Do Maurício, não me seduziu nem o corpo nem a pica dele.
Coroa de 60 e poucos (eu quase 50 na época), o que mais me atraiu nele foi que era muito tarado e procurava um passivo submisso pra fazer "tudo que a gente gostasse".
A gente conversou por um site de contatos e logo passamos o telefone.
Ele me contou o que procurava e o que curtia, e só com essas conversas já tinha me seduzido.
Ele tinha um consultório em Barrio Norte (era psicólogo) e uma semana depois de nos conhecermos, a gente se encontrou.
Ele me marcou num bar na esquina da Anchorena Swinger. Quando cheguei, ele saiu do bar e me propôs ir direto pro apartamento dele (ele me viu e gostou de mim, disse, então pra que perder tempo no bar hahaha).
No elevador até o sétimo andar, ele pegou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo de língua que me fez tremer!! Eu deixei minha boca ser invadida pela língua dele e, quase como um reflexo, minha mão foi pro volume dele, que já tava bem duro. Bom começo, pensei.
Quando chegamos no apê, ele abriu a porta e, todo cavalheiro, me deixou passar primeiro.
Dentro, a gente se beijou de novo enquanto ele tirava minha roupa. Em segundos, eu tava pelado na frente dele, que me pediu pra virar e mostrar minha raba (na época, depilada).
Ele se pelou e, me abraçando por trás, encostou a pica (normal, 16 x 4), duríssima, entre minhas nádegas enquanto apertava meus peitinhos e me beijava e lambia o pescoço e as orelhas.
Eu peguei a pica dele e ficava passando como pinceladas entre minhas bandas, empurrando minha raba contra ele quando a cabeça da pica dele encostava no meu cu.
Minha tara era enorme e, verdade, eu já tava pronto pra ser penetrado, mas o Mauri disse que antes de foder ia me fazer uma lavagem porque não gostava que saísse merda.
Embora ele já tivesse comentado isso nas conversas anteriores (a parada da lavagem), eu tinha me deixado levar pela tesão e isso me brochou um pouco.
Pra não perder o "ritmo", me virei, me ajoelhei na frente dele e, de uma vez, enfiei a pica dele na minha boca e chupei chupei toda (entrava inteira na minha boca sem problemas!!).
Mauri deixou eu chupar um pouco e empurrava minha cabeça contra a pélvis dele enquanto se movia fodendo minha boca, e eu acariciava os ovos dele.
Essa pose sempre me deixou com tesão. Eu submisso, ajoelhado na frente do meu macho chupando o pau dele e dando prazer é algo que me excita muito e me faz sentir e aproveitar me sentir tão puto.
Uns minutos curtindo o pau do Mauri todo babado (pre gozo delicioso), e ele tirou da minha boca pra me levar pro banheiro.
"Anda na frente rebolando a bunda, putinha" (assim no feminino), ele falou e eu obedeci na hora.
No banheiro, ele apalpou bem minhas bandas, abria minhas nádegas e passava os dedos no meu cu, que pulsava descontrolado.
"Que macio você tem o rabo, vadiazinha", ele dizia e eu voava de desejo.
Pegou a pera de borracha, encheu de água morna, me fez abaixar e abrir minhas nádegas, e enfiou o bico da pera dentro do meu reto.
Esvaziou toda a água dentro do meu intestino e mandou eu segurar o máximo que aguentasse antes de soltar.
Sentei no vaso e ele ficou de pé na minha frente e, sem dizer nada, segurou meu rosto com as duas mãos.
Entendi o que ele queria e coloquei o pau dele de volta na minha boca pra continuar curtindo chupar o pau dele enquanto esperava a ordem pra soltar toda a água que tinha dentro de mim.
Eu tava muito entretido chupando o pau do Mauri e acariciando os ovos dele. Me excitou muito passar meus dedos no cu dele e quis enfiar um dedo na bunda dele (não era virgem, isso me deixou ainda mais com tesão!! saber que meu novo macho também curtia pela bunda!!!). Mas ele não deixou eu dedar porque disse que se eu fizesse isso, ele ia gozar e me lembrou que nas conversas anteriores ele tinha dito que era de uma só gozada. Longa na preliminar e durante a foda, mas que fazia tempo que só conseguia ejacular uma vez e que, se eu gostasse, queria me dar a porra na boca pra eu engolir.
Lembrei dessa conversa e também que eu disse que sim pra engolir (sempre gostei que meu macho me desse o néctar dele na boca e curtindo ver como eu saboreava e engolia, foi assim que meu primeiro macho me acostumou e aprendi a gostar disso, questão de gosto, né?).
Mauri me deixou sozinho no banheiro mandando eu, depois de esvaziar o reto, lavar bem porque "ia chupar meu cu como nunca tinham feito antes", ele disse e foi pra sala preparar o cenário pra me comer.
Obediente, fiquei sentado no vaso me lambendo com o gosto da pica do Mauri e depois de um tempo soltei toda a água e toda a merda que tinha no meu reto.
Me higienizei direitinho como ele mandou e saí do banheiro.
Na sala tinha um colchão no chão. Camisinhas e gel e uma coleção de brinquedos (plugs, dildos, consolos de todos os tamanhos), eu ri nervoso e falei, tá esperando mais gente?
"Não, putinha, isso tudo é pra você, embora não precise ser tudo hoje hahaha" ele disse e eu senti meu cu pulsando a mil por hora.
"Vem, vadiazinha, ajoelha no colchão, abre as pernas e separa bem as nádegas que quero comer sua bunda" ele ordenou e claro eu obedeci.
Fazia tempo que não comiam minha raba como o safado do Mauri fez.
Não quero exagerar mas deve ter ficado uns 10 minutos chupando meu cu sem deixar eu me tocar. Era foda sentir a língua dele entrando e saindo da minha raba, depois um dedo, dois, três, e eu pedindo pra ele me comer, implorando pra ele meter, mas o safado me mandava calar a boca e continuava me dando língua e dedos.
Quando eu já não aguentava mais de tesão senti algo maior que os dedos dele entrando na minha raba.
Era um plug de 5 cm que o safado deixou preso no meu cu bem na parte mais grossa.
Embora com a língua e os dedos ele já tivesse dilatado bastante, os 5 cm do plug se sentiam e muito, não digo que doía tanto, embora doesse um pouco, mas meu tesão era maior e logo comecei a curtir como meu esfínter se abria praquele brinquedo.
Filho da puta, soltei pra ele. Quero sentir sua pica na minha raba, os brinquedos a gente usa depois.
"Calada, putinha, você disse que gosta ser submissa, então você me deixa fazer o que eu quiser" ele disse, e eu obedeci de novo, ainda mais excitada por me sentir dominada por ele.
Mauri pegou um consolo de 19 x 5 com ventosa, fixou numa cadeira, lubrificou bem com gel e mandou eu tirar o plug e sentar na cadeira até que toda aquela pica de silicone estivesse dentro do meu reto e minhas nádegas apoiassem completamente na cadeira.
Naquele momento, eu soube que aquele psicólogo degenerado e perverso seria meu macho por muito tempo.
Essa mistura de excitação e submissão aos desejos perversos dele me dominou, e com ele de pé na minha frente, fumando um cigarro e se tocando, eu fiz o que ele mandou e em segundos aquela pica de silicone já estava toda dentro da minha bunda, me dando um pouco do prazer que eu precisava.
Mauri me viu mexer pra cima e pra baixo e em círculos enquanto eu gemia como uma puta pelo prazer daquela pica artificial que enchia meu cu.
Mauri se aproximou de mim, colocou a pica na minha boca e em poucos segundos gozou uma boa quantidade de porra (4 jatos), que eu segurei na boca até a pica dele parar de pulsar, e quando ele tirou, mandou eu engolir o néctar dele devagar, saboreando cada gole.
Com a minha bunda cheia pelo brinquedo e meu novo macho passando a pica babada no meu rosto, eu cumpri a ordem e engoli toda a porra dele.
Quando tinha engolido tudo, abri a boca e mostrei a língua pra ele ver que o néctar dele já estava dentro de mim.
Mauri segurou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo de língua lindo, quase amoroso, compartilhando comigo o gosto do esperma dele.
Essa tarde continuou com muitas outras coisas, incluindo conversas onde ele dizia que eu ia precisar de mais de uma pica e fazendo planos de com quem ele ia me fazer transar (ele falou do porteiro do prédio — com ele a gente teve encontros! já vou contar — e de 2 ou 3 pacientes dele — alguns já tinham comido ele, e saber disso me excitou ainda mais).
Ele disse que eu devia ser a putinha submissa dele e que, se eu fizesse isso, ele cuidaria pra que não faltassem picas e machos pra mim, e que ia se entregar quantas vezes eu quisesse.
A tarde seguiu usando vários dos brinquedos do Mauri que me ajudaram a ter meus orgasmos (3 no total), e fui embora do apê dele depois de 4 horas de ter chegado, com meu cu dilatado e inflamado e com uma sensação linda de ter encontrado o macho que eu tava procurando.
Espero que vocês gostem. Beijos pra todos.
Coroa de 60 e poucos (eu quase 50 na época), o que mais me atraiu nele foi que era muito tarado e procurava um passivo submisso pra fazer "tudo que a gente gostasse".
A gente conversou por um site de contatos e logo passamos o telefone.
Ele me contou o que procurava e o que curtia, e só com essas conversas já tinha me seduzido.
Ele tinha um consultório em Barrio Norte (era psicólogo) e uma semana depois de nos conhecermos, a gente se encontrou.
Ele me marcou num bar na esquina da Anchorena Swinger. Quando cheguei, ele saiu do bar e me propôs ir direto pro apartamento dele (ele me viu e gostou de mim, disse, então pra que perder tempo no bar hahaha).
No elevador até o sétimo andar, ele pegou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo de língua que me fez tremer!! Eu deixei minha boca ser invadida pela língua dele e, quase como um reflexo, minha mão foi pro volume dele, que já tava bem duro. Bom começo, pensei.
Quando chegamos no apê, ele abriu a porta e, todo cavalheiro, me deixou passar primeiro.
Dentro, a gente se beijou de novo enquanto ele tirava minha roupa. Em segundos, eu tava pelado na frente dele, que me pediu pra virar e mostrar minha raba (na época, depilada).
Ele se pelou e, me abraçando por trás, encostou a pica (normal, 16 x 4), duríssima, entre minhas nádegas enquanto apertava meus peitinhos e me beijava e lambia o pescoço e as orelhas.
Eu peguei a pica dele e ficava passando como pinceladas entre minhas bandas, empurrando minha raba contra ele quando a cabeça da pica dele encostava no meu cu.
Minha tara era enorme e, verdade, eu já tava pronto pra ser penetrado, mas o Mauri disse que antes de foder ia me fazer uma lavagem porque não gostava que saísse merda.
Embora ele já tivesse comentado isso nas conversas anteriores (a parada da lavagem), eu tinha me deixado levar pela tesão e isso me brochou um pouco.
Pra não perder o "ritmo", me virei, me ajoelhei na frente dele e, de uma vez, enfiei a pica dele na minha boca e chupei chupei toda (entrava inteira na minha boca sem problemas!!).
Mauri deixou eu chupar um pouco e empurrava minha cabeça contra a pélvis dele enquanto se movia fodendo minha boca, e eu acariciava os ovos dele.
Essa pose sempre me deixou com tesão. Eu submisso, ajoelhado na frente do meu macho chupando o pau dele e dando prazer é algo que me excita muito e me faz sentir e aproveitar me sentir tão puto.
Uns minutos curtindo o pau do Mauri todo babado (pre gozo delicioso), e ele tirou da minha boca pra me levar pro banheiro.
"Anda na frente rebolando a bunda, putinha" (assim no feminino), ele falou e eu obedeci na hora.
No banheiro, ele apalpou bem minhas bandas, abria minhas nádegas e passava os dedos no meu cu, que pulsava descontrolado.
"Que macio você tem o rabo, vadiazinha", ele dizia e eu voava de desejo.
Pegou a pera de borracha, encheu de água morna, me fez abaixar e abrir minhas nádegas, e enfiou o bico da pera dentro do meu reto.
Esvaziou toda a água dentro do meu intestino e mandou eu segurar o máximo que aguentasse antes de soltar.
Sentei no vaso e ele ficou de pé na minha frente e, sem dizer nada, segurou meu rosto com as duas mãos.
Entendi o que ele queria e coloquei o pau dele de volta na minha boca pra continuar curtindo chupar o pau dele enquanto esperava a ordem pra soltar toda a água que tinha dentro de mim.
Eu tava muito entretido chupando o pau do Mauri e acariciando os ovos dele. Me excitou muito passar meus dedos no cu dele e quis enfiar um dedo na bunda dele (não era virgem, isso me deixou ainda mais com tesão!! saber que meu novo macho também curtia pela bunda!!!). Mas ele não deixou eu dedar porque disse que se eu fizesse isso, ele ia gozar e me lembrou que nas conversas anteriores ele tinha dito que era de uma só gozada. Longa na preliminar e durante a foda, mas que fazia tempo que só conseguia ejacular uma vez e que, se eu gostasse, queria me dar a porra na boca pra eu engolir.
Lembrei dessa conversa e também que eu disse que sim pra engolir (sempre gostei que meu macho me desse o néctar dele na boca e curtindo ver como eu saboreava e engolia, foi assim que meu primeiro macho me acostumou e aprendi a gostar disso, questão de gosto, né?).
Mauri me deixou sozinho no banheiro mandando eu, depois de esvaziar o reto, lavar bem porque "ia chupar meu cu como nunca tinham feito antes", ele disse e foi pra sala preparar o cenário pra me comer.
Obediente, fiquei sentado no vaso me lambendo com o gosto da pica do Mauri e depois de um tempo soltei toda a água e toda a merda que tinha no meu reto.
Me higienizei direitinho como ele mandou e saí do banheiro.
Na sala tinha um colchão no chão. Camisinhas e gel e uma coleção de brinquedos (plugs, dildos, consolos de todos os tamanhos), eu ri nervoso e falei, tá esperando mais gente?
"Não, putinha, isso tudo é pra você, embora não precise ser tudo hoje hahaha" ele disse e eu senti meu cu pulsando a mil por hora.
"Vem, vadiazinha, ajoelha no colchão, abre as pernas e separa bem as nádegas que quero comer sua bunda" ele ordenou e claro eu obedeci.
Fazia tempo que não comiam minha raba como o safado do Mauri fez.
Não quero exagerar mas deve ter ficado uns 10 minutos chupando meu cu sem deixar eu me tocar. Era foda sentir a língua dele entrando e saindo da minha raba, depois um dedo, dois, três, e eu pedindo pra ele me comer, implorando pra ele meter, mas o safado me mandava calar a boca e continuava me dando língua e dedos.
Quando eu já não aguentava mais de tesão senti algo maior que os dedos dele entrando na minha raba.
Era um plug de 5 cm que o safado deixou preso no meu cu bem na parte mais grossa.
Embora com a língua e os dedos ele já tivesse dilatado bastante, os 5 cm do plug se sentiam e muito, não digo que doía tanto, embora doesse um pouco, mas meu tesão era maior e logo comecei a curtir como meu esfínter se abria praquele brinquedo.
Filho da puta, soltei pra ele. Quero sentir sua pica na minha raba, os brinquedos a gente usa depois.
"Calada, putinha, você disse que gosta ser submissa, então você me deixa fazer o que eu quiser" ele disse, e eu obedeci de novo, ainda mais excitada por me sentir dominada por ele.
Mauri pegou um consolo de 19 x 5 com ventosa, fixou numa cadeira, lubrificou bem com gel e mandou eu tirar o plug e sentar na cadeira até que toda aquela pica de silicone estivesse dentro do meu reto e minhas nádegas apoiassem completamente na cadeira.
Naquele momento, eu soube que aquele psicólogo degenerado e perverso seria meu macho por muito tempo.
Essa mistura de excitação e submissão aos desejos perversos dele me dominou, e com ele de pé na minha frente, fumando um cigarro e se tocando, eu fiz o que ele mandou e em segundos aquela pica de silicone já estava toda dentro da minha bunda, me dando um pouco do prazer que eu precisava.
Mauri me viu mexer pra cima e pra baixo e em círculos enquanto eu gemia como uma puta pelo prazer daquela pica artificial que enchia meu cu.
Mauri se aproximou de mim, colocou a pica na minha boca e em poucos segundos gozou uma boa quantidade de porra (4 jatos), que eu segurei na boca até a pica dele parar de pulsar, e quando ele tirou, mandou eu engolir o néctar dele devagar, saboreando cada gole.
Com a minha bunda cheia pelo brinquedo e meu novo macho passando a pica babada no meu rosto, eu cumpri a ordem e engoli toda a porra dele.
Quando tinha engolido tudo, abri a boca e mostrei a língua pra ele ver que o néctar dele já estava dentro de mim.
Mauri segurou meu rosto com as duas mãos e me deu um beijo de língua lindo, quase amoroso, compartilhando comigo o gosto do esperma dele.
Essa tarde continuou com muitas outras coisas, incluindo conversas onde ele dizia que eu ia precisar de mais de uma pica e fazendo planos de com quem ele ia me fazer transar (ele falou do porteiro do prédio — com ele a gente teve encontros! já vou contar — e de 2 ou 3 pacientes dele — alguns já tinham comido ele, e saber disso me excitou ainda mais).
Ele disse que eu devia ser a putinha submissa dele e que, se eu fizesse isso, ele cuidaria pra que não faltassem picas e machos pra mim, e que ia se entregar quantas vezes eu quisesse.
A tarde seguiu usando vários dos brinquedos do Mauri que me ajudaram a ter meus orgasmos (3 no total), e fui embora do apê dele depois de 4 horas de ter chegado, com meu cu dilatado e inflamado e com uma sensação linda de ter encontrado o macho que eu tava procurando.
Espero que vocês gostem. Beijos pra todos.
1 comentários - Mauri, morboso y dominador