelectual ou seria arquiteto, e que esse nobre não era o homem que o trouxera, mas sim seu servo. Quando entrou na casa, viu um amplo hall de entrada com mesas e louças, papiros em algumas, era ali que o nobre recebia visitas importantes. "Não toque em nada, nem suje nada", disse o homem. "Provavelmente amanhã você terá que limpar." Avançaram por um corredor e chegaram a um quarto onde um rapaz alto, de nariz grande e muito magro, mais que Kinich, estava deitado sobre um esteira. O homem fechou a porta atrás de si e disse: "Meu nome é Kante, e ele é Kin." Kin levantou-se de repente da esteira e aproximou-se de Kinich. "Não tinha outro com menos jeito, Kante?", disse zombeteiro e deitou-se novamente. Estava vestido apenas com uma tanga, descalço e um colar de contas de madeira que denotava sua pobreza. Kante, por outro lado, além de ser forte e bem nutrido, trazia no pescoço mais colares de contas e, além da tanga, usava uma toga na cintura e sandálias, que, embora gastas, lhe davam status. Kinich também estava descalço, mas com uma calça de tecido rústico e uma camiseta do mesmo material. "Eu sou o servo do nobre", continuou Kante, "e Kin é o servo do filho mais velho dele." "Você não sabe o quanto esperei sua chegada", disse Kin. "Finalmente vou deixar de ser a putinha do Nahil." Em seguida, riu, assim como Kante. Na antiga sociedade maia, era costume que, uma vez que os filhos homens iniciassem sua transição para a vida adulta, lhes fosse permitido ter relações com a servidão, desde que também fossem homens, para evitar gravidezes indesejadas. Kante havia servido como receptáculo do nobre em seu tempo e, quando este se casou, não continuou prestando esses serviços. Kin era o servo do filho mais velho do nobre, mas quando o próximo filho se desenvolveu, não esperou. demais e usava o Kin todas as noites para controlar seu instinto. Agora estava Kinich e o Kin poderia finalmente descansar do Nahil. "Quer dizer..." começou Kinich, "que terei que me dar ao Nahil?" Kin e Kante se entreolharam. "É isso mesmo, você será o servo do Nahil", respondeu Kante. "E eu finalmente deixarei de ser a putinha dele e terei a paz que esperava desde que Mayel foi para a guerra", replicou Kin. Mayel era o filho mais velho do nobre, um guerreiro a quem Kin já se havia entregado. Quando ele partiu para a guerra, Kin pensou que descansaria até o retorno de Mayel, mas seu alívio durou pouco, pois o jovem Nahil havia se desenvolvido e queria penetrá-lo todas as noites. Kinich estava muito ansioso, pois nunca havia sido desvirginado nem planejava sê-lo. Pensou que seria vendido para outro tipo de trabalho, e não para ser o escravo sexual do nobre. "Por que me escolheu?", perguntou a Kante. "Pelo seu cu", respondeu. "É redondo, e sua pele é lisa. Não vejo um único pelo no seu rosto, o que te deixa com aparência mais afeminada." Era verdade, seus pelos faciais ainda não haviam surgido. Seus irmãos também não tinham pelos abundantes, apenas vestígios, embaxilas e o púbis fossem bem peludos. "Com certeza você está fedendo, então venha, vamos te preparar." Saíram do quarto e chegaram a um lugar fora da casa onde havia uma piscina ao ar livre. Kin foi o primeiro a se despir, tirando suas contas e a tanga. Suas nádegas eram pequenas e muito coladas ao osso do quadril, pareciam murchas e não tinham graça alguma. Deixou ver seu pênis que, embora não fosse muito grosso, tinha um comprimento considerável, estava coberto de pelos que continuavam em direção ao umbigo em uma linha. Suas bolas pendiam e balançavam conforme ele se movia. Não fazia sentido que Nahil estivesse tão obcecado por ele, então Kinich chegou à conclusão de que a obsessão não era pelo Kin, mas pelo ato de prazer que ele proporcionava. Depois, Kante tirou a roupa. Era um cara alto e muito moreno, com poucos pelos faciais e cabelos longos. de toda a sua roupa e soltou um grande pássaro negro que impregnou o ar dali com um cheiro de umidade. Kinich estava na borda da banheira "vamos filho, você precisa se lavar" disse Kante, e ele obedeceu, tirou sua camisa de tecido rústico e deixou ver alguns de seus abdomens levemente marcados em um torso moreno. Ele não era musculoso, mas Kin conseguiu ver sua axila peluda e um pescoço que marcava sua clavícula. Ele tirou a calça e mostrou duas bolas redondas e brilhantes, além de um pau muito bem formado cercado por pelos crespos e pretos.

Assim que entrou na água, Kin e Kante se aproximaram, pegaram um sabão e o esfregaram por todo o corpo dele. Kin disse que seu cabelo era áspero, mas conforme usasse aquele sabão, ficaria como o de uma moça. Kante o esfregou nas costas e por baixo das axilas, depois nas nádegas, e meteu a mão entre elas para limpá-lo. "Fiz uma boa escolha para o senhor Nahil, talvez quando ele te desvirgar, eu me anime a fazer o mesmo". Isso lhe deu mais excitação do que medo, e ele teve uma tremenda ereção. "Opa, parece que consegui te excitar". Kinich ficou corado e tentou escondê-la. "Vá em frente...", incentivou Kante. "Aqui costumamos dar espaço ao nosso prazer". E se aproximou, colocando uma mão em seu pau e começou a esfregá-lo. Não demorou muito para fazê-lo gozar. Nunca ninguém o havia masturbado antes.

Depois, Kante saiu da banheira com uma ereção ainda maior que a de Kinich — era realmente enorme. Seu pau era totalmente preto e a cabeça parecia violácea. Kinich já tinha visto o pau de seus irmãos mais velhos antes, mas nenhum como aquele. Ele não quis tocá-lo, por medo, mas Kante levou sua mão direto para ele. Estava duro e quente. Kinich começou a esfregá-lo e esfregá-lo mais, mas não estava fazendo muito bem, então Kante terminou sozinho, lançando vários jatos de sêmen branco em seu rosto e torso, enquanto o desconforto de Kinich provocava em Kin uma risada sádica e zombeteira.

Terminaram de se lavar e se vestiram, se preparando para entrar na mesa onde a família comia. e ele seria apresentado como o novo servo de Náhil. Até aqui a primeira parte… sejam bem-vindas as imagens feitas por IA ou por vocês mesmos desses personagens

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